Na Cracolândia, sem isenção e IPTU maior

 

Há quatro anos com a agência de publicidade funcionando na rua do Triunfo, 51, região rebatizada de Nova Luz, mas conhecida nacionalmente como Cracolândia, o empresário Eduardo El Kobbi ainda espera receber as isenções de impostos prometidas pela prefeitura de São Paulo. Não apenas os benefícios prometidos pela prefeitura não chegaram, como foi surpreendido, nesta semana, com o valor do IPTU que aumentou 45% em relação ao ano anterior.

Apesar de se considerar um otimista e ainda acreditar que o projeto Nova Luz vai se concretizar, Eduardo El Kobbi, da Fess Kobbi, disse que
“eles (a prefeitura) estão perdidos”.

Ouça a entrevista de Eduardo El Kobbi ao CBN SP

Taboão também aumenta IPTU e sem discussão

 

iptu-300x299“Na sessão desta terça-feira, dia 1 de Dezembro, os vereadores de Taboão da Serra se calaram e aprovaram, sem qualquer discussão ou ressalva, o projeto de lei, encaminhado pelo executivo municipal, que atualiza a Planta Genérica de Valores (PGV) e, consequentemente, aumenta o valor de IPTU. Mais uma vez a população taboanense não foi consultada e só vai perceber o tamanho real do aumento quando o carnê do imposto chegar, via correio, a partir do mês de fevereiro de 2010”

A informação é de Allan dos Reis que adotou todos os vereadores da cidade de Taboão da Serra, região metropolitana de São Paulo, e está indignado com a falta de diálogo com a população. Apesar da dificuldade em obter informações – o líder do Governo, Vereador Paulo Félix (PSDB), após aprovar o projeto, não deu entrevista sob a alegação de que precisava se inteirar melhor do assunto -, ele diz que em algumas áreas o aumento deve chegar a 100% dos valor do IPTU pago, neste ano.

Leia a reportagem completa de Allan dos Reis

“Não é bode, não”, diz secretário sobre IPTU

 

bodeA política brasileira está cheia de bode na sala. Mas o projeto de lei que aumentava o IPTU em até 60% não era um deles. É o que insiste dizer o secretário de Finanças de São paulo Walter Rodrigues, apesar de ter demonstrado durante entrevista no CBN SP, de que a aprovação da proposta negociada na Câmara com reajustes menores (mas nem por isso pequenos) em nada prejudica os planos para 2010. Ou seja, já estavam dentro do previsto.

O que o bode tem a ver com isso ? Ele é personagem de uma velha história que se passa na casa da família com problemas financeiros, sem emprego e sem comida. Um dia, o pai aparece com um bode na sala. Ninguém entende nada até porque os problemas aumentam. O bode fede, incomoda a todo mundo, torna a vida insuportável. Em seguida, o pai tira o bode da casa e todos acreditam que as coisas ficaram melhores, apesar de nenhum dos velhos problemas terem sido resolvidos.

Depois de tentar majorar o IPTU em índices absurdos, o prefeito aceitou reduzir para até 30% nos imóveis residenciais e 45% os comerciais. O peso do reajuste ainda assim será grande, mas a ideia que a prefeitura passa é que foi boazinha com todos e aceitou recuar – ou fazer uma “mudança estratégica”, como prefere o prefeito Gilberto Kassab (DEM).

Mas vamos ao que disse o secretáario:

Ouça a entrevista do secretário Walter Rodrigues, ao CBN SP

O aumento do IPTU e o impacto político

 

adoteO eleitor esquece. Em poucas palavras é o que pensa o doutor em ciências políticas da USP Rui Tavares Maluf em relação ao impacto político que terá a decisão dos vereadores que apoiaram o aumento do IPTU. Ele entende que ao determinarem o reajuste no primeiro ano da atual legislatura, a distância até a próxima eleição amenizará qualquer prejuízo na imagem dos parlamentares. Memo para o prefeito Gilberto Kassab (DEM), autor da proposta, o peso da medida será menor.

Ouça a entrevista de Rui Tavares Maluf ao CBN SP

IPTU maior incentiva informalidade, diz Secovi

 

IPTU Imagem do site da prefeitura de SPAs mudanças negociadas no projeto de lei da Planta Genérica de Valores não serão suficientas para evitar distorções no pagamento do IPTU e o custo maior vai recais sobre a classe média. Esta é a opinião do diretor de legislação urbana do Secovi, Eduardo Della Manna. Com o reajuste máximo de 45% para os imóveis comerciais – superior ao dos residenciais (30%) -, ele diz que a prefeitura vai incentivar a informalidade pois irá encarecer o custo do imóvel.

Ouça a entrevista com Eduardo Della Manna, do Secovi, no CBN São Paulo

Como o seu vereador votou o aumento do IPTU

 

PLENARIO-1-12-2009-RenattodSousa-6440-72A mão forte do prefeito Gilberto Kassab (DEM) pesou mais do que a pressão popular, e o projeto que aumenta em valores consideráveis o IPTU de 2010 do paulistano foi aprovado por 39 votos a 15, e uma ausência. Mesmo assim, após dois dias de intensa negociação, o Executivo aceitou recuar alguns passos para conter a pressão da base governista que temia a reação negativa do eleitor.

O aumento máximo no IPTU do ano que vem foi reduzido para 30% nos imóveis residenciais e 45% nos comerciais (seria de 40% e 60%, respectivamente). O número de isentos também será maior do que o previsto por Kassab: 1,07 milhão. Na negociação com o prefeito, ficou acertado que os reajustes que não foram feitos agora serão parcelados nos próximos anos. No fim das contas, a prefeitura ainda terá R$ 544 milhões a mais no caixa, apenas com o IPTU.

Somente um vereador não esteve presente no plenário para votar: Netinho de Paula (PC do B). Desta vez, não houve abstenção, todos que estiveram no plenário disseram sim ou não para a proposta de aumento do IPTU do prefeito Kassab.

Veja como o seu vereador votou:

A favor

Abou Anni (PV)
Adilson Amadeu (PTB
Adolfo Quintas (PSDB)
Agnaldo Timóteo (PR)
Antonio Carlos Rodrigues (PR)
Atílio Francisco (PRB)
Aurelio Miguel (PR)
Carlos Alberto Bezerra Jr. (PSDB)
Carlos Apolinario (DEMOCRATAS)
Claudinho (PSDB)
Claudio Fonseca (PPS)
Dalton Silvano (PSDB)
Domingos Dissei (DEMOCRATAS)
Eliseu Gabriel (PSB)
Floriano Pesaro (PSDB)
Gilson Barreto (PSDB)
Goulart (PMDB)
Jooji Hato (PMDB)
José Olímpio (PP)
José Police Neto (PSDB)
Juscelino Gadelha (PSDB)
Mara Gabrilli (PSDB)
Marcelo Aguiar (PSC)
Marco Aurélio Cunha (DEMOCRATAS)
Marta Costa (DEMOCRATAS)
Milton Ferreira (PPS)
Milton Leite (DEMOCRATAS)
Natalini (PSDB)
Noemi Nonato (PSB)
Paulo Frange (PTB)
Penna (PV)
Quito Formiga (PR)
Ricardo Teixeira (PSDB)
Roberto Tripoli (PV)
Sandra Tadeu (DEMOCRATAS)
Souza Santos (PSDB)
Toninho Paiva (PR)
Ushitaro Kamia (DEMOCRATAS)
Wadih Mutran (PP)

Contra

Alfredinho (PT)
Arselino Tatto (PT)
Celso Jatene (PTB)
Chico Macena (PT)
Claudio Prado (PDT)
Donato (PT)
Francisco Chagas (PT)
Gabriel Chalita (PSB)
Ítalo Cardoso (PT)
Jamil Murad (PC do B)
João Antonio (PT)
José Américo (PT)
José Ferreira (Zelão) (PT)
Juliana Cardoso (PT)
Senival Moura (PT)

Audiência pública influenciará decisão sobre IPTU

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adoteA pressão contra o prefeito Gilberto Kassab (DEM) e os vereadores da base governista tem crescido desde que o projeto que aumenta o IPTU em até 60% foi aprovado em primeira votação. A expectativa é que haja forte mobilização na audiência pública marcada para hoje, às 15 horas, na Câmara Municipal de São Paulo.

Os principais movimentos sociais da capital paulista devem estar presentes para apresentar sugestões ao projeto de lei da Planta Genérica de Valores e cobrar as mudanças que alguns vereadores governistas tem prometido nos bastidores. A discussão será a base para as mexidas que possam ser feitas até a votação em segundo turno que deve se realizar na quarta-feira, dia 2.

Na tentativa de reduzir o impacto do aumento proposto pelo prefeito Kassab, vereadores do PSDB admitem parcelar o repasse do reajuste, que, originalmente, é de 40% para os imóveis residenciais e de 60% para os comerciais. O índice é o limite máximo que o valor do IPTU pode aumentar, em 2010. A intenção agora é diminuir este índice no primeiro ano. E cobrar o restante da conta depois que a eleição presidencial passar.

Aliás, se tem algo que não se pode condenar o prefeito Gilberto Kassab neste episódio é que ele tenha tomado uma medida eleitoreira.

Ouça a entrevista da presidente da Samoorc Célia Marcondes sobre a importância da participação na audiência pública

PS: Everton Zanella, que adotou o vereador Floriano Pesaro (PSDB), lembra por e-mail que é de se lamentar o fato de a Câmara Municipal de São Paulo não transmitir nem tornar disponível na internet as sessões das audiências públicas e debates no plenário.

Me engana que eu gosto

 

adoteProvocado pelo “padrinho” Màssao Uéhara, o vereador Claudinho (PSDB) tentou explicar sua posição em relação ao voto em favor do aumento do IPTU em 2010, no primeiro turno. Usou de subterfúgio, foi contraditório e perdeu boa oportunidade de esclarecer sua opinião, no sentido oposto ao que fizeram outros parlamentares, inclusive de seu partido.

O e-mail foi encaminhado para vereadaorclaudinho@uol.com.br e expressava a insatisfação com o comportamento do tucano. Integrante do projeto Adote um Vereador, Uéhara quis saber se o parlamentar havia ouvido seus eleitores para tomar aquela decisão e encerrava a mensagem alertando que o cidadão lembraria na próxima eleição daqueles que votaram pelo aumento do IPTU.

Em letras maiúsculas, assinado por um assessor de imprensa, a resposta de Claudinho:

“Sr. Massao, o vereador Claudinho registra seu protesto e esclarece: o que irá acontecer é a atualização da Planta Genérica de Valores que define o valor venal de um imóvel, mas também haverá um aumento de isenção para moradias, que atingirá um milhão de moradias de baixa renda. Na segunda votação haverá emendas de vereadores que buscarão corrigir possíveis injustiças”.

Não entendi, por exemplo, o motivo do “protesto”. Contra o quê? Ao direito do eleitor cobrar explicações? Difícil de compreender, também, a volta que o vereador dá para fugir da verdade: o projeto de lei que atualiza a PGV vai aumentar imposto, sim. E nenhum jogo de palavra é capaz de esconder isso.

Uéhara ainda espera resposta do vereador Jooji Hato (PMDB), a quem enviou a mesma mensagem.

Vereadores aprovam aumento de até 60% no IPTU

 

adoteForam rápidos os vereadores da cidade de São Paulo para aprovar o projeto de lei do Executivo que prevê aumentos de até 40% no IPTU de imóveis residenciais e 60% nos comerciais. Enquanto se discutia substitutivo em comissões permanentes no início da tarde, já articulavam a presença em plenário para dizer amém ao prefeito Gilberto Kassab (DEM), em primeiro turno.

Vale uma explicação: muita coisa ainda pode mudar para o segundo turno, por isso é mehor não crucificar ninguém antes da hora. Mas é preciso ficar atento com as articulações – e as audiências públicas – que nem sempre levam em conta a opinião da população.

A lista de quem-votou-como ainda não tenho. Infelizmente, o site da Câmara Municipal de São Paulo, mantido com dinheiro público, não oferece esta informação a quem o financia, o público. Espero que no decorrer desta manhã, consiga confirmar todos os nomes.

Foi o Cláudio Vieira, do Adote um Vereador, quem, por Twitter, me contou: “Acabou a sessão na Câmara com 36(sim) 17(não) e 1 abstensão para a PGV. Portanto foi aprovada em 1ª votação o PL do IPTU do prefeito!” (21h21).

A Samoorcc, que atua em Cerqueira César e arredores, promete levantar e publicar em seu site a lista de quem é a favor e de quem é contra o projeto da prefeitura. Durante a semana, ouvintes-internautas e integrantes do Adote um Vereador se prontificaram a descobrir do seu representante o que eles pretendiam fazer.

O Sérgio Mendes por mais que se esforçasse – e se esforça – não conseguiu arrancar uma só palavra da vereadora Marta Costa (DEM). “O e-mail oficial da vereadora não recebe mensagem alguma”, escreveu o integrante do Adote que lembra ainda não ter recebido resposta para uma pergunta feita em primeiro de outubro. Tenha fé, Sérgio !

O Marcelo Souza mandou mensagem para todos os vereadores do PSDB pois votou na legenda na eleição do ano passado: “ Como eleitor sou contra todo e qualquer aumento de impostos em um país com uma gestão publica reconhecidamente perdulária e, muitas vezes, corrupta”. Aguardou respostas individuais, mas descobriu pelo noticiário, ontem no fim da tarde, que a bancada tucana divulgou nota explicando que iria apoiar o projeto do prefeito Kassab (DEM) e discutir mudanças no segundo turno.

Dos tucanos, quem havia se pronunciado contra o aumento do IPTU nos moldes propostos pela prefeitura foi a vereadora Mara Gabrilli. Espera-se que no segundo turno ela mantenha a palavra inicial, enviada por telefone, pela sua assessoria, a ouvinte Olga Schulach. Dona Olga, aliás, ainda aguarda uma resposta do gabinete do vereador Gabriel Chalita (PSB). O parlamentar pelo Twitter havia anunciado ser contra o projeto, também.

Foi pela mensagem do ouvinte-internauta Daniel Aveiro que soube da opinião de dois vereadores. Netinho de Paula (PC do B) escreveu: “A PGV, de fato, deve ser atualizada, mas acho que a alíquota poderia ser reduzida. Dizer que as regiões mais pobres de São Paulo valorizaram, não é correto. O salário da população continua o mesmo ou até menor de uma forma geral. Não concordo  com o aumento do IPTU!”.
E João Antônio (PT), também: “A bancada do PT é contra o aumento do IPTU e votará contra o projeto do governo Kassab”.

Já Atílio Francisco (PRB) ficou em cima do muro na resposta para Cristina Pires: “Estamos acompanhando as discussões e as Audiências Públicas propostas, para assim tomarmos posição quanto ao projeto”.

O ouvinte-internauta Marcos César acredita que a demora para o vereador Marco Aurélio Garcia (DEM) responder a pergunta feita por e-mail se deva ao fato do parlamentar estar muito preocupado com o São Paulo – o clube, não a cidade. Até onde sei, Marco Aurélio estava no plenário votando e a favor do seu líder na cidade, Kassab.

O Luiz Garcia, antes mesmo da primeira votação, ironiza: “Votação de aumento do IPTU, vocês acham que não vai passar? Será que agora o prefeito ,com o aumento desse IPTU, ao tirar mais dinheiro do povo, vai poder exigir dos proprietarios a arrumação dos buracos nas calçadas? E ele com mais dinheiro ,vai melhorar o serviço de tapa buracos (qualidade) das ruas? E a iluminação das ruas será melhorada a qualidade? Não é por luz onde não tem, é melhorar a qualidade das lâmpadas Será que com mais dinheiro voltará a ser um prefeito administrador e menos prefeito politico?

O José Luiz Pinto Fonseca escreveu: “A cada novo empreendimento residencial de 23/25 andares por quatro unidades por andar já trará um ganho de arrecadação do IPTU extremamente superior ao que era arrecadado”.

O Fernando Carmona dá um exemplo: “Tenho imóvel na região da operação urbana Água Espraiada e realmente ele e todos os demais sofreram uma valorização, que só se concretizará quando, e se, ele for vendido. Quando isso ocorrer a Prefeitura receberá o imposto referente a transação. No meu entorno existem vários imóveis, cujos proprietários tem dificuldade de mantê-los. Imagine pagar um IPTU bem mais elevado! ”

E você, qual sua opinião ? Já procurou o seu vereador ?

Mais opiniões de vereadores:

Mensagem enviada pelo vereador Marco Aurélio Cunha (DEM):

“Não há aumento do IPTU desde 2001, apenas reajustes em relação à inflação. É certo, assim, que é necessário um ajuste, aproximando da realidade comercial o valor venal do valor real. Entendo, porém, que de uma só vez, o reajuste cause um enorme impacto financeiro em famílias de renda estável. Não é porque o imóvel está valorizado que se suporte o aumento exagerado. A renda não subiu proporcionalmente ao aumento. Isso pode gerar a necessidade de venda de imóveis residenciais, especialmente de aposentados, que lutaram muito para conseguir a casa de sua vida. Defendo, assim, o aumento progressivo, em pelo menos quatro anos, para chegarmos a esse ajuste de até 40%.” (Publicada em 26.11, 10:03)

ONG vai divulgar voto de vereador sobre IPTU

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IPTU Imagem do site da prefeitura de SPA Sociedade de Amigos e Moradores de Cerqueira César (Samorcc) anuncia que vai acompanhar e divulgar o voto dos vereadores paulistanos no projeto do prefeito Gilberto Kassab (DEM) que aumenta o IPTU em até 60%, em 2010. A entidade que atua na região dos Jardins e Consolação teve forte atuação nos protestos contra a construção do corredor de ônibus na avenida Rebouças durante o governo Marta Suplicy (PT) e agora se mobiliza para impedir o reajuste no valor do imposto.

Leia a nota de repúdio a proposta da prefeitura de São Paulo que está em discussão na Câmara Municipal:

A SAMORCC, atendendo a solicitação de moradores da região de Jardins e Consolação – SP., manifesta através do presente, seu repúdio e descontentamento geral, em razão da proposta feita pelo Sr. Prefeito, para aumento do valor de IPTU, ressaltando que:

– Não tivemos aumento salarial ou de aposentadoria com a proporção proposta;

– Não tivemos o lucro empresarial em tal proporção;

– Não tivemos nem teremos qualquer benefício ou bolsa para auxiliar em nosso orçamento, já justo;

– Não temos qualquer perspectiva de lucro fácil ou comissões;

– Não tivemos vantagens econômicas com os serviços prestados pela Municipalidade, ao revés, nossas ruas estão esburacadas; nossas árvores sob risco; nossos bueiros entupidos, nossas ruas lotadas de lixo; nossas ruas escuras; nossos problemas urbanísticos e de incomodidades aumentaram;

– Não nos sentimos seguros ao ir e vir; não temos mobilidade urbana, não temos transporte público de qualidade, estamos bloqueados no trânsito e trancados em nossas casas, por falta de segurança segurança pública;

As únicas coisas que aumentaram, e muito, foi a publicidade do governo, em rádio, TV e jornais e o número de moradores de rua.

Já pagamos altas somas e não podemos permitir aumento do IPTU ou de qualquer outro tributo, superior à atualização monetária.

* Acompanharemos a votação de cada um dos Vereadores, divulgando à população o nome daquele que votou contra a sociedade paulistana e à favor do escandaloso aumento de imposto!

Pela NÃO APROVAÇÃO DA LEI PROPOSTA DE AUMENTO DO IPTU na proporção desejada!!!!

SAMORCC – SOCIEDADE AMIGOS MORADORES DE CERQUEIRA CÉSAR (Jardins e Consolação).