Pauta do dia no #cbnsp

 

Greve dos professores, no Masp Foto Marcos Paulo Dias, ouvinte-internauta

A morte do cartunista Glauco e a greve dos professores no Estado de São Paulo foram destaques na edição desta sexta-feira do CBN SP.

Violência – Glauco e o filho foram assassinados de madrugada na cidade de Osasco, na Grande de São Paulo. A família diz que eles foram vítimas em um assalto na casa em que moram, enquanto o Boletim de Ocorrência fala em execução. Polícia já tem foto e nome do suspeito pelo crime. Atualize aqui as informações sobre a morte do cartunista e o filho dele.

Greve dos professores
– Haverá assembleia e passeata dos professores estaduais em greve desde a semana passada, em São Paulo. A dificuldade de acordo ficou evidente nas entrevistas que realizamos com a presidente da Apeoesp, Maria Izabel Azevedo Noronha, e com o secretário adjunto da Educação do Estado de São Paulo Guilherme Bueno.

Lixo – A Ecourbis, uma das concessionárias que trabalham na coleta do lixo na cidade de São Paulo, anuncia que tem prejuízo de R$ 3,5 mi por mês, em média, e terá dificuldade para continuar prestando serviço na capital. A entrevista foi com o presidente da empresa Ricardo Acar.

Meio Ambiente – Os jovens dizem que o nível de informação sobre as questões ambientais é bom na escola e dão nota 7, segundo estudo da Unicef em comunidades de São Paulo. Por outro lado, os líderes comunitários identificam que os moradores ainda não cuidam do meio ambiente como deveriam e dão nota 3. Para analisar esta relação das pessoas com o ambiente urbano entrevistamos Tida Cavalcante, agente ambiental da zona leste e da Associação de Amigos da Pedro Nunes.

Pauta do dia no #cbnsp

 

CBN SP A violência no trânsito de São Paulo apontada em estudo da Fundação Seade foi um dos destaques do CBN SP desta quinta-feira. Mas foi o projeto de lei que impõe pagamento de 20% de gorjeta em bares e restaurantes, após às 11 da noite, que mais provocou discussão entre ouvintes-internautas.

Acompanhe algumas das pautas do dia:

Consumidor – A Comissão de Assuntos Sociais do Senado aprovou projeto de lei em caráter terminativo – vai direto para a Câmara – que prevê a cobrança de 20% de gorjeta. O texto também determina que este valor faça parte do cálculo para férias, incluindo o adicional de 1/3, bem como do 13º salário, do FGTS e de outros direitos legais. O presidente da Associação Comercial de São Paulo Alencar Burti disse que a proposta é populista e prejudica o setor. Ouça a entrevista completa que foi ao ar no Jornal da CBN.

Trânsito – Sinalização, educação e punição são três dos caminhos que a cidade deve adotar para reduzir o número de pessoas que morrem no trânsito de São Paulo. A avaliação é do doutor em planejamento de transportes e logística pela Universidade de Illinois Paulo Resende que comentou estudo da Fundação Seade sobre a violência na capital. Em 20 anos, 150 mil pessoas morreram vítimas do trânsito. Morrem, em média, 20 pessoas por dia. Ouça a entrevista de Paulo Resende

Sinal de descasoTrânsito – A falta de sinalização ou a sinalização precária foram assuntos em reportagem de Cátia Toffoletto que esteve vistando pontos da cidade onde o problema ocorre há algum tempo. A falta de faixas horizontais nas pistas prejudica o tráfego e pode provocar acidentes de trânsito. Cátia chamou atenção, também, para bueiros que estão sem tampa e podem causar prejuízos aos motoristas. Ouça a reportagem da Cátia

O portão da esperança

 

Por Carlos Magno Gibrail

A casa de Sílvio Santos, que fica no Morumbi, é assaltada. A notoriedade do apresentador e do bairro geram mídia proporcional, mas divorciada das estatísticas.

A tendência das notícias é acentuar a propensão do Morumbi para assaltos, apresentando o bairro como área propícia ao crime.

FolhaSP RecorteDos mesmos veículos onde podemos ler informações e notas sobre mapeamento da criminalidade na cidade, onde o Morumbi comparece dentro do padrão normal de segurança, repórteres solicitam entrevistas dirigidas para obter opiniões que possam alarmar e fazer daquele fato, matéria a ser incluída na pauta do dia (leia reportagem publicada no jornal Folha de SP).

É a espetacularização do crime, que não contribuí em nada para combatê-lo, glamourizando muitas vezes a ação criminosa.
Fato que alcança também a atitude de moradores, que aliados da mídia, endossam e agem num viés de avestruz ao fechar ruas e montar condomínios. Como se os muros já fracassados na história da humanidade não bastassem para bastar tais soluções. Nos seus conceitos e preconceitos.

VejaSP Fev 2010Embora os assaltantes da casa de Sílvio Santos tivessem optado pelos muros dos fundos, no terreno do colégio Pio XII, os moradores resolveram completar o fechamento da rua com mais um portão (leia reportagem publicada na Veja SP).

Estes moradores, diferentemente de medida anterior, quando corretamente mudaram a mão para impedir que os carros que faziam atalho para o congestionamento da manhã descaracterizassem a rua e a região, desta vez optaram pela colocação de um portão, fechando ilegalmente uma rua que tem saída e não é estreita suficiente para obter aprovação para uso limitado.

Muros, portas, portões não são esperança de empecilho para ações criminosas. O enclausuramento atua a favor do bandido que já tem a surpresa como arma fundamental. O sistema fechado inibe a redondeza de perceber o assalto, além de criar comportamento isolacionista do morador, potencializando atitudes elitistas, conservadoras, arrogantes e superiores, desprezando o entorno. No aspecto material e humano, quando desconsidera os limites de velocidade e os vizinhos. Vira cidadão somente ao fechar o portão da “sua” rua, enquanto a esperança não é fechá-lo, mas abri-lo.


Carlos Magno Gibrail é doutor em marketing de moda, escreve no Blog do Mílton Jung às quartas-feiras, e conhece muito bem o Morumbi

USP vai punir vítima pra evitar roubo de bicicleta

 Cadastrar ciclistas e apenas permitir a entrada de quem tiver em mãos uma carteira de identificação são as maneiras que a USP encontrou para reduzir o número de roubos de bicicleta dentro da Cidade Universitária, na zona oeste da capital paulista. Foram três bicicletas roubadas em dezembro, além de uma série de violências que vão desde acidente de trânsito a furto e roubo.

Para os demais casos, a coordenadoria do Campus a USP não tem uma solução aparente, pois admite que faltam vigilantes para atender toda a área da universidade. De acordo com estatísticas oficiais da USP, ocorreram 29 furtos qualificados e 11 roubos no mês de novembro (último mês em que as estatísticas foram publicadas). Desde setembro, o número de casos de violência registrados tem aumentado na comparação com o mesmo mês do ano anterior. Por exemplo, em novembro de 2008 ocorreram 61 registros contra 84 em 2009.

Ouça as justificativas do coordenador do Campus da USP Antonio Marcos Massola, em entrevista ao CBN SP

Restringir o acesso de ciciclistas no campus para evitar roubos de bicicletas é inverter os papéis e punir às vítimas.

Fernandópolis no combate a violência contra criança

 

Cidade com pouco mais de 63 mil habitantes, Fernandópolis é o primeiro município brasileiro a implantar o Cadastro Único de Violência Contra a Criança e o Adolescente, a partir de ação da Vara de Infância e da Juventude. O juiz Evandro Pelarin entendeu que o sistema poderia ajudar a identificar casos de meninos e meninas abusadas sexualmente ou vítimas de outras formas de violência, crimes subnotificados no Estado de São Paulo.

Há cerca de um mês a organização do Cadastro se iniciou e, de acordo com Pelarin, o primeiro caso de suspeita de violência contra criança foi apontado e está sob investigação.

Ouça a entrevista com o juiz Evandro Pelarin ao CBN SP

Leia mais sobre este assunto:

Cadastro único pode ajudar no combate a pedofilia

Cadastro único pode ajudar no combate a pedofilia

 

Falta estrutura – e interesse – para combater a violência sexual contra crianças e adolescentes no Estado de São Paulo. Centenas de casos de abuso deixam de ser registrados e punidos por falta de controle nas instituições de saúde, de acordo com o trabalho do advogado Paulo Ernani Bergamo dos Santos, que defende a implantação do Cadastro Unificado na Rede Hospitalar.

Com a informação em rede, seria fácil identificar se a criança que chegou ao hospital para atendimento teve passagem recente em outra instituição com quadro semelhante. A partir da suspeita, o profissional de saúde realiza triagem para verificar se havria sinais de violência.

A ideia está sendo desenvolvida em Fernandópolis, interior paulista, por iniciativa do Poder Judiciário, através da Vara da Infância e da Juventude. Cinco cidades baianas também iniciaram o controle, mas a falta de capacitação dos profissionais para identificar os atos de violência prejudica o combate aos agressores. Por isso, Paulo Ernani defende que ao mesmo tempo que seja criado sistema de coleta de informação, médicos, enfermeiros e atendentes sejam preparados para a tarefa.

Ouça a entrevista do advogado Paulo Ernani Bergamo dos Santos

São Paulo pratica pena de morte ilegal

 

Título acima e reportagem abaixo, escritos por Renata Camargo, do Congresso em Foco, alertam para a violência policial no Estado de São Paulo. Para quem acredita que apenas a violência é capaz de impedir mais violência, uma boa leitura. Para todos os demais – entre os quais me incluo -, motivos a se preocupar:

“Dossiê elaborado por diversas entidades ligadas ao combate à violência no país revela que a polícia do estado de São Paulo pratica a pena de morte, ainda que esse tipo de condenação seja ilegal no Brasil. Embora o estudo tenha se concentrado na análise do comportamento da polícia paulista, os organizadores do dossiê alertam que as conclusões da pesquisa não representam uma realidade apenas de São Paulo. Como explica a historiadora Angela Mendes de Almeida, do Observatório das Violências Policiais de São Paulo, boa parte das constatações apresentadas no mapa de extermínio de São Paulo pode ser estendida para outros estados brasileiros.

O estudo, denominado Mapas do Extermínio: execuções extrajudiciais e mortes pela omissão do estado de São Paulo, revela que a polícia paulista tem usado a força letal de forma arbitrária e que o grau de extermínio de civis no estado é superior aos níveis mundiais aceitáveis.

As organizações trazem dados oficiais e extra-oficiais sobre o extermínio de civis feito por policiais em chacinas, em execuções sumárias aplicadas por agentes em serviço e fora de serviço e em mortes misteriosas de pessoas que se encontram sob custódia do Estado. As vítimas dessa “pena de morte extrajudicial” são, em sua maioria, jovens entre 15 a 24 anos de idade, moradores das periferias de grandes cidades, afrodescendentes e pobres.”


Leia a reportagem completa no Congresso em Foco

De impunidade

 

Por Maria Lucia Solla

Ouça o texto “De impunidade” na voz da autora

fotodelibertinusnoflickr

Meu filho acaba de ser assaltado, sob mira de armas e ameaça de lhe tirarem, num piscar de olhos, a vida.

Teu filho, nossos filhos foram ou serão assaltados mais de uma vez, com certeza, se tiverem a graça de saírem da experiência com vida.

Não sou pacifista nem belicosa, mas quero justiça e punição exemplar para começarmos a sanar a doença virulenta que corrói esta sociedade desgovernada. Não é hora para gentileza e rapapés. O basta à loucura, e à violência desenfreada, precisa ser abrupto para que se possa mudar a direção.

Meu filho trabalha; sempre trabalhou, e muito. É capaz, é bom filho, bom amigo, excelente profissional, e tem uma garra que vi em poucos, nesta vida minha. Não basta. Nada basta!

Dirigentes, legisladores e pastores dos rebanhos desta republiqueta de bananas, de dólares nas cuecas e em Bíblias ditas sagradas, largaram a direção do barco, há muito tempo, e se sentaram à beira do caminho, sob a sombra das poucas árvores que escaparam de sua ganância desmedida, e estão contando notas e moedas de toda espécie e de toda proveniência, exatamente como os marginais que estão agora contando o dinheiro que meu filho transportava e que seria destinado à folha de pagamento de seres humanos que, como meu filho, trabalham pelo dinheiro que deveriam receber hoje.

Não sei, e nem ele ainda sabe o que vai fazer a seguir. Daqui do assento 10 C do avião da Gol, com destino a Brasília, seguro as lágrimas e tento domar meu coração, que dá pinotes circenses dentro do meu peito, que suporta a duras penas, e aliviado por profundos suspiros, a avalanche de emoções que toma conta de mim.

Faço uma prece, pensando um trilhão de coisas ao mesmo tempo. Entro em curto-circuito. Seguro meu queixo para não bater os dentes e chamar atenção.

Insisto dizendo que a ação para estancar a hemorragia de nossa sociedade precisa ser drástica e imediata. Intervenção de vida ou morte.

É preciso extirpar o tecido doente, antes que o corpo inteiro sucumba. Não adianta mais verborragiar na mesa do bar para se deliciar com o som magnífico da própria voz.

É preciso devolver a vida aos nossos filhos.
É preciso devolver-lhes a esperança e a alegria de viver.
É preciso agir; por você, por mim, pelos teus filhos e pelos meus.

Jogar na jaula de leões famintos e dar de comer às ariranhas, o criminoso reincidente.

Cansei. Incendiei. Ensandeci!

Alguém me ajuda, por favor! Perdi o sorriso, e a leveza bailarina que trazia comigo transformou-se num monstro pesado e horrendo.

Os dedos de uma de minhas mãos já não bastam para contar as vezes em que eu e meus filhos fomos atacados por seres humanos; nossos semelhantes. Perdi a conta de quantas vezes nos roubaram, desrespeitaram; riram de nós.

Chega!

Acredito que somos a face material de Deus, mas é preciso que nos unamos para que ele se manifeste; para que se faça, definitivamente a Luz. Agora, como é possível gerar Luz se nos acostumamos à treva, ao medo, ao desrespeito, à traição. À mentira desavergonhada.

Há tempo demais remamos, desesperados, pela Vida, num barco furado que faz água sem parar.

Chego à Brasília e ouço de minha amiga Cláudia que sua casa fora assaltada, que amarraram seu marido, filho e jardineiro. Machucaram seu filho e lhes roubaram computadores, instrumentos de trabalho, e tudo o que puderam carregar; numa dança regida por ameaças às suas vidas.

Acordo na manhã seguinte e, ainda à mesa do café da manhã, Cláudia, a nora da minha Cláudia desce as escadas, assustada. Desta vez era ela quem trazia o coração aos pinotes. Recebera um telefonema de seu pai que tivera a fazenda invadida por bandidos. Ele, diabético e hipertenso, foi machucado no corpo, na alma e na dignidade, que acabou em frangalhos. Fizeram-lhe cortes na cabeça, a coronhadas, e roubaram e carregaram o que puderam. Pensam vocês que os ataques foram feitos em nome da fome? Não, foi em nome da ganância e do desrespeito que campeiam livres e soltos por todos os cantos deste país, e que viraram moda, seguindo o exemplo de regentes de nossas orquestras sociais.

O primeiro violino rouba, mata, corrompe e desrespeita, e os outros seguem-lhe os acordes.

Depois de tudo isso, nosso pequeno grupo de bons amigos conseguiu manter cabeças erguidas e aproveitar a companhia uns dos outros; mas seguramente jamais seremos os mesmos. Não saímos dessas experiências, piores, mas nossas consciências esbofeteadas, abriram ainda mais seus olhos. Queremos justiça e educação. Não estamos interessados no desenvolvimento desenfreado que disputa classificação com países distantes. Queremos nosso próprio modelo. Queremos crianças que saibam que galinhas e ovos não nascem em bandejinhas de isopor, embalados em plástico. Queremos proteger o solo onde pisamos. Queremos menos prédios e menos carros, menos coisas compradas e mais amizades e amores conquistados.

Só humanos tem direito a humanidade. Só quem respeita os direitos do próximo tem direito a ter os seus, respeitados.

O que é que você acha de tudo isso?
Chega, ou ainda tem fôlego para mais?
Chega, ou ainda há tempo e espaço, neste curto espaço de tempo que é a vida?

Você ainda tem paciência para prefeito levando propina na cara dura, e para político comprando voto com o teu dinheiro e com o meu?

Você ainda suporta político sem vergonha na cara, reinaugurando obra com a cara suja de lama da campanha política prematura, para manter a boca na botija?

Não ficou, ainda, claro que tudo isso é feito à custa de sangue e lágrima dos teus filhos e dos meus?

Pense nisso, ou não, e até a semana que vem.


Maria Lucia Solla é terapeuta, professora de língua estrangeira e ministra curso de comunicação e expressão. Aos domingos, escreve no Blog do Mílton Jung.


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Foto-ouvinte: Engarrafado

Campanha em favor da Lei Seca

Pra convencer os “convencidos”, campanha mostra o risco que se corre por beber antes de dirigir. A imagem é do ouvinte-internauta e colaborador do Blog do Milton Jung, Marcos Paulo Dias que registrou o anúncio em comemoração ao primeiro ano da Lei Seca, na rodovia Ayrton Senna, em São Paulo

Ônibus e bicicleta podem dividir espaço

Campanha de convivência ônibus e bicicleta realizada na Nova Zelândia (Foto: Vitor L. Pinheiro)

Vitor Leal Pinheiro ainda sente dores no ombro direito. Sente mais ainda indignação pelo desrespeito do qual foi vítima, que por pouco não lhe tirou a vida. No dia 7 de maio, ele estava de bicicleta quando foi atingido por um ônibus, em uma rua do bairro da Aclimação. Na mensagem que escreveu ao CBN SP, ele descreve a maneira como o motorista se comportou até derrubar-lhe no chão. Assim como faz sugestões à Prefeitura para que recicle os transportadores de passageiros na capital e invista em obras como “as ciclovias da Faria Lima e da Marginal, e o plano cicloviário do Butantã”.

“Recentemente um colega fez um cálculo simples, avaliando a quantidade de viagens por bicicleta na cidade (300 mil) e dividindo pela capacidade dos ônibus (74 passageiros). Seriam necessários mais de 5 mil ônibus extras para levar toda essa gente. Cidades como Londres, Nova York, São Francisco e Paris investem pesado em melhoramentos cicloviários. E eles não se baseiam em ciclovias, mas em ciclofaixas – demarcações simples no chão que legitimam e protegem o ciclista”, escreveu.

André Pasqualini, cicloativista, em outra mensagem, informa que será responsável pelo curso “Motoristas convivendo com bicicletas”, para funcionários de empresas de ônibus na capital, domingo 07.06, no Parque do Ibirapuera. A ideia é mostrar como é possível uma convivência pacífica no trânsito e reduzir o número de acidentes. Interessante é que após a palestra que começa às nove da manhã todos os participantes – a maioria trabalhadores das empresas – serão convidados a pedalar em um passeio no entorno do Ibirapuera e sentir na pele aquilo que os ciclistas sentem diariamente pela cidade de São Paulo

Leia o texto completo de Vitor Leal Pinheiro publicado no Blog Quintal