Avalanche Tricolor: Cada bola, uma batalha

 

 

Grêmio 3 x 1 Avaí
Brasileiro – Olímpico Monumental

 

A bola que rolou para Perea e provocou o penâlti que Tcheco cobrou no estilo “pocotó” foi bonita e produtiva. Assim foi também o desarme de Adílson lá na intermediária, a velocidade imposta que o fez chegar na área inimiga e chutar prensado com o defensor numa força suficiente para encontrar Máxi Lopes livre. A melhor jogada estava reservada para o fim, com a escapa de Douglas Costa pela esquerda, o toque com o bico da chuteira para fugir da marcação, a corrida em direção a área e o cruzamento no que um dia chamaram de ponto futuro, onde chegaria Souza para completar.

Todos os três gols, sem dúvida, foram bonitos e motivos para arrancar do peito uma angustia que vinha incomodando nestas últimas rodadas. Além disso, confirmaram para o Brasil quem tem o melhor ataque do campeonato brasileiro com 58 gols, vantagem de cinco sobre o segundo melhor.

O lance que mais admirei, porém, foi na metade do primeiro tempo, na intermediária do Grêmio, quando vencíamos por 1 a 0 e, aparentemente, o adversário estava dominado no jogo, mas teve o atrevimento de querer dominar a bola naquele instante. Destemido, Rochemback saltou com as duas pernas em direção ao inimigo. Desarmá-lo custe o que custar era o único objetivo. Aterrisou com força sobre a bola. O atacante chegou a pensar que teria condições de um drible ou algo parecido, mas desmontou no chão enfraquecido que estava diante da força do volante que fazia jus a posição.

O juiz, pobre desses juízes incapazes de admirar uma jogada com todo aquele talento, premiou Rochemback com o cartão vermelho. Imaginou que estaria ali punindo a violência. Autuori e Vítor chegaram a reclamar do árbitro no intervalo, deveriam tê-lo agradecido. Ele apenas fez o estádio e as câmeras de televisão reverenciarem aquele instante de um time que, em boa parte do campeonato, abdicou do direito ao carrinho. Momento tão crucial que a partir dali o Grêmio – com apenas dez jogadores em campo e faltando ainda uma hora de jogo – se soltou em campo, passou a jogar com liberdade, parecia guri que recebe autorização do pai pra sujar a roupa de festa.

Ao fim da partida, Tcheco reservou outro momento importante quando com a sinceridade de sempre ouviu do repórter o resultado do demais jogos da rodada e a pergunta sobre a meta de chegar a Libertadores. O meio-campo foi claro: não temos de pensar nos outros, temos de ganhar cada jogo. Poderia ter dito, cada confronto, cada batalha, cada guerra. Não está mais em jogo uma vaga aqui ou acolá, está, sim, a vergonha na cara, a coragem de nunca desistir, a história do Grêmio na temporada de 2009.

Que venha o próximo carrinho.

MediaOn: Internet, jornalismo e negócio

 

Foi Pedro Doria, quem sempre gostei de ler e está no meu Bloglines, que resumiu a conversa que tivemos nesta manhã no primeiro painel de debates do dia no MediaOn: “a internet foi feita para o jornalismo, ainda que não profissional”. A discussão foi batizada pelos organizadores “Revolução Digital – o planejamento dos grandes grupos de mídia num universo de mudanças”. E foram desafiados a falar sobre o tema, além do editor-chefe de conteúdos digitais do Estadão, Fabiana Zanni, diretor de mídias digitais da Abril, e Antonio Guerreiro, diretor de conteúdo do R7.com.

As propostas desses encontros costumam ser pretensiosas para o tempo oferecido, mas da conversa foi possível tirar a temperatura do trabalho realizado em algumas das grandes organizações de comunicação do País. Do Estadão que “está no azul”; da Abril que “cresce em visitas 73%, enquanto o mercado aumenta 20%”; do R7.com que “montou um portal em cinco meses e tem, hoje, 160 funcionários”. Aspas para afirmações de cada um de seus representantes.

Fabiana, concisa em sua apresentação inicial, falou o suficiente para mostrar como a Abril aplica o conceito de 360o. em seu negócio. Títulos de revistas que sempre fizeram sucesso na banca, (Capricho foi o exemplo) ganham importância nas redes sociais, na construção de sites e blogs específicos. Para o negócio se manter “acreditamos na publicidade, mas também em e-commerce, transação de produtos e abertura de outros negócios”.

Guerreiro deu ênfase na ideia de que o R7.com é independente da Record. Busca no Twitter mostra que não convenceu a audiência com este discurso. Por falar no micro-blogging prometeu que o mais novo portal da rede vai trabalhar o Twitter de uma maneira diferente. De tudo, gostei quando explicou da linguagem usada nos textos da internet: “No R7 nós contamos, não redigimos. Compramos, não adquirimos”. Bom se no rádio se investe nesta ideia sem ser popularesco.

De volta ao Pedro Dória, o cara do Link, lembrou que o jornalismo foi criado para servir comunidades e alimentá-las de informação. Por isso, acredita que a notícia bem apurada é que dará sustentação para o negócio da internet. Estou com ele, mas ainda assim tenho dúvidas de que isto será suficiente para viabilizar as empresas no ambiente de internet.

Fui chamado de “antigo” por um tuiteiro devido a insistência em saber como estas organizações vão arrumar dinheiro para manter os jornalistas empregados e produzindo conteúdo. Sabe-se, por exemplo, que os grandes portais ainda são subsidiados. Por quanto tempo isto será possível ? Ou necessário ? Parece que ainda há gente que acredita que a internet – livre, geral e irrestrita – vai viver de luz.

Doria, Fabiana e Guerreiro não pensam assim. Pelo bem do jornalismo.

Rádio na Era do Blog: Aos jornalistas arrogantes

 

“Os jornalistas terão de perder a sua arrogância e agir com seres humanos. A transição vai ser muito difícil para a maioria. Ainda temos muito a escrever, principalmente para investigar casos de corrupção. A internet treinou as pessoas para que elas recebessem as informações de uma forma social. Os repórteres tem de parar de encarar o seu público como um estorvo. Os jornalistas encaram os e-mails de um leitor como algo chato, principalmente quando endereçados ao editor. É hora de a voz institucional desaparecer. Os jornalistas online tem de encarar o leitor em primeira pessoa e dizer: ‘isto nós sabemos e isto nós não sabemos'”.

Joshua Benton, jornalista e diretor do Nieman Journalism Lab, da Universidade de Harvard, dos Estados Unidos, em palestra no MediaOn

Vereadores & construtoras

 

Por Carlos Magno Gibrail

Praticamente metade dos vereadores de São Paulo está em julgamento, e, teoricamente, correm risco de perder o mandato. O juiz Sérgio Rezende Silveira que os cassou, pode ter dado o passo inicial para a reformulação do processo eleitoral brasileiro.

A AIB – Associação Imobiliária Brasileira da qual o jornal Folha de São Paulo, desde abril deste ano chamou a atenção pelo fato de não ter escritório, funcionário, web site e receita fixa, é acusada de pertencer ao SECOVI – Sindicato das Empresas de Compra, Venda, Locação e Administração de Imóveis. Aliás, denúncia que havia sido feita bem antes pela Transparência Brasil, sem que ninguém tivesse se atentado para o risco.

A partir daí a discussão passou a girar em torno da comprovação do vínculo AIB e SECOVI, pois a lei não permite que Sindicatos façam doações. Embora ficasse evidenciado, que, independentemente, desta relação, há provavelmente irregularidade específica na AIB, pois a lei permite que se aplique somente 2% da receita bruta em doações de campanha. Segundo o Ministério Público a AIB não mostrou capacidade financeira para ter arrecadado R$ 325 milhões em 2007, necessários para cobrir as doações em 2008.

Neste momento, em que os cassados conseguiram aguardar julgamento em seus cargos, dever-se-ia aproveitar a exposição na mídia, embora desproporcionalmente pequena, para que se analise causa e não efeito. Na medida em que o processo eleitoral permite doações de empresas, que tem interesse direto na administração pública, através de venda de serviços e produtos, não há como impedir a corrupção, reação crescentemente inerente ao ser humano. E, neste caso a lei permite doações, que são feitas com incontestável interesse de obter vantagens junto ao poder público. Tanto é verdade que as contribuições acentuadas aos vereadores de São Paulo vieram do setor de construção civil, atividade que pode se beneficiar em muito dos atos da Câmara.

É o mesmo que vemos em Brasília, onde encontramos bancadas representativas dos principais setores da economia nacional. Se não houver total transparência e controle absoluto do dinheiro aplicado, não haverá chance de um sistema civilizado e honesto.

O que leva uma empresa privada, cujo objetivo é lucro e retorno sobre o capital investido, aplicar dinheiro em campanhas e candidatos políticos? Qual o CEO ou Presidente de empresa, tão pressionados por resultados, que arriscaria doar para campanhas eleitorais sem interesse em obter vantagens?
Que retorno uma incorporadora ou construtora espera de um capital aplicado em vereadores?

“Enquanto houver financiamento privado, haverá a imposição do poder econômico. É assim nos municípios, nas assembléias legislativas, na Câmara e no Senado. É preciso acabar com o financiamento privado de campanha. É preciso que os partidos políticos recebam vultosos – vultosos, sim – recursos públicos para que façam campanha integralmente com valores vindos dos cofres públicos. O que houve em São Paulo, agora – o comprometimento de 1/4 da câmara de vereadores – é apenas uma amostra. Foi apenas UMA entidade financiadora. As demais simplesmente não apareceram. Lá, em São Paulo, onde já houve escândalo da merenda escolar terceirizada, onde há disputa brutal pela distribuição de livros didáticos, onde há empresas de transporte interessadíssimas na permanência da prioridade do transporte rodoviário, lá, enfim, foi identificado o financiamento APENAS do setor imobiliário. E só esse setor comprometeu 25% da câmara de vereadores”. Castanha Maia Advogados Associados, Brasília.

Talvez por isso, o líder do DEM na Câmara de São Paulo, Carlos Apolinário, disse “estar estarrecido” com a sentença de Sérgio Rezende Silveira: “Por que a AIB doou em 2002, 2004, 2006 para candidatos a prefeito, governador e presidente e somente os vereadores foram punidos?”.

Para que Carlos Apolinário não mais se estarreça, estamos de acordo com os advogados da Castanha Maia de Brasília, o financiamento público certamente sairá bem mais barato do que o financiamento privado no processo eleitoral.

Carlos Magno Gibrail é doutor em marketing de moda e às quartas-feiras escreve no Blog do Mílton Jung. Está disposto a tirar do bolso para financiar campanha em lugar de ver nosso dinheiro ser arrancado pela corrupção

 

Prefeitura diz que 87% das metas já começaram

 

Das 223 metas que a cidade de São Paulo se propôs a cumprir até 2012, 87% já se iniciaram segundo levantamento da prefeitura que será apresentado, oficialmente, nessa quinta-feira. Por exemplo, dos 51 novos parques urbanos previstos, 48 já tem localização definida conforme informou em entrevista ao CBN São Paulo, o secretário municipal de Planejamento Manuelito Magalhães.

O Plano de Metas é uma novidade na administração municipal que surgiu a partir de iniciativa da sociedade civil aceita pela Câmara de Vereadores, neste ano. A cada seis meses, a prefeitura é obrigada a apresentar um balanço das atividades para que o cidadão tenha ideia do desenvolvimento de cada uma das propostas.

A Agenda 2012, nome dado ao Plano pela Prefeitura de São Paulo, deverá ter, a partir de janeiro de 2010, atualização on line das informações fornecidas pelas secretarias e demais órgãos e empresas do município. No primeiro balanço a ser apresentado esta semana será possível o cidadão identificar de que maneira a sua região, o seu bairro ou distrito será atendido.

Ouça a entrevista do secretário de Planejamento Manuelito Magalhães

Como ter desconto de até 50% no IPTU, em São Paulo

 

Os contribuintes de São Paulo tem até o dia 31 de outubro, sábado, para acumular créditos da Nota Fiscal Eletrônica e conseguir desconto de até 50% no IPTU de 2010. Desde 2006, quando o programa foi criado pela prefeitura, foram emitidas mais de 275 milhões de NFE por escolas, laboratórios médicos, academias de ginástica, salão de cabelereiro entre outros prestadores de serviço que faturam até R$ 240 mil por ano.

Para saber quantos créditos tem direito, o cidadão deve acessar o site da prefeitura de São Paulo e se cadastrar no sistema de Nota Fiscal Eletrônica. Durante todo o mês de novembro, através do mesmo site, é possível identificar qual o imóvel será beneficiado. Não é necessário que o contribuinte seja o proprietário da casa, apartamento ou terreno que receberá créditos e terá abatimento no IPTU.

No CBN São Paulo, representante da Secretaria Municipal De Finanças explicou como o contribuinte pode receber o crédito e tirou outras dúvidas:

Ouça a entrevista do subscretário da Receita Municipal de São Paulo, Ronilson Bezerra Rodrigues

Foto-ouvinte: Acidente grave na Inajar

 

Acidente na Inajar de Souza

Nesta manhã, um acidente grave envolvendo um carro, uma moto e dois ônibus na avenida Inajar de Souza, na zona norte de São Paulo, foi registrado pelo ouvinte-internauta Màssao Uéhara. De acordo com a repórter Mônica Pocker, o motorista foi jogado para fora do carro devido a violência do choque e está em estado grave. O motoqueiro também está hospitalizado.

A Paulista é o paraíso mas eu não moro lá

 

Os obstáculos urbanos são incontáveis no caminho do paulistano. Todo dia falamos de buracos na rua, calçadas irregulares, postes atravancando o caminho e guias sem acesso. As segundas, no Cidade Inclusiva, Cid Torquato também chama atenção para estas dificuldades que interrompem nosso passeio. O Blog São Paulo Urgente está postando uma série de reportagens do jornalista Leonardo Feder, que tem distrofia muscular de Duchenne, doença genética que provoca perda progressiva da força muscular. Cadeirante, ele descreve os muitos desafios e constragimento que enfrenta na capital paulista:

“A avenida Paulista virou, na minha opinião de cadeirante que circula pelo local, um paraíso em acessibilidade, após as reformas de 2007 e 2008 que custaram R$ 10,7 milhões à prefeitura na gestão Gilberto Kassab. Tanto que é lá (da praça Oswaldo Cruz ao Masp) onde ocorre a passeata anual do Movimento Superação, um grupo de pessoas com ou sem deficiência que promove projetos culturais visando à inclusão social.

MAS… Moro na Rua Tomás Carvalhal, no bairro Paraíso (talvez só no nome), e consigo chegar até o shopping Paulista em 25 minutos – só que nunca sozinho, devido à falta de guias rebaixadas e aos buracos e desníveis em calçadas do caminho (vejam as fotos no post O DESAFIO DE LEONARDO NAS RUAS DE SÃO PAULO). Como posso ter a liberdade de ir e vir com independência e assegurar minha plena cidadania se não posso usufruir por conta própria das benesses (de cultura, consumo, gastronomia) da cidade?”

Leia esta e outras reportagens sobre o tema no blog São Paulo Urgente

Empresa de ônibus abastece 100% da frota com biodiesel

 

Por Adamo Bazani

Viação Vaz, no ABC Paulista, se antecipa a lei e investe em combustível mais limpo para transportar passageiros em Santo André

Ônibus a biodiesel

O uso de diesel mais limpo na frota de ônibus das cidades da Região Metropolitana de São Paulo será obrigatório a partir de janeiro de 2010, mas algumas empresas decidiram se antecipar ao acordo proposto pelo Ministério Público Federal e assinado pelo Ministério do Meio Ambiente, Ibama, Petrobrás, Anfavea, Governo do Estado de São Paulo e Cetesb, em outubro do ano passado. É o caso da da Viação Vaz que circula em Santo André, no ABC Paulista.

Um novo cronograma foi elaborado depois do descumprimento da resolução 315 do Conama – Conselho Nacional do Meio Ambiente – que previa a produção e utilização de diesel com menos partículas de enxofre e maior concentração de combustíveis alternativos. As cidades de São Paulo e Rio passaram a abastecer a frota de ônibus com este combustível em janeiro. Em maio foi a vez das regiões metropolitanas de Belém, Fortaleza e Recife. Em agosto, Curitiba. E no início do ano que vem, além das cidades do entorno de São Paulo, serão obrigados a usar o diesel S 50 as cidades de Belo Horizonte, Salvador e Porto Alegre.

O S50 é um diesel produzido com 50 partes de enxofre por milhão e substitui o combustível ainda produzido e usado em boa parte do país que tem 500 partículas do poluente.

De acordo com o diretor da Viação Vaz, Gustavo Augusto Vaz, toda a frota, inclusive os carros mais antigos já rodam com biodiesel. “Firmamos uma parceria com a BR Distribuidora e a frota 100% operada com biodiesel mostra que hoje parte dos empresários sabe que, para continuar operando, tendo lucro e servindo bem a população, cumprindo seu papel de transportar, ele deve olhar em volta: para o impacto que sua atividade traz ao meio ambiente e colaborar também. Este ano renovamos 25% de nossa frota, pois ônibus novo também é melhor para o meio ambiente”.

A empresa comprou mais cinco ônibus preparados para rodar com o diesel que segue os padrões exigidos na Europa, bem mais rigorosos do que o brasileiro. Além disso, os novos carros seguem os padrões de acessibilidade universal. A Viação vaz foi a primeira de Santo André a ter veículos com acesso para passageiros com deficiência.

Os novos modelos com elevadores para cadeirantes, balaústres com relevo para deficiente visual e bancos especiais para idosos, pessoas com mobilidade reduzida e obesos já estão em operação: são cinco Comil Svelto Midi de nova linha (micrão), com motor Mercedes Benz OF 1418.

“Creio que pensar no meio ambiente, além de obrigatoriedade, será uma tendência do setor”, conclui Gustavo

Adamo Bazani, jornalista da CBN e busólogo. Toda terça-feira escreve no Blog do Mílton Jung.

Prefeitura caça caçamba clandestina e ‘prende’ 83

 

Caçamba sem licença, caçamba com cadastro vencido, caçamba mal estacionada e caçamba sem sinalização. No total, 83 caçambas foram apreendidas pelo Departamento de Limpeza Urbana, nos bairros atendidos pela Subprefeitura de Pinheiros, no sábado. Foram aplicadas mais de 160 multas e os donos destas traquitanas muitas vezes usadas de maneira irregular na cidade terão de pagar de R$ 250 a R$ 1,2 mil, além das despesas pelo transporte e armazenamento.

De acordo com dados da prefeitura de São Paulo, desde janeiro foram apreendidas 780 caçambas em situação irregular e expedidas mais de 2 mil multas. Pelo que se enxerga na cidade, tem muito mais precisando levar um susto para que a lei seja cumprida.

Nota da Limpurb diz que “as empresas que querem trabalhar corretamente devem se cadastrar no departamento e atender ao decreto que regulamenta a coleta, transporte, tratamento e disposição final dos resíduos de construção civil”. Para denunciar irregularidades no serviço de caçambas, use a Central de Atendimento da Prefeitura: 156