De sábado

 

De sábado

 

hoje é sábado
ensolarado e calmo
da janela o céu de brigadeiro
pincelado desenhado bordado
no bairro o silêncio
que me faz bem
e aproveito o quanto posso
o tic-tac da manhã

 

se não preciso acordar cedo
acordo só pra curtir o barato de viver
o cão late lá fora
a moto passa roncqndo
nem longe nem perto
o cão curte o seu som
o motociclista o seu
e eu o céu

 

o sol ilumina
aquece meu corpo
e me sinto renascer
sem medo de ter que crescer de novo e de novo
como vezes e vezes tantas
neste viver

 

o renascer de coisa que nem consigo detectar
durante o seu desabrochar
mas que deixa um gosto na boca
de alegria com uma pitada de birra
de esperança e desesperança
um gosto de vida

 

isso é vida!
sempre disse minha mãe
pra todos e tudo
bom ou ruim
a mamãe não é filósofa porque não cursou filosofia
mas criou a própria
na projeção da alegria
no sufoco da tristeza vivida ou assistida

 

isso é vida! dizia para a cunhada querida quando surgia um problema
isso é vida! dizia para as sobrinhas quando brigavam com o mais amado da vez
ou quando estavam de cara com o pai mais rígido e babão que poderiam desejar

 

com o afastar
nos damos conta disso
o ruim fica mais leve
quando a vida põe finalmente
tudo na balança
e a saudade nos alcança

 

até os passarinhos estão mais quietos
chegam na janela
e olham como se dissessem
e aí nana
cadê a banana
já, já agora não dá
estou aqui matutando
não atrás de resposta
sentindo sem procurar
só pra dar ao meu sentimento
um sentido

 


Maria Lucia Solla é professora, realiza oficinas de Desenvolvimento do Pensamento Criativo e de Arte e Criação. Aos domingos escreve no Blog do Mílton Jung

Moda primavera/verão 2013

 

Por Dora Estevam

 

Primavera-verão chegando, as liquidações na reta final e as araras dão espaço para as novas peças. Sai o cisudo do inverno e entra o alegre e colorido verão. Nas lojas com as coleções expostas a conversa gira em torno das novidades. O colorido é unânime, todas as marcas apostam nas cores que prometem levantar a pessoa, rejuvenecer, dar aquele ar saudável e moderno.

 

Enquanto as lojas não complementam as araras, eu vou colocar por aqui algumas referências, estrangeiras, para você ir saboreando o que vem por aí. Tanto para o feminino, quanto para o masculino, a ideia de colorir as peças, persiste.

 

Por mais que você seja um básico, clássico e não troque as cores do seu armário, um certo verão, bem quente, em um lugar paradisíaco, vai pedir um coloridinho, e você vai amar.

 

Vamos assistir ao desfile da marca Ermenegildo Zegna, a coleção que será exibida é a de verão, e no filme um pouco do back stage, com imagens do camarim e sala de make.

 

 

Até que aqui no Zegna tem muitas peças básicas, não é? Vamos dar uma espiada no desfile da Gucci’13, você vai ver que eles usaram em todos os modelos, costumes, paletós, camisas e calças, uma paleta de cores incríveis. Vem ver.

 

 

Que tal um pouco de ousadia e emoção? Aperte o play e assista ao desfile da coleção primavera-verão da Versace.

 

 

E aí meninos, gostaram das ideias? Eu não sei o que vocês acharam, vão me dizer ai embaixo nos comentários, mas eu reparei muito na alfaitaria (impecáveis), nas bermudas com paletós, nas capas que pareciam jalecos, e nos acessórios metalizados. Ah, gostei do play list, foram trocando as músicas durante o desfile, lindo!

 

Bravo!

 


Dora Estevam é jornalista e escreve de moda e estilo de vida no Blog do Mílton Jung, aos sábados

Mundo Corporativo: o efeito jabuticaba e a arte de atender pessoas

 

“Desenvolva a habilidade de aguardar o momento do potencial cliente declarar o que ele precisa e aí você entra com a sua técnica”. A recomendação é do consultor de empresasa e professor de marketing Gilberto Cavicchioli, autor do livro “O Efeito Jabuticaba – o dia em que aprendi a atender pessoas”, lançado pela editora Reino, no qual reúne uma série de histórias que ajudam no desenvolvimento de técnicas de negociação. Nesta entrevista ao programa Mundo Corporativo da rádio CBN, Cavicchioli conta uma série de casos curiosos a partir das experiências da estudante campeão de karaokê, do dono de restaurante italiano que servia comida de acordo com o humor do cliente e do vendedor de imóveis que o conquistou com um pé de jabuticaba.

 

Por um problema técnico, esta entrevista está disponível apenas em áúdio:

 

 

O Mundo Corporativo vai ao ar, às quartas-feiras, 11 horas, ao vivo, no site da CBN, com participação de ouvintes-internautas pelo e-mail mundocorportivo@cbn.com.br e pelo Twitter @jornaldacbn. Aos sábados, o programa é reproduzido no Jornal da CBN

Mensalão: julgamento com fel e adoçante

 

O comentarista Walter Maierovitch tem feito análises diárias sobre o julgamento do mensalão, no comentário Justiça e Cidadania, do Jornal da CBN. E, hoje, me dá a oportunidade de reproduzir neste blog seu comentário sobre o primeiro dia do processo no STF. Leia, pense e opine:

 

Por Walter Maierovitch

 

  

Para quem assistiu ontem a sessão de abertura do julgamento do processo criminal apelidado “Mensalão”, foi como ficar diante de uma xícara amarga de fel com 9 gotas de adoçante e duas de limão: 9×2 foi a votação.

 

O primeiro amargor ficou por conta do ministro Ayres Brito, presidente do Supremo Tribunal Federal (STF). Brito faltou com a urbanidade com o combativo advogado Alberto Zavarias Toron. E todo funcionário público, tomada a expressão em sentido estrito e amplo, tem o dever de tratar a todos com urbanidade.

 

A surpreendente postura de Brito consistiu em impedir Toron, — que é defensor do réu João Paulo Cunha–, de falar, ou melhor, exercitar uma prerrogativa profissional.

 

Toron quis levantar uma questão de ordem e não lhe foi permitido expor.

 

Além da prerrogativa de advogado, violou-se, –perante uma Corte cujos demais ministros emudeceram pelo inusitado–, a garantia constitucional da ampla defesa e do direito de petição de uma questão de ordem.

 

Ayres Brito, como presidente do STF, tinha o dever de deixar Toron falar, ou melhor, apresentar a questão de ordem. E só depois indeferir. Indeferir, antes, foi um grave erro.

 

Pelo que se soube depois, Toron desejava o deferimento, –pelos defensores e quando das sustentações orais da tribuna do Plenário do STF–, do uso de recursos áudio-visuais. Na véspera, e numa sessão administrativa que contou com a presença de 9 ministros, decidiu-se que não seria permitido o uso desse tipo de recurso eletrônico durante o julgamento do Mensalão. Na tal sessão administrativa a votação foi de 5×4.

 

Como Brito não deixou Toron falar, os expectadores “boiaram” a respeito do que acontecia. Ou melhor, qual seria a pretensão de Toron. E, como se soube depois, Toron queria a manifestação dos dois ministros que não votaram na sessão secreta e isso para tentar mudar e ser admitido o uso, na sua sustentação oral, de recurso áudio-visual.  

 

A propósito, vamos aguardar como vai reagir a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), –da qual Ayres Brito já foi membro—, diante do sucedido. Como a OAB, pelo seu presidente Ophir Cavalcante, se pronuncia sobre tudo, talvez, e diante do sucedido com Toron, se meta, agora, em questão  pertinente e faça desagravo público a Toron.

 

Ontem, o clima no STF não foi dos melhores nem entre ministros.

 

O ministro Barbosa, ao invés de rebater a posição de Lewandowsk sobre questão constitucional, preferiu o ataque pessoal. Uma incivilidade típica de boteco e, evidentemente,  imprópria num Pretório excelso.

 

Como Lewandowski é pessoa educada e altiva, conseguiu, com uma advertência ,  calar Barbosa.

 

Lewandowski, que preparou um substancioso voto, teve, ainda,  o desprazer de ouvir de Brito um apelo para resumir o voto. Voto, aliás, bem afastado por 9×2 votos  pois, caso vingasse,  seria a porta aberta para a prescrição e a impunidade, por mais que se queira fingir que não. O desmembramento levaria os autos, com relação a 35 réus, para a primeira instância, com exceção a um dos acusados que é prefeito municipal ( tem foro privilegiado no Tribunal de Justiça do estado). No caso de condenação, caberiam recursos ao Tribunal de Justiça, Superior Tribunal de Justiça e Supremo Tribunal Federal.

 

O procurador Gurgel surprendeu ao não arguir o impedimento e a suspeição de parcialidade do ministro Tóffoli. O argumento de Gurgel o de não querer retardar o julgamento. O argumento é assustador e cínico. Como a dizer, grosso modo, um  prefiro a parcialidade de um suspeito a um julgamento justo.

 

Toffóli manteve postura olímpica, como se nada estivesse a acontecer ao seu redor. E nem resposta deu à opinião pública.

 

Parêntese aberto. O grande constitucionalista italiano Giovanni Sartori tem a melhor conceituação sobre opinião pública: “ Em face de a democracia ser o governo do povo para o povo, ela será em parte governada e em parte governante. Quando será governante? Obviamente, quando ocorrem eleições, quando se vota. E as eleições exprime, no seu complexo, a opinião pública”. Parêntese fechado.

 

A explicação para a omissão de Gurgel pode ser encontrada no voto do ministro decano Celso de Mello. Ao dar o  voto, o ministro Celso de Mello  abriu parêntese para garantir a imparcialidade dos membros do Supremo e avalizar que o julgamento do Mensalão será técnico, impessoal.

 

O advogado Thomaz Bastos que apresentou tese para desplugar do Mensalão 35 réus e só deixar os três réus que são deputados federais (Valdemar Costa Neto, Pedro Henry e João Paulo Cunha), não conseguiu derrubar a súmula do STF (470) que garante a unidade processual pela vis atrativa. Bastos perdeu a tese por 9 votos a 2. E os ministros com votos vencedores esclareceram que a questão de ordem, com o alerta de Bastos de que trazia matéria constituciona nova e inédita ao STF, não tinha procedência. A questão não era nova até porque, quando da edição da súmula 470, tratou-se da questão constitucional do “juiz natural” e da garantia ao “duplo grau de jurisdição” (no caso de foro privilegiado junto ao STF, a jurisdição se dá em grau único).

 

Como o clima não estava bom, o ministro Marco Aurélio de Melo ironizou ao lembrar que no “mensalinho” (conhecido por mensalão tucano e à frente o deputado mineiro Eduardo Azevedo do PSDB,  o STF decidiu pelo desmembramento para réus sem foro privilegiado. E, ao “mensalão deu outro tratamento”.

 

Num pano rápido, a Têmis, deusa da Justiça, deixou Brasília, diante de tanta tristeza, com uma venda banhada de lágrimas.

Foto-ouvinte: protesto de motoboys para trânsito

 

Motoboys paralisam ponte

 

Motoboys interrompem pontes e avenidas de São Paulo para protestar contra regras impostas pela prefeitura que entram em vigor dia 4 de agosto. A intenção é tornar mais seguro o exercício da função, mas os motoboys entendem que isto vai dificultar o trabalho deles. Na foto enviada pelo ouvinte-internauta André Pimentel as motos interrompem o tráfego na ponte do Morumbi, na zona sul da capital paulista.

"Um lugar para todos"

 

Por Milton Ferretti Jung

 

Há muitas coisas sem as quais, hoje em dia,não conseguiria viver. Claro que não me criei usufruindo as satisfações e os benefícios que elas me trouxeram ao longo da minha vida. Já escrevi neste blog, por exemplo, que considero indispensável o telefone celular. Para mim, as facilidades oferecidas aos seus usuários por este aparelho, cada vez mais sofisticado, são infinitamente superiores aos incômodos que provoca. Antes que a telefonia móvel estivesse à nossa disposição, tudo era mais difícil. Como, porém, nem só de criações tecnológicas se sobrevive no dia-a-dia, existe um invento bem mais antigo que preenche as minhas horas de lazer e têm ainda muitas outras utilidades. Refiro-me aos livros. Minha vida não seria a mesma sem eles.

 

Comecei a ler muito cedo. No quarto da minha avó paterna, onde eu dormia na minha infância, meu pai mantinha um armário cujo conteúdo me atraía.Entre os que li com tenra idade,lembro-me até hoje, estavam alguns que papai jamais imaginara que pudessem chamar a minha atenção: O Crime do Padre Amaro, de Eça de Queirós; |Zadig,novela escrita pelo filósofo Voltaire…e Minha Vida Sexual. Agora, entretanto, prefiro ler livros policiais e, não se espantem, de terror. Sou fã, entre outros autores, de Frederick Forsyth, Stephen King, Scott Turow, Ken Follett, Thomas Harris, James Patterson, Tom Clancy. Essa gente me acompanha no almoço, na janta e em diversos outros momentos.

 

A biblioteca que Maria Helena e eu montamos em nossa casa está recheada de livros. Não foi uma nem duas vezes que compramos obras que já possuíamos. Agora, enquanto aguardo a chegada de uma encomenda, resolvi ler um livro de uma escritora sobre a qual nunca ouvira falar: Thrity Umrigar. Ela é indiana, cresceu em Bombaim, mas mora atualmente nos Estados Unidos. O título original do livro que recém comecei a ler é Um Lugar para Todos ou, no original inglês, Bombay Time. Como está claro, a história tem Bombaim por ambiente. O primeiro personagem a surgir é um empresário que vai ao um casamento com sua mulher “A bem da verdade – escreveu Thrity Umrigar – ele nem queria ir ao casamento. Os mesmos convidados de sempre, as mulheres cravando seus olhos penetrantes nos dois…” Mais adiante, lê-se o que pensava o empresário sobre a sua cidade: “Quanto mais velho ficava, menos lhe agradava sair de casa, a não ser para ir à própria fábrica. A Bombaim da sua juventude – ao menos aquela que ele guarda na lembrança – dera lugar a uma cidade fétida, apinhada e sufocante, que lhe insultava os sentidos. Pôr os pés na rua equivalia a enfiar uma meia suja, malcheirosa, suarenta e pútrida. Quase em sequência, o homem continua pensando: “E, cada ves mais, a cidade – o barulho, a violência, a poluição, a sujeira – invadia sua casa. Diariamente o jornal aterrissava como um míssil na sua porta. Professora idosa morta em assalto. Ministro envolvido em escândalo financeiro. Ladrões Armados fogem depois de assaltar banco.”

 

Bombaim – lembro eu – em 2011 abrigava 12.478.447 habitantes. Esse número, hoje, deve ter crescido muito. O que Thrity Umrigar usou no seu romance “Um Lugar para Todos” vale para São Paulo, para o Rio de Janeiro, para a minha Porto Alegre e todas as grandes cidades do mundo. Se não forem buscadas soluções visando, pelo menos, a diminuir os nossos problemas, não sei aonde isso nos levará.

 

Milton Ferretti Jung é jornalista, radialista e meu pai. Às quintas-feiras, escreve no Blog do Mílton Jung (o pai dele)

“Chique barato” pode sair caro

 

Por Carlos Magno Gibrail

 

 

Do clima das Olimpíadas, nas chaminés da abertura na sexta-feira, à camisa de Djokovic no domingo, pudemos viajar da Revolução Industrial de Fayol e Taylor até a dinâmica do comércio atual, onde despontam marcas e produtos com propostas intensas de moda, atualização e preços agressivamente competitivos.

 

As críticas de Chaplin do passado encontram eco, hoje, nas acusações de entidades afins como o Greenpeace, apontando as irregularidades de trabalho escravo ou infantil.

 

Se os produtos de alto valor agregado, como os automóveis, onde há retorno dos investimentos feitos em tecnologia, robôs e similares, as piores tarefas já deram lugar à tecnologia. E diminuíram os empregos.

 

Nos demais artigos onde o trabalho manual é mais barato do que os equipamentos, ele ainda existe. Os empregos também. Não importam o pequeno tamanho do salário nem o lugar onde habita.

 

A Uniqlo, de “Unique Clothing” com a filosofia de “Made For All” roupa única de tudo e para todos, do economista japonês Tadashi Ianai, é a mais nova companheira da espanhola Zara, da inglesa Top Shop e da sueca H&M. Empresas cuja tônica são as propostas de Fastfashion e de Cheapchic, ou seja a moda rápida e o chique barato. Produtos que pelo exíguo preço estão cada vez mais na mira das entidades sociais. Fechando um curioso ciclo, pois ao possibilitar o consumo a uma maior gama de consumidores, desperta a atenção pela forma como remunera a mão de obra. E, lucra, pois a festejada Uniqlo coloca Ianai como o mais rico japonês, capa da Forbes e dono de 10,6 bilhões de dólares. Amealhados nas 1100 lojas, nos 55 mil funcionários, e com ícones como os cinco mil metros quadrados da maior unidade de varejo de Tókio. Além de novidades como camisetas com filtro solar 30, ou com fibras Heattech, controladoras da temperatura e anti-odor, bem como sucessos via aplicativos que viraram febre nacional como o despertador matinal. Ianai, 63 anos, está processando uma entidade japonesa pela acusação de explorar trabalho humano, ao mesmo tempo em que para Embaixador Internacional de sua marca, contratou por cinco anos, a partir de maio o tenista Novak Djokovic.

 

Carlos Magno Gibrail é mestre em Administração, Organização e Recursos Humanos, e escreve às quartas-feiras, no Blog do Mílton Jung

Como decidir seu voto para vereador

 

Semana que vem estarei na Câmara Municipal de São Paulo para mediar uma discussão que é do seu interesse e da nossa cidade: como escolher um vereador. Em parceira com o Movimento Voto Consciente, a rede Adote um Vereador promoverá seminário no qual teremos a oportunidade de discutir sobre os critérios que devemos usar para definir nosso voto. O evento terá as participações dos professores José Álvaro Moisés, titular do Departamento de Ciência Políticae diretor do Núcleo de Pesquisas em Políticas Públicas (NUPPs) da USP, e Marcelo Arno Nerling, do Curso de Gestão de Políticas Públicas, da Escola de Artes, Ciências e Humanidades da Universidade de São Paulo.

 

O seminário “Eleições 2012 – Como Decidir seu Voto para Vereador”, no dia 7 de agosto, às 19h na Câmara Municipal de São Paulo (auditório Prestes Maia)

 

Você está convidado a participar e a divulgar este encontro. Nos ajude a espalhar nas redes sociais.

Um aplicativo para ler Machado de Assis de graça

 

 

O Domínio Público, site que oferece livros, música e documentos de graça para baixar, gerou um incrível interesse desde que tratamos do assunto no bate-papo com o Ethevaldo Siqueira, no Mundo Digital, há cerca de um mês, e voltou a mexer com as pessoas nesta semana quando falamos do Projeto Gutenberg (leia post). Fiquei muito satisfeito em saber que motivado pela nossa conversa no Jornal da CBN, a empresa MobiDevel Ltda desenvolveu um aplicativo, que está na Itunes Store, pelo qual é possível baixar toda a obra de Machado de Assis, disponível no site Domínio Público. Nem preciso dizer que para baixar o aplicativo é de graça, também.

Conheça aqui APP Machado de Assis – Obra Completa.