Os vereadores paulistanos e seus gadgets

 

Alvos de reclamações por falta de resposta às mensagens enviadas por e-mail, os vereadores de São Paulo até que mostram bastante interesse nas novas tecnologias quando estão em plenário. Muitos passam a sessão conectados com o mundo exterior navegando na internet através de seus telefones celulares ou tablets. Foi o que flagrou Massao Uehara – fotógrafo informal do Adote um Vereador – que esteve na semana passada no plenário da Câmara Municipal.

Vereadores em plenário

Com um Iphone no ouvido e o Ipad na ponta do dedo, o vereador Marco Aurélio Cunha (DEM) era dos mais conectados em plenário. Não se desgrudou de seus gadgets mesmo durante os debates mais acalorados.

Vereadores em plenário

Carlos Apolinário (DEM), quem diria !? Apesar do discurso veemente contra os exageros em defesa dos gays, revelou-se sem qualquer preconceito. Quando precisou navegar na internet passou a mão no Ipad cor de rosa da assessora e saiu por aí. Mandou bem.

Vereadores no plenário

Netinho de Paula (PC do B) parecia entusiasmado com seu Iphone 4(?) e compartilhou informações com o colega da casa. O que estava acessando, não dava para saber, mas teve toda a atenção do parceiro de Mesa Diretora.

Vereadores em plenário

O vereador Agnaldo Timóteo do PR, por sua vez, aparentava dificuldade para conferir as mensagens que chegavam pelo telefone celular. A sugestão é que invista em um tablet que amplia as letras e exigirá menos esforço do parlamentar.

Vereadores em plenário

Dalton Silvano (sem partido) foi quem sinalizou total desapego as traquitanas eletrônicas. Apesar do uso frequente em plenário, portava um aparelho tecnologicamente atrasado.

Vereadores em plenário

Mais antigo vereador da casa, Wadih Mutran (PP) mantém velhos hábitos e ao lado de sua cadeira no plenário ostenta um telefone fixo e com fio, enquanto confere informações impressas em papel.

Vereadores em plenário

Já o presidente da Câmara, José Police Neto (sem partido), mesmo com um computador de mesa à disposição ainda depende do uso da caneta para tomar decisões.

Pedalando para o trabalho

 

Todos os dias de capacete embaixo do braço, mochila nas costas e banho tomado, Leonardo Stamillo, gerente de jornalismo, chega a redação da rádio CBN. Ele parece estar ligado no 220 – como dizem por aí -, com um ar bem diferente daquele que muitos de nós imaginamos que estaríamos depois de pedalar de casa ao trabalho. Leonardo é casado, pai de de um menino e uma menina e usa a bicicleta com responsabilidade, como você pode conferir no vídeo do qual é protagonista. Sua bicicleta fica estacionada ao lado dos carros dos demais funcionários da casa – inclusive o meu – e antes de subir para começar o trabalho toma uma ducha, privilégio que nem todas as empresas oferecem aos seus empregados. É um exemplo de que é possível rever a mobilidade urbana também na maior cidade do Brasil.

Cadeirante quer respeito, cadeira e casa.

 

Por Devanir Amâncio
ONG EducaSP

Cadeirante

Eliete sempre  está se encontrando no centro de São Paulo com seu amigo Carlos Alberto Melo, 47, também cadeirante. Ele mora no Jardim Maracanã, região da Freguesia do Ó / Brasilândia, Zona Norte. Militante das boas  causas, Eliete,cadeirante há 13 anos, carrega o primeiro nome na  placa de sua cadeira motorizada, transmitindo ar de felicidade e superação por onde passa.
 

“Eu me chamo Eliete Pereira dos Santos Amém, moradora do Tatuapé, Zona Leste de São Paulo, tenho 55 anos, nasci no dia 11 de novembro de 1955, em Palmas de Monte Alto, sertão da Bahia. Há 38 anos estou em em São Paulo […]. Sou ex-instrumentadora cirúrgica, há 13 anos sou cadeirante e vivo o drama da acessibilidade em São Paulo. Fui vítima  de cisticercose, doença transmitida pela carne de porco.

O deficiente físico não pode se fazer de coitadinho, tem direitos e deveres como qualquer outro cidadão. E deve lutar pelos seus direitos, participar.

Um dos principais problemas enfrentados pelos cadeirantes na cidade, é a falta de moradia.

Um exemplo: no antigo Hotel São Paulo, reformado, na Praça da Bandeira, conforme a Lei  foram destinadas 10 vagas para  portadores de deficiência, mas só tem um deficiente morando no grande prédio de 152 apartamentos, a Silvânia, cadeirante  que trabalha no Santander. Ela pena para entrar e sair do prédio (rua São Francisco 113 – atrás da Prefeitura), o acesso é péssimo. O deficiente precisa de oportunidade de emprego e moradia […].
 
Onde está na prática a  cota de moradia para os deficientes físicos nos programas habitacionais dos governos? Moradias com condições de acesso, rampas…
 
Nem todo deficiente tem condição de comprar um carro adaptado, então porque não pensar em incentivos para que compre uma cadeira motorizada. Se não puder comprar um scooter, que compre uma cadeira de roda digna. O que a gente vê de cadeiras de rodas caindo aos pedaços… É uma vergonha !
 
A minha é importada, custa uns 12 mil, consegui através de uma campanha solidária feita pelos meus amigos. A cadeira motorizada nacional encontra até por seis mil. O problema é que os scooters são visados … Dia desses por pouco não perdi o meu, estavam em dois, dois menores. O mais novinho disse: ‘ Pelo amor de Deus !.., não vamos fazer isso com a tia não ‘.
 
Eu sou uma mulher feliz ! Tenho um filhinho, o  Jack,  da raça pinscher.”

Carlos, digitador aposentado, com um ano  de idade, foi vítima de paralisia infantil, e não teve a mesma sorte da amiga Eliete. No Metrô Arthur Alvim, na Zona Leste, um ladrão se aproximou com cara de bonzinho, o pegou no colo, e sem violência física, deixou-o no chão com palavras de quem passava por necessidade: “Não leve a mal não, mas tem gente  que precisa mais que você.” Carlos , desde então passou  a defender seguro para cadeira de roda.


NB: Conforme informação repassada pelo Devanir, Eliete e Carlos  participariam  de uma manifestação em prol de moradia para cadeirantes, em frente à sede da Caixa Econômica Federal, no Centro, nessa segunda-feira. O ato tem o comandado do padre Ticão, da Comunidade São Francisco, de Ermelino Matarazzo, Zona Leste. Infelizmente, só peguei a mensagem dele na tarde de segunda após o evento, mas avalie que seria interessante, assim mesmo, reproduzir aqui no Blog a história dos dois cadeirantes.

Conte Sua História de SP: Minha biblioteca

 

Paulo Pina

No Conte Sua História de São Paulo, Paulo Pina, 48 anos, nascido na capital, criado na zona leste e apaixonado pela cultura. Ele sonhava ser jornalista, mas ao conhecer a jovem Irene descobriu às artes. Formado em biblioteconomia, hoje é responsável pelo Museu Lasar Segall, uma relação que se iniciou na primavera de 1985 e foi contado em mais um capítulo da nossa cidade, em depoimento ao Museu da Pessoa:

Ouça o depoimento de Paulo Pina gravado pelo Museu da Pessoa, sonorizado pelo Cláudio Antônio e editado pela Juliana Paiva

Participe do Conte Sua História de São Paulo. Envie um texto para milton@cbn.com.br ou agende entrevista em áudio e vídeo no site do Museu da Pessoa. Este programa vai ao ar, aos sábados, logo após às dez e meia da manhã, no CBN SP.

Como Copenhagen foi tomada pelas bicicletas

 

Começam a aparecer os primeiros resultados da viagem da jornalista Natália Garcia pelo projeto Cidade Para Pessoas, assunto que já foi tratado aqui neste blog. Em Copenhagen, capital da Dinamarca, ela conversou com planejadores urbanos e representantes da prefeitura para mostrar a relação da bicicleta com a cidade. Uma das curiosidades mostradas neste trecho do trabalho à disposição no You Tube é o fato de por cerca de três décadas, as bicicletas haviam desaparecido do cenário dinamarquês, apesar de este meio de transporte ter sido tão popular no passado. Foi necessária a reação dos cidadãos e a pressão sobre o poder público para chegar ao estágio atual, no qual 55% das viagens dentro da cidade são feitas de bicicleta.

Avalanche Tricolor: A camisa estava lá

 

Botafogo 2 x 1 Grêmio
Brasileiro – Engenhão (RJ)

O domingo gelado deixou a bicicleta pendurada na garagem, passear no parque não parecia tão agradável como nos dias anteriores, e na cozinha se destacava a louça acumulada do feriado estendido. Com esta equação diante dos olhos, a saída era tomar o caminho do shopping mais próximo de casa. Foi o que fiz. E centenas de outras pessoas, também. As poucas vagas no estacionamento já sinalizavam isto.

Logo que cheguei, antes mesmo de decidir o restaurante – ou entrar naquele que tivesse menos tempo de espera -, cumpri ritual que se iniciou há cerca de seis meses. Subo a escada rolante até o primeiro andar e antes de chegar no topo já olho para a vitrina da loja que está do outro lado. É um espaço pequeno, dedicado a material esportivo, no qual se vende apenas produtos da Topper. Imagino que não chame tanto atenção dos demais consumidores quanto as âncoras que são chamariz, ou as de roupas masculinas e femininas que estão elegantes com as roupas de inverno, ou as de joias que dominam as mulheres e as de tecnologia que enlouquecem os homens. Eu, porém, não consigo passear no shopping sem antes ir até lá.

E o que sempre procuro – e hoje não foi diferente -, encontro. O manequim sem cabeça vestia a camisa predominantemente azul-celeste com duas faixas em preto e branco na vertical e horizontal que se cruzam na altura do coração, onde o distintivo aparece em destaque. Meias, calções e cartazes com a imagem de Renato ao centro decoravam o restante do espaço dedicado ao Grêmio desde que o time passou a ter seu material esportivo patrocinado pela Topper.

Confesso a você que sinto uma ponta de orgulho ao ver aquela vitrina e parece que me tornei dependente dela, dada a necessidade de sempre conferir seu visual quando vou ao shopping. Por motivos mais do que óbvios, as lojas de material esportivo em São Paulo estão sempre ocupadas com camisetas do Corinthians, São Paulo, Palmeiras e Santos. Aquela não, é toda dedicada ao meu Grêmio.

Os resultados do primeiro semestre e o desempenho nos últimos jogos não têm sido motivo de comemoração, o que aumenta minha apreensão. Temo um dia passar diante da vitrina e não encontrar mais a camisa gremista, vê-la apenas pendurada nas araras no fundo da loja, quem sabe com o carimbo de liquidação. Seria um duro golpe para este apaixonado.

Depois do passeio dominical voltei para casa disposto a assistir à mais uma partida do Grêmio. Era fora de casa e com time ainda desmontado, reforços a espera de uma chance, a revelação sentada no banco em processo de recuperação física, o melhor goleiro do Brasil servindo o Brasil, o capitão no estaleiro, entre outras tantas perdas e prejuízos que deixaram o técnico atordoado e a estratégia de campo, idem. Mas sempre fica a ponta de esperança de que algo possa acontecer de surpreendente – não foi desta vez, mais uma vez.

No apito final, lembrei-me da vitrina do shopping. A camisa do Grêmio ainda estava lá, mas até quando?

De conexão

 

Por Maria Lucia Solla

Conexão com o Criador

Ouça De Conexão na voz e sonorizado pela autora

Não sei como é o seu jeito de se conectar ao Criador. Você sabe a quem me refiro: ao indizível, invisível, impensável, intraduzível. Aquele de quem já deveria ser desnecessário falar. Deveria ser considerado crime, liderar e convencer pessoas a se conectarem com ele, igual, umas às outras. Sempre.

Sei que não deveria falar sobre o indizível, mas não vou tentar convencer ou converter ninguém. Apenas reflito, como costumo, em voz alta, sobre a necessidade que o homem tem de analisar e dissecar o Divino, de ter exclusividade sobre Sua melhor definição, necessidade de moldá-Lo à sua imagem e semelhança para só então adorá-Lo. O homem finge que acredita na história que prega o oposto: que foi Ele que nos criou à Sua imagem e semelhança.

Vem tempo, vai tempo, vem civilização, vai civilização, sempre foi preciso moldá-Lo à necessidade da tribo, cada um da sua, e o resultado disso é que, hoje, muitos desses deuses, criados à nossa imagem e semelhança, são mais ligados ao PIB do que à FIB. Formaram-se trustes divinos. Valha-nos! Esses deuses gostam mais da cidade do que do campo, voltam as costas à Natureza e se hospedam em templos, cada deus no seu. Os inúmeros deuses que criamos à nossa imagem e semelhança têm nomes e sobrenomes diferentes. Se a tribo precisa de mais rigor, é preciso aumentar o grau do rigor da divindade. Se a tribo precisa ser manipulada, aumenta-se o tom ameaçador dos seus mandamentos, da lista de suas proibições e de suas exigências. E continuamos a aliciar, a subjugar, a castigar devotos que vacilam no cumprimento das leis de seus deuses, que já vêm com código de barra.

Dia após dia nos voltamos contra a Criação do Criador, destruímos montanhas, damos um chegapralá em mares, mudamos rios de lugar e desprezamos, quando não matamos, o nosso semelhante.

Cada tribo, hoje, tem um tradutor, um porta-voz do seu deus urbano, que o vende como bem entende; e nossa ideia do Divino vai ficando cada dia mais fraca, cada dia mais doente.

quando digo pai
digo pai mãe
quando digo ele
penso ele ela

e me conecto sempre
nunca igual
como o esplendor do sol e da lua
que encanta
em new york ou no nepal
sempre
cada dia diferente
e isso me angustia um dia
mas no outro
me deixa contente

FIB = Felicidade Interna Bruta

Maria Lucia Solla é terapeuta, professora de língua estrangeira e realiza curso de comunicação e expressão. Aos domingos, escreve no Blog do Mílton Jung

Visagismo: mostre ao mundo quem você é

 

Por Dora Estevam

Depois deste feriado prolongado se você sentir que precisa mudar o visual por algum motivo não pense duas vezes, a dica é procurar um profissional que trabalha com a técnica do visagismo. Chega de fogo de palha faça uma mudança pra valer e descubra o seu próprio estilo, que vai muito além da moda, é claro. Pelo material de fotos que tenho visto as mudanças são incríveis. E o que pude perceber é que são mudanças sérias, pois todas as características de comportamento e estilo de vida são levadas em conta na hora da avaliação.

Os profissionais envolvidos vão dos cabeleireiros a dentistas. O visagista que divulgou a técnica no Brasil é o inglês Philip Hallawell, o construtor de imagens que transforma as pessoas de maneira significativa.

Veja algumas das transformações e se tiver tempo visite o site Visagismo:

Para a transformação, o profissional faz uma análise da pessoa através da personalidade (sanguínea, colérica, melancólica, fleumática). Ele decifra alguns dados que permitem a mudança, como formato de rosto, gestos, cor de pele, a profissão, gostos pessoais e comportamento. Todos os elementos visuais são importantes, nada escapa aos olhos do inglês.

O visagismo trabalha com a ideia da transparência da sua personalidade e da sua beleza através do seu cabelo. Veja se você se identifica com alguns dos modelos citados.

Cabelos com linhas verticais e retas: transmitem estrutura .

Cabelos com linhas retas horizontais: transmitem estabilidade. No entanto, uma franja reta e um cabelo com linhas verticais e base na horizontal, por exemplo, cria uma espécie de barreira e mostra que a pessoa é convencional; passa falta de jogo de cintura.

Cabelos com linhas inclinadas: transmite dinamismo. Os cabelos com linhas inclinadas (desfiados ou repicados) que se voltam para dentro representam introversão e dinamismo, o que segundo o visagista Philipi Hallawell, é algo perigoso, pois mostra desequilíbrio. O ideal são as linhas inclinadas voltadas para fora, pois elas mostram que a pessoa é dinâmica e extrovertida.

Cabelos com linhas curvas: os cabelos estilo “Gisele Bündchen” transmitem amplitude, sensualidade, lirismo e romantismo.

Cabelos com linhas mais fechadas (cachos): transmite uma imagem emocionalmente conturbada.

Cabelos com linhas quebradas (encaracolados): segundo Hallawell, trata-se de uma linha lúdica, que transmite infantilidade. Os encaracolados normalmente não são levados a sério. “Por isso que a maioria das mulheres, quando chega à idade adulta não gosta desse tipo de cabelo. Elas reagem emocionalmente, instintivamente ao se olhar no espelho. E essa é a mesma reação de quem as vê”, explica.

Esta dica também serve para os homens, principalmente para aqueles que perderam alguns fios e querem fazer um implante moderno.

Transforme-se.

Dora Estevam é jornalista e escreve, aos sábados, sobre moda e estilo de vida no Blog do Mílton Jung

Mundo Corporativo: A arte do marketing

 

“Comunicação integrada é como sexo no colégio, todo mundo fala, poucos fazem e provavelmente quem está fazendo faz errado”. É assim, parafrasenado Peter Rosenwald, que o professor-doutor da Escola de Comunicação e Artes da USP Mitsutu Yanaze avalia o comportamento das empresas brasileiras a partir de pesquisa realizada em 50 grandes corporações de 12 segmentos da economia.

Entrevistado desse sábado do Mundo Corporativo, Yanaze explica que um dos maiores erros dessas empresas é que ainda atuam de forma hierarquizada e são incapazes de integrar os diferentes setores na estratégia de marketing.

Autor do livro “Gestão de Marketing – comunicação, avanços e aplicações”(Editora Saraiva), Yanaze explica que a empresa tem de entender seu potencial e do mercado ou segmento que quer atender e tomar decisões que equilibram esta relação. Logo no começo da nossa conversa, ele conta que é possível aplicar técnicas de marketing inclusive nas relações familiares – “sem banalizar esta relação”, ressalta.

O Mundo Corporativo é apresentado, ao vivo, no site da CBN, toda quarta-feira, às 11 da manhã, com participação dos ouvintes-internautas pelo Twitter @jornaldacbn e e-mail mundocorporativo@cbn.com.br. Aos sábados, você acompanha esta entrevista, a partir das 8 da manhã, no Jornal da CBN

Santos Futebol Clube paulistano

 

A Vila é a sede, Santos é a cidade. Desculpe-me, porém, torcida peixeira, mas temos de admitir que cada vez mais o tricampeão da Libertadores é um time paulistano. Ter decidido o mais importante título de sua história pós-Pelé no estádio municipal do Pacaembu não é mero acaso.

Das oito conquistas neste milênio, apenas duas foram em casa e ambas pelo Paulistinha que não costuma mesmo ser muito exigente nem levar tanta gente assim para a arquibancada. Em quatro delas, a festa foi na capital como na noite desta quarta-feira em que quase 37 mil torcedores do Santos tomaram o Pacaembu e de lá saíram a comemorar um justo título pelas ruas da cidade.

Leia este texto completo no Blog Adote São Paulo, da revista Época SP