Foto-ouvinte: Congestionamento de passageiros

 

 

Congestionamento na CPTM

Recado e foto de Antonio Marcos Souza, ouvinte-internauta do Jornal da CBN:

Sei que o assunto é recorrenrte mas, infelizmente, não tenho alternativa se não tentar denunciar este “câncer” do transpote público paulistano chamado CPTM. Hoje, novamente, esta empresa proporcionou aos usuários da linha Esmeralda ( Calmon Viana – Brás) mais um espetáculo de incompetência, descaso e desrespeito ao passageiro, ao cidadão e ao ser humano.

Resposta da CPTM publicada na área de comentários do Blog (publicado às 17h03):

Nos horários de pico há grande concentração de usuários em todos os meios de transporte, e na Linha 12-Safira (Brás-Calmon Viana) não é diferente. Além disso, parte do aumento da demanda crescente na CPTM, que em 2005 transportava 1,4 milhão de passageiros/dia e hoje 2,4 milhões/dia, também se deve às melhorias já realizada no sistema, que acaba atraindo mais usuários.

Todas as seis linhas da CPTM estão sendo modernizadas. As obras abrangem troca dos sistemas de sinalização, telecomunicações, rede aérea e via permanente (trilhos), além da readequação de estações. São essas obras que permitirão que os 105 trens novos que já estão sendo entregues para a frota, tenham um melhor desempenho, resultando na redução do intervalo e no aumento da oferta de lugares.

Para recapacitar o sistema sem interromper a prestação de serviço, a CPTM vem fazendo um grande esforço para adequar o cronograma de obras, sem paralisar a operação de trens, priorizando sempre o atendimento aos usuários.

Nossa colega na mesa de Paulo Coelho

 

Paulo Coelho em Istambul

Amigos se reuniram com Paulo Coelho em Istambul, na Turquia, e compartilharam ideias e pensamentos, há alguns dias. Durante o encontro, o escultor Spinosa, além de colocar a conversa em dia, apresentou a Coelho o trabalho da nossa colega de blog Maria Lucia Solla. O livro De Bem Com a Vida Mesmo Que Doa aparece sobre a mesa do escritor brasileiro. Que faça muito bom proveito da sensibilidade da Maria Lucia, a qual você acompanha aqui no Blog, todos os domingos.

Foto-ouvinte: Ataque “antiaéreo”

 

Carro anti-helicoptero

“Um dia derrubo um”. O recado escrito em adesivo, acima da imagem de um helicóptero, chamou atenção do ouvinte-internauta Claudinei Martinez. Assim como eu, ele também não entende o motivo para tal ameaça. Talvez seja inveja dos felizardos que podem se deslocar com rapidez sobre a cidade congestionada; ou um morador muitas vezes incomodado com o barulho desta que é a segunda maior frota do mundo e a maior em número de viagens locais. Por um ou por outro, sugiro que os repórteres da CBN passem bem longe do cidadão do Gol amarelo.

O poder do lixo

 

Por Devanir Amâncio
ONG EducaSP

Homens vivem do lixo

A melhor resposta para o crônico problema do lixo, seria tirá-lo das ruas com autoridade ,planejamento e determinação. No caso do centro deveria realizar , com urgência, a coleta domiciliar aos sabádos, domingos e feriados . Reafirmo que o maior problema da limpeza urbana na região central está na coleta e não na varrição. Todos os domingos ,uma multidão de homens ultra – pobres são vistos no centro com mãos e cabeças enfiados em sacos pretos rasgados ,em busca de restos de comida. No dia seguinte o cenário é de horror -, inclusive o Palácio Anhangabaú e a Suprefeitura da Sé amanhecem ilhados pelo lixo, o que daria um importante documentário de ecologia urbana – de projeção internacional . Onde o humano se mistura com o além sujeira e a incompetência de gestores públicos que não encontram formas eficientes que resolvam o problema do lixo domiciliar do centro da cidade mais rica do Brasil.

Não podemos esquecer dos mais de 10 mil moradores de rua que vivem largados pelo centro. Uma questão humana que deveria levar a prefeitura à uma profunda reflexão de prioridades… Entre outras medidas , uma assistência de resultados à população de rua, como pensar e colocar em prática um projeto diferenciado de limpeza na região central , pricipalmente com atenção especial à coleta e à reciclagem,geradora de renda para milhares de pessoas. O que poderíamos chamar de gestão solidária do lixo.

Não confundir com a ‘ limpeza’ de agentes municipais , que consiste em acordar todas as manhãs os mendigos de forma – muitas vezes – não apropriada , como se fosse a solução para “a cidade ideal “(…)

Estamos falando da limpeza das empresas concessionárias, que precisam sim de recursos que permitam a modernização dos serviços de limpeza na cidade . Recursos que deveriam ser destinados sem as costumeiras pressões e interferêcias políticas do é” dando que se recebe”. Afinal , nenhuma empreteira deveria ser ou aceitar a ser ‘extensão’ de partidos politicos ou ter o poder de ditar regras na administração pública , o que ocorre com frequência na limpeza e transportes em São Paulo. O poder conferido às duas empresas de coleta do lixo domiciliar na cidade de São Paulo chega a ser perigoso. Insisto : é indecoroso e predatório ao município.

A administração municipal precisará de muita coragem para disciplinar o serviço de coleta em São Paulo.

Um passo importante neste sentido seria os canditatos às eleiçoes municipais não aceitarem recursos financeiros de construtoras a que são ligadas as concessionárias do serviço de limpeza pública (…)

Leia, também: “Condomínios de luxo mantém lixão doméstico, em São Paulo”

De pares

 


Por Maria Lucia Solla

Ouça “De pares” na voz e sonorizado pela autora

Segregar, discriminar, não adianta! porque a força da vida aproxima os opostos. Do seu jeito. Os opostos e os nem tão opostos assim. Uma coisa que seja, em você, que se oponha ao seu par em mim, pode te arrebatar, sem que haja neste planeta explicação. É Física! O planeta precisa de equilíbrio para continuar a ser.

Bizarro e perfeito dividem o palco; água e fogo, nascimento e morte se acotovelam. Casamento, divórcio, assassinato e salvamento; descarte e resgate. Interessante ver. Pobre e rico dividem sonho de ter para ser; e é assim mesmo: o ser não vive sem o ter, até que o ter se rende, inevitavelmente, ao ser. O querer e o estar-nem-aí convivem numa boa, na mesma sala.

Vaidade e insegurança são assim; não se desgrudam por nada. Nada é suficiente, porque nada não vive sem tudo. Desespero campeia na desgraça e na ânsia da pirraça. Dor e prazer, não preciso nem dizer! Dar finca o pé até que chegue o receber, e não tem ir-se-embora sem ficar, nem sem um dia chegar.

Imaginação e realidade se entrelaçam a ponto de perder a identidade. Se fizeram passar, tantas vezes, uma pela outra, que não sabem dizer: o viver, afinal, é filho de quem?

Certo e errado têm seus dias contados. Tão unidos, querendo ocupar o mesmo espaço, vão acabar se fundindo. E nesse dia, abriremos a porta para a responsabilidade, que não existe fora da consciência, e se fará luz no caminho para a verdadeira vida, quando vida e morte finalmente assumem sua atração e vivem e morrem, para sempre.

Maria Lucia Solla é terapeuta, professora de língua estrangeira e realiza curso de comunicação e expressão. Aos domingos, escreve no Blog do Mílton Jung

O tempo virou, vista esta camisa

 

Por Dora Estevam

A virada de temperatura traz sempre aquela preocupação de escolher uma roupa adequada para sair de casa. Pode tanto esfriar como fazer calor num mesmo dia, sem contar a chuva sempre disposta a cair em locais isolados.

De qualquer forma não é porque o tempo virou que vamos correr por ai gastando com roupas novas. Tudo bem, se você quiser – a escolha é sua.

Como estamos em uma estação mais fresca, manhãs e noites mais geladinhas, o que precisamos é de algo prático para ficar bem o dia todo.

Pensando nisso me lembrei das camisetas. São boas companheiras para qualquer virada de estação. E hoje há uma grande variedade delas com estampas super engraçadas que ficam bem com calças, saias, bermudas, botas, casacos … é so usar a imaginação.

Vejas algumas combinações:

 

Acho que já da para fazer algumas produções – todo mundo tem uma camiseta no armário – basta ver de que forma você vai usá-la.

Dora Estevam é jornalista e escreve sobre moda e estilo de vida no Blog do Mílton Jung, aos sábados.

Condomínios de luxo mantém “lixão doméstico”

 

Lixão residencial

O desmoronamento de parte dos 600 mil metros cúbicos de lixo amontoados no aterro sanitário de Itaquaquecetuba, na Região Metropolitana de São Paulo, que ocorreu segunda-feira (25/04), é apenas uma das cenas que revelam a forma incompetente com que o Brasil administra os resíduos sólidos.

Despercebida pela maioria de nós, outra imagem desta tragédia urbana se reproduz diante de alguns dos mais ricos condomínios da capital paulista, todos os dias. São famílias pobres, muitas desgraçadas, que ficam a espera do “lixo” despejado pelos moradores de bairros como o Panamby e o Morumbi, na zona sul da capital.

Sacos se acumulam aguardando a empresa de coleta. Antes que o caminhão chegue, mães, pais e crianças pequenas cercam o local. Como se estivessem diante de gôndolas de supermercado – nem mesmo o carrinho para as compras é esquecido – escolhem o que de melhor têm a disposição.

Latinhas de cerveja e refrigerante são as preferidas da maioria, pois têm saída mais fácil. Garrafas PET e de vidro, também ajudam a formar a renda familiar. Os papéis nem sempre são aproveitados pois ficaram contaminados pela mistura com o lixo comum. Comida, muito pouco (ainda bem).

Em São Paulo, capital, conseguimos substituir os lixões por dois aterros sanitários que, hoje, esgotados, geram até 20 mega watts por hora de energia elétrica, cada um, a partir da captação dos gases metano e carbônico, numa demonstração de que poderíamos gerenciar melhor esta questão.

No entanto, ainda fazemos da porta dos condomínios uma espécie de lixão doméstico, sem que isto cause, aparentemente, constrangimento aos seus moradores. Gastamos fortunas para manter as salas de ginástica, quadras de tênis, áreas de lazer, piscinas enormes mas somos incapazes de nos organizarmos para a separação dos resíduos sólidos. Preferimos jogar tudo fora transferindo aos outros a responsabilidade pelo que consumimos.

E como o consumo está em alta, produzimos sete vezes mais lixo em 2010 do que no ano anterior, conforme estudo divulgado nesta semana pela Abrelpe – Associação Brasileira de Empresas de Limpeza Pública e Resíduos Especiais. Foram 61 milhões de toneladas de resíduos sólidos urbanos, em todo o Brasil. Você que lê este texto foi responsável por cerca de 378 quilos de lixo, em média. Se mora em São Paulo, acumulou 1,328 quilo por dia – pois vive na região que mais “sujeira” fez no ano passado.

Responsabilizar o aquecimento da economia pelo aumento da produção de lixo é varrer para baixo do tapete o verdadeiro problema enfrentado pelo País.

As prefeituras investem pouco em políticas de coleta seletiva. Na capital paulista, existem apenas 16 centrais de reciclagem para atender os 96 distritos – número que não cresce faz seis anos. Do material que é recolhido pelos caminhões da coleta seletiva mais de 1/3 vão parar no lixo comum. Faltam campanhas que incentivem a separação e programas pedagógicos que preparem a população. A cobrança da taxa do lixo, que poderia trazer pelo bolso a consciência que nos falta, quase causou uma revolução na cidade.

A esperança de que isto mude está na Lei de Resíduos Sólidos, a Lei do Lixo, em vigor desde o ano passado e que impõe responsabilidade aos municípios e ao poder público, mas também às empresas que fabricam e vendem, assim como às pessoas que compram e consomem.

Temos o compromisso de acabar com os lixões até 2014. Você pode começar a fazer isso agora na porta do seu condomínio.

Texto originalmente escrito para o Blog Adote SP, da revista Época SP

A boneca sem-teto

 

Por Devanir Amâncio
ONG EducaSP

Bonecos sem-teto

 
São Paulo é uma cidade cheia de curiosidades e detalhes que a torna mais humana. No Parque Dom Pedro II, por vários dias a boniquinha ‘Chiquinha’, da moradora de rua Maria, ficou sentadinha na  guarita da sentinela do antigo quartel abandonado, enquanto Maria catava latinha ou ia lavar roupa no chafariz da Praça da Sé. As pessoas passavam e paravam para olhar a bonequinha que parecia uma criança recém-nascida. Olhavam, olhavam, e admiradas partiam meio tristes .
 
Maria foi embora para Cambé , norte do Paraná.

Bonecos sem-teto
 
Na Praça Wilson Olivetto, Mooca, na  Zona Leste, uma outra cena impressiona: um macaquinho  de pano verde e olhos pretos expressivos ou esbugalhados – pendurado num pé de goiaba – pisca o tempo todo. Parece que quer dizer alguma coisa.
 
Talvez observar as coisas simples da cidade num feriado prolongado, pode ser a descoberta para viver melhor .
 
                                             

De febre e loucura

 

Por Maria Lucia Solla

Ouça este texto na voz e sonorizado pela autora

Quero tanto falar de sentimento, de emoção, sempre; e me pergunto, às vezes, se eu não deveria reclamar de o prefeito não prefeitar como deveria ele, se eu não deveria policiar as polícias por não policiarem como policiam os policiais nos filmes de bandido e mocinho. Se acaso eu não deveria vasculhar a vida pessoal dos senadores só de birra, por eles nunca senadorarem, como manda o figurino. Penso se não deveria choramingar mais, em vez de aguentar o tranco. Me pergunto, às vezes.

E acabo rindo! De mim. Que nem sei bem quem sou; que nem percebo, tantas vezes ainda, quando erro, quando sou inconveniente. Rio de mim, sim, que tenho uma dificuldade danada para administrar a vida na matéria, na emoção e na razão. Quem sou eu para criticar qualquer coisa no outro. Quem sou eu para dizer se seus hábitos são saudáveis, se eu estou doente de novo, com uma faringite de fazer dó aos meus inimigos. Quem sou eu para criticar quem quer que seja; e como faria isso? Com que autoridade, sob a batuta de que cartilha? Do Ocidente ou do Oriente? Do norte ou do sul? Do reinado ou da democracia? Eu mediria o outro usando a minha fita métrica?

Não posso. Não quero. E vou dizer mais, quero me livrar da crítica pequena, diária. Não quero mais nada que não seja simplesmente. Não quero nada mais que não seja honestidade, comprometimento, amizade, alegria, companheirismo, generosidade e amorosidade; começando por mim. No dia a dia da minha vida. Não quero mais nada que não tenha um sabor agradável. Não quero não aceitar a vida como ela é. Não quero aceitar a minha não participação no que estiver ao meu alcance. Afinal, não dizemos que a vida é curta? No entanto, vivemos amargos, de dedo em riste, de costas para a parede, o tempo todo. Todo o tempo. E queremos a paz! Como? se a guerra tornou-se senhora dos lares, corações e mentes de todos nós? Como? se ela permeia palavras, gestos e olhares de eterna acusação porque ele não é assim, porque ela é assado. Como? se cada um de nós vive fechado num exército de uma pessoa só, e somos bilhões de exércitos? Querendo ser o senhor de tudo e de todos, acabamos nos tornando senhores muito crueis de um único vassalo, você de você, e eu de mim. E dizemos que queremos paz. Mentira; somos dependentes da guerra da picuinha diária, onde temos absoluta certeza de sermos sempre melhores do que o outro. O malandro se servindo do bacana, que sai todo pimpão achando que se está servindo do primeiro.

Então, falo de mim; de como vejo e sinto a vida; já que esta é a minha viagem, a que me foi oferecida, de algum modo, pelo Criador de tudo isto e de muito mais. Sou meu objeto de pesquisa, mas foco em mim e no outro, que ele é vivente feito eu.

A vida fica muito solitária quando acreditamos ser melhores do que todos os outros; e mesmo assim, preferimos passar mais tempo da vida atacando e nos defendendo do outro, a viver vivendo, amando, amizadeando, trabalhando, criando, ouvindo e, quase sempre sendo ouvido, dançando, passeando, aprendendo, ajudando, apoiando, compreendendo, amando, amando, amando.

Se estou ficando louca, então, me agrada, a loucura.
Confesso.
E me despeço.

Maria Lucia Solla é terapeuta, professora de língua estrangeira e realiza curso de comunicação e expressão. Aos domingos, escreve no Blog do Mílton Jung

A moda da Páscoa é a felicidade

 

Por Dora Estevam

Recebi um e-mail de uma querida amiga sobre a Páscoa. A mensagem me tocou muito. Tocou porque nesta época muitos se esquecem do verdadeiro amor que representa a Páscoa, do verdadeiro motivo pelo qual comemoramos ou celebramos esta passagem – a morte e a ressurreição de Jesus Cristo. Para a igreja talvez este seja o maior milagre da Fé, a Ressurreição.

O marketing das vendas faz o chocolate, o coelhinho, as festas, as viagens e os menus de almoço parecerem mais importantes do que a data que lembra a paixão de Cristo.

Mas devemos lembrar que a vida é maravilhosa e vai além disso. Que, às vezes, não damos o devido valor a ela. Lembramos de celebrar a vida quando estamos em apuros. E, muitas vezes, aprendemos nesses sustos.

Por isso, nesta Páscoa, desejo que você seja feliz e a cesta indicada pela amiga Ana Paula Parra seja uma maneira de dizer às pessoas o quanto elas são importantes e o quanto a amamos:

Cenas de Cristo em Olinda

Em minha cesta de Páscoa, você encontrará muitos desejos para o amor e a felicidade, para a saúde e a prosperidade, para a sabedoria e o conhecimento, e para o prazer e o relax.

Desejo a você saúde, felicidades, alegria, equilíbrio, harmonia e que consiga ir além das etapas ordinárias e descubra resultados extraordinários.

Que continue tentando alcançar suas estrelas. Que realize seus sonhos.

Que reconheça em cada desafio a oportunidade, e seja abençoado com o conhecimento de que tem a habilidade para fazer cada dia especial.

Que tenha bastante riqueza para atender suas necessidades, e sempre lembre que o tesouro real da vida é o amor.

Agradeço o seu carinho e agradeço por todas as maneiras que somos semelhantes e todas as maneiras que somos diferentes.

Agradeço a Deus, do fundo do coração, com um sorriso interno que eu desejaria que todos pudessem ver… A Ressurreição do Mundo. Pois ainda não entendiam a Escritura, segundo a qual Jesus devia ressuscitar dentre os mortos… (João 20:9).

Pela lei fundamental da natureza, todas as coisas se renovam constantemente, cumprem um ciclo e se renovam.

Deus deu-nos as estações – cada uma com suas próprias belezas e razão, cada uma significando uma benção, uma alegria, e o sentimento do amor.

Deus deu-nos sonhos – cada um com seu próprio segredo, cada um emitido para dar-nos sentimentos de inspiração, esperança, e tranqüilidade.

Deus deu-nos a luz do sol, o arco-íris e a chuva, a beleza e a liberdade da natureza para ensinar-nos a sabedoria.

Deus deu-nos milagres em nossos corações e vidas, coisas pequenas que acontecem no dia a dia, para nos lembrar que estamos vivos.

Deus deu-nos a habilidade de enfrentar cada novo dia com coragem, sabedoria, e um sorriso de saber.

Saber que seja o que tivermos que enfrentar é mais fácil com Deus habitando em nossos corações.

Sobretudo, Deus deu-nos amigos para ensinar-nos sobre o amor e para guiar– nos através deste mundo, e Ele está sempre disponível para ajudar-nos para uma compreensão maior e compartilhar e dar mais amor.

Eu também acredito que a felicidade está dentro de nós. Por isso, use as ferramentas que ela nos oferece para ser feliz: afagos, carinho, beijo, abraço, lágrimas, gargalhadas, olhares…Tudo isso faz parte deste kit maravilhoso.

Que o espírito da Páscoa lhe traga muita Paz neste dia especial.

Feliz Páscoa!

Dora Estevam é jornalista e escreve sobre moda e estilo no Blog do Mílton Jung, aos sábados.