Quintanares: Olha! Eu folheio o nosso livro santo

 

 

De Mário Quintana
Publicado em A Rua dos Cataventos, 1940
Interpretado por Milton Ferretti Jung

 

Poema XXIX [OLHA! EU FOLHEIO O NOSSO LIVRO SANTO]
Para o Sebastião

 

Olha! Eu folheio o nosso Livro Santo…
Lembras-te? O “Só”! Que vida, aquela vida…
Vivíamos os dois na Torre de Anto…
Torre tão alta… em pleno azul erguida!…

 

O resto, que importava?… E no entretanto
Tu deixaste a leitura interrompida…
E em vão, nos versos que tu lias tanto,
Inda procuro a tua voz perdida…

 

E continuo a ler, nessa ilusão
De que talvez me estejas escutando…
Porém tu dormes… Que dormir profundo!

 

E os pobres versos do Anto lá se vão…
Um por um… como folhas… despencando…
Sobre as águas tristonhas do Outro Mundo…

 

Quintanares foi ao ar originalmente na rádio Guaíba de Porto Alegre

Conte Sua História de SP: apesar dos nocivos predadores

 

 

Por Alceu Sebastião Costa
Ouvinte da CBN

 

Apesar dos nocivos predadores,
Dos contumazes agressores,
Dos impunes malfeitores,
Dos passivos moradores,
Dos narcisos sonhadores,
Dos chacais aproveitadores,
Sampa não perde o encanto,
Sua alegria supera o pranto.

 

Solidária e hospitaleira,
Postura de metrópole altaneira,
Dignificada pelo Amor da maioria,
Sedutora no compasso da magia,
Seu viço, sua história, sua verdade,
São Paulo, minha acolhedora Cidade,
Meu grito no infinito não é solitário,
Parabéns por mais este aniversário!

 

462 anos entre a paz e a turbulência,
Saldo positivo no filtro da indulgência.

 

O Conte Sua História de São Paulo vai ao ar, no CBN SP, aos sábados, logo após às 10h30 da manhã, tem narração de Mílton Jung e sonorização de Cláudio Antonio

 

Mundo Corporativo: Mary Nicoliello, da PwC, apresenta os novos líderes das empresas familiares

 

 

A maioria dos novos líderes das empresas familiares foi buscar conhecimento e experiência fora do grupo antes de assumir um posto de comando. Essa geração também está muito atenta a sua qualificação e consciente de que por levar o nome da família precisa ser melhor do que os que estão à frente da empresa. Esses são alguns dos resultados identificados em pesquisa com 286 empresas no Mundo, das quais 40 brasileiras.

 

A diretora do Centro de Governança das Empresas Familiares da PwC, Mary Nicoliello, foi entrevistada pelo jornalista Mílton Jung, no Mundo Corporativo, da CBN, e disse que “esses novos líderes se preparam olhando sempre uma causa maior; eles não querem simplesmente gerar retorno financeiro, eles querem um legado, um propósito”.

 

O resultado completo da pesquisa você encontra aqui: www.pwc.com/nextgen.

 

O Mundo Corporativo pode ser assistido ao vivo, às quartas-feiras, no site cbn.com.br. O quadro é reproduzido aos sábados no Jornal da CBN. Colaboraram com o Mundo Corporativo Alessandra Dias, Carlos Mesquita e Débora Gonçalves.

Zerando a vida: quando as coisas não saem como você planejou

 

Por Biba Mello

 

 

FILME DA SEMANA:
“Zerando a Vida”
Um filme de Steven Brill
Gênero: Comédia
País:USA

 

Amigos de infância se encontram após muitos anos, admitem que suas vidas não estão como um dia chegaram a sonhar, e uma reviravolta acontece unindo os dois para sempre. Eles resolvem forjar a própria morte, assumindo novas identidades. O que eles não imaginam é que terão muitos tropeços pela frente.

 

Por que ver:
É um filme engraçado, apesar de alguns momentos non sense “jogados”no meio da história de maneira desnecessária, ou seja, não ajudam a narrativa, estão lá por pura graça.

 

Os atores interpretam eles mesmos, você sempre verá o Adam Sandler igual em todos os filme e ainda assim será engraçado.

 

A história tem um caminho previsível e portanto é bacana como entretenimento. Gostei do filme de maneira geral, e o classifico como besteirol politicamente incorreto.

 

Como ver:
Em casa, após um dia de estresse.Com certeza você irá se divertir.

 

Quando não ver:
Com alguém que adora intelectualizar… não é um filme para isto, não tem nem mesmo uma “moral da história”para um papo cabeça depois.

 

Biba Mello, diretora de cinema, blogger e apaixonada por assuntos femininos. Dá dicas de filmes e séries aqui no Blog do Mílton Jung

Avalanche Tricolor: do jeito que o Diabo gosta

 

Grêmio 3×2 Santos
Brasileiro – Arena Grêmio

 

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Marcelo Hermes comemora o terceiro gol em foto de LUCAS UEBEL/GrêmioFBPA

 

Do jeito que o diabo gosta.

 

A expressão pode não ser a mais apropriada, se levarmos em consideração que muitos de vocês, caros e raros leitores gremistas desta Avalanche, devem ter se agarrado às crenças e santos.

 

Lá pelos lados da casa do pai, na zona sul de Porto Alegre, tenho certeza de que a imagem de Padre Reus foi sofada, apertada e muito solicitada.

 

Se não me engano, ele mesmo já contou, aqui neste blog, sobre a imagem do padre alemão do qual é devoto. O pai costuma mantê-la ao seu lado, enquanto assiste aos jogos do Grêmio. E é nela que se segura para pedir ajuda divina sempre que a situação se complica.

 

Confesso a vocês que eu tendo a não misturar as coisas: religião de um lado, futebol do outro. Imagino que, antes de ficar atendendo as minhas preces por gols, vitórias e títulos, Deus tenha coisas bem mais importantes para resolver na vida.

 

Mesmo assim, não encontrei outra expressão para definir meu sentimento diante do jogo desta noite: foi do jeito que o Diabo gosta.

 

Até parecia que, finalmente, teríamos um resultado tranquilo, daqueles de lavar a alma, principalmente depois de duas derrotas seguidas, coisa rara desde que Roger chegou ao Grêmio.

 

Após dois minutos de marcação intensa, sufocando o adversário dentro da área dele, Everton driblou seus marcadores, chutou forte, o goleiro não conseguiu segurar firme e Giuliano apareceu para completar na rede.

 

Verdade que demoramos para marcar o segundo gol e o adversário teimava em manter a bola em seu domínio. Porém, a forma compacta como nossos jogadores marcavam o time deles, dava a entender que o risco do empate era mínimo.

 

Por isso, não me surpreendi ao ver, aos 44 minutos, o segundo gol que surgiu de lance muito parecido com o primeiro. Everton arrancou, driblou, chutou e o goleiro soltou. Desta vez, era Douglas quem estava bem colocado para explodir a bola na rede.

 

A partir daí, o Diabo entrou em campo. E, com o perdão do trocadilho, foi um Deus nos acuda daqueles.

 

Pelo alto e na cobrança de escanteio levamos o primeiro e em um vacilo na marcação tomamos o segundo. Não bastasse isso, um jogador caía aqui machucado e o outro caía logo ali. Sem contar as trapalhadas do árbitro.

 

A impressão era que a chance de disputar a liderança seria mais uma vez desperdiçada.

 

Foi, então, depois de alguma insistência em errar passes, que o time encaixou um contra-ataque, Giuliano foi esperto ao perceber que Marcelo Hermes entrava com velocidade e passou a bola para o nosso lateral esquerdo desviar do goleiro, aos 44 do segundo tempo.

 

Tivemos ainda mais quatro ou cinco minutos de acréscimo para sofrer diante da TV e manter a promessa de não pedir a Ele nada que se refira ao futebol. Preferi depositar toda minha confiança em Roger e seu time que tinham demonstrado uma garra incrível para chegar aos três pontos.

 

Mas que o Diabo se divertiu às nossas custas esta noite, não tenho dúvida. Pior para o Santos!

Minhocão: Costa e Silva ou João Goulart?

 

Por Carlos Magno Gibrail

 

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Minhocão em foto de Luis F.Gallo/FLickr

 

A Câmara Municipal de São Paulo aprovou a mudança de denominação do popular Minhocão: de Elevado Presidente Arthur da Costa e Silva para Presidente João Goulart.

 

O Projeto de Lei de autoria do vereador Eliseu Gabriel PSB argumenta que Costa e Silva foi “um ditador responsável pelo ordenamento de inúmeros crimes contra a nação” e João Goulart “teve uma vida de luta em prol da democracia e melhoria das condições de vida da população”.

 

Entre o Presidente imposto e o Presidente deposto, pode-se deduzir que pelo julgamento do vereador sai o nome de um malfeitor para entrar um benfeitor.

 

Este ato específico é parte de um todo que se origina também da orientação da Comissão Nacional da Verdade, cujo relatório final propõe a mudança de todos os nomes de logradouros públicos que sejam de pessoas ligadas ao período ditatorial recente.

 

Pelos números do UOL a tarefa será longa, pois 717 escolas brasileiras têm nomes dos cinco presidentes do período. Ao mesmo tempo, poderá ser realizada dentro da especialização das Câmaras. Algumas estatísticas mostram que 80% das leis aprovadas são as propostas para nomear espaços, criar datas e dar título.

 

Entretanto se o revisionismo ficar a cargo de outras entidades, podemos ter o resultado de Salvador. No Colégio Estadual Presidente Garrastazu Médici votaram os professores, funcionários, estudantes e pais de alunos. Quem ganhou foi Carlos Marighela, ativista da luta armada contra o regime militar, ficando o geógrafo Milton Santos em segundo lugar.

 

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Intervenção pública na sinalização de rua

 

Em São Paulo, os vereadores Orlando Silva e Jamil Murad do PC do B criaram a lei que permite aos moradores trocar os nomes de militares que tenham histórico de violações contra os direitos humanos. Nesta mesma direção, Nabil Bonduki PT apresentou projeto de lei que permite a mudança pelos vereadores de ruas que tenham nomes de pessoas envolvidas na ditadura militar.

 

Como São Paulo tem mais de 65 mil ruas, com estas novas diretrizes muitas mudanças de nomes virão além do Minhocão.

 

Alguns especialistas sugerem que se discutam os critérios para o rebatismo de logradouros públicos, afinal os nomes podem ajudar na preservação da história.

 

A função de nomear não deve se restringir a homenagear, mas também a ensinar. É o caso dos bairros paulistanos dos Jardins com nomes de países, Ipiranga com nomes de fatos e personagens da Independência, Brooklin com nome de cidades americanas, Higienópolis com nomes de estados brasileiros.

 

Carlos Magno Gibrail é mestre em Administração, Organização e Recursos Humanos. Escreve no Blog do Mílton Jung, às quartas-feiras.

Avalanche Tricolor: pra não dizer que não falei de futebol

 

Atlético Paranaense 2×0 Grêmio
Brasileiro – Arena da Baixada/Curitiba-PR

 

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Já falei com vocês de eSports?

 

Isso mesmo, eSports. Ou esporte eletrônico: esse negócio que muita gente confunde com videogame.

 

Certamente já tratei do assunto no meu blog, talvez jamais nesta Avalanche.

 

O esporte eletrônico tem surgido no noticiário com incrível destaque e as equipes que se formam aqui no Brasil se organizam de maneira profissional. Especialmente as que disputam o League of Legends – Lol para os íntimos.

 

Muitas delas mantém suas equipes em casas e apartamentos, e treinam com o suporte de técnico, analista, psicólogo, nutricionista e preparador físico. Sim, a garotada tem de estar em forma, física e mentalmente, para aguentar a tensão das disputas.

 

Neste fim de semana, quatro das melhores equipes do Brasil se enfrentaram para decidir quem teria o direito de estar na final do CBLol – o Brasileirão de Lol – que será disputado no sábado, dia 9 de julho, no ginásio do Ibirapuera, em São Paulo.

 

Enquanto assistia pela televisão ao futebol, agora há pouco, estava com meu celular em mãos acompanhando a semifinal entre INTZ e Pain Gaming.

 

Pelo celular, você consegue ver os jogos transmitidos diretamente do estúdio onde são disputados, em São Paulo. A cobertura também é profissional: imagem de qualidade, edições bem feitas; narrador, comentarista e repórter detalhando cada lance.

 

Confesso que entendo pouco do jogo e por isso me atentava a animação do narrador de Lol, capaz de me dar noção de que uma equipe estava superando a outra em lances eletrônicos difíceis de serem percebidos por leigos, como eu.

 

A variação do placar, atualizado em tempo real, no alto da tela, me animava sempre que uma equipe era capaz de virar em cima da outra, apesar de minha torcida estar voltada apenas a um dos times.

 

Ao fim e ao cabo, a INTZ, que dizem ser uma das maiores campeãs do Lol brasileiro conquistou vaga para a final e encara a CNB, que garantiu passagem ao vencer a semifinal disputada no sábado.

 

Boa sorte aos finalistas!

 

Ah, perdão, caro e cada vez mais raro leitor, se tomei seu tempo nesta Avalanche falando de um esporte que você não tem o menor interesse.

 

Eu também preferiria dedicar esta Avalanche ao Grêmio, como faço tradicionalmente, mas passei a tarde inteira tentando encontrá-lo em campo e o Grêmio não apareceu. Ao menos não aquele Grêmio que Roger no ensinou a gostar.

 

Fico na expectativa de que ressurja na próxima quarta-feira.

 

E por falar em eSports: meu time venceu e está na final do Lol.

Quintanares: Sobre a coberta o lívido marfim

 

 

XXVIII [SOBRE A COBERTA O LÍVIDO MARFIM]
poesia de Mário Quintana
publicada em A Rua Dos Cataventos 1940
interpretação de Milton Ferretti Jung

 

Sobre a coberta o lívido marfim
Dos meus dedos compridos, amarelos…
Fora, um realejo toca para mim
Valsas antigas, velhos ritornelos.

 

E esquecido que vou morrer enfim,
Eu me distraio a construir castelos…
Tão altos sempre… cada vez mais belos!…
Nem D. Quixote teve morte assim…

 

Mas que ouço? Quem será que está chorando?
Se soubésseis o quanto isto me enfada!
eu fico a olhar o céu pela janela…

 

Minh′alma louca há de sair cantando
Naquela nuvem que lá está parada
E mais parece um lindo barco a vela!…

 

O programa Quintanares foi ao ar originalmente na rádio Guaíba de Porto Alegre 

Conte Sua História de SP: os beijos de despedida na estação Vila Mariana

 

Por Dalva Rodrigues 
Ouvinte da Rádio CBN

 

 

Meu amor por São Paulo é caso antigo, desde que nasci, no bairro do Ipiranga, pertinho do museu, no comecinho dos anos 60. Minha rua , a Aracatu, na Vila Liviero, era de terra, vizinhança pequena, muitos terrenos vazios, campinhos e matas para as crianças explorarem com as mais diversas brincadeiras.

 

Como era gostoso conversar nas noites de céu limpo e estrelado…Histórias de ETs e papos que não acabavam mais (até uma das mães gritar que já passara muito da hora de entrar).

 

Nas noites frias de inverno, mal enxergávamos quem estava ao lado, de tão intenso era o nevoeiro. Voltar da casa da vizinha que tinha televisão, depois de assistir ao cine mistério – aos filmes de terror – era um ato de coragem: rapidíssimo, pernas para que te quero!

 

E no dia seguinte acordava com os galos cantando, o apito das fábricas chamando os operários que sumiam na rua, envoltos em neblina e garoa.

 

Meu primeiro amor de infância era irmão de meu amigo. Numa noite quente, na brincadeira ‘beijo, abraço ou aperto de mão’ ele escolheu: ‘beijo’, mas quando abriu os olhos e me viu, só quis mesmo me dar a mão… Bem me quer, mal me quer…Minha primeira desilusão. Um dia a família se mudou, perdi o amigo e o amor que ainda viveria muito tempo, só em meu coração.

 

Já moça, meus pais separados, fui morar em Vila Mariana, depois passei uns tempos no interior com meu pai, gostei da cidade, mas minha maior alegria era quando, chegando em São Paulo, subindo as escadas rolantes da estação República do Metrô, via minha cidade surgindo, linda, imponente…Como é bom voltar para casa, para nossa cidade!

 

Vivi um grande amor nesses tempos, amor que mais uma vez, mesmo sendo correspondido, não era meu. Um dia nos despedimos na véspera de Natal, na esquina da São João, em frente ao Largo do Paissandú. Foi o beijo mais romântico de minha vida…e o mais triste… Eu ali parada … ele atravessava a avenida. E enquanto as lágrimas desciam, soube que era próximo o fim. Até hoje sempre que passo por lá me lembro da cena.

 

Tempos depois me apaixonei novamente. Como eram bons os beijos de despedida na estação Vila Mariana,  quase todo dia. A suntuosa sala de espera do Cine Ipiranga foi palco de uma cena hilária quando quase saí no “braço” com uma menina que vendia balas, que ousadamente me ignorou e pegava no braço do meu noivo insistindo na venda… Esse episódio quase rendeu o fim do romance, mas superamos e nos casamos.

 

Hoje, moro na zona leste e os amores se foram…Acho que meu tempo já passou, tenho boas memórias, mas o amor por São Paulo…Esse não passa nunca!

 

O Conte Sua História de São Paulo vai ao ar aos sábados, no CBN SP, logo após às 10h30 da manhã. A sonorização é do Cláudio Antonio. Você participa escrevendo sua história para milton@cbn.com.br

Mundo Corporativo – Nova Geração: Rui Leal fala como os jovens devem se preparar para o mercado de trabalho

 

 

“Aquilo que a escola esta formando, não é o que as empresas estão buscando, tem uma gap e não tem nada a ver com o conteúdo técnico que as escolas estão passado, o que a empresa está buscando, além do conhecimento acadêmico que eu chamo de conteúdo técnico, o jovem precisa ter um conteúdo comportamental, é aí que a coisa pega.” O alerta é de Rui Leal, supervisor-geral do Instituto Via de Acesso, em entrevista ao jornalista Mílton Jung, na estreia de Mundo Corporativo – Nova Geração. Leal é especialista na orientação de estudantes e formandos que começam a dar seus primeiros passos nas organizações e autor do livro “Jovens Digitais – Aprendizes, estagiários e Trainees”(Editora Integrare).

 

Mundo Corporativo – Nova Geração é uma série de entrevistas que você assiste no último sábado do mês, no Jornal da CBN. A ideia é abrir espaço para discutir temas relacionados aos jovens que se preparam para iniciar-se em uma carreira profissional e empreender. A chegada desta geração no ambiente organizacional tem causado mudanças de comportamento e se transformado em desafio para os gestores.

 

Colaboraram com este quadro Alessandra Dias, Carlos Mesquita e Debora Gonçalves.