Acesse nossos APPs e compartilhe suas ideias na CBN

 

Duas mãos, muitas palavras e a música no ritmo da notícia que você ouve na CBN. Estas são marcas do vídeo que incentiva os ouvintes-internautas a acessar os novos aplicativos para Android, Iphone e Ipad. A campanha abre espaço para você compartilhar conosco palavras e mensagens que representam o que sente, deseja ou sonha. Escreva no seu corpo, fotografe, grave e mande para cá: milton@cbn.com.br. Vou adorar dividir estas emoções com toda a comunidade que acompanha a rádio CBN.

 

Um cordel para comemorar os 21 anos da CBN

Prof. Gerardo Carvalho (PROF. PARDAL)
Ouvinte-internauta da rádio CBN

 

Prestem atenção nesta história
Que agora vou lhe contar
Deste amigo professor
Que aprendeu a colocar
O rádio na cabeceira
E a amizade é verdadeira
Que veio a se apaixonar.

 

Formado em Filosofia
Também em Comunicação
Social na UFC
Completando a vocação.
Isso foi em 2002,
Não mais deixei pra depois
O rádio está sempre à mão

 

Fiz duas cadeiras de rádio,
Lá na Universidade
Federal do Ceará,
Quando encontrei de verdade
Um professor vibrador.
Fazia rádio por amor
Tinha credibilidade

 

Era repórter da Povo,
A AM que hoje é parceira
Da CBN, que juntas,
Se tornaram a companheira
Deste humilde jornalista
Que não mais perde de vista
E ouve radio a vida inteira.

 

Foi Luiz Paulo Machado,
Repórter por convicção.
Que me ensinou ouvir rádio
E desde este tempo, então,
Ouvir rádio é tão solene,
Que só mesmo a CBN
Satisfaz minha audição…

 

Às cinco horas já ouço
Ceci Melo ao microfone.
Com suas Primeiras Notícias
“Bota a boca no trombone”.
Dá conta bem do recado
Quem quiser ficar informado?
No rádio a selecione…

 

Vem o Jornal da CBN
Com Milton na locução
Das 6 até às 9 horas
É um show de informação.
Pra ninguém perder de vista
Aqui e ali um comentarista
Faz a sua intervenção!

 

É a vez de Juca Kfouri
Bater sua bola no esporte
Depois vem o Sardenberg
Na economia dando o norte.
E para uma boa crítica
A esta confusa política,
O Merval vem dar suporte.

 

O Gilberto Dimenstein
Com suas curiosidades
Na ciência e educação
Ele só traz novidades.
Na vez de Arnaldo Jabor,
A sua crítica é um terror
A algumas falsas verdades.

 

Max Gehringer entra em ação
Com o “Mundo Cooperativo”
Ele orienta o ouvinte
Pra que este seja vivo
No emprego, em alguma parada
Pois para não dar mancada
Precisa ser criativo.

 

Dan Stulbach, Zé Godoy,
Luiz Gustavo Medina
Na “Hora de Expediente”
Trazem assuntos lá da China.
Cada qual mais engraçado
Dão ali o seu recado
Com uma boa adrenalina.

 

Quando chego em casa à noite
Ouço João Carlos Santana
Que faz da “Sala de Música”
Uma audiência bacana
Já ouvi do rock ao baião
Do zabumba ao violão
Do samba, valsa ao nirvana.

 

Digo, enfim, que a CBN
No país é raridade.
Como Rádio Jornalismo,
Ela alcançou de verdade
Nestes seus 21 ANOS
Toda a credibilidade.

 

Sobre o autor:

 

Escritor, poeta, cordelista, filósofo, bacharel em Comunicação Social (jornalismo);
Professor,Educador de trânsito; Vice-diretor da Escola
Municipal Madre Tereza de Calcutá – Fortaleza
Ex-seminarista franciscano; Autor de “São Francisco do Povo: ontem e hoje”,
Editora Vozes. Autor de mais de 70 títulos de cordel, abordando temas ligados à natureza e
defesa da vida. Recebeu vários prêmios como cordelista e trovador, entre eles, Seduc/Paic/2010; o prêmio Patativa do Assaré pelo Ministério da Cultura

Conte sua história da CBN

 

Para comemorar os 21 anos de fundação, a rádio CBN convida os ouvintes-internautas a contarem a sua história sobre a emissora. A ideia é reunir textos sobre como você conheceu a CBN, momentos importantes que você acompanhou na emissora, como a rádio faz parte da sua vida. As histórias serão levadas ao ar na voz de nossos profissionais e ficarão registradas no site da CBN. A festa de aniversário é primeiro de outubro, mas você pode enviar seu texto a partir agora para o e-mail aniversario@cbn.com.br. Não esqueça de colocar seu nome completo e a cidade onde mora.

 

Estou fora da promoção, apesar de também ser ouvinte desta emissora desde “pequeninho”, conforme contei neste Blog na época em que fui convidado para apresentar o Jornal da CBN, no início do ano passado. Mesmo assim reproduzo aqui o post que publiquei para motivar você a também contar a sua história da CBN:

Ao chegar em São Paulo, em 1991, repórter da TV Globo, pedi ajuda aos colegas na busca de informações sobre a cidade. Precisava de uma fonte confiável e me sugeriram a rádio que só tocava notícia. A CBN acabara de ser inaugurada, emissora que inovava a programação com a grade toda voltada ao jornalismo.

 

Foi assim, por recomendação, que descobri a rádio na qual fui trabalhar sete anos depois a convite do jornalista Heródoto Barbeiro, então meu colega na TV Cultura. Era o retorno para o veículo que havia me lançado na carreira jornalística, em 1984, quando atuei na Guaíba de Porto Alegre.

 

Cheguei na CBN apenas para cobrir férias e em alguns meses fui definitivamente contratado. No início apresentei o programa do meio-dia, em seguida o das cinco da tarde, para após alguns anos me estabelecer no CBN SP, onde aprendi muito sobre a cidade. Foi debatendo os temas de São Paulo, elencando seus problemas e suas soluções e transformando aquele espaço em um fórum de discussão que forjei minha cidadania paulistana.

 

Lá se foram pouco mais de 12 anos desde que falei pela primeira vez na CBN e, nesta segunda-feira, recebo uma oportunidade única. Mariza Tavares, diretora de jornalismo, me confiou o comando do Jornal da CBN em substituição ao colega que me abriu a porta da emissora. Heródoto levará seu talento e experiência para a TV RecordNews.

 

Duplo desafio: assumir o posto que foi, desde a fundação da rádio, de um dos profissionais que mais admiro e ancorar o principal jornal da CBN. Para amenizar o peso destas tarefas, conto com o apoio de uma das mais competentes equipes de jornalismo do País.

 

Em 20 anos, passei de ouvinte a âncora do Jornal da CBN. Era muito mais do que eu poderia querer. Agradeço a todos que sempre me ajudaram a fazer das coisas que mais gosto na vida: jornalismo.

Novo prefeito tem de apresentar metas para os 96 distritos em SP

Texto publicado no Blog Adote São Paulo, da revista Época SP

 

Escola Carumbé

 

Tem sido bem interessante acompanhar as reportagens que a equipe da CBN está fazendo na série “Meu bairro, nossa cidade”, que começou semana passada com a promessa de visitar os 96 distritos da capital e mostrar os problemas que os moradores enfrentam em seu cotidiano. Nesta primeira etapa, as repórteres Cátia Toffoletto e Maria Eugênia Flores têm concentrado esforços nas zonas leste e norte. Dia desses, a Cátia mostrou que comerciantes de Ermelino Matarazzo têm de pagar pedágio a bandidos para manter suas lojas abertas, enquanto a Mage identificava a dificuldade para os 500 mil moradores de Jacarepaguá irem trabalhar devido aos problemas no transporte público. Ouvi, também, que na Casa Verde, as pessoas não têm acesso à saúde, pois faltam unidades que atendam emergências, exigindo que elas deixem a região em busca de socorro. Dos depoimentos que mais me incomodaram foi o de um cidadão que mora em um casebre à beira do córrego, no Carrão, e disse, conformado, que aprendeu a conviver com os ratos, basta colocar um rede nas entradas da casa. (você pode ver os vídeos e as reportagens aqui)

 

Desculpe-me se pareço cabotino ao abrir este post falando do trabalho da equipe de repórteres da emissora na qual trabalho desde 1998, mas o diagnóstico que fizeram das carências dos distritos visitados até aqui é capaz de mostrar o grande desequilíbrio que existe na cidade de São Paulo e como o poder público é ineficiente em suas ações. Aliás, indicadores levantados pela rede Nossa São Paulo, a partir de pesquisa feita pelo Ibope e com base em dados oficiais, também são claros ao revelar esta triste realidade. Há uma enorme quantidade de zeros em itens como hospitais, bibliotecas, teatros e outros que deveriam servir de ponto de partida para as ações do poder público. E de metas a serem propostas nos programas de governo de candidatos à prefeitura e de partidos que buscam vagas na Câmara Municipal de São Paulo.

 

A propósito, um fato que os próximos legisladores não poderão ignorar, é que a lei de metas, em vigor desde 2009, obriga a prefeitura a divulgar os objetivos a serem alcançados em todos os 96 distritos. A atual administração resumiu a Agenda 2012 a metas por setores e sem ter os indicadores de desempenho como referência. Será necessário, por exemplo, dizer o que se pretende fazer com a falta de unidades de saúde na Casa Verde ou quantas unidades habitacionais se pretende entregar para reduzir a ausência de moradia no Carrão. O grande objetivo da cidade tem de ser “zerar os zeros” ou seja oferecer a todo o cidadão seus direitos mais fundamentais. Não deixe de cobrar do seu candidato este compromisso.

Aviso aos navegantes

 

Desde o sábado, quando houve mudança no site da CBN, o Blog aqui também foi renovado em seu visual e na funcionalidade. Nestes primeiros dias, porém, os leitores tiveram problemas para publicar seus comentários – pelo o quê peço desculpas. Hoje, está tudo em ordem e você já pode aproveitar o novo visual que tem como intenção colocar nas suas mãos mais facilidades para acessar as diferentes seções. O que mais me agradou nesta mudança do Blog foi o espaço que privilegia os textos e as fotos. Naveguem à vontade, palpitem e nos ajudem a construir este trabalho.

Hora de Expediente estreia hoje no Jornal da CBN

 

Dan StulbachLuiz Gustavo MedinaJosé GodoyMilton Jung

 

O trio do Fim de Expediente vai acordar mais cedo e, a partir de hoje, participa do Jornal da CBN, em uma conversa descontraída sobre os assuntos mais importantes e irreverentes do dia. Dan Stulbach, Luis Gustavo Media – o Teco e José Godoy estarão comigo no quadro Hora de Expediente que vai ao ar às 8h45 da manhã. Para comemorar a estreia, fomos presenteados com estes cartuns de Bruno Drumond, de O Globo. Olheiras minhas à parte, agradecemos a lembrança e esperamos atender a expectativa do nosso ouvinte-internauta.

 

O Liberdade de Expressão segue na programação com Viviane Mose, Arthur Xexeo e Carlos Heitor Cony, agora com novo horário: às 9h10 da manhã.

Mundo Corporativo: A economia da experiência

 

A Era da Convergência pede produtos multifuncionais e profissionais preparados para transitar bem por diferentes temas e áreas da organização. O consultor Carlos Hilsdorf explica que este é um momento de integração entre os modelos industriais – da velha economia – com a Era do Conhecimento – da nova economia. Em entrevista ao Mundo Corportivo, da rádio CBN, ele também alerta que para conquistar o novo consumidor é preciso praticar os fundamentos da economia da experiência na qual os produtos e serviços têm de sensibilizar seu público-alvo em todos os cinco sentidos: olfato, audição, paladar, tato e visão.

O Mundo Corporativo vai ao ar às quartas-feiras, 11 horas, no site da Rádio CBN (www.cbn.com.br), com participação dos ouvintes-internautas pelo Twitter @jornaldacbn e e-mail mundocorporativo@cbn.com.br. O programa é reproduzido aos sábados, no Jornal da CBN

Mundo Corporativo: Desafio a novos talentos, na AMBEV

 

“Adoramos dar osso grande para cachorro pequeno”. A frase do diretor de Relações Corporativas e Comunicação da AMBEV Milton Seligman descreve o quanto a empresa gosta de desafiar seus novos talentos e oferecer as melhores oportunidades. E este foi um dos assuntos da entrevista que o executivo concedeu ao Mundo Corporativo, no espaço CBN YOUNG PROFESSIONALS, onde recebemos vários convidados e foram realizadas palestras, durante a HSM EXPOMANAGEMENT, em São Paulo. Falamos desde a carência do sistema educacional que impede o desenvolvimento de muitos profissionais quando chegam ao mercado de trabalho até a construção da carreira de jovens que participam da concorrida seleção de trainees promovida pela empresa. A ética das corporações foi outro assunto que ganhou destaque no bate-papo.

Ouça aqui a entrevista com Milton Seligman, da AMBEV, no Mundo Corporativo

O Mundo Corporativo vai ao ar, quartas-feiras, 11 horas, no site da Rádio CBN com participação dos ouvintes-internautas pelo Twitter @jornaldacbn e pelo e-mail milton@cbn.com.br. O programa é reproduzido aos sábados, no Jornal da CBN.

Suellen, 20 anos com a CBN

 

Hoje, senti como missão escrever sobre minha relação com a Central Brasileira de Notícias.

No caminho ao trabalho, pela manhã, estava acompanhando um depoimento da Lúcia Hipólito em comemoração aos 20 anos de criação da rádio, assim como acompanhei os dos diversos jornalistas nos dias anteriores. Mas, somente hoje, a idade dessa jovem informante me causou estranhamento.

_Vinte anos… Mas, como assim, se eu tenho 27?!_ Pensei.

Minha surpresa se deu pelo fato de eu me lembrar ter escutado a CBN durante a vida inteira. Me surpreendi ao perceber que a rádio é mais nova que eu e não bem mais velha como imaginava.

Talvez, pela imagem que criei da rádio quando ainda era criança. Ouvia tantas informações e sobre tudo, que não podia imaginar que, a época, a CBN fosse tão menina quanto eu.

Enquanto algumas pessoas iam formando seu gosto musical pelos discos de vinil de seus pais e irmãos mais velhos, eu – que sou primogênita, fui influenciada pelo rádio do carro do meu pai, que só tocava notícias.

No caminho da escola, do hospital, passeios e viagens ia me acostumando com a vinheta que se tornou parte do meu acervo musical.

No início, não gostava tanto assim. Como criança, queria ouvir outros assuntos que não fossem tão adultos. Mas essa implicância durou pouco tempo.

Rapidamente, fui pegando gosto pelas informações. Queria estar sempre antenada!

Foi assim que, indiretamente, acabei virando porta-voz da rádio.

Chegando ao trabalho, se sinto falta de alguém, já me adianto: “a recepcionista vai chegar atrasada. Tem um engarrafamento no trânsito. Acabei de ouvir na CBN”.

No assunto da hora do almoço, às vezes me pego concordando sobre algum assunto: “é mesmo! Eu ouvi isso na CBN”.

Com pouco tempo de namoro, inocentemente, perguntei ao meu namorado cujas características marcantes são, ser musical e nerd: _Você não escuta notícias? _ Estava tão acostumada a não ouvir músicas no carro, que achava aquilo estranho.

Era engraçado perceber que eu acabava lhe mantendo informado sobre a queda da bolsa, ou dicas de investimento, assuntos com os quais não tenho muita afinidade. Até que, no dia 5 de outubro, ele me cumprimenta à noite dizendo:

_Soube que o Steve Jobes morreu?

Eu respondi surpresa:

_Não… Onde viu isso???

Ele rebateu:

_Acabei de ouvir na CBN.

Achei aquilo no mínimo inusitado.

Talvez, ele só vá saber ao ler esse texto que, o livro “Saga Brasileira” presente dado no dia de seu aniversário foi uma dica da CBN não ouvida por mim, mas pela minha mãe, que durante o dia ouve todas as dicas sobre gastronomia, cultura e tantos mais e nos mantém mais informados quando chegamos em casa.

Nunca tinha parado para pensar nesse tipo de interação, mas o aniversário da rádio me fez parar e rir de tudo isso.

Outro dia, ao passar pela recepção da empresa onde trabalho, ouvi a vinheta que me acompanhou e acompanha ainda hoje.

_ Você está ouvindo CBN?_ Perguntei surpresa.

A moça respondeu:

_Sim! Preciso me manter informada, quero passar num concurso público.

Ri mais uma vez de tudo isso.

Achei, então, que deveria compartilhar com vocês o quanto são influentes sobre a minha vida e a de muitos brasileiros.

Ouvindo a voz de vocês, aprendo todos os dias como ser feliz profissionalmente, como não ficar louca com as dívidas do cartão de crédito, como escolher o político em que vou votar, o restaurante em que vou jantar, formo minha opinião sobre os mais diversos assuntos, até mesmo sobre o futebol que não rendeu nada no fim de semana. E isso faz parte da minha vida!

Parabéns pelo trabalho!

Meu nome é Suellen de Oliveira Sá. Sou professora, ativista de direitos humanos e ouvinte da CBN. Essa é a minha história de amor com a rádio.