Mundo Corporativo: lojas virtuais exigem mais das lojas convencionais

 

As vendas na internet estão mudando o comportamento do consumidor e levando o comércio a criar lojas cada vez mais atraentes. A diretora-geral do Popai Brasil – Associação Global de Marketing no Varejo, Ana Cláudia Costa, explica que para concorrer com as vendas online é fundamental investir ainda mais nas sensações que uma loja pode provocar, surpreender o cliente, produzir vitrines diferentes, criar iluminação aconchegante, oferecer aromas que não incomodem e som ambiente coerente ao conceito da marca e do produto. É preciso estar atento para o fato de que as compras nas lojas físicas são muito mais emocionais do que nas lojas virtuais. Na entrevista ao Mundo Corporativo da CBN, Ana Cláudia Costa, recomenda que o comerciante que explora os dois canais de venda ofereça produtos e faça promoções diferenciadas mas mantendo alinhamento na comunicação.

 

 

O Mundo Corporativo vai ao ar às quartas-feiras, 11 horas, no site da CBN, com participação dos ouvintes-internautas pelo e-mail mundocorporativo@cbn.com.br e pelo Twitter @jornaldacbn. O programa é reproduzido aos sábados, no Jornal da CBN. Você pode participar das discussões no grupo Mundo Corporativo da CBN, no Linkedin.

4 comentários sobre “Mundo Corporativo: lojas virtuais exigem mais das lojas convencionais

  1. Milton, bom dia!

    Acompanhei, há pouco, a entrevista sobre lojas virtuais (já tive por duas vezes um comércio convencional e, atualmemte, avalio os riscos de abrir um e-commerce ou voltar ao formato tradicional de uma loja), por isso a entrevista me atraiu.

    Quero te parabenizar pelo esforço que fez em trazer algo novo aos ouvintes porém a entrevistada deixou a desejar. Ela não disse nada “novo”. Sempre o óbvio sem inclusive tomar cuidado de não citar marcas (por exemplo, uma grande fabricante de alimentos infantis – faria, claro todos saberem que se tratava da Nestlé), sem precisar citar Carrefour, Wall mart etc.

    A sensação que eu tive, ouvindo a matéria é que ela (Claudia) está completamente defasada. Não passou segurança alguma para mim e, ao contrário da expectativa inicial, terminou a matéria sem alterar em nada o meu conhecimento e /ou impulso se seguir com a ideia de investir em uma loja virtual.

    Agradeço por me ouvir.
    Um abraço e, mais uma vez parabéns pelo profissional que é.
    Amélia Lopes

  2. Percebe-se que há muita gente escrevendo, palestrando, concedendo entrevistas, etc… em cima de bases conceituais e acadêmicas. Poucos detém o conhecimento advindo da prática, que, nestes caso, é fundamental. Parabéns pelo programa. Abçs.

  3. A língua inglesa é tão rica que pode confundir. Shopper é o comprador que compra no varejo, ou para sí ou para outros. Buyer é o comprador profissional. Customer é quem compra para si.

    Com relação a citação de marcas, não vejo nenhum problema, pelo contrário, é esclarecedor.

  4. A entrevistada se confundiu shopper é quem compra, consumidor é quem consome, ou seja, usa. No caso das fraldas quem compra (shopper) é a mãe, quem consome (usa) é o bebe.

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