Pesquisa sobre os hábitos de informação de presidentes, vice-presidentes e diretores de empresas mostra que 54% dos entrevistados citam a CBN entre suas rádios de notícias favoritas.
O percentual era de 52% em 2021.
A CBN aparece bem à frente das demais emissoras citadas: a Rádio Bandeirantes tem 25% das menções e a Jovem Pan, 23%.
O levantamento foi feito pela agência InPress Porter Novelli e pelo Instituto Brasileiro de Pesquisa e Análise de Dados, o IBPAD.
Foram entrevistados 107 executivos de 13 setores da economia, entre abril e julho deste ano. Nove em cada dez trabalham em empresas de grande porte.
A pesquisa revela também uma mudança interessante no consumo de informação: jornais e podcasts ganharam espaço nos últimos cinco anos.
Os sites e portais de notícias continuam sendo a principal fonte de informação geral, citados por 64% dos executivos.
Os jornais impressos aparecem com 22%, um crescimento de 12 pontos percentuais desde 2021.
O maior avanço foi dos podcasts. Eles passaram de apenas 3% para 17% das preferências — aumento de 14 pontos percentuais.
E a CBN também aparece nesse formato.
Entre 93 podcasts diferentes mencionados pelos executivos, os podcasts da CBN ficaram com 7% das citações, empatados com os da Market Makers. À frente aparecem O Assunto, do g1, e Café da Manhã, da Folha de S.Paulo, ambos com 10%.
A pesquisa mostra ainda que 84% dos executivos têm um jornal impresso favorito. Em 2021, eram 47%.
O Valor Econômico lidera, citado por 63% dos entrevistados que apontaram jornais favoritos. Em 2021, eram 32%.
Na televisão, a GloboNews lidera entre os canais e telejornais mencionados, com 45% das citações.
E há presença da CBN também entre os jornalistas considerados mais influentes.
Lauro Jardim, de O Globo e comentarista da CBN, lidera a lista, com 15% das citações. Malu Gaspar, de O Globo, CBN e GloboNews, aparece logo depois, com 14%. Míriam Leitão, que também participa da programação da CBN, tem 12%.
O levantamento indica que, mesmo com o crescimento das redes sociais e da inteligência artificial, executivos continuam recorrendo a veículos jornalísticos para confirmar informações e tomar decisões.
Em média, os entrevistados passam duas horas por dia consumindo informação. Desse total, 73 minutos são dedicados ao noticiário geral.
