CBN SP estará no Parque do Povo, nesta terça-feira

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Distante, sim. Nunca afastado. Por isso, sei que nesta terça-feira, a Cátia Toffoletto mostrará aos ouvintes do CBN São Paulo a estrutura à disposição no Parque do Povo, área verde bem ao lado da Ponte Cidade Jardim e Marginal Pinheiros, na zona sul da capital. Este será o terceiro local visitado por ela na séria “Parques de São Paulo” que se iniciou semana passada.

Resultado de intensa luta do paulistano, o parque foi reintegrado à cidade em 2008, pois durante décadas esteve ocupado de forma ilegal por grupos particulares que exploravam a área. Ironicamente, sua recuperação ocorreu graças a iniciativa privada que para explorar a construção de prédio nas redondezas foi obrigada a investir na construção do Parque do Povo.

No quadro de imagens acima, além de fotografias feitas pela Cátia Toffoletto você verá imagens enviadas por ouvintes-internautas dos parques da Água Branca, da Luz e do Povo. A escolha do local visitado pela reportagem da CBN também tem a participação do público que envia suas sugestões para nós por e-mail ou as deixa registrada no blog.

Como estou de férias, sugiro que o seu material com nome do parque, histórias ou personagens interessantes seja enviado para fabíola.cidral@cbn.com.br.

CBN SP estará no Parque da Luz, nesta sexta

 

O Parque da Luz é o mais antigo da cidade de São Paulo e foi escolhido para ser o cenário da segunda reportagem da série “Parques da Cidade”, que se iniciou nesta semana no CBN SP. A Cátia Toffoletto estará, ao vivo, conversando com frequentadores, personagens e gestores para levar ao ouvinte-internauta o que o local oferece ao paulistano.

Entregue em 1825 como Jardim Botânico transformou-se no primeiro espaço de lazer da cidade. Porém, o desinteresse do governo pela área fez com que passasse a ser usado como pasto de gado. Nos 212 anos de vida, o Parque da Luz teve longos períodos de degradação, tendo sido reintegrado ao cotidiano de São Paulo apenas após os anos de 1970. O parque tem sido visto como um museu aberto pelo número de obras de arte que estão em seu interior.

A série “Parques da Cidade” se iniciou terça-feira quando Cátia Toffoletto visitou o parque da Água Branca, na zona oeste. Você pode acompanhar as entrevistas que foram ao ar no CBN SP na página especial no site da CBN, além disso pode colaborar enviando fotos de outros parques e praças da capital que irão compor o álbum digital do CBNSP, no Flickr

Mande, também, para o e-mail milton@cbn.com.br sugestões de locais para serem visitados pela Cátia Toffoletto.

Lazer e polêmica no Parque da Água Branca

 

Parque da Água Branca

Um terço dos cerca de 300 mil m2 do Parque da Água Branca está em obras, o suficiente para transformar este espaço em uma área de conflito entre moradores, visitantes e gestores. Apesar do clima estar tenso nesta área privilegiada do distrito da Barra Funda, na zona oeste de São Paulo, há um consenso em relação a importância deste espaço administrado pelo Estado para o lazer do paulistano.

O Parque da Água Branca foi o primeiro visitado pela repórter Cátia Toffoletto na série de reportagens, ao vivo, sobre as áreas de lazer na capital paulista, que se iniciou nesta sexta-feira. Lá, ela conversou com a líder do movimento que reúne moradores incomodados com as mudanças realizadas pelo Governo do Estado, assim como mostrou o que os administradores do parque pensam em relação a estas reclamações e a reforma que se realiza.

De todas as entrevistas, a que mais me chamou atenção foi a do engenheiro civil Salomão Goichmann que usufrui do parque da Água Branca desde 1932 quando frequentava o local “de carrinho, mamadeira e chupeta na boca”. Se levarmos em consideração que o local foi inaugurado em 1929, ele é um morador privilegiado pois viveu todos os momentos desta parque.

As entrevistas estão reunidas em uma página especial no site da CBN, onde serão publicadas, também, as reportagens sobre os demais parques e praças que serão visitados pela Cátia Toffoletto, neste mês de dezembro. Você acessa, ainda, imagens feitas pela Cátia e por ouvintes-internautas, no álbum digital do CBN SP, no Flickr.

Você pode sugerir os locais que a reportagem CBN estará, ao vivo, nos próximos dias. Desde de anunciamos a série, muitos ouvintes-internautas fizeram sugestões pelo e-mail milton@cbn.com.br. Os primeiros nomes sugeridos foram o Parque da Luz, região central da capital, o Parque do Povo, na zona oeste, o Parque do Trote, na zona norte, e os parques Raul Seixas e da Vila Jacuí, na zona leste.

Há casos de ouvintes-internautas que, além de sugerir o nome do parque, ainda enviou sugestões de entrevistas, como fez Fábio Eduardo Flório que conheceu um frequentador que luta pela “reintegração” do Parque do Povo, desde quando aquela era uma área ocupada ilegalmente.

Já Antonio Carlos Viana chamou atenção para a falta de fraldário na maioria dos parques da cidade: “Nos parques de São Paulo, inclusive o Ibirapuera, não há infraestrutura adequada para que um pai ou uma mãe troque as fraldas de uma criança com condições adequadas de higiene e conforto”.

Mande a sua sugestão, também. E vamos fazer juntos esta série de reportagens sobre parques e praças da nossa cidade.

Biquíni está proibido no parque Buenos Aires

 

Com biquíni não pode, sunga também

O calção de cós alto e bainha raspando o joelho com estampas coloridas acompanham os passeios diários do professor Heródoto Barbeiro pelas alamedas de Higienópolis e combinam com o sandalião de couro que cobre os dedos marcados pelo tempo. Morador antigo da região, não deve causar constrangimento aos vizinhos quando passa por dentro do parque Buenos Aires. Mas que ele não se atreva a vestir a sunga que costuma usar nos banhos de mar, lá no litoral sul. Correria o risco de ser assediado pelos vigilantes da moral e dos bons costumes que trabalham na praça.

É que neste recanto do bairro, forrado de verde, com espaço para passeio tranquilo, cercadinho para animais de estimação e gramado relaxante, existe uma regra. Está lá na Portaria 28/02, artigo 5º, inciso 17: é proibido “tomar sol de biquíni ou sunga”. Principalmente biquíni, dado que até hoje não se registrou nenhum caso de medida punitiva aos frequentadores adeptos da sunga (mas é bom não exagerar, Gabeira).

De acordo com notícia publicada em página cheia da Folha (leia aqui), uma mulher de 58 anos foi convidada a manter a compostura sob o risco de ter de deixar o ambiente. Ela cometeu deslize grave, segundo as normas aprovadas pelo conselho que representa, em última instância, os frequentadores: vestia um biquíni. O artigo não diz se fio dental, asa delta ou outro modelo qualquer, mas o vigilante que abordou a senhora se referiu a “roupa íntima”.

A culpa é da sociedade conservadora, explicou o administrador do parque Eduardo Panten em defesa da proibição que pode ser estendida a outros trajes (ou falta deles), pelo que percebi nas declarações dadas ao jornal. Consta que as babás que levam seus clientes ao parque têm reclamado, também, dos “idosos sem camisa”, especificou um dos oito vigilantes que circulam na Buenos Aires. Isto, sim, algo que pode atrapalhar o passeio do meu amigo Heródoto, apesar de que ele prefere mesmo a camisa do Corinthians que constrange apenas pelas marcas encardidas pelo centenário.

Pelas dúvidas, preferímos conversar com um advogado: ouça a entrevista do coordenador da Comissão de Direitos Humanos da OAB-SP Martim de Almeida Sampaio. E deixe sua opinião.

Acordo garante skate com restrições no Ipiranga

 

O Parque da Independência, no bairro do Ipiranga, em São Paulo, seguirá servindo de cenário para skatistas da cidade, mas algumas regras serão impostas para reduzir o número de acidentes e controlar abusos que estariam incomodando outros frequentadores do local. Quem informa é a Associação de Skatistas Quintal do Ipiranga através do Ivan Ribeiro que publicou o texto a seguir aqui no Blog. A discussão se iniciou após a tentativa da administração do parque de eliminar o skate do interior do parque em uma medida que seria adotada com o objetivo.

Saiba como ficará a prática do skate no Parque:

1- O Skate vai ficar no Pq. da Independência?

Sim, mas com algumas adequações nos horários durante os finais de semana e feriados. A partir da primeira semana de Setembro, o Skate no museu será liberado em horário livre de Segunda a Sexta – feira, já nos finais de semana e feriados fica proibido a prática do esporte nos horários entre 13h00 e 17h00, devido ao grande número de pedestres e ao índice de acidentes que em 95% dos casos ocorreram nesses padrões.

2 – O uso de Equipamentos de Segurança

É galera, a partir de setembro, também será cobrado para todo mundo, sem exceções, o USO DE CAPACETE NA LADEIRA, principalmente para quem for local no pico, pois o exemplo vem de casa, e para não deixar os de fora zuarem o nosso ”barraco” temos que sair na frente e cobrar quem não estiver protegido.

3 – Conduta do Skatista no Parque

Bom, quanto a isso acho que ninguém precisa de lição de moral, mas vale lembrar alguns pontos importantes que foram cobrados inclusive pelos nossos parceiros. A MACONHA NÃO PODERÁ SER CONSUMIDA DENTRO DO PARQUE, , e para que possamos proteger nosso espaço devemos dar exemplo e conversar com a pessoa que estiverem usando, para que pare ou vá para fora da área. O mesmo vale para bebidas alcoólicas na ladeira, ninguém está proibido de tomar aquela gelada maravilhosa na ladeira, mas questionaram o fato de skatistas descerem a rampa com a breja na mão e pedimos a colaboração de todos.

É isso ai família Quintal do Ipiranga e simpatizantes a nossa causa, conseguimos manter o skate no museu e exercemos o nosso direito a cidadania, brigamos, conversamos e no final tudo está ficando bem mesmo com as restrições que acordamos junto com a Prefeitura.

Em duas semanas vamos colocar alguns Banners dentro do parque para avisar os pedestres e skatistas sobre as mudanças e adequações que estão por vir e esperamos mesmo A COLABOROÇÃO DE TODOS, pois não foi fácil chegarmos a esta conquista e o skatista sabem bem disso.

Ibirapuera, 56 anos

 

Parque do IbirapueraPor Devanir Amâncio
OMG EducaSP


Que vivam as suas águas e que não morram os seus peixes -, asfixiados, nunca. Que o olhar das autoridades sobre o parque, seja o mesmo olhar humano das pessoas que têm ou tiveram as suas vidas marcadas pela beleza de sua arquitetura e paisagem inspiradora. Que se faça com a sua drenagem ,tão importante e urgente , a drenagem das ideias.Que o sentimento público de descaso – com as suas vias mal concervadas ,bueiros entupidos , águas poluídas, calçadas esburacadas , banheiros insuficientes ,quase sempre sem papel – se faça substituído pelo sentimento do amor , da força da eficiência. Assim teremos um Ibirapuera mais vivo.

Vamos enxergar a beleza do parque sem destruí-la com as mãos.

Preconceito é causa da proibição, diz skatista

 

Manifestação de skatistas no Parque da Independência (Foto:Quintal do Ipiranga)

Manifestação de skatistas no Parque da Independência (Foto: Site Quintal do Ipiranga)

Falta diálogo e sobra preconceito. É o que pensa o vice-presidente da Associação de Skates Quintal do Ipiranga Bruno Rinaldi Hupfer sobre a tentativa de se proibir a prática do esporte no parque da Independência. Para ele, o preconceito fica claro quando a administração e o conselho gestor dão a entender que os skatistas não são frequentadores do parque: tratam o assunto como se os visitantes estivessem de um lado e os praticantes do esporte de outro.

Ouça a entrevista com Bruno Rinaldi Hupfer, do Quintal do Ipiranga

Bruno ficou satisfeito em saber, pelo CBN SP, que haverá uma re-discussão a propósito do tema no dia 5 de agosto, na sede da administração do parque. Entende que será a oportunidade de apresentar um plano para uso do local elaborado pelos skatistas que, segundo ele, não foram ouvidos até o momento.

A Associação desconhece registro de acidentes nos quais skatistas tenham provocado ferimentos em outros frequentadores do parque. No entanto, admite que é preciso que se evite o uso do skate nos horários em que o movimento de pedestres é muito grande.

Leia, também:

Secretário quer acordo com skatistas

Skate ameaçado no Museu do Ipiranga

Secretário do Verde quer acordo com skatistas

 

Uma reunião semana que vem foi marcada para que o conselho gestor do Parque da Independência e skatistas que usam o local há décadas entrem em um acordo sobre a prática do esporte no “ladeirão” – área pública que fica dentro das dependências do parque. O secretário do Verde e Meio Ambiente Eduardo Jorge disse que proibir não é o melhor caminho, mas que os problemas registrados no último ano devem ser levados em consideração. De acordo com a administração do parque, de junho de 2009 a junho de 2010 foram registrados 30 acidentes envolvendo skatistas e visitantes.

Na entrevista desta quarta-feira, Eduardo Jorge ameaçou as empresas que não estão cumprindo com a lei municipal, em vigor desde o ano passado, que obriga a implantação de sistema de logísitica reversa em empresas produtoras e distribuidoras de bebidas, óleos combustíveis, lubrificantes, cosméticos e produtos de higiene e limpeza. Hoje, foi lançado o Programa Jogo Limpo,em parceria com o sindicato que reúne os postos de combustível, no qual estes estabelecimentos se comprometem a recolher e receber os resíduos de plásticos resultantes de embalagens de lubrificante.

Ouça a entrevista de Eduardo Jorge, no CBN SP.

Skate ameaçado no Parque da Independência

 

Skate Independência

A prefeitura diz que não tem nada decidido. Mas o recado já foi passado aos skatistas: a partir de 8 de agosto quem insistir em andar na ladeira do Parque da Independência pode ser preso e ter o skate recolhido. Haveria reclamações quanto ao risco que a prática do esporte gera aos demais visitantes, de acordo com o conselho gestor do parque onde está o Museu do Ipiranga.

Há décadas o local é usado pela turma do skate, mas parece que agora a pressão para impedir a ´brincadeira´ pode acabar com o espaço. Durante o CBN São Paulo, a secretaria municipal do Verde e Meio Ambiente enviou uma nota na qual informa que a proibição ainda não está decidida:

“A Secretaria do Verde se reunirá com o Conselho Gestor e representantes dos diversos segmentos de usuários do parque, inclusive com os skatistas, para definir um procedimento de comum acordo. A prática de skate no parque tem causado acidentes e os usuários têm se queixado junto à Administração”

O skatista Carlos Alberto Sales, por e-mail, diz que gostaria de saber de onde partem as reclamações e se existem registros dessas queixas dos usuários. Ele desconfia que isto esteja muito mais ligado a incompreensão dos atuais gestores do parque:

“A maioria dos colegas skatistas é consciente dos riscos e toma as providências quanto ao uso de equipamentos e aos cuidados com a velocidade para evitar a colisão entre si e com os pedestres. Muitos já frequentam o local há anos, conhecido como berço do skate em São Paulo …a “meca” do esporte no Brasil . Assim como eu, meus colegas têm idade acima dos 40 anos, são maduros e responsáveis, são pais de familia…e a maioria dos skatistas do local tem este perfil. Foi só mudar o conselho de Gestão do Parque este ano que começaram os boatos sobre a proibição … creio que isto reflete a opinião pessoal dos Gestores que não analisam a história deste espaco tão importante para o skate não só de Sao Paulo”.

Uma das preocupações dos skatistas é que se o local tiver acesso restrito, muitos irão praticar o esporte em ruas e avenidas, aumentando o perigo de atropelamentos e acidentes graves. Um abaixo-assinado corre na internet com o objetivo de mobilizar os skatistas e simpatizantes para que o espaço seja preservado. E você pode acompanhar a mobilização dos skatistas no site Quintal do Ipiranga.

Em tempo:

(atualizado e corrigido às 19h24)

De acordo com informações da jornalista Marilia Fakin (que você vê na foto), dia 8 de agosto haverá manifestação de skatistas no Parque da Independência. O movimento pela liberação do skate já esteve reunido neste fim-de-semana por lá com o objetivo de chamar atenção dos frequentadores para a tentativa de se proibir a prática também de bicicleta e patins no local. Na oportunidade foi lembrada, ainda, a morte de Rafael Mascarenhas, filho de Cissa Guimarães, atropelado e morto terça-feira quando andava de skate em um túnel fechado, no Rio.


A foto deste post é de autoria de Leonardo Berno, publicada originalmente no site da Waves

Pauta #cbnsp: “Ônibus anda como carroça”

 

CBN SPO bairro de Moema perde 3.850 vagas de estacionamento para que o trânsito possa fluir melhor, a partir desta segunda-feira. A medida provoca reclamação entre moradores e comerciantes da região e a repórter Luciana Marinho esteve lá para mostrar como ficou a situação. Para o engenheiro de tráfego de transportes Horácio Augusto Figueira, ouvido pelo CBN São Paulo, a medida tem de ser adotada oferecendo prioridade para o transporte de passageiros. Ele explica que estudo feito em informações da SPTrans mostra que os ônibus andam a velocidade médida de 6,2 km no corredor exclusivo da avenida Ibirapuera. “É menos do que anda uma carroça”, disse Figueira que atua, também, como consultor da Abramet (Associação Brasileira de Medicina de Tráfego). Para o engenheiro é preciso que a pista do corredor seja duplicado ao menos no horário de pico.

Igreja do barulho –
Os templos religiosos são alvo da maior parte das reclamações por excesso de barulho feitas ao Ministério Público Estadual. O promotor José Eduardo Lutti, de Justiça e Meio Ambiente da Capital, disse que a maioria das vezes o barulho é resultado da falta de informação dos proprietários da Igreja e o problema é resolvido com orientação. A bronca com os templos já supera a reclamação de barulho dos bares da cidade. Para enviar denúncias ao Ministério Público use o e-mail: pjmac@mp.sp.gov.br

Direito do Cosumidor – O Procon de São Paulo autuou 94 lojas na Operação Dia das Mães, a maioria por venda irregular com cartão de crédito. Os comerciantes ou cobravam valores diferentes se a venda fosse à vista ou limitavam o valor da compra no crédito, medidas que ferem o Código de Defesa do Consumidor. A reportagem é de Márcia Arroyo.

Parque na Guarapiranga – A prefeitura promove atividade em área onde será entregue mais um parque no entorno da represa de Guarapiranga, zona sul de São Paulo. A destruição de um motel que funcionava no local foi o pretexto para o prefeito Gilberto Kassab (DEM) convocar a imprensa para ir até o local. Ouça a reportagem de Juliano Dip. Ao contrário do que foi dito na reportagem, essa área não é a mesma em que funcionará o parque Nove de Julho, que está na mira do Ministério Público Estadual devido a construção que invade a área de alagamento da represa.

Época Sp na CBN – Shows de Yamandú Costa e Nouvelle Vague abrem a semana de espetáculos em São Paulo. E Rodrigo Pereira lembra que estão à venda os ingressos para a apresentação de Johnny Rivers.

Cidade Inclusiva –
Os acidentes de trânsito matam cerca de 40 mil pessoas por ano, no Brasil, e levam mais de 120 mil para os hospitais, destes 1/3 fica com sequelas permanentes, informou Cid Torquato, comentarista do Cidade Inclusiva. Para combater este cenário de guerra, foi criado em 2009 o programa “Chega de Acidentes” que mantém site onde estão uma série de informações sobre o tema.