Ao infinito e muito além do comércio eletrônico

 

Por Carlos Magno Gibrail

 

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As atuais Agências de Afiliação possibilitam ao e-commerce individual agregar outros tornando-se um Marketplace e ganhar comissão sobre as vendas realizadas. Na linguagem técnica são chamados de “afiliados” ou “publishers”.

 

Ao mesmo tempo, esses e-commerces também poderão ser divulgados em outros sites e Marketplaces pagando comissão pelas vendas que forem realizadas. São os “anunciantes” ou “advertisers”.

 

Esse sistema é sinérgico e democrático, pois vale não só para e-commerces e Marketplaces, mas também para blogs e redes sociais – twiter, facebook, Orkut.

 

É um avanço e tanto, pois, em 1994, quando a Amazon iniciou o seu comércio eletrônico estava isolada na web, assim como todos os outros da época.

 

Deu no que deu. A cartilha primária do varejo, que estabelece a necessidade de centros comerciais com bom mix de marcas, não foi seguida pelo “boom” inicial do e-commerce.
A maioria sucumbiu, e dos que permaneceram, boa parte se transformou em Marketplace, como a Amazon. Mais recentemente, os operadores que já tinham ou abriram lojas físicas puderam se tornar sistemas “omni-channel”, que é o formato recomendado para o sucesso.

 

Hoje, o Brasil conta com boa variedade de Marketplaces, locais onde se encontram marcas reconhecidas com produtos e serviços horizontais e verticais como Submarino, Bondfaro, Mercado Livre, Dafiti, Shop2gether, etc. Além de marcas individuais com e-commerce avançado, como Lojas Americanas, Magazine Luiza, Livraria Cultura, etc. Condição que propiciou às Agências de Afiliação um efetivo desenvolvimento. Destacam-se as nacionais Lomadee e Afilio, e a alemã Zanox, líder na Europa. Empresas que certamente mudarão o panorama do comércio com este sistema ganha-ganha, que potencializa o marketing de resultado.

 

É incerto prever os desdobramentos, mas é certo que irá mexer com o futuro do comércio em geral.

 

Sabemos que a partir da experiência do Shopping Piratas, sobre a qual já escrevemos neste Blog, outros Shoppings físicos estarão na web, e encontrarão Marketplaces com plataformas avançadas. Pode ser uma nova fase de integração. Vale a pena acompanhar.

 

Carlos Magno Gibrail é mestre em Administração, Organização e Recursos Humanos. Escreve no Blog do Mílton Jung, às quartas-feiras.

 

A foto que ilustra este post é do álbum de Charis Tsevis no Flickr

2 comentários sobre “Ao infinito e muito além do comércio eletrônico

  1. Pingback: É real: shopping virtual cresceu 100% | Mílton Jung

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