Hotéis temem perder dinheiro sem Copa em SP

 

Os empresários do setor de hotéis em São Paulo estão preocupados com a possibilidade de a cidade ficar fora da Copa do Mundo 2014 ou perder a oportunidade de sediar o jogo de abertura do Mundial. De olho no dinheiro que o segmento poderia arrecadar, o presidente da Associação Brasileira da Indústria de Hotéis do Estado de São Paulo, Maurício Bernardino, alertou que para a partida inaugural se prevê a presença de cerca de 20 mil pessoas entre jornalistas estrangeiros, delegações esportivas e dirigentes convidados da Fifa, sem contar os torcedores que se fariam presentes.

“É preciso informar os desavisados sobre o dinheiro que será deixado aqui pelo turista. Imaginem sete diárias de hotel para 500 mil pessoas, público estimado do evento”, disse Bernardino, logo após encontro da Câmara Temática da Copa 2014, realizada nesta terça-feira, na capital.

Ele criticou quem estimula o cidadão a pensar que a construção de um estádio desviaria recursos das áreas de saúde, habitação e educação: “se a população continuar a pensar apenas este lado da questão, perderá a verdadeira noção que o legado de uma Copa do Mundo ou grande evento pode trazer para uma cidade”.

Para o empresário e representante da indústria de hotéis, “é inconcebível pensar em uma Copa do Mundo no País sem considerar a cidade como uma das sedes”. Cita, por exemplo, o fato de que São Paulo tem cerca de 45 mil quartos para hospedagem, uma quantidade enorme de restaurantes, bares, casas de espetáculos e outros equipamentos para atender turistas. Acrescenta à lista, 18 roteiros “interessantes” que estariam a uma distância de até 100km da cidade.


“Só posso dizer que sem hotéis não há turismo e sem São Paulo a Copa é impossível”, conclui.

“Seguradoras estão mal informadas”, diz gerente do Rodoanel

 

A polêmica sobre o roubo de cargas no trecho sul do Rodoanel Mário Covas, em São Paulo, levou a Dersa atacar as operadoras de seguro que se negam a permitir que caminhões de carga utilizem o acesso para o litoral paulista. O gerente de operações Paschoal Vargas Sobrinho disse que as seguradoras estão mal informadas, e não entende a restrição imposta, pois não teria havido nenhum roubo desde o início das operações, em 1º de abril.

Apesar de confirmar a existência de pontos em que não há sinal de telefonia celular, o que dificulta o monitoramento dos caminhões de carga, Paschoal Sobrinho diz que o trecho sul do Rodoanel é bastante seguro em função das característica da rodovia. “Não existem rotas de fuga”, explicou o gerente.

Quando a crítica de que os caminhões estariam preferindo seguir por dentro de São Paulo em lugar de usar o trecho sul do Rodoanel, Paschoal Sobrinho disse que também não se confirma. Atualmente, 70 mil veículos passariam por dia pela rodovia, aumento de 5% em relação há três meses.

Seguros ‘proíbem’ caminhões de andar no Rodoanel Sul

Para saber o que dizem as operadoras de seguro e os transportadores de carga, acesse os links a seguir:

Sem números, seguradoras insistem em restrição ao Rodoanel

São Paulo é refém dos perueiros

 

A prorrogação dos contratos dos 6 mil perueiros até 2013, decidida pelo prefeito Gilberto Kassab, demonstra que a cidade ainda é refém das cooperativas que transportam mais de meio milhão de passageiros, por mês. Toda vez que a administração municipal pensa em reorganizar o sistema de transporte coletivo é pressionada por grupos que exploram, econômica e politicamente, os proprietários de vans.

A nova licitação que deveria ser realizada neste ano mudaria parte da estrutura de transporte de passageiros seja por ônibus seja por vans. Atualmente, linhas se sobrepõem, há excessos de veículos atendendo alguns corredores e carência em outras regiões. Empresas de ônibus e cooperativas não rodam em parceria, são adversários a disputar o mesmo segmento, na maioria das vezes de forma predatória que prejudica diretamente o passageiro.

Haveria necessidade, por exemplo, de se tirar as vans dos corredores e faixas exclusivas de ônibus e colocá-las a trabalhar como alimentadoras deste sistema, além de restringir o acesso às regiões mais centrais. Isto, porém, mexeria com o faturamento das cooperativas que exploram os cooperados/motoristas.

O doutor em Planejamento de Transportes e Logística pela Universidade de Illinois Paulo Resende disse, em entrevista ao CBN São Paulo, que as cooperativas faturam com a indisciplina que impera no setor. Ele reclamou que a cidade não tem uma gestão integrada de transporte nem plano de mobilidade estabelecido.

Ouça a entrevista com o professor Paulo Resende, ao CBN SP

O CBN São Paulo tentou conversar com o novo secretário municipal dos Transportes Marcelo Cardinale mas a assessoria dele disse que “não tinha agenda” para a entrevista. Cardinale assumiu recentemente a pasta em substituição a Alexandre de Moraes, que era citado como supersecretário de Kassab, pois acumulava vários cargos na administração municipal, e teria sido demitido porque insistiu na ideia de abrir a licitação para a contratação de perueiros.

O jornal o Estado de São Paulo trouxe boas reportagens sobre o tema na sua edição de hoje que ajudam a entender a dificuldade do prefeito Gilberto Kassab em enfrentar o segmento.

Clique no link a seguir para ler um desses textos

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Cidade Limpa não vale para candidatos

 

Acostumado que está com o combate à poluição visual, o paulistano vai levar um susto assim que a campanha eleitoral esquentar. A lei Cidade Limpa não vale para os candidatos que podem, desde 6 de julho, pintar muros, pendurar faixas e banner, colocar cartazes e espalhar cavaletes por todos os lugares – ou quase todos.

Por fazer parte de lei federal, as regras que restringem a propaganda eleitoral se sobrepõem as que estão em vigor na capital paulista e tiraram das ruas boa parte da publicidade externa. A explicação é da assessora de comunicação Eliana Passarelli, do TRE-SP, em entrevista ao CBN SP.

A propaganda eleitoral pode, mas com restrições. Cartaz e banner não deve ter mais de 4m² e somente podem ser expostos em propriedade particular. O mesmo ocorre com pinturas em muros que são proibidas em área pública.
Não estaremos livres, porém, daqueles cavaletes com cartazes que ficam nas esquinas e praças, pois este tipo de propaganda é considerada móvel e está autorizada desde que permaneça no local apenas entre às 8 da manhã e às 10 da noite.

Ouça a entrevista com Eliana Passarelli, do TRE-SP.

Existem formas de coibir os abusos, denunciando no site do Tribunal Regional Eleitoral, em São Paulo, ou em qualquer outro Estado, pois as regras são nacionais. Além disso, o Ministério Público Federal também mantém um site para receber as denúncias de irregularidades. Veja outros canais na coluna No Ar, na coluna à direita, do Blog.

E lembre-se que se a Lei Cidade Limpa não vale para candidatos, vale, e muito, para os seus eleitores. Portanto …

Para conhecer o que está proibido na campanha de rua e o que está autorizado, acesse o link a seguir:

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“Em lugar de estádio, zerar creches”, diz Nossa São Paulo

 

O paulistano está consciente de que a cidade não pode entrar em uma aventura para sediar jogos e abertura da Copa 2014. A opinião é do coordenador geral do Movimento Nossa São Paulo, empresário Oded Grajew, que considera este comportamento um avanço importante da sociedade. Ele lembra que fosse há alguns anos estaríamos defendendo o Mundial a qualquer custo.

Para realizar quatro ou cinco jogos que se faça no Morumbi reformado, comentou. Sugere que em lugar de se colocar dinheiro público na construção de estádios, a prefeitura invista, por exemplo, nas metas com as quais se comprometeu através da criação da Agenda 2012.

“Em lugar de estádio, melhor zerar creches”, citou ao lembrar a promessa da prefeitura de atender 100% das crianças de até 3 anos cadastradas para vagas em creches municipais, até o fim da atual administração. Estariam faltando 40 mil vagas ainda.

Quanto aos investimentos que a capital paulista poderia obter em função da Copa, Oded Grajew entende que a cidade não teria prejuízos. Para ele, o dinheiro a ser aplicado em obras de infra-estrutura terá de vir independentemente dos eventos que São Paulo sediar. Ampliação de aeroportos, sistema de transporte melhor, crescimento dos serviços de saneamento e extensão das redes de comunicação são fundamentais para o desenvolvimento da cidade.

Conte Sua História de SP: Saudades de Santo Amaro

 

Agenor Borba Junior nasceu em 1939 no bairro de Santo Amaro, em São Paulo. Em texto enviado para o Conte Sua História de São Paulo, através do Museu da Pessoa, em março de 2010, ele fala de momentos inesquecíveis da vida passada no bairro.

Ouça a história de Agenor Borba Junior sonorizada por Cláudio Antônio

Eu, Agenor Borba Junior, conhecido por todos como Nonô, gostaria de contar algumas passagens da minha infância em Santo Amaro, lugar onde nasci, em 1939.
Tinha eu mais ou menos 7 anos de idade, meus pais me levavam para ver a festa do Divino, no Largo 13 de Maio. Era uma festa muito bonita, com muitas barracas e muita gente que vinha dos povoados vizinhos.

No mês de junho tinha muitas festas nas casas, erguiam o mastro em homenagem a Santo Antônio, São João e São Pedro, tinha fogueira, soltavam balões e muitos fogos, era muito alegre. Cheguei até ver carros de boi trazendo lenha para o meu vizinho.

Estudei no grupo escolar Paulo Eiró, onde fiz até o 4º ano do primário. Aos 12 anos de idade já comecei a ter meus amigos, como dizia antigamente “minha turma”.

E que turma! Na rua Anchieta, esquina com a rua Santo Antônio, onde eu nasci, tinha muitas árvores dos dois lados da rua. Nós subíamos nas árvores esperando a boiada passar e, quando estava no meio da boiada, com um galho da árvore nós espantávamos os bois, até que um ou dois bois se assustavam e saíam correndo pelas ruas. O boiadeiro ia logo atrás do boi fujão, laçava e amarrava as patas até que um caminhão viesse buscar, às vezes, no dia seguinte.

Aí era a parte mais gostosa da brincadeira: passando algumas horas, lá estávamos nós para desatar as amarras das patas do boi, ele levantava e saía correndo pelas ruas, chegava até o Largo 13 de Maio assustando a todos. Era a farra do boi.

Na avenida João Dias, próximo ao Mercado Velho, existia uma chácara de verduras, onde entrei correndo para pegar um balão que estava caindo. Estava olhando para cima quando caí num poço com água, me molhando todo, levando um baita susto.

Em Santo Amaro tinha dois cinemas: São Francisco e Cine Mar. Todos os domingos nós íamos assistir a matinê. Quando terminava o filme, eu e meus amigos íamos para a Rua Direita passear e ver a banda de música tocar no coreto do jardim. Esse era o nosso domingo…

Na avenida João Dias morava o famoso escultor e escritor Julio Guerra, que na época estava fazendo no quintal de sua casa a estátua do Borba Gato.
Por eu ser de uma família tradicional de Santo Amaro e o Julio Guerra ser muito amigo de meus pais, ele me deu um quadro do Mercado Velho de Santo Amaro pintado por ele em 1928, que guardo com muito carinho.

O bonde que vinha da Praça João Mendes até o Largo do Socorro era nossa diversão. Na porta de trás do bonde ficava uma pessoa para abrir e fechar a porta, quando essa pessoa faltava, era eu que estava lá, abrindo e fechando a porta. Às vezes, antes de o bonde parar, eu abria a porta, o bonde dava um tranco e um estouro. Levava uma bronca do motorneiro.

Todos os anos saíam de Santo Amaro duas romarias a Pirapora, com muitos cavaleiros, charretes e ônibus. Uma era do Cinerino, que tinha um armazém. Na calçada, havia uma argola no chão para amarrar os cavalos dos donos que vinham fazer compras.
A outra romaria era do Vereador José Oliveira de Almeida Diniz, conhecido na época como Zé da Farmácia, pai do Zezito, grande amigo meu. Nós íamos amansar os cavalos que vinham das olarias para levar na romaria, isso era no Varjão onde hoje é a Marginal do Rio Pinheiros.

Dos 13 aos 14 anos formamos um time de futebol num pequeno campinho da rua Anchieta, e demos o nome de Anchieta. Tinha bons jogadores, mas quem se destacava mais eram Irineu, Maloquinha e o Rivelino, que na época começou a jogar no Banespa Futebol de Salão.

Saí com eles várias vezes, no carro do Rivelino, um fusquinha, para ver o “Palmeirinha” jogar, um grande time na época, onde jogavam bons jogadores, inclusive José Maria Marim, que foi Governador de São Paulo.

Você também pode participar do Conte Sua História de São Paulo, enviando seu texto ou gravando seu depoimento no Museu da Pessoa. Agende uma entrevista pelo telefone 2144-7150.

Há 32 anos ônibus vestiram Saia e Blusa em São Paulo

 

No governo Olavo Setúbal foi feita a primeira padronização de pinturas em ônibus de São Paulo. A implantação do sistema causou confusão mas deixou legado à capital paulista. As mudanças se iniciaram em 1978.

FOTO 1 SAIA E BLUSA

Por Adamo Bazani

Uma das marcas da administração Olavo Setúbal (agosto/75 a julho/79), na capital paulista, foi a atuação no transporte de passageiros. Em época na qual o prefeito era nomeado pelo Governador do Estado, ele foi considerado um homem à frente de seu tempo. Muito mais que ações pirotécnicas, que só servem para ganhar eleição ou chamar a atenção da mídia, Setúbal e sua equipe tomaram medidas que alteraram a forma de se transportar passageiros na cidade. Algumas ações não foram consideradas ideais, masresolveram em parte as necessidades urgentes de deslocamento numa cidade que só crescia.

Primeiramente, se destaca o Plano Sistran – Sistema Integrado de Trólebus – que teve como um dos principais maestros o engenheiro Adrianno Branco. O Sistema previu não apenas o aumento do serviço de ônibus elétrico como criou uma nova geração desses veículos. O projeto inicial contemplava a criação de mais de 280 km de linhas de trólebus que se somariam aos 115 km já existentes e elevaria o número de veículos urbanos de tração elétrica para 1.280 ônibus. As exigências do Sistran fizeram a indústria nacional, em parceria com a CMTC – Companhia Municipal de Transportes Coletivos -, desenvolver um novo trólebus, baseado nos conceitos mais modernos adotados, principalmente, na Europa.

Foi até mesmo importado um trólebus alemão, Mercedes Benz O 305, para ser dissecado e estudado a fundo. Nascia assim, para todo o Brasil, um ônibus elétrico com sistema Copper, de controle eletrônico de velocidade por recortadores, piso mais baixo, direção hidráulica, melhor iluminação interna  e disposição dos bancos para o conforto dos passageiros, suspensão pneumática e portas mais largas.

Veja o que pode ser feito quando há vontade e sensibilidade política em relação aos transportes públicos. A iniciativa de uma cidade, no caso a de maior destaque econômico do País, fez com que fossem alteradas as formas de transportar em todo o território nacional.

O problema dos trólebus estava parcialmente resolvido, pelo menos encaminhado. Restava o sistema de transportes municipais. Linhas sobrepostas em detrimento a regiões de pouca demanda e de difícil acesso, sem oferta de transportes adequada. Lotações, ônibus velhos, excesso de empresas e falta de serviços. A cidade cresceu de forma desorganizada e os transportes também.

Em 1978, a equipe de Setúbal tenta reorganizar os transportes. Surge a primeira padronização das cores pela qual a parte de baixo dos ônibus (chamada de saia) indicava a região a ser servida. A cidade foi divida em 23 lotes operacionais. Bom para grandes empresários, que encampavam as viações menores. José Ruas Vaz, o maior transportador de São Paulo e dono da encarroçadora Caio, desde 2001, foi um dos grandes beneficiados na época. Mas, como nada se dá do dia para a noite, o início do sistema Saia e Blusa gerou muitas confusões entre usuários e até mesmo funcionários de empresas de ônibus.

Não seria possível padronizar todos ônibus de uma só vez. Então, foi um festival de veículos de uma mesma viação com cores diferentes. Por exemplo, o Grupo Gatti, de Luis Gatti, que fundou a Viação Gato Preto nos primórdios dos transportes por ônibus em São Paulo, tinha várias empresas: como a Trancolapa S.A, a Empresa Auto Ônibus Anastácio, a Empresa de ônibus Vila Hamburgueza, entre outras. Cada uma tinha uma cor diferente. Todas tiveram de se unir na Viação Gato Preto. Por mais que os serviços de funilaria e pintura não parassem, era impossível pintar toda a frota.

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Enem: professor é a solução

 

O Enem 2009 retrata bem a qualidade do ensino no Brasil, incapaz de preparar os alunos para chegar ao mercado de trabalho, e mostra a importância de se melhorar a formação dos professores. A opinião é da educadora Guiomar Namo de Mello com quem conversamos durante o CBN São Paulo para comentar os dados do Exame, divulgados nesta segunda-feira. Segundo ela, o problema é que o País não tem tempo para esperar a melhoria do ensino do magistério e ações imediatas precisam ser adotadas para apoiar os professores na sala de aula.

Ouça a entrevista com a educadora Guiomar Namo de Mello.

Uma das mensagens enviadas ao programa, logo após a entrevista, foi da professora Cleuds Savino que há cinco anos dá aula e diz estar cansada de ouvir que a sua categoria é a responsável pela baixa qualidade do ensino, principalmente, o público. Registro a opinião dela neste espaço porque entendo ser importante ouvir a entrevista da educadora Guiomar Namo de Mello de outra maneira.

Ao se falar que é necessário qualificar o magistério não se tenta jogar nas costas dos professores a responsabilidade por tudo que ocorre (de mal) na sala de aula. Ao contrário, quer se mostrar que o professor é a solução para a melhoria do ensino. Envolvido e compromissado com a escola, os resultados no desempenho dos alunos tendem a avançar, lembrou Guiomar. E para que isto ocorra é preciso, por exemplo, que estes professores possam ficar mais tempo na mesma escola, sem a necessidade de correr de um lado para o outro para melhorar seus vencimentos.

Sem número, seguros insistem em restrição ao Rodoanel

 

Mesmo sem números que comprovem a informação, as seguradoras insistem na restrição ao transporte de cargas no trecho sul do Rodoanel, em São Paulo. De acordo com o presidente da Comissão de Transporte da Federação Nacional das Seguradoras Jair Carvalheira as faltas de sinal de telefonia celular, policiamento e iluminação no local aumentam o risco de roubos. A recomendação é que as transportadoras que usarem a rodovia estejam com escolta particular, caso contrário a seguradora não pagará indenização pelo desaparecimento da carga.

Ouça entrevista com Jair Carvalheira da Fenaseg

Conforme informado no Blog, sexta-feira (15.07), o Governo de São Paulo diz que não há nenhum registro de roubo de carga no trecho sul do Rodoanel desde a abertura ao tráfego, em 1º de abril. O CBN São Paulo conversará sobre o assunto, amanhã, com representante da Secretaria Estadual de Transportes.

Contaminação e zoneamento no caminho do Piritubão

 

CBN SPO Ministério Público Estadual abriu inquérito civil, sexta-feira, para investigar as informações de que o terreno no bairro de Pirituba, onde se planeja construir o estádio de São Paulo para a Copa de 2014, está contaminado e em área estritamente residencial. O promotor de Justiça Raul de Godoy pediu que a Cetesb que apresenta laudo sobre as condições ambientais encontradas no local seja entregue em 30 dias e prevê que o inquérito seja concluído em seis meses.

Ouça a entrevista com o promotor Raul de Godoy.

Acompanhe outras informações da pauta do #CBNSP:

Condomínio Legal – A Justiça do Trabalho em São Paulo permitiu que uma empresa de telecomunicação não cumprisse a lei que exige contratação de pessoas com deficiência. A alegação é que falta mão e obra qualificada. Empresas com mais de 100 funcionários precisam oferecer ao menos 5% de suas vagas a deficientes. O comentarista Cid Torquato disse que o caso revela a necessidade de se melhorar o acesso a educação e sugere lei que incentive contratações de pessoas com deficiência por empresas de pequeno e médio porte. Acompanhe o comentário.

Esquina do Esporte – A derrota do São Paulo para o Vitória, na Bahia, preocupa muito mais pela atitude da equipe em campo do que pelo resultado em si. O Corinthians, por sua vez, tende a se manter líder do Campeonato Brasileiro a medida que tem apresentado um futebol produtivo. Ouça outras opiniões de Paulo Massini e Mário Marra, comentaristas da CBN, que participaram do quadro de esportes do CBN SP, para comentar os resultados da 9a. rodada do Brasileiro.

Época SP na CBN – O uruguaio Jorge Drexler é um dos destaques musicais da semana. Ele se apresentará, sexta-feira, no Via Funchal, e alguns setores estão com ingressos esgotados. Ouça as outras dicas do Rodrigo Pereira, no CBN SP