Mundo Corporativo: A economia da experiência

 

A Era da Convergência pede produtos multifuncionais e profissionais preparados para transitar bem por diferentes temas e áreas da organização. O consultor Carlos Hilsdorf explica que este é um momento de integração entre os modelos industriais – da velha economia – com a Era do Conhecimento – da nova economia. Em entrevista ao Mundo Corportivo, da rádio CBN, ele também alerta que para conquistar o novo consumidor é preciso praticar os fundamentos da economia da experiência na qual os produtos e serviços têm de sensibilizar seu público-alvo em todos os cinco sentidos: olfato, audição, paladar, tato e visão.

O Mundo Corporativo vai ao ar às quartas-feiras, 11 horas, no site da Rádio CBN (www.cbn.com.br), com participação dos ouvintes-internautas pelo Twitter @jornaldacbn e e-mail mundocorporativo@cbn.com.br. O programa é reproduzido aos sábados, no Jornal da CBN

3 comentários sobre “Mundo Corporativo: A economia da experiência

  1. Parabéns à equipe do mundo corporativo em trazer profissionais como Carlos Hilsdorf.

    Empresas e profissionais precisam entender a riqueza da formação cruzada. Trabalhar na coordenação de uma equipe de produção e ter formação em RH pode ser um diferencial. Ser um profissional de RH e ter uma formação na área de TI (Segurança da Informação) ser outra grande vantagem.

    Creio que o mondo corporativo precisa ser mais flexível. Sinto que os formados em cursos EaD sofre com a rejeição desse modelo de ensino. O modelo EaD pode formar profissionais com qualidade a exemplo do modelo convencional.

    Gostei da entrevista.

  2. Todos os conceitos emitidos na entrevista ficaram claros, entretanto foram abordados assuntos tão importantes que merecem tempo bem maior.
    Por exemplo : a convergência , a economia da experiência e a utilização dos 5 sentidos, o ambiente de trabalho cada vez mais caótico,a obsolescência programada, o trabalho que aumenta com o avanço da tecnologia, a criatividade e a inovação, as PME pequenas e médias empresas, os preços baixos, etc.
    Destes ressaltaria hoje a questão da vantagem das PME na chance da diferenciação na prestação de serviço.É só atentar para o que gastam as grandes corporações em marketing e checar o PROCON. Bancos, Internet paga, Eletropaulo, grandes portais de e-commerce, etc.
    De outro lado a questão do preço baixo. Vejamos o ocorrido com o material francês mais barato nas plásticas realizadas.

  3. Brilhante entrevista! Extremamente rica e esclarecedora. Parabéns ao consultor Carlos Hilsdorf pela forma tão clara e didática em trazer a tona conceitos muitas vezes difíceis de compreensão. Parabéns!!

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