O que empresas de massa têm a aprender com a Gestão de Luxo

 

Por Ricardo Ojeda Marins

 

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No mercado do luxo, sabemos que a excelência na qualidade dos produtos e serviços é imprescindível, tanto quanto no atendimento, o que proporcionará a sensação mais importante nesta relação com o cliente: o encantamento. A busca dessa qualificação é necessária também em empresas que não atuam no segmento de luxo. Mas, por estarem em um mercado de massa, os produtos e serviços oferecidos por essas empresas poucas vezes atingirão o mesmo nível. Independentemente disso, com o mundo globalizado e o mercado competitivo, todos precisam estar antenados na arte de encantar – lição aprendida em livro assinado por Guy Kawasaki.

 

Recentemente, observei essa preocupação em um caso envolvendo um casal de idosos e a companhia aérea TAM. Os dois passageiros receberam atendimento de altíssima qualidade nos aeroportos de Guarulhos e de Miami. Um deles, prestes a embarcar em São Paulo, com bilhete em classe econômica, emitido a partir do programa de milhagem, com saúde frágil, sentiu-e mal ao chegar ao aeroporto internacional. No momento do check-in, foi pedido à TAM uma cadeira de rodas para que ele pudesse se locomover. Em menos de 5 minutos, a companhia forneceu não apenas a cadeira, como deixou um funcionário à disposição do passageiro, tendo-o guiado por todo o percurso, desde a passagem pela casa de câmbio, Sala VIP, portão de embarque até entrar na aeronave. Em Miami, no desembarque, o atendimento se repetiu, com o passageiro sendo transportado até a loja de aluguel de carro. O retorno para o Brasil, desde Miami, foi acompanhado da mesma atenção.

 

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As companhias aéreas são geralmente alvo de reclamação no Brasil e têm razão os que as criticam, pois pecam muito em seus serviços, principalmente em terra, por diversos motivos. Nesse caso, porém, é justo elogiar a excelência do atendimento prestado que encantou o passageiro mesmo ele não sendo um cliente da primeira classe ou executiva.

 

A experiência vivenciada pelo cliente é hoje algo percebido não apenas por consumidores de alto poder aquisitivo. Clientes de empresas que não são de luxo nem atuam no mercado premium também têm – e merecem – seu nível de exigência e a expectativa de um bom atendimento. Muitas companhias, de diversos setores, deveriam atentar-se a contribuição que o conhecimento de Gestão do Luxo oferece aos seus negócios, produtos, serviços e marcas, mesmo que atuando em setores mais populares, e aprender como encantar seu cliente, favorecendo a fidelização.

 


Ricardo Ojeda Marins é Professional & Self Coach, Administrador de Empresas pela FMU-SP e possui MBA em Marketing pela PUC-SP. Possui MBA em Gestão do Luxo na FAAP, é autor do Blog Infinite Luxury e escreve às sextas-feiras no Blog do Mílton Jung.

Novo simulador gera experiência de dirigir Ferrari e estimula compras, em loja de Milão

 

Por Ricardo Ojeda Marins

 

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A montadora italiana Ferrari, ícone do mercado de alto luxo automotivo, agora oferece simuladores de F1 aos clientes de sua loja, em Milão. Com isso, os consumidores têm o privilégio de ficar atrás do volante de uma das quatro “máquinas” de corrida, durante a visita ao histórico Palazzo Ricordi, próximo da Piazza del Duomo. Máquina, aliás, desejada por milhares de apaixonados por carros, velocidade, design e esportividade (sonho, inclusive, de muitos dos pilotos de fórmula 1).

 

Antes encontrados apenas no Museu Ferrari, em Maranello, os primeiros simuladores de F1, em um ponto de vendas da escuderia, possuem telas de alta definição com 180 graus, ao redor do motorista, permitindo a imersão plena na emoção de dirigir uma Ferrari. A intenção da marca foi agregar entretenimento à experiência de compra dos consumidores.

 

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Hoje, no luxo contemporâneo, muito mais do que os produtos em si, o que vale é a experiência.

 

O uso dos simuladores oferece aos clientes, a maioria deles sem nenhuma possibilidade de comprar um modelo da Ferrari, o privilégio de vivenciar as sensações que são proporcionadas às raras pessoas que podem rodar a bordo dos carros da marca.

 

Ao provocar a satisfação desses consumidores, as vendas da loja de Milão são alavancadas. A percepção de estarem andando em alta velocidade com uma Ferrari, os estimula a consumir ainda mais produtos que são desenvolvidos pela escuderia italiana a preços acessíveis, tais como roupas, bonés, chaveiros e outros acessórios.

 

Permite que esses clientes se sintam privilegiados por serem capazes de manter um relacionamento com a marca pela qual são apaixonados.

 


Ricardo Ojeda Marins é Professional & Self Coach, Administrador de Empresas pela FMU-SP e possui MBA em Marketing pela PUC-SP. Possui MBA em Gestão do Luxo na FAAP, é autor do Blog Infinite Luxury e escreve às sextas-feiras no Blog do Mílton Jung

Como (não) usar o certificado digital no seu computador Mac – II

 

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Falamos há alguns dias sobre as peripécias que enfrentei para instalar um certificado digital novo nos meus computadores Mac que rodam desde há algum tempo o sistema iOs Yosemite (10.10.3). Se você se deu o trabalho de ler o post ficou sabendo que, por recomendação do suporte técnico da Serasa, fui obrigado a mudar para um Windows, colocar uma versão ultrapassada do Internet Explorer e desativar o antivírus. Surreal!

 

Leia aqui, se for do seu interesse, o texto “Como (não) usar o certificado digital no seu computador – I”

 

A reclamação registrada no site da empresa não deu resultado, mas quatro dias após publicar o post aqui no Blog, recebi mensagem com explicações da assessoria de imprensa da Serasa. Se não resolveu nem resolverá nas próximas semanas o meu problema, ao menos o comunicado esclareceu pontos importantes.

 

O sistema Yosemite (10.10.3), como já desconfiávamos, não está entre as versões homologadas pelo fornecedor do token, o StartSign GD. A previsão é que isto vá ocorrer somente no segundo semestre, apesar de o sistema operacional estar rodando no mercado desde fevereiro. Se você é usuário Mac e atualiza seu computador, a boa notícia é que, dentro de um mês, a Serasa terá à disposição o certificado de outro fornecedor já homologado. Então, paciência!

 

Em relação as “gambiarras digitais” – downgrade do Internet Explorer e desativação do antivírus – propostas pelo suporte técnico, a Serasa esclarece que estas não fazem parte do procedimento padrão do atendimento: “o procedimento correto seria pedir para o usuário fazer o teste no browser Firefox”, explicou a assessoria. Ou seja, em vez de”rebaixar” a versão do I.E teria de ter instalado o Firefox, no Windows.

 

A nota encerra com um pedido de desculpas e a informação de que estão verificando, internamente, as falhas cometidas no atendimento.

Mundo Corporativo: Antonio Saramago, da On The Spot, mostra como a tecnologia muda a experiência do consumidor na loja

 

 

Equipamentos digitais já são capazes de perceber o humor do consumidor e oferecer produtos e serviços apropriados para cada situação. Nas gôndolas, câmeras captam a reação das pessoas e ajudam o gerente a adaptar seus negócios para atender às necessidades do público. Esses são alguns dos exemplos de como a tecnologia e a inovação estão transformando a experiência do consumidor no ponto de vendas. Para Antonio Saramago, diretor executivo da On The Spot no Brasil, empresa do grupo Telefonica, esse investimento beneficia o consumidor e o varejo: “o consumidor quer uma compra rápida, quer uma compra eficiente, quer ser bem atendido. No caso do varejista, quer dar o melhor serviço e conhecer o perfil dos condumidores, cada vez mais!”. Em entrevista ao jornalista Mílton Jung, no programa Mundo Corporativo, da rádio CBN, Saramago apresenta o avanço que a tecnologia tem proporcionado na relação entre clientes e lojistas.

 

O Mundo Corporativo é transmitido, ao vivo, às quartas-feiras, 11 horas, no site da rádio CBN e o programa é reproduzido aos sábados, 8h10, no Jornal da CBN. Colaboram na realização do Mundo Corporativo: Paulo Rodolfo, Douglas Mattos e Ernesto Foschi.

Luxo: o equilíbrio interno como objeto de desejo

 

Por Ricardo Ojeda Marins

 

Ter um apartamento em Paris ou Nova York, jóias feitas sob medida, relógios, roupas, carros, helicópteros, aviões … São inúmeras as possibilidades de produtos e servicos que vem à mente quando pensamos no mercado do luxo. Como já falamos em alguns artigos, anteriormente, aqui no Blog do Mílton Jung, o conceito de luxo é muito variável de pessoa pra pessoa. Cada indivíduo tem desejos únicos.

 

Ainda é muito comum escutarmos frases tais como “é melhor chorar em Paris do que rir dentro de um ônibus lotado em São Paulo” e “dinheiro não compra felicidade, mas pode comprar momentos felizes”. Ou, quem sabe, uma ilusão de momentos felizes? É impossível viver com esse falso pensamento, pobre interiormente, de que basta o material.

 

Hoje, há uma evolução do consumidor de luxo que busca muito além do material. Busca, na verdade, independentemente de seus bens (já adquiridos ou em vias de adquirir) autoconhecimento, uma evolução como ser humano e equilíbrio interior. Busca, inclusive, sensações em suas aquisições. Uma viagem é um ótimo exemplo disso: comemorar seu aniversário com a família e amigos em uma villa privativa na Toscana poderá ser memorável a tal ponto que vai gerar um valor incomparável a qualquer bem durável como um carro ou um avião.

 

As responsabilidades social e ecológica também fazem parte das ambições desse consumidor contemporâneo, que usa parâmetros próprios para avaliar produtos ou serviços que respondam a essas preocupações. Um olhar que tem relação aos valores essenciais à “moral da marca” e se volta a integridade da origem e produção, e não apenas aos benefícios diretos oferecidos a ele.

 

O luxo imaterial é essencial para quem consome o material. Investir em seu bem estar, melhorar como pessoa, ajudar as pessoas. Fazer o que se tem vontade para sentir-se realizado pessoal e profissionalmente.

 

Afinal, de nada adianta TER, se a pessoa não investir no SER.

 

Ricardo Ojeda Marins é Professional & Self Coach, Administrador de Empresas pela FMU-SP e possui MBA em Marketing pela PUC-SP. Possui MBA em Gestão do Luxo na FAAP, é autor do Blog Infinite Luxury e escreve às sextas-feiras no Blog do Mílton Jung.

A foto que ilustra este post é do álbum de Duchess Flux, no Flickr

Mundo Corporativo: Stella Susskind fala como cliente oculto ajuda a melhorar o atendimento

 

 

“Tem de pensar que todo cliente é um cliente secreto, não se pode pecar com cliente nenhum, todos devem ser atendidos com atenção especial, não se pode esquecer que por trás desta palavra “cliente” existe um ser humano, com ligações racionais e emocionais com cada uma das marcas”. A recomendação é de Stella Kochen Susskind, especializada em atendimento ao cliente, entrevistada por Mílton Jung, no programa Mundo Corporativo, da rádio CBN. Susskind é presidente da Shopper Experience e foi pioneira na aplicação da metodologia do cliente oculto para avaliação do serviço prestado pelas empresas, no Brasil. Ela explica os benefícios deste método, como funciona e, inclusive, a oportunidade de emprego que existe: “é um consumidor efetivo com hábito de compra, uma dona de casa, profissional liberal, estudante e executivo que são treinados e avaliam lojas, companhias aéreas e bancos; eles vão além da experiência do cliente comum”.

 

O Mundo Corporativo vai ao ar, ao vivo, às quartas-feiras, 11 horas da manhã, no site http://www.cbn.com.br, com perguntas do ouvinte pelo e-mail mundocorporativo@cbn.com.br e pelos Twitters @jornaldacbn e @miltonjung (#MundoCorpCBN). O programa é reproduzido aos sábados, no Jornal da CBN e tem participação do Paulo Rodolfo, Douglas Mattos e  Ernesto Fosci.

O hoje e o amanhã do varejo

 

Por Carlos Magno Gibrail

 

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Na posse do novo Conselho da ABRASCE os empreendedores e executivos de Shopping Centers ouviram na quarta-feira valiosas informações.

 

Alberto Serrentino, palestrante da NRF 2015 e titular da VARESE Retail & Strategy, apontou o bom momento das grandes organizações de varejo, que mesmo com as incertezas econômicas estão em expansão. O tempo em que os maiores varejistas desapareciam diante das crises está longe.

 

O número de lojas que abrirão este ano é significativo. Lojas Renner 45, Riachuelo 40, Magazine Luíza 40, C&A 29, Forever 21 21, Lojas Americanas 140, Óticas Carol 170, etc.

 

O varejo em geral teve alta de 1,8% nos últimos doze meses, embora tivesse queda de 6,4% no fluxo de pessoas nas lojas de rua e Shopping na comparação do primeiro trimestre com 2014. Apenas o setor de moda teve queda, mantendo o mesmo -1% do ano passado.

 

A incerteza gerada pelo mau humor atual do consumidor brasileiro pode ser uma ameaça ao desempenho futuro, mas há atalhos positivos. O setor de moda lidera o e-commerce com 17% do numero de pedidos num universo de 61 milhões de consumidores. E, o OMNICHANNEL, se acentua mostrando um caminho obrigatório para o varejo.

 

O OMNICHANNEL são todos os canais servindo ao consumidor, num relacionamento pleno, em que não se sabe a origem da decisão de compra. Se do e-commerce, Mobile Commerce, TV commerce, Social Commerce,loja física,catálogo,visita porta a porta, e também de quantas idas e vindas dentro destes canais.

 

A loja física precisa ser tecnológica, a loja virtual tem que apresentar customização e relacionamento, ou seja, o “editor” deve levar em conta o aproveitamento extremo das características de cada canal, para diferenciá-los.

 

É um desafio de percepção que já está sendo entendido pelas lojas. Pelos Shoppings ainda não se sabe. Na reunião não houve uma esperada manifestação, pois as lojas de Shopping vendem pela internet e não pagam por isso.

 

Carlos Magno Gibrail é mestre em Administração, Organização e Recursos Humanos. Escreve no Blog do Mílton Jung, às quartas-feiras.

Satisfação garantida ou seu dinheiro de volta

 

Por Carlos Magno Gibrail

 

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Ontem, ao ouvir a Bel Pesce falando em gatilho para mudança de hábito, em seu comentário no Jornal da CBN. que no caso era a motivação necessária para sair de um estilo de vida sedentária para melhorar a produtividade, fixei-me nas considerações finais do Caderninho quando se referiu a empresas e produtos que também podem descobrir gatilhos para incrementar clientes e inovar produtos.

 

Eterno inconformado com a escassez de bons atendimentos lembrei-me do histórico gatilho, propalado pela Sears, quando usava as trocas e devoluções para vender seus produtos. A Sears, fundada nos Estados Unidos em 1893 esteve no Brasil, saindo em 1983, quando foi vendida ao grupo holandês Vendex.

 

“Satisfação garantida ou seu dinheiro de volta” era tão verdadeiro quanto fácil, simples e sem burocracia. O que certamente contribuiu para que fosse por mais de 70 anos a maior do mundo do varejo.

 

Quando analisamos o mercado é constrangedor verificar que já no momento da compra são poucas as marcas que podem se orgulhar do serviço que oferecem. Fato que se agrava em muito quando o momento é de troca, ou pior, de devolução.

 

É verdade que o código do consumidor moralizou este aspecto, mas as exigências para devolução são burocráticas. Se a Sears pode manter esta facilidade numa época em que não dispunha da atual tecnologia, onde se pode identificar produtos e consumidores pelos sistemas inteligentes, por que cobrar do comprador o ônus destas provas? E, que tal dentro desta mesma tecnologia verificar quanto custa simplesmente atender o consumidor?

 

Se os clientes fossem aos setores de trocas e devoluções e lessem as condições exigidas antes de comprar, provavelmente desistiriam de fazê-lo.

 

A maturidade e a busca da produtividade que originou o gatilho da Bel é o mesmo fator que levou empresas a adotar a satisfação do cliente, sem complicar. Vale a pena identificá-las.

 

Carlos Magno Gibrail é mestre em Administração, Organização e Recursos Humanos. Escreve no Blog do Milton Jung, às quartas-feiras.

Revolução digital vai ocupar espaço dos shopping centers

 

Por Carlos Magno Gibrail

 

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Um endereço eletrônico que poderá ter um milhão de lojas, e outro em 3D a olho nu. A partir deste mês.

 

Não é pouca coisa! E não é mesmo, pois há quinze anos, no auge da primeira bolha da internet, os movimentos comerciais atraídos pela nova tecnologia caminhavam em desconexão. Lojistas acostumados a se instalarem em ruas especializadas ou em shopping centers abriram unidades virtuais solo no mundo virtual. O setor de moda e acessórios, que apresenta grande volume, desacreditava totalmente na compra pela imagem. Enquanto os shoppings, formato físico ideal para replicar no espaço virtual, não deram a mínima para essa possibilidade. E, ainda não dão. Melhor para o “CNDL Shopping” e o “I Love Mall”. Respectivamente, criações da Confederação Nacional dos Dirigentes Lojistas e da PRA Negócios e Participações, de Antonio Mesquita e Ricardo Abdo.

 

A força do “CNDL Shopping” começa no potencial de atração aos lojistas, pois reúne 1,3 milhão de associados, que podem ingressar pagando R$ 3.990,00 pelo ponto e R$189,00 de mensalidade. As compras serão dirigidas às lojas mais próximas ao CDL local, que são 1480 no total. Ou, em qualquer cidade escolhida pelo cliente, que poderá fazer busca pelo tipo de produto, pelo preço, pelo mais vendido, etc. O consumidor pagará uma única conta e depois de receber a mercadoria; enquanto o lojista será creditado automaticamente sem nenhum ônus. A tecnologia é Flexy e a operação comercial financeira é Koin, que se responsabiliza pelos pagamentos.

 

No “I Love Mall” encontraremos inicialmente 400 lojas em 3D, com predominância ao setor de moda e acessórios, mas com novidades como o Dom Mercatto, que é o Mercado Municipal de São Paulo com todos os seus produtos à mão. As compras (parceladas em 12 vezes) serão centralizadas em um único sistema que poderá ser cartão, boleto ou depósito bancário cujo valor será repassado aos lojistas pelo PayPal. O custo de ocupação será definido dentro da possibilidade do segmento e da empresa especifica.

 

Os shopping centers físicos que poderiam ganhar a guerra, agora terão que enfrentar uma revolução.

 

Carlos Magno Gibrail é mestre em Administração, Organização e Recursos Humanos. Escreve no Blog do Milton Jung, às quartas-feiras.

Mundo Corporativo: Luiz Felipe Marques, da WMcCann, e o novo comportamento do consumidor

 

 

Nos últimos dez anos, o brasileiro transformou-se em um consumidor mais maduro, mudança que impactou a estratégia de vendas das empresas e marcas. Para Luiz Felipe Marques, planejador da WMcCann, uma das diferenças que se percebe, atualmente, é que este consumidor se vê sempre em clima de compra, ou seja, acabou a história de sair para comprar, isto pode acontecer a qualquer instante. Ao mesmo tempo, o brasileiro está muito mais bem informado sobre seus direitos, benefícios que pode obter e vantagens oferecidas pelos concorrentes. Depois de ouvir 10 mil pessoas em 10 países, Marques conta como as empresas devem se adaptar aos novos hábitos, às vendas pelo celular e ao e-commerce, em entrevista ao jornalista Mílton Jung, do programa Mundo Corporativo, da rádio CBN.

 

O Mundo Corporativo vai ao ar às quartas-feiras, 11 horas da manhã, pelo site http://www.cbn.com.br com participação dos ouvintes no e-mail mundocorporativo@cbn.com.br e pelos Twitters @jornaldacbn e @miltonjung (#MundoCorpCBN). O programa é reproduzido aos sábados, no Jornal da CBN, e tem a produção e edição de Paulo Rodolfo, Douglas Matos e Ernesto Foschi.