Cidadão quer lago recuperado no Horto Florestal

 

Lago do Horto Florestal Clique aqui e veja as imagens da série Parques da Cidade produzida pelo CBNSP

Onze quilômetros o separa do centro da cidade, distância que não deve ser empecilho para o paulistano deixar sua casa até área tão privilegiada quanto o Horto Florestal, na zona norte. No pé da Serra da Cantareira, com cerca de 174 hectares, boa estrutura para receber os visitante e dois lagos que merecem cuidado maior, o Horto foi cenário da última reportagem ao vivo da série sobre os parques da cidade, produzida pelo CBN SP desde a primeira semana de dezembro.

A sujeira e o mau cheiro dos lagos foram as principais reclamações dos frequentadores ouvidos pela repórter Fabiana Novello que esteve lá durante toda a manhã desta terça-feira.


Ouça a opinião do público sobre o Horto Florestal

Fabiana, também, conversou com a administração do local para saber quais ações que estão sendo adotadas pelo Estado para atender a demanda dos visitantes. De acordo com o coordenador de educação ambiental Reinaldo Moreira a expectativa é pela parceria com a iniciativa privada para efetuar a limpeza do lago.

Ouça o que disse o representante do Horto Florestal

De semente


Por Maria Lucia Solla

Zeus at Versailles

Ouça De Semente na voz e sonorizado pela autora

Estamos muito afastados do divino, e é urgente que esse elo seja restabelecido. Eu não saberia dizer como nem quando começamos a nos afastar, mas tenho pistas do afastamento, e pistas da reaproximação.

Para começar, há muito ignoramos os mitos; a ponto de lançarmos olhares enviesados, quando alguém fala de Afrodite, Atena, Cronos ou Hermes. Desprezamos o passado como se fosse bagaço, sem perceber que é na estrada esculpida por ele que eu e você caminhamos aos tropeços, por não conhecer seu traçado.

Atena é intelectual; mais cabeça do que corpo. Afrodite, ou Vênus, tem o cetro do amor e da beleza, enquanto Apolo é um deus artista que se guia pela intuição. Só para dar uma provinha do que é o Panteão.

Deletamos os deuses e usurpamos seus atributos, como crianças mimadas que roubam o Ferrari do papai e se esborracham na primeira curva. Substituímos os deuses que nos serviam de bússola, por máquinas e outras traquitanas.

Conhecendo deuses, seus mitos, suas histórias encontramos as pistas que procuramos para compreender os nossos homens, e eles podem entender a que viemos, nós as mulheres, se conhecerem um pouco das deusas.

A mulher esqueceu que representa a vida, para onde ela traz o homem, e quer ser reconhecida por algo que nem mesmo sabe o que é. Assim segue cambaleando, batendo a cabeça, feito galinha-sem-cabeça zanzando pelo terreiro, antes de mergulhar na panela. Segue sem decidir se se orgulha de ser o que é ou se quer parecer ser o que não é.

Os povos que nos precederam criaram mitos e os presentearam de geração em geração, como mantras, como oração; e nós, com toda a modernidade, esquecidos do Paraíso, em vez de abraçarmos uns aos outros, espalhamos pela Terra incompreensão e ganância, desde a mais tenra idade. Sonegamos amor; e amor é como água, se não deságua inunda, e se inunda mata.

Ah, Zeus, pai de deuses e homens, aí do teu trono no Olimpo, olha por nós que nos colocamos assim, de próprio desejo, em total abandono.

Ah, Cronos, deus do tempo e da responsabilidade, faz que percebamos da vida a finalidade.

Netuno senhor dos mares, faz que entendamos que a turbulência é só na superfície; nas profundezas de mares e amares há mais beleza que tristeza.

Somos universos em miniatura; contemos tudo, o universo inteiro, o mesmo celeiro que encontraríamos, se tivéssemos acesso aos universos fora de nós.

e na chegada do natal

agradeço pela vida

pelas vidas que gerei

pelas geradas por elas

e por todas as que fisicamente

não conhecerei

as vidas que geraram a minha

quero também agradecer

pelo que desde o início dos tempos

me permitiram perceber

Παν = todo – θεοσ =deus – Pan + Téos = Panteão.

Maria Lucia Solla é terapeuta, professora de língua estrangeira e realiza curso de comunicação e expressão. Aos domingos escreve no Blog do Mílton Jung

A moda muda as pessoas…

 

Por Dora Estevam

… ou as pessoas mudam a moda. Isso é normal, durante as fases da vida vamos lapidando o nosso jeito de ser e, consequentemente, o de vestir. Como não estamos sendo fotografados todos os dias nem nos vemos em revistas com frequencia não percebemos esta diferença com facilidade. As vezes nos damos conta quando encontramos um amigo e este comenta a aparência diferente. Pode ser um cabelo que cresceu ou que caiu, uma aumentada na silhueta, um estilo de roupa que antes não usava.

Veja o exemplo da artista Kelly Osbourne. Quando ela apareceu na mídia ,cerca de 10 anos, era uma garotinha punk que cativou o público da MTV com sua atitude atrevida e rebelde. Hoje, o radar continua ligado na garota, mas o motivo é totalmente diferente: o estilo pessoal. A moça trocou o negrito do punk por coleções mais elegantes, incluindo terninhos e vestidos, e uma coleção de sapatos exclusivos. Com tudo isso, ficou reconhecida no mundo da moda, também.

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Outra atriz que se transforma da tela para a vida pessoal é Jéssica Alba. Impossível não se encantar com o jeito meigo de Alba. A moça é cativante, todos os papéis dela na tela são adoráveis. Embaixadora da Revlon (produtos de beleza) por cinco anos, a atriz de primeira linha é aficcionada por produtos de beleza. Sem contar que o guarda-roupa da moça é considerado bem avaliado.

Com uma carreira ininterrupta Alba tem a possibilidade de variar bem as personalidades. Segundo os editores, a moça leva a sério esta questão de moda.

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Vejam como são as coisas, enquanto os vestidos de lantejoulas brilham nas araras, neste fim de ano, como pacotão de férias, o modelo mais cobiçado durante anos está sendo preparado para a proxima estação: o velho e elegante terninho.

Ele reaparece num estilo mais feminino, com aberturas especiais, cortes diferenciados. De qualquer forma, é impossivel separar o terno do criador, Yves Saint Laurent, criador e pioneiro na década de 1966, do ícone Le Smoking.

Não importa o estilo ou o corte ou os detalhes do terno, o interessante é que a brincadeira de androginia voltou: use e abuse das novas silhuetas. E não tem como negar que o terno é uma altrnativa perfeita para os cocktails e eventos sazonais.

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Dora Estevam é jornalista e escreve aos sábados no Blog do Mílton Jung

CBN SP no Parque da Aclimação

 

Foi jardim, teve zoológico, esteve ocupado, mas, atualmente, é reconhecido com um dos bons parques da cidade de São Paulo. Refiro-me ao Aclimação, na região central, que está sob o controle da prefeitura desde 1939, e apenas não foi “tomado” de maneira ilegal porque um grupo de cidadãos se mobilizou para que o local fosse tombado pelo patrimônio histórico.

O Parque da Aclimação receberá a visita da Cátia Toffoletto, nesta terça-feira, se não chover, na série de reportagens, ao vivo, que vem sendo realizada há três semanas. O local foi sugerido por ouvintes-internautas convidados a apontar parques e praças da cidade de São Paulo que podem se transformar em opções de passeio durante as férias.

A Cátia Toffoletto em parceria com ouvintes-internautas também prepara um álbum de fotos dos parques que visitou e as reportagens estão reunidas em página especial no site da CBN. Mande seu material para milton@cbn.com.br ou converse sobre o tema pelo Twitter da Fabíola Cidral

De Mente

 

Por Maria Lucia Solla



Ouça “De Mente” na voz e sonorizado pela autora

Ah! quanta coisa a gente não aprende na escola; e nem em casa. E quanta falta isso faz.

Os reencarnacionistas dizem que, no momento do nascimento, um dispositivo zera a memória que trazemos de outras vidas. Talvez por isso choramos. Aí aprendemos que chorando, gritando e esperneando chamamos atenção; e abrimos o berreiro por tudo e por nada, para testar o exercício e a reação da turma em volta. Isso quer dizer que nossa mente concreta, a que conhecemos mal e mal, chega com sistema operacional instalado e é só. Dalí para frente é um instalar arquivos e aplicativos que não tem mais fim; o nó é quando se quer desinstalar alguma coisa. Dá uma trabalheira danada, e continuamos chorando, segundo o estilo de cada um. Os arquivos instalados viram crenças, que passam a agir, independentes do que chamamos de vontade, a memória do ruim vira trauma, do bom vira vício e se bobear, a vida vira um suplício.

O bombástico é que, por volta dos 7 anos, nossa personalidade se cristaliza, a responsabilidade dos que nos acolhem é fatal. Mas, nem tudo está perdido ou ganho. Há sempre luz no fundo do túnel, seja você gênio ou tacanho.

Lembra da Lei da Atração que andou na moda? Como tudo na vida, no ritmo da onda do mar, teve seu momento de glória e caiu no esquecimento. Quem é que fala hoje do filme O Segredo? O Segredo veio nos lembrar de que juntamos um pensamento daqui e outro dali e criamos ideias, e são essas ideias que assumem o comando e acabam regendo a nossa vida. Ligamos o piloto automático, por preguiça, desinteresse ou ignorância e entregamos a direção dela a elas, sem nos darmos ao trabalho de separar o joio do trigo. A vida me fez assim e pronto.

Onde está então a tal da luz no fim do túnel? Dentro de você e dentro de mim, meu caro, e se o problema está na mente, a solução está nela coincidentemente.

Esquece o passado. O que passou, passou. Você pensou estes anos todos, sem se dar conta de que pensamentos são unidades de uma construção que resultou no que você é hoje. Ora, sei bem que a gente é mais do que isso; somos o que comemos, o que vemos, o que pensamos e o que dizemos, mas você há de convir que, de toda essa atividade, toda essa presepada, a de pensar ganha de goleada. A gente pensa muito mais e mais rápido do que fala, não consegue reportar em palavras tudo o que vê, mas consegue pensar o que vê e registrar tudo na mente, num zás-trás.

Então, vale a pena, além de arrumar e limpar o guarda-roupa, de arrumar e limpar a casa nos preparativos para o ano que vem chegando, dar-se uma oportunidade e encontrar um tempo para arrumar e limpar a mente das ideias e crenças que já não servem mais. Vale a pena, além de diminuir a gordura e a fritura, diminuir e eliminar o pensamento inútil e o nocivo que tornam nossa vida tão dura.

Então coragem! Fique esperto, não deixe que a mente te engane e que ela seja de você, o inimigo mais perto. Quando estiver pensando, participe do evento não deixe que seu pensamento seja movido pelo vento. Não permita que pensamento aleatório faça parte do teu repertório.

Escolha a dedo o pensamento que vai tua mente ocupar e me diga, depois, se diminuiu o teu sofrer e o teu chorar.

Faxina na mente, já! Afinal, quem é que manda nela?

Pense nisso, ou não, e até a semana que vem.

Maria Lucia Solla é terapeuta, professora de língua estrangeira e realiza curso de comunicação e expressão. Aos domingos, escreve no Blog do Mílton Jung

música: coming back to life – Pink Floyd
foto: A Persistência da Memória, de Salvador Dalì

Muito além do paletó e gravata

 

Por Dora Estevam

A questão não é só o nó da gravata.

Têm homens que amam gravatas, de todas as cores e padrões. Quando viajam compram centenas delas de várias marcas ou sem-marca, o importante é gostar e achar que aquela vai fazer a diferença.
 
Bom, com verão ou sem verão quem usa gravata obrigatoriamente e não pode evitá-las, acaba sempre encontrando um jeitinho de produzir o visual de maneira que a gravata não pese e, sim, que ela fique charmosa e irresistível aos olhares femininos.
 
Separei alguns modelos para vocês se inspirarem:

  
 
Mas também tem a turma dos sem-gravata. Eles não suportam as compridinhas, quando tem um casamento que pede o uso delas ficam numa frescura só, usam, mas logo fazem aquele charme de tirar na festa. Enfim, tem gosto pra tudo e para todos.
 
Como toda produção, sem gravata também é possível ficar charmoso e elegante com muita classe. Até que passa um ar de conquistador e despojado. Também separei alguns modelos para você ter ideia do que estão usando pelo mundo.

Ah, não pense que são modelos para revistas, são pessoas clicadas na rua. São os fotógrafos de streetstyle que adoram saber o que as pessoas normais usam no dia-a-dia.


  
Ah tá ! Ai você me diz, mas eu não gosto de gravata muito menos de paletó. O seu estilo é muito mais esportivo e descontraído. Sem problema. Também vale e muito, ainda mais no Brasil onde temos clima favorável para exibir corpos saudáveis e roupas coloridas.
 
Inspire-se:


 
Então, gostaram? Use a química do seu bom gosto com bom senso e a sua simpatia e arrase nestas festas.
 
Dora Estevam é jornalista e escreve sobre moda e estilo de vida no Blog do Mílton Jung

Painel pelos Direitos Humanos, no metrô da Luz

Com cerca de 22 metros quadrados, este painel instalado na estação de metrô da Luz, centro de São Paulo, leva a assinatura da franco-belga Françoise Schein. Com a parceria de jovens, ela chama atenção para os artigos da Declaração Universal dos Direitos Humanos dando seguimento a projeto que desenvolve há mais de dez anos. Lisboa, Paria e Bruxelas são outras cidades que abriram espaço em suas estações de metrô para trabalhos de Françoise Schein. Nesta sexta-feira, comemora-se o Dia Internacional dos Direitos Humanos.

Cátia visita o maior parque de São Paulo

 

Parque do CarmoA Cátia Toffoletto segue seu passeio pelos parques de São Paulo e nesta sexta-feira estará no Parque do Carmo, zona leste da capital. Com 1,5 milhão de metros quadrados,  está é uma rara área na região marcada por enorme aglomerado urbano e pouco verde. O Carmo, inaugurado em setembro de 1976, é o maior parque da cidade e mantém algumas peculiaridades como o bosque de cerejeiras mantido pela comunidade japonesa.

Em texto enviado ao blog, a Cátia lembra:

A área do Parque, pertencia à fazenda de propriedade de Oscar Americano de Caldas Filho,  um engenheiro de construção civil que loteou e vendeu parte da propriedade, na metade do século passado. No local, passava os finais de semana.  Oscar Americano faleceu em 1974 e anos depois, sem muitos interesses por esta fazenda, seus herdeiros resolveram vendê-la. Uma parte ficou com a Prefeitura e outra (a maior) ficou com a COHAB.

Você participa desta série sugerindo o nome de locais que a Cátia pode visitar na cidade de São Paulo nos próximos dias. Mande sua opinião para fabiola.cidral@cbn.com.br e não deixe de acrescentar informações e personagens que podem colaborar com a reportagem, ao vivo, na CBN. Se você tiver fotografias envie para nós para fazer parte do álbum digital do CBN SP no Flickr.

CBN SP estará no Parque do Povo, nesta terça-feira

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Distante, sim. Nunca afastado. Por isso, sei que nesta terça-feira, a Cátia Toffoletto mostrará aos ouvintes do CBN São Paulo a estrutura à disposição no Parque do Povo, área verde bem ao lado da Ponte Cidade Jardim e Marginal Pinheiros, na zona sul da capital. Este será o terceiro local visitado por ela na séria “Parques de São Paulo” que se iniciou semana passada.

Resultado de intensa luta do paulistano, o parque foi reintegrado à cidade em 2008, pois durante décadas esteve ocupado de forma ilegal por grupos particulares que exploravam a área. Ironicamente, sua recuperação ocorreu graças a iniciativa privada que para explorar a construção de prédio nas redondezas foi obrigada a investir na construção do Parque do Povo.

No quadro de imagens acima, além de fotografias feitas pela Cátia Toffoletto você verá imagens enviadas por ouvintes-internautas dos parques da Água Branca, da Luz e do Povo. A escolha do local visitado pela reportagem da CBN também tem a participação do público que envia suas sugestões para nós por e-mail ou as deixa registrada no blog.

Como estou de férias, sugiro que o seu material com nome do parque, histórias ou personagens interessantes seja enviado para fabíola.cidral@cbn.com.br.

De submundo

 

Por Maria Lucia Solla


Ouça De Submundo na voz da autora

dinheiro refrigerante
entorpecente cigarro
café anfetamina
o último modelo do carro

sexo cocaína
agrotóxico maconha
álcool açucar
antidepressivo ansiolítico
crack heroína
extasy computador
chiclete morfina

remédio para emagrecer
para dormir
acordar transcender

droga
mais ou menos aceita
época vai
sociedade vem
delas não escapa ninguém

Ela vem, se instala, deixa um pouco disso leva um pouco daquilo, como a rede jogada no mar; como tudo na vida.

O dinheiro, por exemplo, é droga, mas não se faz plebiscito para decidir sobre o futuro dele; para saber quem é contra e quem é a favor. Não se cria comissão especial para criminalizar ou descriminalizar o dinheiro e, mesmo assim, é a droga que mais mata! Mata-se por ele e morre-se por ele todo dia, a cada minuto.

E é nessa falta de rumo, em meio ao que pode e o que não pode, que deixamos de reconhecer nossa verdade e criamos um submundo que possa viver por nós a face escura da vida. É nesse submundo que droga e crime florescem. Nós criamos, armamos e sustentamos o submundo, e gastamos o que sobrou blindando carros, trancando a casa, com medo do homem que nos lembra quem somos.

o que te tira o sono
não é o vasto mundo
mas o código diverso
do teu e do meu universo
que povoa o submundo

Nasce de nossa determinação sobre o que pode e o que não pode, a bandidagem. O proibido atrai, gera lucro atrelado ao risco, para o lerdo e para o corisco.

Insistindo em controlar e manipular, em manter o dedo acusador apontado, para mudar o mundo do lado de fora, não chegaremos a lugar nenhum. O mundo externo é reflexo do mundo interno. É difícil de entender, mas é a realidade. O que vemos fora é a foto holográfica do que carregamos em nós.

No início do século passado, o governo norte-americano proibiu o álcool através de uma emenda em sua constituição, a XVIII, o que atraiu e alimentou a Máfia. Quando percebeu a besteira que fez, desproibiu a proibição, arrancou o poder das garras do crime e sacramentou o fato na XXI emenda. Coisa de gente grande.

Cada proibição determina o ouro da vez, e criam-se exércitos para proteger a decisão tomada, não para proteger o homem. Não custa lembrar que a maneira mais rápida e eficaz de perder é agarrar; tentar controlar.

Pense nisso, ou não, e até a semana que vem.

Maria Lucia Solla é terapeuta, professora de língua estrangeira e realiza curso de comunicação e expressão. Aos domingos, escreve no Blog do Mílton Jung