Mundo Corporativo: Artur Hipólito do Zaiom fala de franquias de baixo custo

 

 

“As microfranquias são para as pessoas que estão mudando o mundo do emprego pelo mundo do trabalho; e que vão se dedicar durante uma fase da sua vida a construir esse pequeno negócio até que ele tenha as condições necessárias para que possa ser formatado melhor do ponto de vista da contratação de pessoas e recursos humanos para operar suas atividades”. A afirmação é de Artur Hipólito, sócio-diretor do Grupo Zaiom, entrevistado pelo jornalista Mílton Jung, no programa Mundo Corporativo, da rádio CBN. Hipólito explica quais são as estratégias para quem pretende entrar neste mercado de franquias de baixo custo: “é muito importante a pessoa separar o que vai fazer, porque nem sempre o negócio que é bom para o seu cunhado, ou para o vizinho do lado, é bom para você, e às vezes a pessoa chega e pergunta o seguinte: o que que está dando dinheiro? Eu costumo responder o seguinte: vender coxinha na porta do campo de futebol dá dinheiro. Qualquer coisa que você vier dá dinheiro, desde que você faça com muito amor, com coração e muito trabalho”.

 

O Mundo Corporativo vai ao ar, toda quarta-feira, às 11 horas, no site http://www.cbn.com.br​ Você participa com perguntas para o e-mail mundocorporativo@cbn.com.br e pelos Twitters @jornaldacbn e @miltonjung (#MundoCorpCBN). O programa é reproduzido aos sábados, no Jornal da CBN e tem a participação de Paulo Rodolfo, Carlos Mesquita e Ernesto Foschi.

Mundo Corporativo: Reinaldo Varela tem a receita para o sucesso da Divino Fogão

 

 

Apenas a marca não é suficiente para o sucesso de uma franquia no setor de alimentação. O aviso é do empresário Reinaldo Varela, fundador da Divino Fogão, que se iniciou com uma loja de rua, há 30 anos, e hoje está em 190 pontos localizados em shopping centers das capitais brasileiras e algumas das principais cidades do interior, no Brasil. Em entrevista ao jornalista Mílton Jung, no programa Mundo Corporativo, da rádio CBN, Varela conta que de cada três restaurantes que abrem apenas um permanece aberto. Ele explica que muitos franqueados se entusiasmam com a grife mas esquecem de que o investimento precisa ser feito em negócios com os quais tenham identificação.

 

O Mundo Corporativo vai ao ar às quartas-feiras, 11 horas, no site da rádio CBN. E o programa é reproduzido aos sábados, no Jornal da CBN. ​

Mundo Corporativo: Itamar Serpa, da Embelezze, fala de estratégias no setor de beleza

 

 

“Para montar um salão de beleza é preciso, além de ser um técnico, ter aptidão para agradar e encantar seus clientes”. A recomendação é do empresário Itamar Serpa, presidente da Embelleze, fabricante do setor de beleza pessoal, higiene e cosméticos, que também mantém instituto no qual prepara profissionais para o setor. Na entrevista ao programa Mundo Corporativo, da rádio CBN, Serpa fala da experiência adquirida nos 45 anos em que atua nesse mercado e de quais são os códigos femininos que direcionam o segmento. “Mesmo em um momento de crise, as pessoas nunca deixam de investir em produtos de beleza, porque este é um componente ligado a vida”, lembra o empresário.

 

O Mundo Corporativo vai ao ar às quartas-feiras, 11 horas, no site da Rádio CBN, e você participa com perguntas para mundocorporativo@cbn.com.br ou para o Twitter @jornaldacbn e @miltonjung (#MundoCorpCBN). O programa é reproduzido aos sábados, no Jornal da CBN.

Mundo Corporativo: Adriana Auriemo, da Nutty Bavarian, e o sabor de uma boa franquia

 

 

“Tem de saber lidar com pessoas, tem de saber motivar, tem que ser engajado com negócio; o franqueado tem de saber que ele, embora seja dono do negócio tem algumas regras para seguir”. O alerta é da empresária Adriana Auriemo, sócia-diretora da Nutty Bavarian, que produz e vende produtos como castanhas, amêndoas e macadâmias, em quiosques espalhados por mais de 100 pontos no Brasil. Na entrevista ao jornalista Mílton Jung, do programa Mundo Corporativo, da rádio CBN, Auriemo também conta como a marca se desenvolveu no país e as mudanças estratégicas que foram realizadas no negócio que começou, originalmente, nos Estados Unidos.

 

O Mundo Corporativo vai ao ar às quartas-feiras, 11 horas, no site CBN.com.br e os ouvintes-internautas podem participar pelo e-mail mundocorporativo@cbn.com.br e pelos Twitters @jornaldacbn e @miltonjung (#MundoCorpCBN). O programa é reproduzido aos sábados, no Jornal da CBN. Produzem o Jornal da CBN Paulo Rodolfo, Douglas Matos e Ernesto Foschi​

Franquia, um bom negócio?

 

Por Carlos Magno Gibrail

 

 

É comum ouvir em conversas informais que bancos ou shoppings são tão bons negócios, que bem ou mal administrados dão resultados. E as franquias, tema do Mundo Corporativo da semana passada e evidência da próxima com a Feira ABF, serão tão bons negócios também?

 

A princípio é fácil adiantar que à má-administração não há negócio que se sustente. Quanto às franquias, é necessário investigar alguns aspectos fundamentais. Os dados gerais do setor são favoráveis. O Brasil é hoje um dos maiores mercados mundiais de franquia. Sendo o 4º no ranking, possui o maior crescimento em faturamento, a maior elevação em relação ao PIB, e tem a maior feira comercial. Com o faturamento de 103 bilhões de reais, 2.400 redes, 104.000 unidades franqueadas, e o intangível favorável da adequação da cultura nacional ao sistema de franquias, poderíamos antecipar que franquia é um bom negócio. Entretanto, a experiência de mais de 20 anos deste mercado, tem sinalizado que ao lado destes indicadores, vários fatores específicos precisam ser considerados.

 

 

Para o franqueado, além da autoanálise, deverá estudar o setor, levantar opções, investigar a região, apurar o capital próprio disponível e, principalmente, se aprofundar sobre o franqueador. Um bom método para investigar o franqueador, é partir do perfil ideal, que seria:

 

– Larga experiência como empresa e como franqueadora
– Ter fabricação própria
– Possuir lojas próprias e franqueadas
– Nenhum histórico de lojas fechadas
– Fornecer assistência total nos cinco Ps – ponto, pessoal, produto, propaganda e promoção
– Nenhuma restrição dos atuais franqueados ao franqueador
– Oferecer taxa de retorno condizente ao mercado
– Estabelecer regra segura sobre expansão

 

Para o franqueador será importante que o franqueado tenha:

 

– Perfil empreendedor, técnico, motivacional e adequação ao produto ou serviço da franquia
– Disponibilidade de tempo necessário ao tipo de franquia
– Capacitação profissional adequada
– Capacidade financeira para arcar com o investimento necessário

 

Se estas condições em sua maioria forem preenchidas, a franquia será um bom negócio. Aos interessados vale ouvir a entrevista do Jae Ho Lee no mundo corporativo, e do dia 12 a 15 de junho visitar a Feira ABF.

 

Carlos Magno Gibrail é mestre em Administração, Organização e Recursos Humanos. Escreve no Blog do Mílton Jung, às quartas-feiras.

Mundo Corporativo: como construir rede de franquias

 

 

Antes de começar o negócio, Jae Ho Lee já tinha o modelo de negócio: queria ser franqueador. Entendia ser um sistema “muito aderente ao mercado brasileiro” e parece não estar arrependido da escolha que fez. CEO do Grupo Ornatus, Jae Ho Lee, mantém sete marcas nos segmentos de acessórios femininos e alimentação, com mais de 280 lojas, no Brasil, e prestes a lançar-se no mercado de Portugal e Estados Unidos. Nesta entrevista ao Mundo Corporativo da CBN, o executivo fala de estratégias que devem ser adotadas para o crescimento da rede de franquias e os cuidados que os empreendedores devem ter ao entrar neste segmento. Lee conta ainda algumas curiosidades sobre o trabalho que desenvolve na empresa, desde a abertura da primeira loja de alimentação, na década de 1990. Hoje a Ornatus é responsável pelas marcas Morana e Balonè, referências em acessórios femininos; e Jin Jin Wok, Jin Jin Sushi, MySandwich e Little Tokyo, no segmento de alimentação; e esta à frente, também, da rede Love Brands, que trabalha com multimarcas.

 

O Mundo Corporativo é apresentado às quartas-feiras, 11 horas, no site da rádio CBN, com participação dos ouvintes pelo e-mail mundocorporativo@cbn.com.br e pelo Twitter @jornaldacbn. O programa é reproduzido aos sábados, no Jornal da CBN. Você, também, pode discutir os temas propostos no grupo Mundo Corporativo da CBN, no Linkedin.

Franquias, a técnica e a emoção

 

Por Carlos Magno Gibrail

 

Graças ao crescimento do setor de franquias no Brasil, em grande parte devido ao fato da compatibilidade entre a cultura aspiracional do brasileiro aliada ao seu espírito empreendedor, temos hoje um vasto arsenal de informações técnicas do sistema de franquias.

 

Dentro deste conhecimento geral embasado no acúmulo de experiências de sucesso e insucesso, o processo da escolha é um dos aspectos mais relevantes.

 

Da revista Exame, dentre outros tantos exemplos, podemos extrair um resumo bem elaborado dos procedimentos a seguir para uma boa decisão da franquia a adquirir. Eis seis passos para fazer uma boa escolha:

 

1. Conheça o setor de franquia
2. Avalie-se
3. Elimine opções
4. Calcule o capital
5. Cheque a região
6. Investigue o franqueador

 

Acompanhando há 30 anos o desempenho do setor de franquias, posso ressaltar que no processo de escolha as técnicas e as informações acumuladas têm municiado de forma suficiente os candidatos à franquia. Destacaria apenas a importância de não confundir empreendedor com consumidor, pois uma coisa é gostar de pão de queijo e outra é cumprir a rotina de lojista, acompanhando os processos de atendimento, compras, finanças, etc. embora tal conjunção quando possível é quase certeza de sucesso.

 

Assim como o franqueado embora empreendedor, precisa seguir padrões e tem pouco espaço para criação. O capital também deve ser tratado com a importância necessária, evitando financiamentos e considerando capital de giro próprio suficiente para manter saudável o fluxo de caixa. Por fim, ter sempre em mente que os Ps do marketing mix devem ser checados, ou seja, Pessoas, Produto, Ponto, Propaganda e Promoção.
Entretanto, é a emoção que poderá fazer a diferença entre o trivial e o sensacional.

 

Selecionar uma marca para ser franqueado ultrapassa a técnica, que é necessária, mas não é suficiente. Quando as marcas passam a pertencer aos consumidores e o intangível determina seu valor de mercado, fica claro que os números ajudam, mas não resolvem. É imprescindível o empreendedor de “espírito animal”. E, mais uma vez Keynes desponta: “A decisão de investir depende em larga medida da confiança do empresário – uma questão de psicologia, e não de prospecção matemática. A condição ideal para o investimento ocorre quando o cálculo racional se complementa e se sustenta pelo espírito animal, de modo que o pensamento sobre o fracasso é posto de lado, como um homem saudável coloca de lado a expectativa da morte”. E complementa: “O espírito animal associa-se a um instinto de otimismo espontâneo, uma propensão natural para a ação, em vez da inação. Essa tendência inata para a atividade é que faz a engrenagem da economia e dos empregos girar”. 

 

Livros, artigos, entrevistas e palestras sobre franquias tem esquecido Keynes. Fica aqui a lembrança.

 

Carlos Magno Gibrail é mestre em Administração, Organização e Recursos Humanos, e escreve às quartas-feiras, no Blog do Mílton Jung

Franquias, aprovação nacional

 

Por Carlos Magno Gibrail

 

O Brasil é o quarto país do mundo em rede de franquias e possui a maior feira de franquias do planeta, que se inicia hoje em São Paulo. Na Expo Center Norte, onde funcionará até sábado. É a ABF Franchising Expo 2012.

 

A feira de Paris, até então a maior, recebeu em março 30 mil visitantes e exibiu 450 marcas, enquanto a paulistana terá 460 expositores e deverá receber um público acima de 50 mil pessoas. Estimativa modesta, pois em 2011 foram 46,5 mil visitantes. Uma das diferenças entre a francesa e a brasileira, além da idade, pois a parisiense tem 31 anos e a nossa 20, é que 17% dos expositores de Paris foram estrangeiros, enquanto em São Paulo a Feira será basicamente nacional . Refletindo nitidamente a configuração do setor, pois apenas 5% das unidades franqueadas no Brasil são estrangeiras, além de apontar uma nova e bem vinda vocação nacional em um mercado forte pelo já expressivo faturamento e pelo potencial de crescimento. Em 2011 dando continuidade a taxa de aumento na ordem de 15 a 20% ao ano, chegamos a mais de 88 bilhões de reais, através de 2031 franqueadores e 93 mil unidades franqueadas. E se olharmos o setor de franquias norte americano, com 2.300 redes e 800 mil unidades, intuimos o potencial de crescimento que poderá advir deste setor em nosso país. Mesmo porque a partir de 2011 o amadurecimento brasileiro começou a se refletir nos números, quando a evolução dos franqueadores passou a ser menor do que o das unidades franqueadas, indicando o fortalecimento das cadeias e uma barreira natural à entrada de franqueadores despreparados.

 

 

Esta invejável posição alcançada pelo Franchising nacional reflete as características predominantes da mão de obra qualificada brasileira. Capacitação para ter marca forte bem posicionada, conhecimento do consumidor alvo, planejamento estratégico e disposição para empreender, do lado franqueador.

 

Espírito e objetividade empreendedora, desejo de mudança e consciência para enfrentar desafios, do lado do franqueado.

 

Para as empresas, uma opção para captação de recursos financeiros e uma forma de escapar da brutal tributação existente.

 

Aos candidatos uma saída mais segura para atuar como empresário, aportando em sistemas já estabelecidos.

 

Que seja em boa hora, a nova vocação nacional.

 

Carlos Magno Gibrail é mestre em Administração, Organização e Recursos Humanos, e escreve às quartas-feiras, no Blog do Mílton Jung

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Mundo Corporativo: Como construir uma franquia de sucesso

 

O mercado de franchising no Brasil cresce a passos largos e com taxas acima do PIB nacional. Este cenário descrito por Adir Ribeiro, presidente da Praxis Education, durante entrevista ao programa Mundo Corporativo, da rádio CBN, exige empreendedores ainda mais bem qualificados e cuidados específicos para que o resultado deste negócio atenda as expectativas das duas partes diretamente envolvidas. “A responsabilidade pelo sucesso de uma franquia tem de ser dividida igualmente, entre franqueados e franqueadores”, chama atenção Ribeiro, que lançou o livro “Gestão Estratégica do Franchisng – Como construir redes de franquias de sucesso”, ao lado dos sócios Maurício Galhardo, Leonardo Marchi e Luis Gustavo Imperatore.

 

Nesta entrevista, Adir Ribeiro aponta situações de risco no negócio de franquia e as melhores práticas para se construir redes de franquias.

 

 

O Mundo Corporativo vai ao ar às quartas-feiras, 11 horas, no site da rádio CBN, com participação dos ouvintes-internautas pelo e-mail mundocorporativo@cbn.com.br e pelo Twitter @jornaldacbn. O programa é reproduzido aos sábados, no Jornal da CBN

Franquias: começar e multiplicar

 

Por Carlos Magno Gibrail

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Hoje, a partir das 13hs, temos em São Paulo, a abertura da maior feira de franquia da América Latina, e a segunda do mundo. É a ABF Franchising EXPO 2011.

É um tema relevante pelos aspectos econômicos, sociais e culturais envolvidos, na medida em que as características do brasileiro como mão de obra empreendedora tem mostrado apetite e aptidão para o sistema de franquias. Como franqueador ou franqueado.

Fatores, que somados ao atual crescimento da economia nacional, aliadas ainda a identificação de problemas na empregabilidade da mão de obra mais qualificada, valorizam sobremaneira a possibilidade das franquias.

Os dados refletem este panorama, pois os 76 bilhões de reais de 2010 correspondem a um crescimento de 20% sobre o ano anterior. Das 600 redes existentes em 2001 passamos para 1.855 e de 51.000 unidades chegamos a 86.355. O número de empregados foi de 459.000 em 2001 para 777.285 em 2010. Estas cifras nos colocam em 6º lugar no mundo como unidades franqueadas e em 4º como franqueadores.

A expansão do sistema tem apresentado estratificação que reflete uma concentração nos estados mais cosmopolitas. São Paulo abriga 56% das sedes franqueadores, o Rio 13% e Paraná 7%, enquanto as unidades distribuem-se 37% em São Paulo, 12% no Rio e 8% em Minas Gerais.

De acordo com Filomena Garcia, entrevistada pelo jornalista Mílton Jung no Mundo Corporativo, as franquias no Brasil amadureceram e hoje é excelente a opção de investimento e realização profissional.

Realmente, a experiência acumulada dos últimos anos sinaliza que vivenciamos as condições ideais para franqueados e franqueadores. A maturação é retratada pelo menor crescimento de novas marcas, 264 em 2009 para 212 em 2010, contrapondo ao maior número de novas unidades.

Para os franqueados, o espírito e o talento empreendedor são condições favoráveis, excetuando apenas os excessos de cuidado ou de empreendedorismo. Os cuidadosos em demasia devem continuar como empregados e os muito criativos devem criar suas próprias marcas.

Para ser franqueador é necessário ter marca claramente posicionada, planejamento estratégico, conhecimento do mercado, profunda informação sobre o consumidor alvo e plano de negócios para si e para as unidades a serem franqueadas. E, acima de tudo, ter vocação e disposição para ensinar e treinar os novos parceiros.

Aos 420 franqueadores presentes na feira e aos milhares de potenciais franqueados que estarão participando, abre-se novamente o ciclo do desenvolvimento empreendedor. Começar e multiplicar.

Carlos Magno Gibrail é doutor em marketing de moda e, às quartas-feiras, escreve no Blog do Mílton Jung


A foto neste post é do álbum digital de Rufino Uribe, no Flickr