O que você está vestindo?

 

Por Dora Estevam

 

Esta é uma pergunta comum entre as repórteres e fotógrafos de street style. Eles passam o dia perguntando para as pessoas o que elas vestem, como se sentem, quais as marcas prediletas, no que se referem ao compor o look. Enfim, é muito legal e curioso ver os diversos estilos e composições das pessoas, sejam elas do ambiente da moda ou não. Aliás, até quem não está propriamente relacionado com a moda gosta do assunto, tem uma preocupação em estar vestido adequadamente e passar a imagem desejada. Hoje, eu vou mostrar um vídeo e algumas fotos de profissionais que trabalharam na semana de moda de Nova Iorque. As entrevistas aconteceram do lado de fora do evento, na rua mesmo, a diversão está em ver como as pessoas inventam moda.

 

Vem dar uma espiada neste primeiro vídeo da Glamour fashion.

 

 

Outro fotógrafo que consegue captar a atmosfera da moda de rua é Tommy Tom, veja as fotos clicadas durante a Fashion Week NY.

 

 

E já que estamos no clima “do que achou” … vamos dar um pulinho lá dentro do evento e assistir à entrevista do repórter de moda Tim Blanks, da Style.com. Ele entrevistou várias editoras e editores de moda, que avaliaram as coleções. Em resumo, pessoas que sentam na primeira fila do show.

 

 

Agora um pouco da passarela. Vamos assistir a alguns desfiles da semana de moda de NY, na qual o verão 2013 foi a sensação. Pelos olhos da francesa, escritora e fotógrafa de moda Garance Dorè vamos assistir ao desfile da marca Proenza Shouler. As roupas e as produções estão maravilhosas.

 

 

Definitivamente, espetáculo é com a moda. Veja este desfile incrível da marca Anna Sui no qual o colorido e as produções artísticas reinaram. Moda para quem quer ser diferente.

 

 

Para as leitoras mais básicas que gostam do estilo casual (eu) o desfile e a entrevista com a ex-Spice Girl Victoria Beckham. Ela explica a coleção ao som de Oblivion, Grimes.

 

 

Para as leitoras que adoram novidades, os bastidores da marca Tory Burcher, ao fundo o som Bongo Bongo, Manu Chao.

 

 

Coleções super femininas, estilistas importantes, muita moda, tudo para você escolher a sua produção favorita e sair pelas ruas bem à vontade. Agora me fala, qual destes desfiles você gostou mais, ou se viu em outro site, escreva nos dizendo qual a sua marca predileta.

 

Um bom fim de semana

 


Dora Estevam é jornalista e escreve sobre moda e estilo de vida, aos sábados, no Blog do Mílton Jung

Foto-ouvinte: ciclista pega carona em ônibus

 

Carona no ônibus

 

Foto e recado de Devanir Amâncio, da ONG Educa São Paulo:

 

Na Avenida Dona Belmira Marin, zona Sul de São Paulo, é comum ciclista pegar rabeira nos ônibus.
“Em ônibus lotação, na falta de apoio, bicicleteiros seguram na placa do veículo chegando a arrancá-la, e quando são advertidos proferem xingamentos, diz Antonio Quintino Soares, motorista de um micro ônibus da Linha Terminal Grajaú-Jardim Lucélia. No morro do S – na Estrada de Itapecerica, região do Capão Redondo, na zona Sul, e Avenida da Barreira Grande, zona Leste, ciclistas também se agarram à traseira de ônibus e caminhões. Antonio Quintino pergunta a quem cabe fiscalizar os ciclistas irresponsáveis.

Coisas de Paraty…

 

Por Julio Tannus

 

Paraty RJ

 

Comecei a viver estudando e acabei estudando para viver.
Dois olhos, duas orelhas, duas narinas. Quer dizer que é mais prudente ver e ouvir do que falar.
Bons conselhos sem bons exemplos é costurar sem linha.
Quem busca um amigo sem defeito, fica sem amigo.
Se a ferradura fosse sorte, o burro não puxaria carroça.
Se o corpo nada no prazer, a consciência morre afogada.
Não há medicina que cure a dor de uma saudade.
Agir sem pensar é como atirar sem fazer pontaria.
Quem bate para ensinar, está ensinando a bater.
Se você sacode uma árvore, fique por perto para colher os frutos.
Na árvore, se não houver frutos, valeu a beleza das flores. Se não houver flores, valeu a sombra das folhas. Se não houver folhas, valeu a intenção da semente.
Quando a sonhar me vejo na cidade. E bebo a tarde e sinto a madrugada. E a noite de janeiro é só luar. É sol e mar, praia e serenata. São pedras ladrilhando a rua. O mar passa solitário na calçada, espelhando a lua cheia nas beiras e nas calçadas. Como é bom amar aqui, na praça, no caís, nas praias. Tudo isso é Paraty!

 


Julio Tannus é consultor em Estudos e Pesquisa Aplicada e co-autor do livro “Teoria e Prática da Pesquisa Aplicada” (Editora Elsevier). Às terças-feiras, esrceve no Blog do Mílton Jung

Foto-ouvinte: arquitetura moderna

 

Favela-prédio

 

A arquitetura do prédio popular chamou atenção de um dos ouvintes-internautas do Jornal da CBN quando andava pelas ruas de São Paulo. Infelizmente, por um erro qualquer deste que publica a foto, não tenho o nome do autor nem do local onde a imagem foi feita. Apesar disso, não me contive e divulgo a fotogografia dada a curiosa engenharia usada que sustenta andar sobre andar. Se você souber onde é este local ou se o autor da foto passar por aqui, por favor, deixe a informação nos comentários abaixo.

Entidades pedem ônibus de graça no Dia Sem Carro

 

Este texto foi publicado originalmente no Blog Adote São Paulo, da revista Época São Paulo

 

Cruzamento insano

 

A imagem do prefeito Gilberto Kassab (PSD) está cada vez mais complicada diante do paulistano. Desde que passou a se dedicar a montagem de seu partido e deixou a administração da cidade em segundo plano, a opinião pública tem rejeitado o governo dele. Kassab apostava no início da campanha eleitoral quando esperava que o candidato da situação José Serra (PSDB) defendesse a administração dele, mas a prioridade do tucano tem sido outra com a queda nos índices de intenção de voto. O prefeito não aparece na propaganda do PSDB, não tem seu nome defendido pelos candidatos a vereador pelo PSD e somente é citado pelos oposicionistas com críticas. Resultado: pesquisa do Instituto Datafolha, divulgada nesta semana, mostra que quase metade (48%) dos entrevistados consideraram o governo dele péssimo e ruim, uma marca para entrar na história.

 

Com esse cenário negativo, bem que o prefeito Kassab poderia aceitar a proposta feita pela Rede Nossa São Paulo para, ao menos, ganhar alguma simpatia do paulistano. A entidade e mais 33 organizações da sociedade civil entregaram ofício na Prefeitura de São Paulo pedindo que o acesso a ônibus, metrô, trens e trólebus seja de graça durante todo o dia 22 de setembro, um sábado, quando se comemora o Dia Mundial Sem Carro. A intenção do movimento é reforçar a realização de campanhas e programas para ganhar adeptos ao não uso de carros. Conforme a organização, o acesso gratuito ao transporte público oferecece ao cidadão “uma experiência fundamental de valorização da mobilidade inclusiva, democrática e de menor impacto ambiental, além de atender à Política Nacional de Mobilidade Urbana (estabelecida pela Lei 12.587/2012), sancionada no início do ano, que prioriza o transporte público coletivo e não motorizado.”

 

O prefeito Gilberto Kassab ainda não respodeu aos pedidos e, pelas experiências dos anos anteriores, vai desperdiçar também esta oportunidade de melhorar sua imagem diante do cidadão.

 

Já você que me acompanha neste post terá à disposição uma série de outras ações que marcarão a Semana Nacional de Mobilidade, que se realizará entre 16 e 22 de setembro. Veja aqui a programação completa.

 

A seguir, reproduzo algumas das demandas dos movimentos que estão unidos com o intuito de transformarem a cidade de São Paulo a partir de medidas na área de mobilidade. Estas reivindicações fazem parte do Plano Municipal de Mobilidade e Transportes Sustentáveis para a Cidade que deve incorporar diretrizes estratégicas e necessárias para garantir o acesso à cidade para todos os cidadãos, tais como:

 

– Prioridade ao transporte público, com ampliação da rede de metrô e implantação nas principais vias da cidade de corredores expressos de ônibus que possibilitem a ultrapassagem;

 

– A adequação das calçadas aos pedestres, cadeirantes e a todos os que nelas circulam. A Secretaria Municipal de Transporte poderia instituir um departamento para construir e fiscalizar as calçadas;

 

– A criação de um plano de 500 quilômetros de ciclovias, somados a redes complementares nas 31 subprefeituras, e a integração delas com o transporte público;

 

– O adensamento populacional nas áreas centrais da cidade, que possuem melhor infraestrutura, e estímulo à descentralização de serviços e atividades para os bairros e subprefeituras da cidade – as duas medidas em integração com as políticas de habitação;

 

– O estabelecimento de metas para cumprir o plano e um programa de educação sobre mobilidade com o objetivo de mudar o comportamento de motoristas, pedestres e ciclistas;

 

– Participação popular na execução do plano, com a eleição e o funcionamento do Conselho Municipal de Transportes, bem como a criação de uma comissão de acompanhamento das medidas.

 

Playlist para um feriado prolongado

 

Por Dora Estevam

 

Usei como referência alguns playlists tocados em desfiles e eventos de moda. A escolha, na maioria das vezes, é feita conforme o estilo da marca: praia, moda feminina, masculina, clássica ou jovem. Note nos vídeos da Jennifer Lopez e do Justin Bieber os cenários e os figurinos, são totalmente ligados a moda. Mais que moda, é o show que permite estas extravagâncias. Na verdade, quando assistimos a um clipe esperamos sempre este cenário com todo o colorido, jogo de luzes, coreografias incríveis, e, é claro, a música boa, não é?

 

Vamos lá, é só apertar o play e se divertir.

 

 

 

 

 

 


Dora Estevam é jornalista e escreve sobre moda e estilo de vida, aos sábados, no Blog do Mílton Jung

Mudar é preciso!

 

Por Julio Tannus

 

O parlamento brasileiro é débil desde o Império, onde o monarca nomeia os senadores e dissolve a Câmara quando lhe convém. Vinda a República, o presidente Marechal Deodoro da Fonseca decreta em 3/11/1891 o fechamento do Congresso, não efetivado porque o governo cai em seguida. A República Velha mantém o legislativo aberto, mas degrada-o com as degolas que manipulam sua composição. Após a Revolução de 30 o Brasil fica três anos sem Congresso, volta a tê-lo por outros quatro e passa mais oito sem ele. A República de 45 em certa medida fortalece o legislativo. Mas o regime de 64 submete-o aos piores vexames, do simulacro de eleição de Castelo Branco ao Pacote de Abril, passando pelo Al-5.

 

Os partidos políticos refletem essa debilidade, a vida democrática precária, intermitente ou inexistente, e certo pragmatismo da elite governante, avesso a engajamentos ideológicos ou programáticos. O sistema partidário brasileiro é frágil e instável inclusive em confronto com outros países latino-americanos.

 

Assim, é preciso urgentemente mudar o conceito e a prática da administração pública e legislação no Brasil. É preciso privilegiar os interesses da população em detrimento de interesses dos setores econômicos e comerciais.

 

E temos uma infinidade de casos contabilizados. Dois exemplos:

 

O jornal Folha de S. Paulo, em sua edição de 31/08/2012, retrata essa situação através de um caso pontual: “Quase três anos após ter sido suspensa pela Justiça, a obra da Calçada da Fama, na Rua Canuto do Val, em Santa Cecília (zona oeste de São Paulo), foi retomada. O projeto vai ser feito exatamente como foi idealizado pela empresária Lilian Gonçalves, apesar da contestação dos vizinhos desde 2009”.

 

Em uma reunião sobre a reforma do Plano Diretor da cidade, coordenada pela Prefeitura, há alguns anos, presenciamos uma cena inédita: descobriu-se que alguns participantes tinham recebido dinheiro de segmentos empresariais interessados, para que votassem de acordo com seus interesses. Houve tumulto e a reunião teve que ser interrompida.

 

Julio Tannus é consultor em Estudos e Pesquisa Aplicada, co-autor do livro “Teoria e Prática da Pesquisa Aplicada” (Editora Elsevier) escreve no Blog do Mílton Jung à terças-feiras.

A maquiagem nossa de cada dia

 

Por Dora Estevam

 

O make está cada vez mais próximo da nossa realidade. O que antes era possível somente em salões de beleza, hoje fazemos em casa e em lugares nunca antes imaginados. Por exemplo, quando que você iria parar em uma loja de shopping e se entregar a uma maquiadora desconhecida? Ou, caso tivesse um casamento, arriscaria fazer uma maquiagem com as próprias mãos? Pouquíssimas e raras meninas. Eu já fiz um post aqui neste blog falando das tendências de maquiagens caseiras e dos tutoriais que levam as pessoas a loucura em busca dos produtos que prometem deixar as mulheres ainda mais charmosas. Para aprovaitar a experiência fomos, eu e mais duas amigas, com horário marcado, à loja da Eudora, no Shopping Eldorado, em São Paulo. A novidade agradou de cara. Uma das minhas amigas não tinha o hábito de se maquiar para as atividades diárias, o que foi bem legal porque ela se inspirou e viu que é muito fácil aplicar um produto no rosto e nos olhos. Além das compras para compor uma bolsa de “primeiros-socorros” (rímel, batom, base). A outra amiga se deliciou, pois já gostava de se maquiar e, neste caso, foi para se atualizar (e ficar ainda mais bonita). Eu fiz algumas fotos das meninas e vou mostrar pra vocês:

 

 

Outra ideia interessante são os improvisos feitos pelos próprios profissionais. Esta semana, a editora de maquiagem da Vogue, Victoria Ceridono, postou no blog dela uma sessão especial de make com o Hair Dressing Marcos Proença. Ele atualmente corta e faz penteados. Você já deve tê-lo visto em revistas com muitas celebridades. Victoria conta que Proença começou a carreira como maquiador, daí ele se inspirou e fez um make maravilhoso nela. O legal de tudo isso foi a delicadeza e a inspiração do profissional, ele usou todas as referências para compor um rosto incrível na amiga. Aperte o play para ver o resultado do material que ela gravou lá no salão com ele. Anote no caderninho as dicas e truques que valem para sempre.

 

 

Voltando a questão do make diário, achei legal mostrar esta foto que fiz com a maquiadora Bel Lücher. Ela propôs um gatinho bem delineado, bem marcado. Eu fiz durante o dia e nada me impediu de seguir para todos os compromissos com o rosto maquiado, ficou lindo e fez muito sucesso. Quem me segue no Instagram e no Facebook já deve ter visto a foto.

 

 

E para fechar o nosso post, quero que você veja algumas fotos de modelos que desfilaram tendências de maquiagem para esta temporada. São makes básicos e aparentemente fáceis de fazer. Puramente inspiração.

 

 

Se você quiser outras dicas de lojas que fazem make, escreva aqui no blog, vou adorar repassar os contatos.

 


Dora Estevam é jornalista e escreve sobre moda, aos sábados, no Blog do Mílton Jung

Foto-ouvinte: leito carroçavel da Beneficência

 

 

O conterrâneo Francisco Carlos tem um traço raro e me oferece a imagem de uma Porto Alegre antiga, dos anos de 1930, que tem no destaque o prédio do Hospital Beneficência Portuguesa. “O que me chama atenção nessa época é a altura do passeio, para facilitar a descarga das carroças…”, escreveu (estaria aí a origem do termo leito carroçável?). Muitos anos depois este seria um trecho pelo qual passei com muita frequência a caminho do Colégio Nossa Senhora do Rosário, no bairro da Independência. As carroças de passeio e carga já não existiam, as calçadas eram mais baixas e a avenida tomada pelos carros. Mas os traços do prédio permaneciam por lá.

Publicidade infantil: “peça pra mamãe comprar ..”, não pode

 

Por Julio Tannus

 

Há algum tempo atrás, fazendo uma pesquisa sobre telejornalismo, a pedido de uma rede de televisão brasileira, um garoto de 10 anos fez o seguinte comentário: “adoro violência, não perco um jornal da TV…” De imediato vê-se que a TV, com todos os seus conteúdos, inclusive publicitários, é absolutamente influenciadora do público infantil.

 

Não é para menos que o Código de Defesa do Consumidor proíbe a propaganda infantil dirigida diretamente a crianças.

 

A aprovação do projeto de lei que proíbe a propaganda infantil pela Comissão de Defesa do Consumidor da Câmara dos Deputados reacendeu a discussão em torno do tema. O Projeto de Lei 5.921 tramita na Casa desde 2001 e foi aprovado pela comissão no mês passado. A medida determina: “fica proibida qualquer tipo de publicidade, especialmente as veiculadas por rádio, televisão e internet, de produtos ou serviços dirigidos à criança, no horário compreendido entre 7 (sete) e 21 (vinte e uma) horas”.

 A dose diária de propagandas às quais as crianças estão submetidas é grande. Segundo o Instituto Brasileiro de Opinião e Pesquisa (Ibope), até os 11 anos, meninos e meninas assistem à cerca de 5 horas de televisão por dia, em média. E é justamente nos horários dos programas infantis que as propagandas para esse público mais aparecem.

 



Efeitos da propaganda.

 

Para especialistas, as crianças ainda não estão preparadas para lidar com o apelo gerado pela publicidade. “A criança não tem a capacidade de discernimento com o juízo crítico que o adulto tem. Se o adulto já é seduzido pelas propagandas, imagine a criança? A percepção delas vai sempre pelo lado emocional, e não costuma passar pelo racional, onde está o juízo crítico” enfatiza a psicóloga e psicanalista especialista em atendimento infantil Paula Ramos, da Escola Brasileira de Psicanálise.

 

E que o CONAR (Conselho de Auto-Regulamentação Publicitária) preceitua?:

 

• a publicidade deve ser um fator coadjuvante aos esforços de pais, educadores, autoridades e da comunidade na formação de crianças e adolescentes, contribuindo para o desenvolvimento positivo das relações entre pais e filhos, alunos e professores, e demais relacionamentos que envolvam o público-alvo.

• Não deve usar mais o apelo imperativo de consumo dirigido diretamente a crianças e adolescentes “Peça pra mamãe comprar…”.

• Não deve usar crianças e adolescentes como modelos para vocalizar apelo direto, recomendação ou sugestão de uso ou consumo por outros menores “Faça como eu, use…”.

• O planejamento de mídia deve refletir as restrições técnicas e eticamente recomendáveis, buscando-se o máximo de adequação à mídia escolhida.

 


Julio Tannus é consultor em Estudos e Pesquisa Aplicada e co-autor do livro “Teoria e Prática da Pesquisa Aplicada” (Editora Elsevier). Às terças-feiras, escreve no Blog do Mílton Jung