Mundo Corporativo: João de Lima diz como alcançar os resultados na sua empresa

 

 

“Não é o lucro, o principal resultado. O principal resultado do negócio é a perpetuação. E para ter a perpetuação do negócio, ele tem que ter pessoas que se comprometam durante longo tempo com a empresa e acreditem na causa da empresa. Então, a função do líder é obter desempenho de um lado e comprometimento de outro” A sugestão é de João de Lima, consultor de empresas, em entrevista na qual falou sobre gestão de resultados, ao jornalista Mílton Jung, no Mundo Corporativo, da rádio CBN. De Lima explica como os resultados podem acontecer em uma empresa a partir da implantação do “Modelo Fractal de Gestão”, representado por um grande triângulo dividido em 16 partes, desenvolvido por ele:

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João de Lima é autor do livro “Gestão e cultura de resultados – um modelo para gerir e liderar pessoas realizadas em empresas de sucesso” (Ed Gente).

 

O Mundo Corporativo pode ser assistido ao vivo, quartas-feiras, 11 horas da manhã, no site http://www.cbn.com.br. O quadro é reproduzido aos sábados no programa Jornal da CBN, da rádio CBN.

Conte Sua História de SP: o primeiro lugar em que pisei foi na Paulista

 

Por Sueli Leite Brisighello

 

 

Cheguei em São Paulo vinda de Mocóca, no interior, em 1962 ,com 11 anos de idade. O primeiro lugar em que pisei foi na Avenida Paulista, local de trabalho do meu pai – o Instituto Pasteur – e moradia da minha vó paterna.

 

Queria muito mudar pra São Paulo porque meu pai e meu irmão já estavam aqui trabalhando e eu morria de saudades.

 

Até hoje meu passeio predileto é caminhar pela Paulista domingo à tarde. Meu coração bate num compasso diferente, as lembranças me invadem.

 

São Paulo era maravilhosa! Só aqui conheci um supermercado – o Pão de Açúcar da Brigadeiro Luiz Antonio – e uma feira livre, onde comprei minha primeira sandália Havaiana.

 

A adolescência chegou e íamos em bailes de formatura – eu e minha irmã mais velha. E voltávamos de ônibus sem medo nenhum. Pelo caminho víamos garrafas de leite e saquinhos de pães nas portas e portões das casas.

 

Apesar dessa mudança terrível, ainda amo São Paulo e espero em Deus que um dia ela seja cuidada como merece não só pelos governantes mas principalmente pelo povo que ela acolheu.

O padre que morreu no altar

 

Por Milton Ferretti Jung

 

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Faz muito tempo que este que lhes escreve começou a bancar o radialista. Sim, bancar, porque os fones da galena do meu avô ,o seu Adolfo, surpreendentemente, enfiados na entrada do toca-discos do Wells, rádio que o meu pai importou dos Estados Unidos, produziram o que eu imaginava pudesse ocorrer: viraram microfone e até que tinham um som bem mais forte do que era esperado. Da descoberta da utilidade deles à primeira narração de um jogo de botões feita por mim.

 

Eu estava longe de ser o que pretendia: trabalhar como locutor de rádio. Já contei essa história e, se ela foi lida por alguém, me perdoem: a Rádio Canoas (que nunca fez jus ao nome do município que deveria ser a sua sede) buscava locutores. Alistei-me aos que fizeram teste e, para minha surpresa, fui aprovado.

 

Já havia passado pela Voz Alegre da Colina, um serviço de alto-falantes que era usado nas quermesses que visavam obter o suficiente para iniciar uma igreja, cujo nome já se sabia: Igreja do Sagrado Coração de Jesus.Em uma das quermesses comecei a namorar aquela que seria minha mulher. A igreja demorou, mas o trabalho dos paroquianos e do Padre João Mascarello, seu primeiro vigário, permitiu o seu crescimento. O tempo passou, casei com Ruth e saímos das casas paternas para morar no Menino Deus. Minha primeira mulher faleceu e fui morar na Assunção com Maria Helena.

 

Chamou-me a atenção encontrar uma Igrejinha que tinha o mesmo nome do seu padroeiro, isto é, Igreja do Sagrado Coração de Jesus. Imaginava que não pudessem existir duas paróquias com o mesmo nome. Mas não havia nada que proibisse isso.Localizada no alto da Rua Padre Reus, com uma pracinha com poucas árvores e um pároco que, logo descobri, ficava na porta da Igreja à espera dos que chegavam para assistir a uma das tantas missas dominicais.

 

Nunca vou esquecer a solidão enfrentada por José Werle (só agora fiquei sabendo seu sobrenome),que trabalhou sozinho e, mesmo assim,estava se esforçando para terminar uma casa, que serviria para reunir crianças nas catequeses e para outras finalidades. Padre José não se queixava da falta de um padre que o ajudasse de maneira permanente. O Padre enfrentou problemas de saúde,nada, porém, que lhe tirasse o ânimo.

 

Nesse domingo, 25 de outubro,na missa das vinte horas, que transcorria normalmente e estava quase terminando, Padre José,que tinha por hábito fazer uma pausa e, após,convidar os paroquianos para rezar mais um pouco, ergueu-se e não conseguiu iniciar aquela que seria a sua última oração: caiu,inconsciente no altar, mas,embora socorrido por dois médicos que assistiam à sua missa, não resistiu e morreu. O Padre José, que estava satisfeito por ver a sua Igreja lotada de paroquianos,com certeza, me arrisco a dizer, teve a morte que havia pedido a Deus. Será muito difícil o substituírem. Ele era um verdadeiro “herói de Cristo”.

 


Milton Ferretti Jung é jornalista, radialista e meu pai. Escreve no Blog do Mílton Jung (o filho dele)

Mundo Corporativo: Ruy Shiosawa do GPTW mostra por que é importante investir nas pessoas

 

 

Empresas que cuidam melhor dos seus funcionários tendem a valer mais, ganhar mais dinheiro e alcançar resultados melhores. É o que se constata em estudo realizado pelo GPTW – Great Place to Work, consultoria que realiza pesquisa e desenvolvimento profissional, apresentado no programa Mundo Corporativo, da rádio CBN. Em entrevista ao jornalista Mílton Jung, o presidente do GPTW Brasil, Ruy Shiosawa, alerta que é preciso mudar o foco dos administradores que tendem a reclamar da dificuldade que enfrentam ao tratar com os profissionais da empresa: “o primeiro passo é vencer esta barreira e encarar o desafio, temos de gerir pessoas de uma maneira exemplar, porque os resultados de uma empresa virão através das pessoas e não apesar delas”

 

O Mundo Corporativo pode ser assistido, ao vivo, às quartas-feiras, a partir das 11 horas, no site da Rádio CBN (www.cbn.com.br). O programa é reproduzido aos sábados, no Jornal da CBN. Participaram do Mundo Corporativo Paulo Rodolfo, Douglas Matos e Débora Gonçalves.

Conte Sua História de SP: o caminhão de manivela do Dito Caipira e minha rua de terra

 

Por Nerci Pedroso Bueno

 

 

Meu nome é Nerci, nasci no Belenzinho, precisamente na maternidade Leonor Mendes de Barros. Mas sou moradora de um bairro da periferia de São Paulo, Ermelino Matarazzo.

 

Quero falar um pouco do meu bairro: minha casa é de esquina e fica numa rua com descida. Naquela época, em 1969, as ruas do bairro eram todas de terra como a gente costumava a falar. Quando chovia, descia tanta água por aquela rua que não dava outra: entrava água nas casas, um metro de água, mais ou menos. Minha casa vivia enchendo e ainda me lembro da minha mãe e irmãos puxando a água com rodos, vassouras, o que desse certo.

 

Meu pai, o Dito Caipira, como era conhecido no bairro, motorista de caminhão a manivela, fazia carretos para os moradores. Uma vez, ele contou que, quando foi morar no bairro, só tinha a casinha dele de madeira e de alguns vizinhos, dizia que cansou de matar cobras no nosso quintal. E que, juntamente com os poucos moradores, foi pedir ao então governador de São Paulo para colocar luz elétrica no bairro. Foram todos no caminhãozinho do meu velho pai.

 

Minha infância se deu neste bairro pobre de periferia.

 

Nessa mesma rua que descia a chuva em forma de correnteza, eu e muitas crianças entravam na enxurrada. A rua tinha muitos buracos. Como disse, minha casa era na esquina e toda água desembocava lá, era uma farra.

 

Em dias de sol, descia a rua de carrinho de rolimã feito pelo meu irmão mais velho. Descia com tudo a rua, sem medo do perigo e sem medo de ser feliz.

 

As brincadeiras dessa época eram inocentes, recordo-me que meu pai plantava milho num terreno emprestado e eu brincava com as espigas, logicamente sem arrancar do pé: fazia carinha nas espigas e trancinhas nos cabelinhos do milho.

 

Ah, saudades daquele tempo!

 

Hoje, o bairro progrediu, as ruas estão asfaltadas, já não entra mais água na minha casa, o terreno emprestado tornou-se uma vila de sobrados, que já foram todos vendidos.

 

A rua ficou movimentada, não tem mais carrinho de rolimã nem as espigas – agora só no supermercado mesmo – , e o caminhãozinho de mudança ligado a manivela já não existe mais nem seu dono, o Dito Caipira.

 

Essa é minha história, história de uma paulistana que ama profundamente esta cidade.

 

Mundo Corporativo: Monica Molina, da Condere, ensina 4 passos para vencer a crise

 

 

“O primeiro exercício é justamente você definir suas fronteiras estratégicas; então existe todo um aprendizado no seu ambiente de negócios que ao ser aplicado na empresa vai permitir avaliar se o seu negócio ganha dinheiro, onde ganha dinheiro, quais são as alavancas de valor que o seu negócio tem hoje”. Esse é um dos quatro passos necessários para a sua empresa encarar a crise e sair ainda mais fortalecida deste momento, de acordo com Monica Molina, sócia-diretora da Condere, empresa especializada em estratégia de negócios, fusões e aquisições. Na entrevista ao jornalista Mílton Jung, do programa Mundo Corporativo, Molina também destaca a necessidade de se identificar e alavancar talentos dentro da sua empresa: “as decisões no mundo moderno estão muito mais diluídas em quem detém o conhecimento, então as decisões, elas tendem a não ser mais baseadas na hierarquia, mas em quem tem conhecimento”.

 

Você assiste, ao vivo, ao Mundo Corporativo, quartas-feiras, 11 horas, no site http://www.cbn.com.br. O programa é reproduzido aos sábados, no Jornal da CBN. Colaboraram com este programa Paulo Rodolfo, Douglas Matos e Débora Gonçalves.

A internet das coisas e de todos

 

Por Carlos Magno Gibrail

 

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A web dará origem a um novo sistema econômico que substituirá o capitalismo. Trata-se da internet das coisas. Ela permitirá conectar todos e tudo em um novo processo econômico, mais completo do que as revoluções industriais do passado, pois sua arquitetura é descentralizada e customizada.

 

Jeremy Rifkin, autoridade em economias do futuro,se tivesse ouvido a CBN no sábado teria mais uma confirmação da importância de sua última obra.“Sociedade com custo marginal zero, a internet das coisas, os bens comuns colaborativos e o eclipse do capitalismo”.

 

Rifkin, professor de Warton, guru de presidentes, entre eles, Angela Merkel, afirma que quando os custos de gerar, armazenar e compartilhar comunicações, energia, transportes, produtos e serviços se aproximarem de zero,uma nova matriz será criada. Pública e esperta: a internet das coisas.

 

No “Mundo Corporativo”, Armindo Mota Jr, da WAPPA, descreveu ao Mílton Jung a sua operação, que atende empresas em serviços de taxis cobrindo 300 cidades brasileiras, usando 300 cooperativas. Com o seu aplicativo, ajuda as empresas clientes a desmobilizar e economizar 30% em transportes, enquanto os taxistas têm 30% a mais de ocupação, e ele fatura 200 milhões por ano.

 

No “50 mais CBN”, Alexandre Kalache perguntou ao economista Eduardo Gianetti, se ainda mantinha a afirmação que a economia devia nos libertar, mas acaba nos escravizando. Gianetti manteve a afirmação, mas a tese de Rifkin e o programa do Mílton merecem uma reflexão.

 

A experiência da Wappa pode ser aplicada em todos os setores de transportes, e, aos produtos também evitando perdas e sobras. De outro lado, setores tradicionais terão que enfrentar as inovações da internet das coisas, como Ruy Castro já percebeu que a trajetória dos cantores que hoje ganham em shows chegará aos escritores.

 

A argumentação de Rifkin é consistente para chegar à transposição do capitalismo para o compartilhamento da internet das coisas, e, é acessível.Pelo entendimento e pelo acesso. Você pode comprar o livro em português ou baixar na internet o original de graça. Local onde pode ouvir o autor,ler seus comentários, ou investigar a opinião e a análise de professores de renomadas escolas de economia. Tudo dentro da internet das coisas.

 

É bom se preparar, para aproveitar o que virá.E, por falar nisso, dia 20 entrará no ar o PIRATAS ON LINE, o primeiro Shopping Center físico a ser replicado na web.

 

Carlos Magno Gibrail é mestre em Administração, Organização e Recursos Humanos. Escreve no Blog do Mílton Jung, as quartas-feiras

Obras de Rifkin em português:
A terceira revolução industrial
O sonho europeu
O fim dos empregos
A economia do hidrogênio
A era do acesso
O século da biotecnologia

CBN Salvador promove concurso com o tema “Comunicar para liderar”

 

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Ouvintes da rádio CBN em Salvador estão convidados a participar de concurso cultural no qual devem criar uma frase com as palavras comunicar e liderar. Todos os participantes que fizeram o cadastro no site da emissora estarão concorrendo a sorteio de um exemplar do livro “Comunicar para liderar”, que escrevi em parceria com a fonoaudióloga Leny Kyrillos.

 

A promoção antecede o lançamento e talk show sobre o livro que realizaremos no dia 16 de outubro, na próxima sexta-feira, a partir das 18 horas, na Livraria Cultura, do Salvador Shopping.

 

Se você mora em Salvador e região metropolitana, entre no link a seguir e deixe a sua frase. E, claro, já colocoque na sua agenda nosso compromisso na próxima sexta-feira. Até lá.

 

Promoção para ganhar o livro “Comunicar para liderar”

Conte Sua História de SP: na busca por um pão divino e inominável para comemorar meu aniversário

 

Por Betty Boguchwal

 

 

O Quadrilátero da Saúde é um lugar onde são tênues os limites entre a saúde e a doença, a vida e a morte. A propósito engloba o trecho da Av. Dr. Arnaldo entre as Ruas Minas Gerais, Major Natanael e Cardoso de Almeida de um lado e, do outro, Av. Rebouças, Ruas Teodoro Sampaio e Cardeal Arcoverde. Caramba é servido por dois grandes hospitais, Faculdades de Medicina e Saúde Pública da USP, Secretaria da Saúde do ESP, três cemitérios, um velório e finalmente ou finadamente o IML.

 

Sorte que para amainar um pouco temos ao fundo um estádio e o museu de futebol. Daí que o comércio tem como público alvo os usuários, visitantes e trabalhadores destas instituições. Digo isso, já que alguns usuários não consomem mais, melhor dizendo, já partiram para o outro mundo. No entanto mesmo de lá, ainda geram demanda, principalmente aqueles que ainda estão carimbando o “visto de saída”, ou seja, estão sendo velados. Assim o comércio deste duplo quadrilátero é constituído por floriculturas, quiosques de flores, padaria, lanchonetes, restaurantes, bancas de jornal e trabalhadores informais, cujos artigos variam desde frutas até bandeirinhas de futebol.

 

Detalhe: eu faço parte do grupo dos trabalhadores, já que atuo como psicóloga na Secretaria de Saúde. Ocorre que por ocasião do meu aniversário, Paula, colega e vizinha de data de aniversário, trouxe dois patês. Aleluia estas iguarias exalavam um cheiro convidativo e 16H15 seria um bom momento para um lanche. Então o mínimo que podia fazer era providenciar baguetes ou torradinhas para saborearmos.

 

Ora fui à padaria que fica exatamente na esquina onde começa a rampa que acessa o Estádio do Pacaembu, em frente ao velório do Araçá, supondo ser um local apropriado para adquirir estes simples e pequenos itens. Já do lado de fora, a fachada pintada de um amarelo inexpressivo, parecia mais um caixote de cimento, na mesma linha de caixão, sem placa ou qualquer referência que indicasse o tipo do estabelecimento. Puxa, confesso que a minha entrada neste local foi tétrica, justo eu, especialista em padarias, logo fui impactada pelo clima negativo. Á direita, no balcão de pães viam-se alguns pãezinhos aparentando um bom tempo de vitrine, pães doces, e dois murchos pães de queijo. Barbaridade: nada atraia, ops, tudo repelia!

 

Nossa, dei uma pequena circulada buscando outra opção para a base dos patês. Péssima idéia: apesar de o balcão estar revestido com material atualizado, os produtos oferecidos para lanche tais como coxinha, esfiha aparentavam validade de anteontem. E pior, nas conversas que facilmente se ouviam entre os clientes, era nítido o destaque do vocábulo “herdeiro”.

 

Curioso que entre os dois balcões estava uma mesinha com duas cadeiras desocupadas e, ao fundo, uma salinha apagada, cuja entrada era interditada por uma geladeira Kibon. Invariavelmente deveria ser um espaço destinado ás refeições, provavelmente “gelado” pelos proprietários que, claro naquela hora já estariam descansando.

 

Felizmente encontrei Yolita, uma colega que não via há décadas, saboreando um café. Eta, até que ela aprovou o café, que a reconfortava na saída do velório de um amigo. Arre um elogio em meio a tantos produtos nada atraentes. Não durou muito, pasmem chegou um mendigo com um copo sujo pedindo para encher com café.

 

Mas como necessitava mesmo adquirir qualquer coisa para degustar os patês retornei ao primeiro balcão e, rapidamente, pedi dois pãezinhos franceses e um pacote de biscoitos cream crackers. Exatamente enquanto eu fazia o pedido escutava um senhor resmungando:

 

– Algum funcionário, por favor!
– Bom, o que poderia se esperar do atendimento naquela padaria?

 

Ora neste momento, me dirigindo para o caixa notei, ao lado da balança do pão, impresso naquele saudoso porta rolo de papel para embalagem: “Nova Pão Divino”, assim mesmo, sem concordância. Bom, ao menos tinha nome o tal do pão, ou seria da padaria?

 

– De fato sim:
Divino, mas inominável!

 

Digamos que o valor desembolsado também era inominável. Contudo, ao sair, logo me deparei com uma linda coroa de flores bem na porta da floricultura vizinha. E não é que a coroa é muito mais chamativa do que a padaria!

 

De volta à Secretaria degustamos, comemoramos, felizmente o sabor do patê se sobrepôs ao “divino” pão e fui embora. Ocorre que caminhando lá pelos últimos quiosques de flores, exatamente no N° 18 Chai, vida em hebraico, que, segundo a Cabala, significa sorte na cultura judaica, vi a placa:

 

Dê flores aos vivos!

 

Puxa, afinal é meu aniversário, significa que completo mais um ano de vida. Oba! Fiz como o sugerido e presenteei-me com flores.

 


O Conte Sua História de São Paulo vai ao ar aos sábados, após às 10h30, no programa CBN SP. A sonorização é do Cláudio Antonio.

Mundo Corporativo: Armindo Motta Jr da Wappa diz como empresas podem reduzir custos com serviço de táxi

 

 

Em meio a polêmica entre o serviço de táxi tradicional e o uso do aplicativo Uber, algumas empresas conseguem encontrar brecha para prestarem serviço que atenda os profissionais do setor e os passageiros. É o caso da Wappa, uma plataforma de gestão de táxi, que está há dez ano no mercado e atende cerca de 2.500 empresas e clientes. Em entrevista ao jornalista Mílton Jung, no programa Mundo Corporativo, da rádio CBN, o CEO da Wappa, Armindo Motta Júnior, explica que as empresas podem economizar até 40% nos custos de transportes dos seus funcionários ao permitirem a gestão do serviço através da tecnologia que foi desenvolvida. Ele, também, analisa as rápidas transformações que o mercado de táxi no Brasil e no Mundo vem enfrentando com o surgimento de aplicativos e novas funcionalidades: “todos nós vamos precisar nos adaptar às mudanças”.

 

O Mundo Corporativo pode ser assistido, ao vivo, às quartas-feras, 11 horas da manhã, no site http://www.cbn.com.br O programa é reproduzido aos sábados, no Jornal da CBN, e tem a participação do Paulo Rodolfo, do Douglas Matos e da Débora Gonçalves.