Santo André, 457 anos contados a bordo do ônibus

 

Neste 8 de abril, a cidade de Santo André, no ABC Paulista, completa 457 anos, e o “Ponto de ônibus” inicia uma série de reportagens sobre a influência do transporte de passageiros para o desenvolvimento desta região, uma história que começa no trilho do trem, em 1867.

FOTO 2 - Paranapiacaba no final dos anos de 1890

Por Ádamo Bazani

O ABC Paulista não se tornaria um gigante populacional e econômico não fosse o sistema de transporte público. Até a segunda metade do século 19, a região tinha pequenos núcleos de moradias tipicamente agrícolas com áreas plantadas e criação de animais. Época em que o cultivo de café reinava absoluto na economia do estado de São Paulo.

A grande dificuldade dos produtores, também exportadores, era escoar a produção para o Porto de Santos, no litoral paulista. Problema solucionado com a construção da ferrovia Santos-Jundiaí, linha que passava pela Capital e ABC. Interligação ferroviária que nasceu com Irineu Evangelista de Sousa, o Barão de Mauá, em 1859.

Após convencer o governo imperial, o Barão levou o projeto a um dos maiores especialistas em ferrovia do mundo, o engenheiro britânico Jaime Brunlee, que veio ao Brasil e constatou a viabilidade da proposta. Era necessário, porém, encontrar uma pessoa disposta a desenvolver tecnicamente o traçado e a forma de operação desta ferrovia. Encontraram o engenheiro Daniel Makinson Fox que já tinha experiência em implementação de ferrovias em áreas de serra – importante pois a partir de Paranapiacaba a linha enfrentava pedaço íngreme da Serra do Mar. Desafio aceito, foi criada The São Paulo Railway Company Ltda (SPR) e as obras se iniciaram a todo vapor.

No alto da serra, a Vila de Paranapiacaba servia de acampamento para os operários. A ferrovia foi feita pelas mãos de milhares de trabalhadores, muitos perderam a vida devido às instabilidades do terreno. As rochas eram abertas com cunhas e pregos. Encostas desabaram e para evitar desastres maiores foram levantados paredões de até 20 metros de altura.

Depois de muita luta e de uma engenharia inovadora para os padrões da época – e surpreendente até os dias de hoje -, a linha Santos-Jundiaí foi inaugurada, em 16 de fevereiro de 1867.

A alta demanda de transportes gerada pelo café fez com que em 1895 se iniciasse a construção de uma nova linha, paralela a antiga. E foi nesta época que a região ainda não batizada de ABC Paulista começava a mudar. A ferrovia, além de levar café, atraiu estrutura e desenvolvimento urbano. O governo provincial criou colônis agrícolas nas áreas servidas pela estrada de ferro. Com os agricultores vieram comerciantes, loteadores, artesãos e operários.

A freguesia de São Bernardo, que correspondia a quase toda área atual do ABC, é elevada a município, pelo Governo Republicano, entre 1889 e 1890. Empreendimentos industriais passaram a ocupar a região mudando o perfil rural. Em 1890, perto do córrego Ypiranguinha, na área de Santo André, é inaugurada a tecelagem Silva Seabra e Co. Logo em seguida, veio a Streiff, fabricante de móveis, na região da Rua Coronel Oliveira Lima.

As indústrias também cresciam na Capital. Os terrenos próximos das fábricas se valorizavam muito e a maioria das pessoas que chegava a São Paulo e vizinhança não tinha dinheiro para comprar lotes perto dos pólos geradores de renda. A opção foi buscar cidades no entorno da Capital.

As áreas atendidas pelos trens, como a estação de São Bernardo (hoje, estação Prefeito Celso Daniel, de Santo André), recebiam uma estrutura diferente da época predominantemente agrícola. Tais locais também se valorizavam e somente empresas ou famílias ricas conseguiam comprar os terrenos. Os núcleos populacionais tipicamente urbanos se afastavam das linhas do trem. Os bairros surgiam cada vez mais distantes da Villa e da estação de São Bernardo. A necessidade de transporte ligando estes bairros ao centro, às linhas de trem e à capital era um fato.

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Bike Bus não é apenas para o lazer, diz secretário

 

Bike Bus em São Paulo

O Bike Bus, que você viu aqui Blog do Mílton Jung, foi apresentado à prefeitura de São Paulo pela Concessionária Sambaíba, que atende a zona norte, e começará a ser testado no dia 17 de abril. O equipamento permite o transporte de até três bicicletas instaladas pelo próprio ciclista em uma operação que não deve passar de 1 minuto e meio, segundo o secretário municipal dos Transportes Alexandre de Morais. O disposito tem uma tranca acionada pelo motorista que, além de transportar a bicicleta de forma segura, impede que ela seja roubada.

Em resposta a comentários feitos por ouvintes-internautas do Blog, Alexandre de Morais disse que não pretende restringir o uso do Bike Bus a linhas que circulem por parques municipais e fins de semana, apesar de ser isto o que vai ocorrer no período de teste. Ele afirmou que se for aprovada, a intenção é que todas as concessionárias passem a usar o equipamento, atendento as pessoas que usam a bicicleta como meio de transporte diariamente, não apenas como lazer.

Ouça a entrevista de Alexandre de Morais ao CBN São Paulo, nesta quarta-feira.

As imagens do Bike Bus, mostradas em primeira mão no Blog do Mílton Jung, foram feitas pelo colaborador e ouvinte-internauta Luis Fernando Gallo.

Pauta do #cbnsp 07.04.2010

 

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Um guindaste usado na obra da linha amarela do Metrô tombou durante a madrugada, na estação Morumbi, na avenida Francisco Morato, zona oeste de São Paulo. Ninguém ficou ferido, mas a cena chamou atenção de quem passou pelo local pela imagem inusitada de um caminhão “em pé”, como é possível ver na imagem enviada pelo ouvinte-internauta Beto Catarino. Ouça a reportagem.

Saúde e cidade – A Organização Mundial da Saúde alerta para os riscos às populações que vivem no meio urbano, devido o crescimento desordenado. Este é o tema do Dia Mundial da Saúde, comemorado nesta quarta-feira. A médica sanitarista da Organização Panamericana de Saúde Agnes Soares explicou ao CBN SP como é possível tornar o ambiente urbano mais saudável.

Chuva e perigo – A cidade de Santos, no litoral paulista, está em estado de alerta devido as chuvas desta semana. Na terça-feira, houve 36 deslizamentos em morros da região, mas nenhuma pessoa ficou ferida. De acordo com o chefe da Defesa Civil de Santos Emerson Marçal existem cerca de 1 mil famílias que vivem em áreas de risco. Ao CBN SP, ele falou sobre medidas que estão sendo adotadas para impedir mortes e prejuízos.

Época SP na CBN – Pianista cubano é destaque em apresentação na Sala São Paulo ao lado da Banda Mantiqueira e do Projeto Guri. Nas dicas de hoje tem também endereço de boteco japonês, na capital.

Esquina do Esporte – As apostas do Marcelo Gomes na última rodada da fase de classificação do Campeonato Paulista: Santos e Santo André, classificados, disputam as finais com São Paulo e Corinthians. Vai bailar o Grêmio Prudente, diz o narrador esportivo da CBN no bate-papo de hoje, no qual também falamos do Messi.

Foto-ouvinte: Velejando em represa verde

 

Represa de Guarapiranga

Velejadores tem encontrado dificuldade para treinar na Represa de Guarapiranga, zona sul de São Paulo. A superfície está tomada por esta vegetação que pode ser percebida, também, no trecho do rio Pinheiros, próximo da barragem. De acordo com o ouvinte-internauta Celestino Neto o problema se agrava a cada dia e praticamente inviabiliza o uso dos barcos na região.

Acidente de carro vira briga eleitoral, no Blog

 

Um acidente de carro e a intolerância política transformaram a notícia do primeiro capotamento no trecho sul do Rodoanel, na segunda-feira, em um embate sem eira nem beira. Ou com beira no absurdo, aqui no Blog.

A informação publicada em primeira mão, ontem, e a reclamação de Elaine Utiyke que se sentiu vítima das condições da estrada passaram a ser atacadas por leitores que entenderam haver conotação eleitoral no conteúdo divulgado. Houve quem suspeitasse até do número de vezes que o veículo rodou na pista.

Teria a motorista forjado o acidente para manchar o bom nome do Rodoanel ?

Imagens feitas pela repórter Cátia Toffoletto, divulgadas no site da CBN, e entrevistas publicadas em vários veículos de comunicação mostraram motoristas desorientados fazendo manobras perigosas, nestes primeiros dias.

Estariam eles a serviço de algum partido político, também ?

Claro que não, e talvez até tenham sido desatentos ou descuidados. Mas não se pode reduzir toda a discussão a preferências partidárias. É evidente que houve falhas de comunicação e há dúvidas em relação a segurança do trecho sul, apesar do esforço da Dersa em garantir que não há qualquer perigo na pista.

Isto é tão claro quanto o fato de que haverá redução no trânsito da Marginal Pinheiros e na avenida Bandeirantes, ao menos até o início da cobrança do pedágio, ano que vem. Ou até a frota de carros e caminhões alcançar novamente a capacidade máxima destas vias que estão dentro da cidade de São Paulo.

Qualquer argumento, porém, perde o sentido para quem pensa que o mundo gira em torno de PSDB e PT.

Se estes sintomas “eleitorais” se agravarem, em breve o Rodoanel será reservado aos tucanos, e a avenida Bandeirantes, aos petistas. Quanto aos demais, ficaremos em casa assistindo ao espetáculo que se desenrola no palanque.

Pauta #cbnsp 06.04.2010

 

Fog em SP Dia complicado na cidade de São Paulo com céu fechado e chuva inspirou a repórter Pétria Chaves que, no helicóptero da CBN (enquanto este pode ficar no ar), enxergou-se em meio ao fog londrino. Crítico mesmo é o cenário no Rio que tomou parte do noticiário local devido a gravidade da situação, onde até o fim da manhã 40 pessoas haviam morrido em função da chuva que se iniciou na tarde de segunda-feira. Para atualizar estas informações visite o site da CBN.

Profissões Invisíveis – Os repórteres da CBN, Luciana Marinho e Juliano Dip, se vestiram de varredores de rua, saíram por São Paulo e identificaram o preconceito e riscos de uma profissão essencial para as cidades. Acompanhe as reportagens da série.

Lei da Mordaça – O cidadão corre o risco de perder o direito de denunciar se a Lei da Mordaça for aprovada no Congresso Nacional, alerta a Procuradoria Regional da República, em São Paulo. Hoje, manifesto público será realizado na capital para chamar atenção para os efeitos do projeto de lei do deputado federal Paulo Maluf (PPS). A procuradora chefe Luiza Cristina Fonseca Friseheisen explicou os motivos que levam representantes da justiça, Ministério Público e outras organizações sociais a criticar a “Lei da Mordaça”.

Aeroporto de Congonhas – A redução no número de vôos no aeroporto de Congonhas, exigida pela prefeitura de São Paulo, terá impacto econômico negativo e precisaria ser acompanhada por ampliação de outros aeroportos na região. A opinião é da economista Amaryllis Romano, da Tendências Consultoria.

Outros assuntos serão publicados no decorrer do dia.

São Paulo testa ônibus para bicicleta

 

Bike Bus em São PauloÔnibus e bicicleta nunca se deram bem na cidade de São Paulo. E o prejuízo maior, claro, sempre é de quem pedala. Por isso, chama atenção a iniciativa da Secretaria Municipal dos Transportes, flagrada pelo ouvinte-internauta Luis F. Gallo, nesse início de semana, diante da sua sede, na Rua Boa Vista, centro.

O ônibus tem na parte dianteira um equipamento capaz de transportar até duas bicicletas. O “Bike Bus” seria usado em linhas que passam pelos parques da cidade, permitindo que o ciclista se desloque até lá com mais facilidade, utilizando os dois modelos de transporte, principalmente nos trajetos mais longos.

Veja mais fotos do “Bike Bus” em São Paulo no Flickr do CBN SP

Outras iniciativas no mundo

Double deck com bicicletaUm sistema semelhante é usado há cerca de 10 anos em cidades do Canadá, conforme mostramos no post “Ônibus e bicicleta, uma antiga relação de amor”, em 02.10.08, com a colaboração do nosso busólogo Ádamo Bazani (hoje ele está com tudo aqui no blog). Na reportagem dele, vimos, inclusive, uma das primeiras experiências – e bem mais complexa – registrada na inglesa Dartford, em 1963, com a adaptação de um ônibus de dois andares, no qual os passageiros viajavam na parte de cima e as bicicletas na de baixo (foto ao lado).

A primeira capotagem no Rodoanel Sul

 

Carro capotado

Olá, Mílton


 

Moro no quilômetro 18 da Rodovia Raposo Tavares e trabalho no Pólo Industrial de Sertãozinho, em Mauá, próximo a saída para a Avenida Papa João XXIII.

Hoje, saí de casa às 8h30 com destino a Mauá. Eu ouvia a CBN, às 9h15, com o Heródoto e as notícias da cidade. E pouco antes do quilômetro 79 do Trecho Sul do Rodoanel, aquaplanei. Perdi completamento o controle do carro. Tentei voltar à pista, mas rodava sem parar. Tentei jogar para o canteiro central, mas entrei de ré no canteiro e voltei na contramão. Rodei novamente e bati de costas na mureta de um abismo. Capotei várias vezes sobre a mureta e caí de ponta cabeça na pista.

 

Havia um caminhoneiro atrás de mim que viu tudo e me contou como foi, pois na hora não conseguia perceber o que estava acontecendo. Muitas pessoas pararam e a polícia demorou um pouco para chegar. Vieram policiais rodoviários, ambulância e gente da Dersa. Talvez eles tenham demorado por falta de informação correta do local do acidente, pois muitos usuários estão perdidos no Rodoanel e não sabem que direção seguir.

 

Enfim, fui atendida pelos médicos e pelos policiais, depois de um tempo o guincho da Dersa chegou, destombou o carro e o levou até o posto da Polícia Rodoviária,  no km 68 (próximo a Represa Billlings). Estavam sendo atendidos mais dois acidentes – dois carros que se bateram, e um caminhão de soja que se chocou na traseira do outro.

 

Não havia estrutura nenhuma para os policiais trabalharem. A “base” da polícia não tem energia elétrica nas tomadas, funciona com um gerador e não há parte administrativa para atender ocorrências. Os policiais não tem nem bebedouro, compram galões para tomar água e levam café de casa ou da padaria para tomar durante o dia.

 

Sou uma motorista experiente e responsável, dirijo constantemente no trânsito de São Paulo desde outubro de 2003, acostumada a pegar estrada, e nunca tinha sofrido nenhum tipo de acidente. Andava a 90km/h em trecho no qual a velocidade máxima é 100k,/h. Assim, culpo a irregularidade da pista que acumula água da chuva e oferece tamanho risco ao usuário.

 

Além do transtorno que as obras tem causado aos trabalhadores de Mauá, ainda inauguram uma obra insegura, que quase me matou hoje pois eu poderia ter caído no abismo e aí nao teria a sorte que tive.


Por Elaine Maria Utyike


A pressão das montadoras e o desenvolvimento do “ônibus limpo”

 

Em mais uma parte da entrevista com a executiva da Eletra, Ieda maria Alves de Oliveira, a reportagem traça as barreiras corporativas para o desenvolvimento de tecnologia limpa e a perspectiva de crescimento deste setor.

Primeiro ônibus elétrico híbrido

Por Adamo Bazani

“As grandes montadoras internacionais impedem suas filiais de desenvolver tecnologias limpas para ônibus antes de suas matrizes”. Seja por questões culturais ou prioridade de investimentos é o que acontece no mercado, segundo a gerente geral da Eletra, Ieda Maria Alves de Oliveira. Resultado deste comportamento é o desperdício de oportunidade de crescimento do Brasil. Aqui, há profissionais capacitados em condições de desenvolver projetos de tecnologia limpa, conta a representante de uma das companhias nacionais com maior capacidade no setor.

“As montadoras não colaboram com quem produz sistemas de tração limpa. Não há uma política de compensação de preços. Por exemplo, para embarcar num ônibus o motor e a tração elétrica e híbrida, compramos chassis praticamente pelados. Dispensamos o motor e também a transmissão (o câmbio e o equipamento de embreagem). Isso reduz em até 40% o valor do chassi, mesmo assim, temos desconto de apenas 5% a 10%. E não há nenhuma atitude do poder público para compensar isso”.

Assim, em vez de os chassis se adaptarem à alta tecnologia de tração, o que seria bem mais fácil e mais barato, são as empresas de tecnologia que têm de se adaptar aos chassis nacionais. Para isso, é investido um montante muito grande para alterar motores, sistemas de geração e funcionamento dos ônibus limpos.
“Temos de alterar potência de motor, número de componentes, baterias armazenadoras, equipamentos eletrônicos. Se houvesse essa sinergia, sairia mais barato para todo o mundo”. – explica.

Ieda conta que hoje não existe um chassi específico para trólebus no Brasil. É necessário pegar um ônibus convencional e adaptá-lo, seguindo suas normas técnicas e limites. Esse também é um dos motivos de um trólebus com baterias armazenadora fabricado no Brasil não ser usado aqui e operar na Nova Zelândia. Com a bateria, o trólebus ficaria mais pesado e necessitaria de um chassi mais reforçado, com um eixo mais forte, o que não existe no Brasil para este tipo de aplicação.

“A Nova Zelândia, que se beneficia das baterias que dão autonomia aos trólebus brasileiros que operam lá, não precisou fazer um super chassi. Eles apenas colocaram um eixo traseiro a mais, deixando o ônibus trucado. Um aumento de custo irrisório frente ao benefício de eficiência energética gerado por este sistema de baterias” – garante José Antônio do Nascimento, também da Eletra.

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Pauta #cbnsp 05.04.2010

 

A prefeitura de São Paulo decide multar em mais R$ 1 milhão a Infraero por não atender normas ambientais no aeroporto de Congonhas como redução do horário dos vôos e de barulho nas operações. O secretário municipal do Verde e Meio Ambiente, Eduardo Jorge, estava no aeroporto para notificar a empresa. No entanto, a Infraero tem liminar que lhe protege da multa, neste momento. Ouça a entrevista de Eduardo Jorge, ao CBN SP

Saúde – Faltam médicos e o atendimento aos pacientes está prejudicado no Hospital Municipal Alíppio Correa Neto, em Ermelino Matarazzo, na zona leste de São Paulo. A constatação é da Comissão de Saúde da Câmara de Vereadores que esteve no local semana passada e considerou a situação “calamitosa”. No CBN SP, o tema foi discutido pelos vereadores Zelão (PT) e Adolfo Quintas (PSDB).

Congestionamento – Uma semana após a abertura de novas pistas na Marginal Tietê, São Paulo atinge mais de 100km de congestionamento nesta manhã chuvosa. A informação é da Mônica Pocker.

Profissionais invisíveis – Trabalhadores essenciais para que a cidade fique em ordem, mas que pouco são notados pelo cidadão. Estes personagens estão no centro da série de reportagens que vai ao nesta semana, produzidas por Luciana Marinho e Juliano Dip. O destaque desta segunda é para os varredores e coletores de lixo.