Divirta-se, a moda é masculina

 

Por Dora Estevam
 
Estou adorando todas as postagens de moda masculina. O que os desfiles de Paris, Milão e São Paulo mostraram para os homens é algo totalmente vigoroso de uma alegria contagiosa.  Os desfiles estão cada vez mais incríveis em termos de produção e moda, propriamente combinados.
 
Quer matar a curiosidade de como funciona este meio?

Acompanhe o vídeo a seguir. Foi feito por Justin Wu especialmente para Jak & Jill Blol. Super carinhoso e de bom gosto. Alegre, cheio de vida, o vídeo mostra os bastidores dos desfiles e de alguns dos melhores momentos dos meninos de Paris e Milão. Adoro!

Por aqui, separei algumas fotos de alguns estilistas. É tudo muito diferente, foge do que estamos acostumados a ver nas ruas. Mas vamos respeitar o trabalho destes moços, certo?
 
LINO VILLAVENTURA

Lino fez uma moda renovada para homenagear os 15 anos da São Paulo Fashion Week.

 
 
ALEXANDRE HERCHCOVICH

Se depender de Alexandre pode vir terremoto, vulcões ou tempestades. Com as roupas que ele criou para o próximo inverno os homens estarão protegidos de tudo isso. Ah, e modernos!


  
JOÃO PIMENTA

Trouxe um desfile inspirado na moda militar e religiosa. Entendi. Quase um franciscano. Um frasciscano com dinheiro.


 
 
 
 
CAVALERA

Fez chover para dar um clima intimista, mais a cara da cidade nestes dias tão molhados.
 

 
Por toda esta produção você deve ter imaginado o quanto estes estilistas trabalharam. Um esforço e tanto. Tudo isso você terá o prazer de ver pessoalmente, provar e ter uma ou várias peças em seu armário em poucos meses, em lojas de shoppings e de rua.
 
 É o horizonte da moda masculina – como escrevi no post anterior.
 
E você está preparado para ser este homem?

Dora Estevam é jornalista e escreve sobre moda e estilo de vida no Blog do Mílton Jung, aos sábados

Na moda, criatividade vale mais que dinheiro

 

O artigo de Carlos Magno Gibrail (Marketing e Futuro na Moda arrasam nop SPFW), nosso doutor em marketing de moda, trouxe importante colaboração para a reflexão sobre a exposição das marcas na 15a edição da São Paulo Fashion Week. Aproveito este sábado, sempre dedicado a moda e estilo de vida, graças as provocações da colunista Dora Estevam, para destacar um dos comentários publicados aqui no Blog, assinado pela leitora-internauta Louise Rossetti:

Eu concordo que este tipo de ação chame a atenção, cause mídia espontânea (inclusive a sua) e burburinho. Mas somente Promoção e Propaganda não criam posicionamento de marca. Acho raso, volátil, linkar a marca a celebridades, principalmente quando elas não tem absolutamente nada a ver com a identidade da marca.

Se a marca é pop, deve investir em ideias pop, não em marketing “barato” e óbvio. O consumidor não é mais inocente como nos anos 90. Não se aceita mais qualquer coisa. E apesar da mídia gerada, o produto é fraco, o posicionamento é dissonante e a ligação com o cliente fica prejudicada assim que se usa o produto, pois é quando a imagem do Ashton ou da Giselle se dissipam. (ou seja, deixa-se de atender o desejo do cliente).

Eu acredito em construir uma identidade de marca, com mais P’s fortes, além de promocao e propaganda. E isso se faz priorizando tbm os outros fatores.

“Falem mal, mas falem de mim” é pobre, dura pouco. Branding em que a criação não conversa com a comunicação, não é branding.

Acho a ideia da Ellus mais louvável, por exemplo. Uma marca que quer se posicionar como moderna, avant gard, que usou uma mídia nova, diferente.

Para pagar U$ 500.000 para uma celebridade, basta ter dinheiro. Para fazer algo bacana, e elevar a marca, definitivamente, precisa-se de criatividade.

Cocô de cachorro, quem pega ?

 

Por Dora Estevam

Passeando com Gisele

A cena é a seguinte: a babá leva o cachorro em lugar de um bebê, passeia lentamente, aos passos do cachorrinho, é claro. Cumprimenta as pessoas das lojas, o porteiro, alguém mais que não identifiquei. Enquanto isso o cachorro aproveita para dar uma cheiradinha na grama, que lhe parece familiar. Para e pumba: cocô na calçada.
 
Quem pega? É pegar ou largar.
 
A moça não pode fazer feio na frente do amiguinho, então recolhe a caca, põe num saquinho de plástico, amarra bem amarradinho e depois, e depois … tchan tchan … atira ao pé da primeira árvore que encontra pela frente.
 
Situação como esta que vi dia desses acontece diariamente por todas as ruas dos bairros residenciais  da cidade. O caso desta moça foi apenas um exemplo, são muitas as pessoas que passeiam com seus cães e não pegam a sujeira. Fica lá aquele cocô na calçada que você é obrigada a desviar para não se sujar. As calçadas com grama ficam  insuportáveis, tem que andar pela rua. Nas residenciais misturadas com comércio, então, é uma constante briga entre lojistas e passeadores de cães.
 
O problema é do dono do cachorro, e pronto!
 
Incrivelmente é do conhecimento de todos que o caso virou Lei e se não recolher o cocô e jogá-lo na lata de lixo é multa (na incerta).
 

Elegância de Sienna Miller

Tenho falado aqui na coluna sobre comportamento, moda, beleza e estilo de vida. Sempre na intenção de inspirar e não criticar. Mas eu não posso deixar de falar da falta de educação destas pessoas que continuam agindo de má fé.
 
Eu não posso acreditar que o dono ou a dona de um animal de estimação não tenha consciência  que o bicho também faz as necessidades  dele e estas não são feitas em privadas, mas em quintais e gramas, muitas do vizinho.
 
Da mesma maneira que você passa no Pet Shop para fazer compras para o seu doguinho deveria aproveitar para se informar qual a melhor saída na hora de recolher o que ele deixa pra trás.
 
A vergonha e falta de educação é você largar a sujeira na calçada achando que com a primeira chuva vai tudo embora. Ou colocar em saquinhos plásticos e abandoná-lo no pé da árvore. Quem vai pegar aquilo? A faxineira da loja ou do salão de beleza, é isso?

Sem contar que aquele saquinho deve demorar anos para se dissolver na natureza (outra questão que já foi tema de debate aqui neste blog) – ou seja, deixarão de herança uma montanha de plástico recheada de cocô de cachorro.

As fezes na rua podem trazer muitas doenças através das moscas que atraem. E você não vai querer que a sua família seja contaminada por isso, vai?
 
Para você que tem animal em casa, certifique-se de que a pessoa que esta saindo com ele recolhe a sujeira e a despeja no lixo da sua casa. Melhor ainda, dê você mesmo o exemplo e mostre qual o procedimento correto.
 
Seja um fiscal da sua calçada e se vir alguém cometendo esta falta de educação não deixe de alertá-la.  
 
Tenha um bom e elegante passeio com o seu dog!

Dora Estevam é jornalista e escreve sobre moda e estilo de vida no Blog do Mílton Jung

A beleza das negras e das asiáticas

 

Por Dora Estevam
 
Toda vez que começa a semana de moda brasileira vem à tona o assunto: modelos negras. Impressão que dá é que elas desaparecem assim que acaba a temporada. E com elas se vai o assunto. também.

Não sei o que acontece com as moças fora das temporadas. Este mês, por exemplo, a Vogue Brasil fez editorial dedicado às negras, com enfoque na brasilidade da mulher. Apenas confirma a regra: estamos em época de semana de moda, e depois?

Bem, as mulheres negras têm muito bom gosto, elas se vestem muito bem, sem contar a pele, o tipo físico e os famosos dentes. Realmente, são charmosas e atraentes.

E como todas as mulheres, arrasam nas ruas de São Paulo, Nova Iorque, Paris e Londres.

Acompanhe fotos de algumas dessas maravilhosas e super elegantes:


 

Outro tipo de mulher que dificilmente encontramos em passarelas ou editoriais são as orientais. Elas ficaram confinadas em bairros como Liberdade e Bom Retiro, em São Paulo. Mas, a forma e o estilo de como elas se vestem está muito longe dos típicos vestidos justos de cetim japoneses e chineses.

Estas mulheres arrasam no figurino, além do bom gosto nas combinações. Sem contar a cabeleira lindíssima. Aproveite algumas amigas fotografadas nas ruas que superam todo e qualquer preconceito:

Com estas belíssimas mulheres, tão exóticas e bem vestidas, não saia de casa sem antes das uma espiada, novamente, nas fotos. Vale a inspiração.

Dora Estevam é jornalista e escreve sobre moda e estilo de vida no Blog do Mílton Jung

As imagens deste post são do site Stockholm StreetStyle.com

O poder da tatuagem

 

Por Dora Estevam
 
Elas aparecem espalhadas pelo corpo ou mais timidamente por trás dos cabelos, na nuca; também estão discretamente nos tornozelos e punhos; as mensagens são inúmeras; o desenho, ora incrível ora estranho, dependendo o ponto de vista. Frases apaixonadas e dedicadas aos namorados, amores, filhos, maridos e religião. Enfim, cada tatuagem tem seu motivo.

Esta moça da foto é tão apaixonada pela Chanel que resolveu fazer o desenho do logo na pele. Esta é de verdade.  
 
É que na coleção Primavera/Verão 2010 as tatuagens fake da Chanel viraram febre. Bastava pressionar o desenho na pele, e pronto.
 
Dizem que Karl Largerfeld  teria se inspirado no livro de Lee Tulloch, Nobodies Fabulous, de 1989, no qual a personagem principal, Reality Nirvana Tuttle (uma espécie de Carrie Bradshaw dos anos 80), tem tatuagens Chanel em seus pulsos e nas coxas. Curiosamente o livro vai virar filme em breve e foi escrito depois que a autora foi demitida da Harper’s Bazaar australiana. A expectativa é que o filme tenha um figurino maravilhoso, já que a heroína do livro é tão louca por moda que dá até nome para suas roupas.
 
 

A palavra tatuagem origina-se do inglês tattoo. O pai da palavra “tattoo” foi o capitão James Cook , que escreveu em seu diário a palavra “tattow”, também conhecida como “tatau”, uma onomatopéia do som feito durante a execução da tatuagem, em que se utilizavam ossos finos como agulhas, no qual batiam com uma espécie de martelinho de madeira para introduzir a tinta na pele. A partir de 1920 a tatuagem foi ficando mais  comercial, tornando-se mais popular entre americanos e europeus. Surgindo uma gama de tatuadores que eram artisticamente ambiciosos. Eles acharam muitos clientes nas décadas de 1950 e 1960. Durante muito tempo, nos Estados Unidos, a tatuagem esteve associada a classes sócio-econômicas mais baixas, aos militares, aos marinheiros, às prostitutas e aos criminosos.

 
  
De acordo com os historiadores, não havia um aborígene que não estivesse tatuado. A tatuagem percorreu mares e Américas e até hoje é cultuada em todo o mundo. Particularmente, não tenho um risco na pele, mas é muito difícil encontrar alguém que não tenha feito uma por inteiro.
 
A “arte na pele” já foi muito marginalizada, mas hoje está na pele de pessoas de todos os níveis sociais.
  
As celebridades aparecem nas entregas dos grandes prêmios sem nenhum pudor. Vestidos que deixam  ombros e costas a mostra para apresentar o desenho no corpo.  

Ano passado, os  tatuadores e fãs se reuniram em uma convenção internacional na capital tailandesa, Bangkok. O evento de três dias trouxe profissionais da Ásia, Europa e América e mostrou técnicas e estilos de arte corporal em diferentes culturas.

Entre os tatuadores que participaram do evento estava Arian Noo, o artista tailandês que teve o prazer de tatuar a atriz Angelina Jolie.

Muitos concursos também são realizados na conferência, incluindo melhor desenho do dia, melhor tatuagem oriental e melhores obras de frente e nas costas.
 
As convenções sobre tatuagens acontecem no mundo inteiro.
 
No entanto, é preciso tomar algum cuidado na hora de fazer a sua arte na pele. Procure um lugar seguro, limpo, conhecido. Espere até completar a idade adulta para ter certeza de que é essa a sua escolha. Pesquise bem antes de entregar a sua pele às agulhas.

Você se lembra do caso daquela menina de 18 anos da Bélgica que dormiu durante a tatuagem e acordou com o rosto cheio de estrelas? Depois se arrependeu.

Converse com o especialista para saber qual a melhor forma de começar. Homens e mulheres têm preferências diferenciadas: homens gostam de fazer o braço inteiro, já mulheres partes das costas, lombares e nucas.

De acordo com os dermatologistas, a maioria das pessoas que tentam removê-las é mulher. Elas até gostam do desenho, mas se sentem pressionadas com as críticas e comentários maldosos a respeito.
  
Se você faz parte desta legião de fãs das tatuagens aproveite para ver algumas fotos de pessoas que foram clicadas nas ruas da Europa e EUA.


Dora Estevam é jornalista e escreve sobre moda e estilo de vida, aos sábados, no Blog do Mílton Jung

A moda muda as pessoas…

 

Por Dora Estevam

… ou as pessoas mudam a moda. Isso é normal, durante as fases da vida vamos lapidando o nosso jeito de ser e, consequentemente, o de vestir. Como não estamos sendo fotografados todos os dias nem nos vemos em revistas com frequencia não percebemos esta diferença com facilidade. As vezes nos damos conta quando encontramos um amigo e este comenta a aparência diferente. Pode ser um cabelo que cresceu ou que caiu, uma aumentada na silhueta, um estilo de roupa que antes não usava.

Veja o exemplo da artista Kelly Osbourne. Quando ela apareceu na mídia ,cerca de 10 anos, era uma garotinha punk que cativou o público da MTV com sua atitude atrevida e rebelde. Hoje, o radar continua ligado na garota, mas o motivo é totalmente diferente: o estilo pessoal. A moça trocou o negrito do punk por coleções mais elegantes, incluindo terninhos e vestidos, e uma coleção de sapatos exclusivos. Com tudo isso, ficou reconhecida no mundo da moda, também.

photo

Outra atriz que se transforma da tela para a vida pessoal é Jéssica Alba. Impossível não se encantar com o jeito meigo de Alba. A moça é cativante, todos os papéis dela na tela são adoráveis. Embaixadora da Revlon (produtos de beleza) por cinco anos, a atriz de primeira linha é aficcionada por produtos de beleza. Sem contar que o guarda-roupa da moça é considerado bem avaliado.

Com uma carreira ininterrupta Alba tem a possibilidade de variar bem as personalidades. Segundo os editores, a moça leva a sério esta questão de moda.

photo

Vejam como são as coisas, enquanto os vestidos de lantejoulas brilham nas araras, neste fim de ano, como pacotão de férias, o modelo mais cobiçado durante anos está sendo preparado para a proxima estação: o velho e elegante terninho.

Ele reaparece num estilo mais feminino, com aberturas especiais, cortes diferenciados. De qualquer forma, é impossivel separar o terno do criador, Yves Saint Laurent, criador e pioneiro na década de 1966, do ícone Le Smoking.

Não importa o estilo ou o corte ou os detalhes do terno, o interessante é que a brincadeira de androginia voltou: use e abuse das novas silhuetas. E não tem como negar que o terno é uma altrnativa perfeita para os cocktails e eventos sazonais.

photo

Dora Estevam é jornalista e escreve aos sábados no Blog do Mílton Jung

A moda masculina em 2011

 

Por Dora Estevam
 
Aconteça o que for, dificilmente o homem terá grandes surpresas quando o assunto for moda masculina. Se aparece alguma coisa do gênero “calça com barra dobrada”, imediatamente a ideia é abortada por boa parte deles. Sem dúvida o clássico renovado aparece sempre nas passarelas com poucas mudanças nas tonalidades e no estilo. Mas sempre com muita elegância. Se você pretende ir às compras no próximo mês e se presentear – ou presentear alguém – tenha em mente as tendências masculinas para 2011. São opções clássicas e eternas.
 
Sapatos: esta linha de doksiders nas padronagens de camurça ou couro nas cores uísque e marrom são perfeitas para trabalho e passeio.

Para acompanhar, jaquetas bárbaras em vários tecidos. No verde e khaji, são práticas e confortáveis. Menos formais, elas acompanham o homem sem fazer feio. E para quem quer sofisticar mais um pouco, o couro é uma excelente opção: preto, grafite ou camelo – masculinas e maravilhosas.


 
Para um homem mais sério que não abre mão do terno ou peças em alfaiataria, a sugestão continua na gama dos cinzas passando do claro para o escuro.  Os tricots também são válidos: mesmo na estação mais quente existem fios especiais para isso. Não é comum, mas se quiser investir em um, siga a dica: malharia misturada com camisaria sempre apresenta um bom resultado.


 
E, finalmente, para os queridos que adoram jeans e não abrem mão deles de forma alguma. As tonalidades também passam pelo bege e branco para as camisetas (inseparáveis) e black –para as calças.


 
Gostaram?

Bem, estas são algumas das propostas para você passar o próximo ano em paz com o seu armário.

Dora Estevam é jornalista e escreve sobre moda e estilo no Blog do Mílton Jung, aos sábados.

 
Reprodução: Acne, Prada, Martin Margiela, Acne e Dsquared2.

Maquiagem na cor do verão

 

Por Dora Estevam

À espera do verão (pois, até agora o tempo não se definiu), as mulheres ficam de olho nas tendências de maquiagens para colorir os rostos na próxima estação. Tem as que gostam de cores claras e as que gostam de marcar bem com cores fortes.

Os produtos de maquiagens para o verão já estão disponíveis e se bobear a mulher vai sair da loja com a maleta cheia de itens para todos os momentos. Vão comprar até o que não precisam.


 
Bege, nude, coral ou vermelho e pink são as cores destacadas nos últimos desfiles internacionais para verão 2011.
 
Particularmente, eu gosto muito da boca escura, mais para o vermelho. Sempre gostei, fica mais chique, requer mais cuidados, mas o efeito na mulher é, sem duvida, de uma beleza incomparável. Dependendo do momento, este efeito assume até ares de nobreza.
 
O pálido também é muito bonito. Rosáceos ou nudes para usar no dia a dia são sempre bem-vindos, ficam chiques e não atrapalham nas relações de trabalho. São discretos e fáceis de retocarem, se preciso for.
 
Do casual ao cocktail, as maquiagens são essenciais em qualquer look. Elas são as melhores companheiras das mulheres. Sem restrições a idade é só usar e estar pronta para todos os momentos.

Algumas diriam que não usam porque têm alergia. Antes que isso aconteça devo adiantar que hoje em dia existem produtos para todos, todos os tipos de peles: é só procurar uma especialista para te ajudar.
 
As melhores marcas pensam nas clientes com peles sensíveis e lançam produtos adequados a elas, tem até pincel feito com pelo de cabra.
 
Uma personagem da televisão que está fazendo muito sucesso com o visual marcante é a Melina da Passione. Ela usa a boca colorida, sempre nos tons avermelhados e rosas. É um tipo de maquiagem mais fashion e ao mesmo tempo clean. Mesmo que ela esteja com uma roupa mais clara o destaque vai sempre para o make que usa. Bem divertido!

 
Então, querida leitora, não fique ai parada com a cara lisa, sem maquiagem, lembre-se que o seu rosto reflete o que você é. Da neutralidade, do romantismo ao brilho da noite você deve refletir nos melhores momentos da sua vida.
 
Dora Estevam é jornalista e escreve sobre moda e estilo de vida, aos sábados, no Blog do Mílton Jung
 

Moda, estilo e bicicleta

 

Por Dora Estevam
 
A onda de andar de bicicleta com roupas “normais” toma conta das grandes capitais e tem chamado muito a atenção dos fotógrafos. Desde que o Blog Copenhagen Cycle Chic foi criado, há quatro anos, o movimento de pessoas que andam de bike com roupas de trabalho aumentou muito. A ideia do blog é fazer com que a bicicleta se transforme em meio de transporte social. E logo os adeptos começaram a aliar moda, estilo e bicicleta.


  
Interessante porque, normalmente, quando pensamos em sair para dar umas pedaladas pensamos em colocar shorts, tênis e camiseta. Para quem pedala longe todos os apetrechos necessários à segurança – indispensáveis. Sem contar que geralmente a inspiração para o passeio vem nos fins de semana e ainda depende do sol.
 
A proposta do Cycle Chic é que os ciclistas pedalem todos os dias, para a escola, o lazer e o trabalho. E a ordem é quanto mais fashion e estiloso, melhor.

E não é que ficam charmosos, mesmo !


 
Eu já gostei muito de andar de bike. Confesso que tenho em casa, mas ultimamente ela tem ficado mais na garagem do que na rua. Ensinei o meu filho a pedalar e ele tomou gosto, também. Só tem um probleminha: o perigo que corremos em pedalar mesmo nos arredores do bairro.  Infelizmente, existem alguns motoristas que circulam de carro como se estivessem em pista de corrida. Sem respeitar o ser humano.
 
Outro dia presenciei um rapaz acompanhado do filho, cada um em uma bicicleta, eles estavam atravessando de uma calçada para outra quando veio um carro na curva e quase pega os dois. Estava logo atrás e fiquei horrorizada com tamanha violência.
 

Realmente, pensar em pedalar para ir ao trabalho, andar de um bairro ao outro aqui no Brasil ainda é coisa de gente corajosa. Sem contar as calçadas quebradas, as ruas com aquele meio fio estourado devido ao peso dos ônibus e caminhões, e os buracos cheios de água suja.
 
Eu fico pensando, como é que a pessoa consegue circular em uma avenida como a Rebouças, em SP. É loucura. O ideal mesmo é andar em local seguro.

Por isso, – caro leitor, cara leitora – se você gosta de bicicleta, lute pelos seus direitos, faça o poder público construir ciclovias, faixas apropriadas, campanha de respeito ao ciclista e transforme a cidade em um lugar amigo da bicicleta. Afinal, é a sua vida que está em jogo. E liberdade de escolha, também.


  
É muito bom saber que o movimento para desmistificar a bicicleta aumentou e continua fazendo sucesso pelo mundo afora. Aos poucos, ela deixa de ser um brinquedinho e passa a fazer parte integrante da cidade como já acontece em Copenhagen.

Se você quer saber mais sobre este movimento, se você tem um grupinho de amigos e amigas que têm interesse neste assunto, consulte o Copenhagem Cycle Chic (de onde saíram as fotos deste post) e conheça versões de outras cidades como Barcelona, Valência e Dublin, as dicas que eles postam por lá são incríveis.

Dora Estevam é jornalista e aos sábados escreve sobre moda e estilo no Blog do Mílton Jung
 

NB: Conheça também o Blog Gata de Rodas e Hoje Vou Assim de Bike

Homens com barra curta e estilo

 

Por Dora Estevam

Eu não sei como os homens brasileiros vão reagir, mas uma tendência forte para esta estação é a barra da calça displicentemente dobrada e mais curta que o tradicional. Para acompanhar no estilo bem tropical: camisa jeans ou cardigãns leves, coordenados com um cinto fino (outra mania forte), combinados com mocassins, tênis ou docksides, usados na década de 70 com visual renovado para o verão ‘11.

Lançadores de moda, produtores e editores já desfilaram o look na última semana de moda. O estilo descolado despretensioso tem aparecido muito nos desfiles de moda masculina. A barra dobrada faz o estilo esporte chic, o qual, sem dúvida, será usado nos momentos de relax, pelos brasileiros que gostam de adereços divertidos e originais.

Eu não sei qual é o seu estilo para trabalhar, mas achei a combinação com terno muito interessante. Saber que mesmo num costume a barra pode ser mais curta, é interessante. Nesta produção (foto do meio, acima) tudo ficou muito bom: o terno cinza, uma cor gelada que cai bem o ano inteiro, o sapato marrom com meias cano curto – verão pede mais curta. Não deixa de ser “social”. Ele deixou todos os preconceitos para trás e atualizou o guarda-roupa.

Como tudo na vida da moda, vale a pena  tomar cuidado na hora de montar o seu dress code, combine sempre com peças do mesmo estilo para não ficar esquisito. Lembrem-se das camisetas, parceiras inseparáveis nestas horas. Identifique o seu perfil, veja se combina com o seu trabalho e respeite a sua imaginação.

Dora Estevam é jornalista e escreve sobre moda e estilo de vida, aos sábados, no Blog do Mílton Jung