Magia ao Luar: um Woody Allen para esquecer o desconforto do voo

 

Por Biba Mello

 

FILME DA SEMANA:
“Magia ao Luar”
Um filme de Woddy allen.
Gênero: Comédia Romântica
País:USA

 

 

Um mágico viaja pelo mundo desmascarando falsos médiuns. Um belo dia é chamado para desmascarar a bela Sophie ….Tenta de todas as maneiras fazê-lo mas suas tentativas se frustram e o mais cético dos céticos se rende ao talento da moça.

 

Por que ver: É um filme leve e divertido. Diálogos interessantes com uma boa dose de sarcasmo, como sempre, nos filmes do Woody Allen.O cenário ao sul da França é lindíssimo.

 

Como ver: Vou contar como vi…Estava eu, na classe econômica da American Airlines, em uma aeronave absurdamente velha, suja, quase sem comida(isto me deixa em um insuportável mau humor), a televisão era daquelas lá na frente e não no banco da frente, a outra televisão era bem acima de minha cabeça me fazendo alternar o olhar para uma que eu mal enxergava e para outra que me dava torcicolo. Por um momento de mais ou menos 120minutos, esqueci de tantos incômodos e me dediquei a me divertir assistindo a este filme gostosinho do Woody Allen. Ai o Cinema nos tira de nossas realidades frugais nos transportando por histórias bem longe de nossas realidades…

 

Quando não ver: Se você estiver em uma companhia aérea decente, na classe executiva ou primeira classe; se fosse você aproveitaria para dormir, pois só existe uma coisa melhor que cinema…Viagem! Boas férias.!!!!

 


Biba Mello, diretora de cinema, blogger e apaixonada por assuntos femininos. Toda semana faz boas indicações de filmes aqui no Blog do Mílton Jung

De mais um recomeço

 

Por Maria Lucia Solla

 

 

Férias terminadas, missão cumprida, e agora a longa volta para o Brasil.

 

São cinco horas da manhã, e estou sentada na sala de embarque do aeroporto de Fort Lauderdale, na Flórida. Esta ala está passando por uma reforma e já tem homens trabalhando e martelando. Nada que incomode, mas fica tudo feio e desarrumado.

 

Não sei se você tem viajado pelos Estados Unidos e se já enfrentou a situação de ter que tirar os sapatos para que eles, assim como você e toda a tua bagagem, possam passar por dedos nervosos e Raio X. Esta é minha segunda experiência, e ainda terei mais uma quando chegar em NY para tomar o voo de volta para o Brasil.

 

Minha estreia ‘descalça no aeroporto’ foi quando embarquei, no dia 20 deste mês, de NY para a Flórida. Fui pega de surpresa, de sandália alta, daquelas de uma tirinha fina segurando os dedos e fivela no tornozelo arrematando o pacote. Quando vi que as pessoas tiravam os sapatos, entendi. Não!

 

Pos é, sim! Para tirar a sandália do pé direito foi menos complicado, uma vez que o pé esquerdo, apoiado num belo salto, me dava altura suficiente para esticar a perna direita, pôr o pé na esteira e, só um jeitinho aqui, outro ali, e lá se foi um pé. Mais difícil um pouco foi realizar a mesma proeza com o pé esquerdo, pois o direito, já descalço, me privava de uns sete centímetros. Já se vai tempo do meu tempo de balé, mas fiz um alongamento surpreendente e consegui tirar o segundo pé da sandália e colocá-la numa bandeja. plástica que foi rolando pela esteira, com meus outros pertences, para o exame minucioso de dedos nervosos e máquinas curiosas.

 

Adianta a fita e os dois pés já estão calçados novamente. Ufa! Esquisito, seu.

 

Além da desarrumação da sala de embarque, tenho reparado que a gritante maioria das pessoas não se arruma mais, para nada. Nem para viajar. Ou melhor, principalmente para viajar. Chinelo de borracha, bermudão e camiseta. Um ar desleixado invade o aeroporto que, há não muito tempo, era pura festa. Mas deixa para lá.

 

Meu voo só sai às seis, e preciso que as voltas da vida e do relógio não virem as costas uma para outra, porque o avião que me leva de volta a São Paulo decola às onze e quinze, do aeroporto JFK. Me espera ainda um desembarque, e a tortura da espera por minha mala que será desovada (a gente nunca tem certeza disso) da aeronave e levada para um passeio de carrossel e que venha se oferecer na minha direção. Depois disso, andança apressada pelo aeroporto, até a ala da American Airlines, e descalça de novo.

 

Quando meu pai começou seu primeiro trabalho remunerado, tinha só catorze anos e nenhum par de sapatos. Começou descalço. Isso me dá a certeza de que posso sempre recomeçar.

 

E a vida continua.

 

Maria Lucia Solla é professora de idiomas, terapeuta, e realiza oficinas de Desenvolvimento do Pensamento Criativo e de Arte e Criação. Aos domingos escreve no Blog do Mílton Jung

Está na hora de voltar, mas antes uma recomendação às cias aéreas

 

De volta ao trabalho, nesta quinta-feira. Foram 15 dias de férias, distante da crise em espírito apesar de bem próxima dela geograficamente. Estive na costa da Toscana nestes dias todos e aproveitei o melhor que pude meus momentos de descanso. Desta vez, preferimos – eu e minha família – ficar assentados no mesmo canto, evitando deslocamentos longos, troca de aviões e traslados que costumam causar muito desgaste. Não me desconectei por completo como da última viagem nas férias de inverno, mesmo assim tive o cuidado para não me afundar durante a navegação. Sabia que no retorno seria preciso fôlego pois teremos meses repletos de notícias com Jogos Olímpicos, julgamento do Mensalão e eleições municipais.

 

Antes de partirmos para os temas do cotidiano brasileiro, faço alguns registros de acontecimentos das férias. E começo pelo fim, o aeroporto de Fiumicino, ao lado de Roma, capital italiana, que apesar de ter infraestrutura bem mais avançada do que qualquer dos nossos aeroportos também peca no conforto oferecido aos passageiros. Quem pretende embarcar deve chegar bem mais cedo do que o comum, principalmente quando há o risco de o voo atrasar. A recomendação até pode parecer contraditória, mas o fato é de que praticamente não há cadeiras à disposição e se você não estiver entre os seis ou sete primeiros a entrar no local, terá de esperar em pé.

 

A situação não é muito melhor depois que você embarca no avião da Alitalia, mesmo que tenha tido o cuidado de comprar passagem para uma área considerada mais confortável do que a turística. Aliás, além de terem levado quase um mês para me enviarem a confirmação das passagens (por email, diga-se), ainda enviaram uma delas errada, o que só foi descoberto no check-in de retorno. O quesito simpatia no atendimento também não parece ser o forte da companhia italiana. Dentro do avião, a espera para a decolagem, tão demorada quanto no Brasil, foi feita sob um calor intenso e uma tentativa do comandante de “ressetar” o aparelho – ligou e desligou todos os equipamentos eletrônicos em cinco segundos, o que me levou a pensar se haveria necessidade de repetir o ato enquanto estivéssemos em voo.

 

A propósito, uma recomendação às empresas áreas. Sabe aqueles anúncios de segurança que são feitos antes da decolagem? Será que não dava para mandar aqueles informações por e-mail ou em um cartinha a cada passageiro ou seja lá qual for outra forma de contato, bem antes do embarque, ao menos antes de fecharem as portas?

 

Imagina se você é daqueles que tem um certo medo de avião, senta na poltrona já devidamente preocupado com as possíveis turbulências e começa a assistir ao vídeo de segurança. Já começam mostrando por onde você deve sair se houver algum problema, mas pedem para fazer isto calmamente. Alertam para a possibilidade do avião despressurizar, quando sua vida dependerá de máscaras que cairão do teto. Mas as coisas podem piorar e o avião pousar no mar quando, então, você terá de encontrar embaixo da sua poltrona um colete salva vida. Duvido que isto seja possível, pois não há espaço entre uma poltrona e outra. Vista o colete que só deve ser inflado quando você estiver na porta de saída, bem verdade que a cordinha pode não funcionar e você terá de assoprar em um canudinho até o salva vida estar devidamente cheio. Depois de tudo isto, se tiver sorte, terá lugar no bote que a empresa aérea garante que colocará à sua disposição. Convenhamos, depois de tantos alertas é de se surpreender que ninguém decida saltar pela porta antes do avião decolar.

 

Nos próximos dias, se houver tempo, prometo trazer outras constatações dessas férias. Agora, vamos ao trabalho.

Odeio os aeroportos

 

Por Milton Ferretti Jung

Desde abril não viajava de avião. No último dia 5, convidado que fui a participar ao lado do meu filho do programa Papo Aberto, apresentado por Gabriel Chalita na TV Canção Nova, precisei ir a São Paulo, o que fiz com enorme satisfação, como lembrei no texto que postei neste blog no dia 11 do corrente, eis que o convite do Chalita me proporcionou reencontrar o ramo paulista de minha família, o Mílton, a Abigail e os netos Gregório e Lorenzo. Quando eu narrava futebol pela Guaíba de Porto Alegre, sempre que podia, evitava viajar, não por ter medo de voar, mas é que já naquele tempo detestava aeroportos. E notem que então eram raros os vôos que saíam com atrasos enervantes ou, como acontece frequentemente agora, nem decolavam. Ninguém imaginava que haveria um 11 de setembro trágico envolvendo aviões dos Estados Unidos em atentados que abalaram o mundo. O reflexo da fatídica data se faz sentir, hoje em dia, principalmente nos aeroportos.

Aqui no Brasil não tinha ainda me deparado com o que me pareceu uma certa paranóia dos agentes fiscalizadores de bagagens e passageiros em vôos domésticos, o que me chamou especial atenção. Fui e voltei à Argentina com minha mulher sem enfrentar problemas ao cruzar a fiscalização de embarque. Claro, existem regras que precisam ser obedecidas. Nos bons tempos não se fazia necessário, por exemplo, que a gente se preocupasse com a capacidade das embalagens de líquidos, que agora não podem ultrapassar 100ml, na bagagem de mão.

Tanto na minha ida como na volta, no Salgado Filho e em Congonhas, passei por experiência desagradável. Com minha bagagem de mão não houve. Já,no entanto,quando cruzei aquele portãozinho (sei lá como é o nome técnico da coisa), o apitinho soou. Não levava nada no bolso capaz de provocar o maldito som. Quase me viraram ao avesso. – Tira o cinto! – mandou um “simpático” agente. Tirei o cinto e o relógio, mas me mantive calçado. No retorno a Porto Alegre, porém, nem os sapatos pude manter nos pés. Será, pensei, que tenho cara de terrorista? Diz a resolução 168 da ANAC, entre outras coisas, que os critérios para os casos em que passageiros e bagagens devam ser submetidos à inspeção mais detalhada são definidos pela Polícia Federal. Pelo jeito, dei azar. Ou os agentes escalados para os dias em que viajei dormiram mal e resolveram me fazer dançar. É possível também que tenham gostado de me “massagear”. Nem os idosos, atualmente, merecem respeito. Cada vez mais, odeio aeroportos.

Milton Ferretti Jung é jornalista, radialista e meu pai. Às quintas-feiras, escreve no Blog do Mílton Jung (o filho dele)

Cético e entusiasmado, o Brasil no voo para o Hexa

 

O aeroporto na Cidade do Cabo estava vazio para suas dimensões. E cheio de torcedores brasileiros a caminho de Johannesburgo. Eram 10 da manhã, e a partida do Brasil seria apenas às oito e meia da noite, hora local. Um deslocamento tranquilo e tenso, ao mesmo tempo. Com check-in sem estresse e voo na hora certa, a apreensão ficava por conta do que aguardaria a seleção no estádio Ellis Park, na disputa pela vaga nas quartas-de-final.

Para completar este cenário de contradições, eu com mala em punho seguia o mesmo caminho que eles, passaria por Johannesburgo, mas não assistiria ao jogo. Nem mesmo na televisão. Estaria a bordo de outro avião tomando o rumo que a nossa seleção só pretende seguir depois do dia 11 de julho: São Paulo.

Duas horas e meia depois de deixar a cidade em que morei nos últimos 21 dias, estava em Johannesburgo e do futebol consegui assistir apenas a alguns minutos da vitória da Holanda na Eslováquia. Suficiente para enxergar o meio-campo Arjen Robben comandando os Laranjas e tocando bola com uma categoria reservada a poucos. Fui saber da classificação holandesa pelo comandante do voo que ao anunciar em um “inglês-africano” o placar foi recepcionado com um leve murmurinho dos passageiros. Ninguém ali parecia preocupado com esta partida.

No ar, restava fechar os olho e esperar que após duas, duas horas e meia, o comandante fizesse novo anúncio. De preferência, a vitória do Brasil. Não consegui dormir. Passei a lembrar daqueles torcedores animados do aeroporto. Um grupo se organizava para vestir a enorme camisa coletiva fabricada em verde e amarelo com o nome do Brasil a frente. Três outros levavam uma imagem de Ronaldinho Gaúcho: “se o Dunga não chama, a gente convoca”. A menina que encerrara seu compromisso no Cabo e deveria voltar ao Brasil conosco ficou exultante ao saber que havia um brasileiro vendendo ingresso para o jogo por U$ 200, bastaria descer na escala em Johannesburgo, remarcar o voo e torcer para que as malas já despachadas chegassem, sozinhas, com segurança a São Paulo.

Todos repetiam o que parece ser um mantra do torcedor brasileiro: “rumo ao Hexa”.

Passavam das 10 e meia da noite, jantar servido, serviço de bordo realizado, quando meu silêncio foi interrompido pela voz no alto-falante: “Ladies and Getlemen: Brazil 3, Chile 0, Brazil qualified for the last 8 of the World Cup”. Gritos e aplausos tomaram conta do voo 224 da South Africa. E eu pude dormir tranquilo sabendo que mais uma vez se confirmava a superioridade brasileira nesta Copa.

O desembarque no Brasil foi depois das 11 e meia da noite, em um aeroporto de Guarulhos ainda mais vazio do que aquele que deixei na Cidade do Cabo. Apenas não tão bonito, muito menos moderno.

Assim que matei a saudade com abraços e afagos, passei a receber um relatório completo sobre o que foi a partida, a partir dos dois analistas mirins que tem me municiado de avaliações técnicas e emocionais durante esta Copa:

“Juan, Robinho e aquele número 9 fizeram os gols”, disse o mais velho. “Precisa ver o que o 9 (eles esquecem o nome composto de Luis Fabiano) fez, pegou a bola assim, cortou pra cá, tirou o goleiro e chutou no gol”, comentou o mais novo desenhando com as mãos toda a jogada do nosso goleador. “Gostei mais do Robinho, ele soltou a perna”. “Legal foi a barreira que os amigos fizeram para o Juan cabecear”, e eles se colocaram lado a lado para mostrar o posicionamento na cobrança de escanteio. “Foi mais de 50 quilômetros por hora a cabeceada que ele deu”. Nesta altura já não sabia mais quem contava o quê. Todos queriam mostrar seu entusiasmo com a vitória sobre o Chile de Bielsa: “o cara não parava no banco, se agachava, virava a cara, bufafa, e ele colocou três atacantes”.

Hoje pela manhã, acordei cedo pra ver os lances da vitória brasileira e ouvir a avaliação dos críticos sobre o futebol jogado pelo Brasil. Do ufanismo que cega ao pessimismo que despreza, havia um pouco de tudo à disposição na TV e nos jornais.

Na dúvida, resolvi pedir ajuda a Marcão, torcedor sofrido do Brasil que tem acompanhado o jogo com os meus dois comentaristas de plantão e que apesar de estar feliz por ter ganhado uma Jabulani de presente ficou cabreiro com a vitória: “Tô lembrando do Maguila que batia em todo mundo, mas quando pegou um cara bom mesmo, se entregou”, referência ao lutador de boxe sucesso por aqui, mas que beijou a lona quando encarou gente grande como Evander Holyfield (1989) e George Foreman (1990).

A alegria dos meninos e o ceticismo do Marcão são sentimentos que parecem uma contradição, mas que se completam e têm ajudado o Brasil a construir seus resultados nesta Copa. Que sigam juntos, assim, até o Hexa.

Na aeronave da vida

 

http://www.flickr.com/photos/claudio-rieper/

Publico aqui texto enviado por um dos mais ativos participantes deste blog, o comandante Armando Italo, que escreve pensando em todos aqueles que, assim como ele, dedicaram algum tempo do seu dia para comentar notícias, debater assuntos ou provocar reflexões:

Em 1o. de janeiro de 2009 embarcamos na nossa aeronave, acionamos os motores, taxiamos, alinhamos na cabeceira da pista, decolamos mais uma vez para o desconhecido.

Durante a subida, sentimos algum tipo de resistência causada pelas forças da natureza. Tivemos de “brigar um pouco” com os controles e sistemas de voo – assim como com os nossos próprios controle e convicção – em momentos cruciais. Foi necessário tomar atitudes inesperadas e ter coragem de assumir, aceitar os nossos erros, derrotas, frustrações e desafios.

Subindo em direção a imensidão do azul escuro, do infinito, ora tendo que acelerar, ora tendo que desacelerar os motores. Reduzir ou aumentar a razão de subida para que então pudéssemos em algum ponto do infinito, lá em cima, nivelar a nossa aeronave com segurança e desfrutar a paz daquele espaço, do nascer e do pôr do sol. Apreciar a chuva caindo lá embaixo em algum lugar qualquer e tudo o que existe de belo que o criador e a natureza nos proporcionam.

E assim, atravessamos em nosso voo o ano de 2009.

Temos agora de iniciar a descida da nossa aeronave da mesma forma que subimos. Em paz, harmonia, segurança, respeito a natureza, aos amigos e companheiros de voo.

Que em 2010 os nossos voos sejam melhores, mais suaves, menos
turbulentos, com menos aproximações perdidas e arremetidas !

Senta que lá vem turbulência

Por Armando Italo

Nesta semana, terça 26.05, tivemos a noticia sobre um avião da TAM, Airbus A330, que passou por forte turbulência, também conhecida como CAT – Clear Air Turbulence -, somente a meia hora de pousar no Aeroporto de Guarulhos, causando sérios ferimentos em alguns passageiros que estavam, certamente, sem os cintos de segurança afivelados e chegaram a bater seu corpo no teto do avião!

Já presenciei fato semelhante durante um voo num Electra da VARIG que fazia a Ponte Aérea Rio-São Paulo. A causa foi uma forte tempestade em formação na terminal São Paulo. Fomos pegos por uma turbulência sobre a cidade de Santos durante os procedimentos de aproximação e descida, para os pilotos, voando nas proas dos VOR REDE (RDE) e de Santana do Parnaíba (STN).

“A situação” ficou feia lá em cima! Como sou prevenido e “radical” sempre viajo com os meus cintos devidamente afivelados por precaução.
Muitos passageiros tem medo de voar. Durante a viagem o medo diminui e o passageiro fica mais relaxado. De repente os seus olhos arregalam com o som do alarme solicitando para todos colocarem os cintos. O “ding dong” ouvido pelo “atento” passageiro nada mais é do aviso para todos para atacharem o cinto de segurança, porque  vem pela frente a temível turbulência!

E agora o que fazer ?  Correr para onde? Aiiiiii meu Deus! Nada a temer, desde que algumas precauções básicas sejam tomadas, ainda com o avião no solo.

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