Crack: A situação está fora de controle

 

Por Sebastião Nicomedes
Autor do livro Marvadas, ex-morador de rua

Praça da República

Em um único dia, acompanhando o infernal mundo do crack e seus efeitos sobre a população de rua. Inacreditável, contei 35 brigas, parte em discussões verbais, parte em agressões físicas. Brigas fortes, algumas de tirar sangue. É preocupante, pelo menos metade delas podia ter chegado ao homicídio. O que seria, indiscutivelmente, mais um massacre.

Quando a cidade fecha pelas ruas do centro, aos fins de semana, em plena luz do dia, insurgem em estado de zumbis, completamente transformados e transtornados .Principalmente na região da Luz, mas não é só.

O que outrora era termo pejorativo agora é fato, realmente a Cracolândia existe, hoje espalhada pelo país afora.

Está tudo fora de controle.

A incidência do vício entre os moradores de rua, é disparadamente maior, o grau de vulnerabilidade da rua não pode mais ser considerado médio como se faz nas conferências municipal, estadual e, principalmente, nacional de assistência social.

A segurança pública falhou, mas é também um caso de saúde. No caso dos moradores de rua, é resultante das falhas de tudo, de todas as políticas existentes e até da falta de afeto. O ponto alto porém é a falta de perspectivas.

Na caminhada que fiz entre os craqueiros, encontrei pessoas amigas, muita gente que reconhecemos e tantas outras que nos conhecem. O motivo, o mesmo, perderam as esperanças na vida, não aguentam mais discussões e debates e ações paliativas vadevindas de todas as partes.

Poder público, movimentos sociais, defensores de direitos humanos, polícia, guarda municipal, a sociedade num todo. Tem que mudar os modos de discutir os problemas, as questões, debate por debate, troca de ofensas, acusações e desmentidos, não funcionam mais. As pessoas estão cansadas, os moradores de rua estão saturados e não aguentam mais tanto bate rebate.

Essa droga empesteada, ta destruindo o Brasil, ta destruindo o Rio de Janeiro e vai avassalar São Paulo feito um tornado.

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Entenda o IPTU progressivo discutido em São Paulo

 

A Câmara Municipal de São Paulo discute a implantação da cobrança do IPTU progressivo no tempo que tem como função impedir que áreas importantes para a cidade sejam mantidas improdutivas enquanto há escassez de imóveis para moradia. O projeto deveria ter sido votado na sessão de quarta-feira pelos vereadores, mas desentendimentos políticos entre o líder do governo José Police Neto (PSDB), aquele que representa o prefeito Gilberto Kassab no parlamento, e veredores do DEM, partido do prefeito, provocou o adiamento da decisão.

O embate político partidário, de motivos escusos para o cidadão, encobriu o debate em torno da importância deste mecanismo para o desenvolvimento da cidade. O CBN São Paulo convidou o urbanista Kazuo Nakano para explicar o que o IPTU progressivo discutido na cidade de São Paulo.

Ouça aqui a entrevista, entenda o que o IPTU progressivo e deixe sua opinião

Calçada da Fama e da controvérsia

 

Calçada da Fama em frente a restaurante

A rua Canuto do Val, no bairro de Santa Cecília, é cenário de um debate que deixa qualquer um louco. Em uma cidade na qual as calçadas são um desrespeito ao pedestre, moradores criticam o trabalho de recuperação que está sendo realizado em parceria do poder público e uma empresária, Lilian Fernandes. Ali, onde no passado o abandono era comum, ela decidiu investir na construção de cinco casas com estilos diferentes que funcionam, principalmente, à noite. O aumento do movimento de pessoas passou a atrapalhar o sono dos que por ali moram e a convivência entre o lado residencial e comercial se complicou. Com a aprovação na Câmara de Vereadores e o início das obras para a construção da Calçada da Fama, o caldo entornou.

Acompanhe esta polêmica na reportagem da Cátia Toffoletto que foi ao ar no CBN São Paulo e deixa sua opinião: Ouça aqui a reportagem sobre a Calçada da Fama

De volta

 

Por Abigail Costa

Agora é quase fim de semana. Não tenho do que reclamar.

Trabalho concluído e…. mesa de um boteco. Situação com a qual, quem me conhece sabe, não sou muito chegada, mas estou de mudança. Gostando do que ontem nem ousaria em pensar.

Pois bem, aperitivos e cerveja. Cerveja? Mas não engorda? Entre um gole e outro, engulo o que tanto disse a respeito desta bebida.

Ao meu lado um colega de trabalho. Um cara de 20 e poucos anos, com cabeça de gente grande. Bom de papo, ótimo profissional e a quem, daqui a pouco, terei o prazer de chamar de amigo. Na minha frente meu camarada (é assim que ele me chama). Naná foi uma grande surpresa na minha vida que chegou quando eu tinha só 22 anos e aprendendo a conhecer o jornalismo. Fomos apresentados, trabalhamos juntos, viajamos e enquanto ele ficou na empresa, eu decidi por outra.

Vinte e poucos anos depois, trocamos juntos de empresa. Ele lá e eu do outro lado, acabamos nos reencontrando. Naná mais velho, como eu. Ele absolutamente terra, eu, a eterna Alice no País das Maravilhas.

Novas surpresas, novos descobrimentos. Ele, não mais assistente, agora um baita repórter cinematográfico. Eu, repórter desde de sempre.

Dentre os 20 e poucos profissionais da “firma”, ele é o meu preferido. Não pense você que é só porque ele acerta o foco. Ele é diferente. Diferente no jeito de ser, diferente na maneira de pensar. Diferente porque ele é amigo. Daqueles que entendem o universo femino, desde a TPM, até escolher a camiseta pisicodélica para o meu filho usar numa feira da escola.

Estamos quase para encerrar o expediente, e Naná me pergunta:

– Onde estão os seus textos?
– Dei um tempo….
– Eu procurei por eles….

Decidi retomá-los….

Assim, pra dizer que coisa boa é ter alguém pra chamar de meu. MEU AMIGO. Daqueles de amor declarado. Porque ele é terra, mas tem sentimento.

Abigail Costa é jornalista e volta a escrever às quintas-feiras no Blog do Mílton Jung

Avalanche Tricolor: Cada bola, uma batalha

 

 

Grêmio 3 x 1 Avaí
Brasileiro – Olímpico Monumental

 

A bola que rolou para Perea e provocou o penâlti que Tcheco cobrou no estilo “pocotó” foi bonita e produtiva. Assim foi também o desarme de Adílson lá na intermediária, a velocidade imposta que o fez chegar na área inimiga e chutar prensado com o defensor numa força suficiente para encontrar Máxi Lopes livre. A melhor jogada estava reservada para o fim, com a escapa de Douglas Costa pela esquerda, o toque com o bico da chuteira para fugir da marcação, a corrida em direção a área e o cruzamento no que um dia chamaram de ponto futuro, onde chegaria Souza para completar.

Todos os três gols, sem dúvida, foram bonitos e motivos para arrancar do peito uma angustia que vinha incomodando nestas últimas rodadas. Além disso, confirmaram para o Brasil quem tem o melhor ataque do campeonato brasileiro com 58 gols, vantagem de cinco sobre o segundo melhor.

O lance que mais admirei, porém, foi na metade do primeiro tempo, na intermediária do Grêmio, quando vencíamos por 1 a 0 e, aparentemente, o adversário estava dominado no jogo, mas teve o atrevimento de querer dominar a bola naquele instante. Destemido, Rochemback saltou com as duas pernas em direção ao inimigo. Desarmá-lo custe o que custar era o único objetivo. Aterrisou com força sobre a bola. O atacante chegou a pensar que teria condições de um drible ou algo parecido, mas desmontou no chão enfraquecido que estava diante da força do volante que fazia jus a posição.

O juiz, pobre desses juízes incapazes de admirar uma jogada com todo aquele talento, premiou Rochemback com o cartão vermelho. Imaginou que estaria ali punindo a violência. Autuori e Vítor chegaram a reclamar do árbitro no intervalo, deveriam tê-lo agradecido. Ele apenas fez o estádio e as câmeras de televisão reverenciarem aquele instante de um time que, em boa parte do campeonato, abdicou do direito ao carrinho. Momento tão crucial que a partir dali o Grêmio – com apenas dez jogadores em campo e faltando ainda uma hora de jogo – se soltou em campo, passou a jogar com liberdade, parecia guri que recebe autorização do pai pra sujar a roupa de festa.

Ao fim da partida, Tcheco reservou outro momento importante quando com a sinceridade de sempre ouviu do repórter o resultado do demais jogos da rodada e a pergunta sobre a meta de chegar a Libertadores. O meio-campo foi claro: não temos de pensar nos outros, temos de ganhar cada jogo. Poderia ter dito, cada confronto, cada batalha, cada guerra. Não está mais em jogo uma vaga aqui ou acolá, está, sim, a vergonha na cara, a coragem de nunca desistir, a história do Grêmio na temporada de 2009.

Que venha o próximo carrinho.

MediaOn: Internet, jornalismo e negócio

 

Foi Pedro Doria, quem sempre gostei de ler e está no meu Bloglines, que resumiu a conversa que tivemos nesta manhã no primeiro painel de debates do dia no MediaOn: “a internet foi feita para o jornalismo, ainda que não profissional”. A discussão foi batizada pelos organizadores “Revolução Digital – o planejamento dos grandes grupos de mídia num universo de mudanças”. E foram desafiados a falar sobre o tema, além do editor-chefe de conteúdos digitais do Estadão, Fabiana Zanni, diretor de mídias digitais da Abril, e Antonio Guerreiro, diretor de conteúdo do R7.com.

As propostas desses encontros costumam ser pretensiosas para o tempo oferecido, mas da conversa foi possível tirar a temperatura do trabalho realizado em algumas das grandes organizações de comunicação do País. Do Estadão que “está no azul”; da Abril que “cresce em visitas 73%, enquanto o mercado aumenta 20%”; do R7.com que “montou um portal em cinco meses e tem, hoje, 160 funcionários”. Aspas para afirmações de cada um de seus representantes.

Fabiana, concisa em sua apresentação inicial, falou o suficiente para mostrar como a Abril aplica o conceito de 360o. em seu negócio. Títulos de revistas que sempre fizeram sucesso na banca, (Capricho foi o exemplo) ganham importância nas redes sociais, na construção de sites e blogs específicos. Para o negócio se manter “acreditamos na publicidade, mas também em e-commerce, transação de produtos e abertura de outros negócios”.

Guerreiro deu ênfase na ideia de que o R7.com é independente da Record. Busca no Twitter mostra que não convenceu a audiência com este discurso. Por falar no micro-blogging prometeu que o mais novo portal da rede vai trabalhar o Twitter de uma maneira diferente. De tudo, gostei quando explicou da linguagem usada nos textos da internet: “No R7 nós contamos, não redigimos. Compramos, não adquirimos”. Bom se no rádio se investe nesta ideia sem ser popularesco.

De volta ao Pedro Dória, o cara do Link, lembrou que o jornalismo foi criado para servir comunidades e alimentá-las de informação. Por isso, acredita que a notícia bem apurada é que dará sustentação para o negócio da internet. Estou com ele, mas ainda assim tenho dúvidas de que isto será suficiente para viabilizar as empresas no ambiente de internet.

Fui chamado de “antigo” por um tuiteiro devido a insistência em saber como estas organizações vão arrumar dinheiro para manter os jornalistas empregados e produzindo conteúdo. Sabe-se, por exemplo, que os grandes portais ainda são subsidiados. Por quanto tempo isto será possível ? Ou necessário ? Parece que ainda há gente que acredita que a internet – livre, geral e irrestrita – vai viver de luz.

Doria, Fabiana e Guerreiro não pensam assim. Pelo bem do jornalismo.

Rádio na Era do Blog: Aos jornalistas arrogantes

 

“Os jornalistas terão de perder a sua arrogância e agir com seres humanos. A transição vai ser muito difícil para a maioria. Ainda temos muito a escrever, principalmente para investigar casos de corrupção. A internet treinou as pessoas para que elas recebessem as informações de uma forma social. Os repórteres tem de parar de encarar o seu público como um estorvo. Os jornalistas encaram os e-mails de um leitor como algo chato, principalmente quando endereçados ao editor. É hora de a voz institucional desaparecer. Os jornalistas online tem de encarar o leitor em primeira pessoa e dizer: ‘isto nós sabemos e isto nós não sabemos'”.

Joshua Benton, jornalista e diretor do Nieman Journalism Lab, da Universidade de Harvard, dos Estados Unidos, em palestra no MediaOn

Vereadores & construtoras

 

Por Carlos Magno Gibrail

Praticamente metade dos vereadores de São Paulo está em julgamento, e, teoricamente, correm risco de perder o mandato. O juiz Sérgio Rezende Silveira que os cassou, pode ter dado o passo inicial para a reformulação do processo eleitoral brasileiro.

A AIB – Associação Imobiliária Brasileira da qual o jornal Folha de São Paulo, desde abril deste ano chamou a atenção pelo fato de não ter escritório, funcionário, web site e receita fixa, é acusada de pertencer ao SECOVI – Sindicato das Empresas de Compra, Venda, Locação e Administração de Imóveis. Aliás, denúncia que havia sido feita bem antes pela Transparência Brasil, sem que ninguém tivesse se atentado para o risco.

A partir daí a discussão passou a girar em torno da comprovação do vínculo AIB e SECOVI, pois a lei não permite que Sindicatos façam doações. Embora ficasse evidenciado, que, independentemente, desta relação, há provavelmente irregularidade específica na AIB, pois a lei permite que se aplique somente 2% da receita bruta em doações de campanha. Segundo o Ministério Público a AIB não mostrou capacidade financeira para ter arrecadado R$ 325 milhões em 2007, necessários para cobrir as doações em 2008.

Neste momento, em que os cassados conseguiram aguardar julgamento em seus cargos, dever-se-ia aproveitar a exposição na mídia, embora desproporcionalmente pequena, para que se analise causa e não efeito. Na medida em que o processo eleitoral permite doações de empresas, que tem interesse direto na administração pública, através de venda de serviços e produtos, não há como impedir a corrupção, reação crescentemente inerente ao ser humano. E, neste caso a lei permite doações, que são feitas com incontestável interesse de obter vantagens junto ao poder público. Tanto é verdade que as contribuições acentuadas aos vereadores de São Paulo vieram do setor de construção civil, atividade que pode se beneficiar em muito dos atos da Câmara.

É o mesmo que vemos em Brasília, onde encontramos bancadas representativas dos principais setores da economia nacional. Se não houver total transparência e controle absoluto do dinheiro aplicado, não haverá chance de um sistema civilizado e honesto.

O que leva uma empresa privada, cujo objetivo é lucro e retorno sobre o capital investido, aplicar dinheiro em campanhas e candidatos políticos? Qual o CEO ou Presidente de empresa, tão pressionados por resultados, que arriscaria doar para campanhas eleitorais sem interesse em obter vantagens?
Que retorno uma incorporadora ou construtora espera de um capital aplicado em vereadores?

“Enquanto houver financiamento privado, haverá a imposição do poder econômico. É assim nos municípios, nas assembléias legislativas, na Câmara e no Senado. É preciso acabar com o financiamento privado de campanha. É preciso que os partidos políticos recebam vultosos – vultosos, sim – recursos públicos para que façam campanha integralmente com valores vindos dos cofres públicos. O que houve em São Paulo, agora – o comprometimento de 1/4 da câmara de vereadores – é apenas uma amostra. Foi apenas UMA entidade financiadora. As demais simplesmente não apareceram. Lá, em São Paulo, onde já houve escândalo da merenda escolar terceirizada, onde há disputa brutal pela distribuição de livros didáticos, onde há empresas de transporte interessadíssimas na permanência da prioridade do transporte rodoviário, lá, enfim, foi identificado o financiamento APENAS do setor imobiliário. E só esse setor comprometeu 25% da câmara de vereadores”. Castanha Maia Advogados Associados, Brasília.

Talvez por isso, o líder do DEM na Câmara de São Paulo, Carlos Apolinário, disse “estar estarrecido” com a sentença de Sérgio Rezende Silveira: “Por que a AIB doou em 2002, 2004, 2006 para candidatos a prefeito, governador e presidente e somente os vereadores foram punidos?”.

Para que Carlos Apolinário não mais se estarreça, estamos de acordo com os advogados da Castanha Maia de Brasília, o financiamento público certamente sairá bem mais barato do que o financiamento privado no processo eleitoral.

Carlos Magno Gibrail é doutor em marketing de moda e às quartas-feiras escreve no Blog do Mílton Jung. Está disposto a tirar do bolso para financiar campanha em lugar de ver nosso dinheiro ser arrancado pela corrupção

 

Prefeitura diz que 87% das metas já começaram

 

Das 223 metas que a cidade de São Paulo se propôs a cumprir até 2012, 87% já se iniciaram segundo levantamento da prefeitura que será apresentado, oficialmente, nessa quinta-feira. Por exemplo, dos 51 novos parques urbanos previstos, 48 já tem localização definida conforme informou em entrevista ao CBN São Paulo, o secretário municipal de Planejamento Manuelito Magalhães.

O Plano de Metas é uma novidade na administração municipal que surgiu a partir de iniciativa da sociedade civil aceita pela Câmara de Vereadores, neste ano. A cada seis meses, a prefeitura é obrigada a apresentar um balanço das atividades para que o cidadão tenha ideia do desenvolvimento de cada uma das propostas.

A Agenda 2012, nome dado ao Plano pela Prefeitura de São Paulo, deverá ter, a partir de janeiro de 2010, atualização on line das informações fornecidas pelas secretarias e demais órgãos e empresas do município. No primeiro balanço a ser apresentado esta semana será possível o cidadão identificar de que maneira a sua região, o seu bairro ou distrito será atendido.

Ouça a entrevista do secretário de Planejamento Manuelito Magalhães

Como ter desconto de até 50% no IPTU, em São Paulo

 

Os contribuintes de São Paulo tem até o dia 31 de outubro, sábado, para acumular créditos da Nota Fiscal Eletrônica e conseguir desconto de até 50% no IPTU de 2010. Desde 2006, quando o programa foi criado pela prefeitura, foram emitidas mais de 275 milhões de NFE por escolas, laboratórios médicos, academias de ginástica, salão de cabelereiro entre outros prestadores de serviço que faturam até R$ 240 mil por ano.

Para saber quantos créditos tem direito, o cidadão deve acessar o site da prefeitura de São Paulo e se cadastrar no sistema de Nota Fiscal Eletrônica. Durante todo o mês de novembro, através do mesmo site, é possível identificar qual o imóvel será beneficiado. Não é necessário que o contribuinte seja o proprietário da casa, apartamento ou terreno que receberá créditos e terá abatimento no IPTU.

No CBN São Paulo, representante da Secretaria Municipal De Finanças explicou como o contribuinte pode receber o crédito e tirou outras dúvidas:

Ouça a entrevista do subscretário da Receita Municipal de São Paulo, Ronilson Bezerra Rodrigues