Avalanche Tricolor: Somos imortais porque jamais desistimos

 

Palmeiras 1 x 1 Grêmio
Copa do Brasil – Barueri (SP)

 

 

Dado o adiantado da hora, reservo este espaço aos comentários de todos os torcedores, sofredores, guerreiros, tiradores de sarro e admiradores do futebol jogado com raça e barro. Não posso, porém, dormir sem antes registrar a admiração que tenho por Luis Felipe Scolari, um técnico de caráter.

 

Espero vocês, amanhã, no Jornal da CBN

15 quilômetros na contramão e sem fiscalização

 

Por Milton Ferretti Jung

 

Levar-me de volta a um assunto sobre o qual já escrevi várias vezes neste blog – trânsito – só mesmo um fato inusitado e, ainda por cima, ocorrido em rodovias que passam pelo Rio Grande do Sul,de onde, se é que algum leitor ainda não saiba, envio os meus mal digitados textos para o Mílton. Rendeu manchete nos jornais de Porto Alegre e nos demais veículos de comunicação daqui a façanha do motorista de um automóvel Pálio que trafegou 15 quilômetros na contramão. Olhem que não cometeu a estrepolia dirigindo em estradinhas vicinais. Não, ele começou seu tresloucado passeio (ou coisa que o valha) dirigindo na BR-116, no trecho entre Porto Alegre e São Leopoldo, depois de ingressar na rodovia em Esteio, e conduziu o seu carro até as proximidades do aeroporto Salgado Filho. Por muita sorte, o único acidente cometido por Leo Deimling, 55 anos, aconteceu em Canoas. Uma motorista, que vinha para Porto Alegre, dirigindo em sentido correto, foi ofuscada pelas luzes do Pálio e, para fugir de uma batida frontal, jogou o seu carro contra uma mureta. Ela e seus caroneiros sofreram ferimentos leves. Daimling fez um retorno na altura do aeroporto e entrou na freeway na mão certa,mas deu meia volta e retornou a dirigir na contramão. Para não cansar a beleza dos meus raros leitores, como costuma acentuar o Mílton, acrescento que a saga perigosa vivida pelo contraventor ocorreu em hora de pouco movimento, seja na BR-116, seja na freeway, onde teve a sua trajetória bloqueada, finalmente, por uma viatura policial. Ao tentar desviar dessa, chocou o seu Corsa no guard-rail. Foi encontrada, no automóvel de Leo Deimling, uma lata de cerveja. O bafômetro acusou consumo de bebida alcoólica nove vezes acima do tolerado. Leo foi preso em flagrante por tentativa de homicídio doloso. Disse ter bebido uma cerveja e não queria acreditar que andara 15 quilômetros na contramão.

 

As câmeras, que controlam o trânsito, detectaram parte do temerário trajeto do protagonista dessa história real. Não seria o policiamento, tão bom e muito presente nos feriados prolongados,insuficiente nos dias úteis? Ou, quem sabe, no período em que o motorista faltoso andou na contramão – 1h45min às 2h – o efetivo policial não precisa estar mais presente? Perguntar, não ofende.

 


Milton Ferretti Jung é jornalista, radialista e meu pai. Às quintas-feiras, escreve no Blog do Mílton Jung (o filho dele)

Celulares e smartphones, as drogas contemporâneas

Por Carlos Magno Gibrail

 


Campanha de vídeo da Associação Brasileira de Medicina de Tráfego

 

Estes engenhos eletrônicos têm propiciado aos usuários benefícios e vícios. Tais quais as drogas proibidas, sensações e emoções com sequencias de auto-dependência e interferência danosa a terceiros.

 

Como novos elementos a fazer parte da vida atual, são embalados pela utilidade e pelo prazer que fornecem. Entretanto, a certeza futura do aumento de usuários e da intensidade de uso é preocupante. É hora de estabelecer algum ordenamento jurídico e social para que possam conviver civilizadamente em nosso meio.

 

Os fabricantes preveem que até o ano 2020 não existirão mais celulares. Eles serão substituídos pelos smartphones. Portanto, desconsideremos os inofensivos efeitos dos celulares, embora produzindo irritantes incômodos em salas de espera, aeroportos, elevadores e demais locais em que somos obrigados a ouvir intimidades de toda espécie, avançando em nosso direito de pensar, ler ou mesmo de não fazer nada. Vamos aceitar até mesmo a ilegal e perigosa fala ao dirigir veículos.

 

Os smartphones, estes sim, trazem um perigo multiplicado. De acordo com matéria publicada na revista Época sobre o tema, um estudo da Universidade Tecnológica da Virginia, EUA, dirigir falando ao telefone duplica a possibilidade de acidente. Entretanto ao teclar, o potencial de risco é multiplicado por 23. Além disso, diante de um simulador para medir a reação do motorista em diversos estados de atenção, constatou que ao digitar em redes sociais no smartphone o pesquisado teve a reação reduzida em 38%, enquanto quem fumava maconha ficou mais lento em 21% e quem bebeu de 2 a 3 latas de cerveja respondeu 12% mais demoradamente ao estímulo. Portanto, o Smartphone é 100% mais perigoso que o álcool, e 40% mais danoso que a maconha. Descoberta e tanta, digna do Freakconomics quando alertou que piscina mata mais criança do que revólver em casa.

 

Se considerarmos que o Smartphone além de prazer fornece utilidade e a imagem operacional não causa reprovação, seu potencial de uso comparativo com álcool e maconha é bem maior. Principalmente no trânsito caótico que vivemos.

 

É hora de cuidarmos do Smartphone. Antes talvez que nossa ultima frase esteja digitada no próprio, como o da garota americana de 18 anos. Taylor Sauer teclou: “Não posso discutir isso agora. Dirigir e escrever no Facebook não é seguro! Haha”. Bateu no veículo à frente que andava a 25km/h.

 


Carlos Magno Gibrail é mestre em Administração, Organização e Recursos Humanos, e escreve às quartas-feiras, no Blog do Mílton Jung

Foto-ouvinte: os macacos estão soltos na praça

 

Macaquinho gente

 

Texto e foto de Devanir Amâncio

 

Grafite de saguis com mãos e pés de humanos chamam a atenção na recém-batizada praça Rio+20,na rua Ana Cintra,ao lado do Metrô Santa Cecilia, centro de São Paulo. O belo grafite em meio ao lixo é assinado por Sub X Tu. Nesta semana, crianças do bairro comparecem ao local para uma aulinha de biologia.

                         

Avalanche Tricolor: o desrespeito ao torcedor de futebol

 

Recebi de uma amiga, colega de profissão e gremista, mensagem que descreve o desrespeito dos organizadores dos campeonatos de futebol e dirigentes de clubes aos torcedores. A dificuldade para a compra de ingresso para as partidas, a falta de informação, o desconforto dos estádios e a agressividade de bandos organizados há muito me mantém distante dos campos – o que mais lamento é que meus dois filhos que poderiam se transformar em amantes do esporte acabam prejudicados, também, pois têm poucas oportunidade de curtir o jogo da arquibancada ouvindo o grito das torcidas, serão apenas torcedores virtuais.

 

Vamos a bronca da Fiorela Rehbein:

 

Oi, Milton,

 

Posso desabafar como boa tricolor que não costuma abandonar o barco perante as situações adversas? Fui pra Porto Alegre na quarta-feira passada, aliás fui e voltei num voo essencialmente verde, vi meu time levar dois gols em noite de casa cheia, cheguei em Congonhas e fui direto para minha empresa trabalhar o dia todo, enfim, nada foi fácil, mas pelo menos eu vi o Grêmio. Eu estive com o Grêmio e matei a saudade do Velho Casarão em seu último ano.

 

É lógico que pra quem enfrentou voo, ir pra Barueri seria fichinha…sopa no mel, apesar de toda a circunstância desfavorável. Nunca pensei em não ir. Consegui até desmarcar compromisso previamente agendado…tudo pra estar com o Tricolor nesse momento difícil. O sentimento vai além da razão…não importa se perder ou ganhar. Só que pela segunda vez aqui em São Paulo me senti desrespeitada enquanto torcedora visitante.

 

O site do Palmeiras informa que para a torcida visitante os ingressos estariam a venda em todos os postos de venda e também na Arena Barueri, no dia do jogo. Como fiquei em dúvida se nos postos de venda seria só no dia do jogo ou a partir de hoje eu telefonei para a RA Sports e eles então me informaram que, ao contrário do que estava bem claro no site, eles não estariam vendendo o ingresso nem hoje nem nunca, mas que no Palestra Itália e na Arena Barueri eu conseguiria. Telefonei então para o Palestra Itália e a funcionária me informou que estavam vendendo desde às 10h e que inclusive os ingressos estavam acabando. Perguntei especificamente mais uma vez sobre os ingressos para a torcida visitante e ela disse que confirmaria e que eu retornasse em alguns minutos. Assim feito, ela me disse que “para a torcida visitante ainda tinha, mas que era bom vir logo”. Como eu não podia sair da empresa, chamei um motoboy para ir até o estádio e comprar pra mim antes que esgotasse. E a minha surpresa foi que ele voltou dizendo que não tinha comprado porque informaram pra ele que os ingressos para a torcida visitante só estariam à venda no dia do jogo.

 

Fiquei muito indignada e tornei a ligar para o Palestra, e, acredite, a funcionária me disse que sim, estavam vendendo, ela garantia, mas que ela avisou que tinha que ser rápido pra não esgotar (??). Mesmo quando expliquei que não estavam vendendo “ainda”, ela insistiu que era um mal entendido.

 

Então, quem diria, o Grêmio fica mais perto de mim quando joga em Porto Alegre – ou no Morumbi, justiça seja feita ao SPFC, onde eu sempre consegui comprar ingressos sem problemas. No Pacaembu é a mesma falta de informação e o mesmo desrespeito que no Palmeiras.

 

Não vou mais. Nem a esse e nem a nenhum outro jogo que seja em São Paulo e não seja no Morumbi. Mas fica a frustração, confesso. A desilusão de quem esperava ver e apoiar seu time, fosse qual fosse a condição e o resultado.

 

Ninguém escuta a Fiorella…sou apenas mais uma consumidora que no Brasil será considerada palhaça por acreditar que o sistema deveria funcionar. Mas muitos escutam o Milton, então se você tiver a oportunidade de, ao menos pedir que as informações sejam fornecidas corretamente aos torcedores, eu agradeço sinceramente.

 

No mais, que o nosso Grêmio possa um dia voltar a ser ‘copero’ de fato.

 

Saudações, e uma boa semana.

 

Fiorella

Vereadores mantém indicação política no TCM de São Paulo

 

A Câmara Municipal de São Paulo, que tanto avançou em alguns aspectos nestes últimos anos, ainda está contaminada por hábitos antigos como o da indicação política para preencher cargos do Tribunal de Contas do Município – órgão destinado a fiscalizar como a prefeitura está gastando o nosso dinheiro. Desde o ano passado, há mobilização de funcionários do TCM e da Câmara para a indicação de um técnico para o cargo de conselheiro, com realização de debate entre candidatos e discussões abertas com a sociedade. No entanto, com o apoio de 47 dos 55 vereadores, foi publicado, semana passada, no Diário Oficial, Decreto Legislativo indicando o nome do vereador Domingos Dissei para ocupar a vaga aberta quando da saída de Antonio Carlos Caruso. Com a medida, os vereadores mantém o critério pouco democrático de colocar no cargo alguém prestes a se aposentar da política, geralmente sem a necessária independência para analisar as contas do Executivo e das demais empresas públicas do município.

De volta às pesquisas eleitorais

 

Por Julio Tannus

 

O Congresso Nacional Brasileiro continua legislando sem qualquer conhecimento de causa; e pior, sem assessoria técnica competente. Em reportagem publicada pelo jornal Folha de São Paulo na quinta-feira, dia 14 de junho de 2012, com chamada em sua primeira página com o título “Proposta torna crime erro em pesquisa eleitoral”, a Comissão de Constituição e Justiça da Câmara aprovou um projeto que torna crime a divulgação de pesquisa de intenção de voto até cinco dias antes da eleição quando o resultado final ficar acima da margem de erro prevista.

 

Isto é um imenso absurdo!

 

Conforme já manifestei aqui, no texto intitulado “Pesquisas: instrumentos perfeitos, fins vagos”, uma pesquisa de intenção de voto tem a função, única e exclusiva, de balizamento da opinião pública e demais setores da sociedade interessados no assunto. E jamais de antecipar resultados, pois não se pode antecipar algo que ainda não se constituiu.

 

Citei nesse texto dois autores que fazem referência a diferença entre um depoimento individual isolado em uma data determinada, como é a declaração de intenção de voto, e a deposição do voto no dia das eleições, ocasião em que todos saem as ruas para depositar seu voto nas urnas. Ambos os autores, Gustave LeBon e Roberto DaMatta, abordam a questão, enfatizando essa diferença.
Referi-me também a semântica utilizada para as pesquisas de intenção de voto, que são erroneamente intituladas de “prévias eleitorais”. E aqui volto a reafirmar: não se pode antecipar algo que não se constituiu ainda! E também: não se pode punir alguém por um crime que não existiu!

 

Um bom exemplo do absurdo que essa Comissão da Câmara aprovou seria algo como: a partir de agora todo consumidor que declarar intenção de compra de um produto em uma pesquisa e não o fizer, a empresa de pesquisa comete um crime e será punida. Outro ponto incluído na proposta da Comissão da Câmara refere-se ao aumento da multa para divulgação de sondagens consideradas fraudulentas, e mantém a pena de seis meses a um ano de prisão em caso de fraude.

 

E aqui eu questiono: desde 2004 uma Comissão da Câmara discute a regulamentação da atividade, que é multidisciplinar, e até hoje não temos a mesma regulamentada.

 

E mais… Por que se instituiu o chamado leilão invertido na pesquisa de mercado e nenhum órgão legislativo coibiu ou coíbe? Eu explico: o leilão invertido inicia-se a partir de um convite a empresas de pesquisa para apresentarem suas propostas sobre um determinado projeto. Em dia e hora previamente definidas, as propostas são lidas para os representantes das empresas participantes e a partir do menor valor apresentado a empresa responsável por esse valor deve iniciar o leilão dando um lance, que necessariamente tem que ser menor que o valor contido na sua proposta original. E acontecem situações do tipo: o valor médio das propostas girava em torno de R$ 400.000,00 reais. Após os lances arrematou o projeto para execução a empresa que deu o lance no valor de R$ 85.000,00. Ou seja, “leilão invertido” é uma afronta a seriedade e a competência profissional, e um estímulo a fraude. Por que até hoje não houve qualquer impedimento a esse tipo de leilão por parte de nossa legislatura?

 

…E então concluo:

 

Jamais verás um país como este!

 

Julio Tannus é consultor em Estudos e Pesquisa Aplicada e
co-autor do livro “Teoria e Prática da Pesquisa Aplicada” recém-lançado pela Editora Elsevier na Livraria Cultura. Às terças-feiras, escreve no Blog do Mílton Jung

Avalanche Tricolor: estratégias, ironias e esperanças

 

Náutico 1 x 0 Grêmio
Brasileiro – Recife (PE)

 

 

Como se estivesse em uma corrida de gato e rato mal sucedida, cheguei em Porto Alegre assim que o Grêmio acabara de deixar a cidade a caminho de Recife onde enfrentaria o Náutico. E voltei para São Paulo no momento em que o time jogava no estádio dos Aflitos, de tão boas quanto sofridas memórias. Como se não bastassem estes desencontros, fui visitar o Olímpico Monumental e dei com a cara na porta da loja onde me abasteço de pequenas lembranças do Imortal Tricolor. Era fim da manhã de domingo e na capela no Pórtico dos Campeões uma missa estava sendo rezada com os bancos todos ocupados. Sem contar os fiéis, ainda era possível ver uma boa quantidade de famílias curiosas em conhecer o estádio e perambulando por ali. Por isso, fico sem entender esta estratégia de marketing do clube que fecha sua loja de camisas e souvenir com tantos potenciais consumidores em seu entorno, não percebendo que o Olímpico, é ponto turístico na capital gaúcha, principalmente para uma torcida que aproveita cada dia para se despedir deste palco de conquistas. Ainda que mal comparando, imagine visitar o Cristo Redentor, no Rio de Janeiro, e as lojinhas de badulaques com a imagem da estátua estarem fechadas em um domingo. Inacreditável. A propósito, não entendo esta estratégia de marketing tanto quanto não entendo a do presidente Odone que desestimula seus torcedores ao demonstrar desânimo em relação a recuperação na semifinal da Copa do Brasil, nem a do técnico que monta e faz o time jogar de uma forma estranha – quanto a este último, porém, prefiro que você que assistiu a todo o jogo deste domingo faça seus comentários e críticas.

 

De minha parte deixo apenas a ironia de que Luxemburgo ao menos já conseguiu um feito histórico no Grêmio: é nossa primeira derrota para o Náutico em 21 anos. E uma esperança: de que tudo isso não passe de apenas mais uma provação para a grande vitória de quarta-feira.

De covardia

Por Maria Lucia Solla

 

 

Somos caixas feitas de tudo, do que está além e do que está no mundo.
Pena que delas sabemos tão pouco, não por não podermos acessá-las, mas porque a danada da covardia não nos permite.
Covardia, uma das senhoras que partilham o controle, no comando da nave. Sempre disponíveis. Na delas.
Não são os banqueiros, os culpados pelos males do mundo.
Não são os bandidos e assassinos, a única fonte de desespero e insegurança.
Não são os adolescentes, os velhos ou os doentes, os políticos e seus partidos que já nascem comprometidos.
É você, e sou eu quando damos à covardia o lugar de honra à mesa do banquete em que nos entregamos em sacrifício do nada pelo nada; do vazio pelo mais vazio ainda.
É o conformismo com a uniformidade insossa da sociedade, que brota do abismo de entranhas ocas, que nos mantém afastados de nossa essência, que nos mascara com egos vaidosos e mentirosos, para que não percebamos que a vida nos dilacera para que possamos renascer a cada tic e tac do coração.
A vida nos sacode, quando resistimos a ela, para nos alertar a sobressairmos, não pela grandeza, mas pela profundeza.
A vida nos incita a evitar a conformidade covarde com o status quo do mal dito social, em detrimento da sociedade fraternal.
Assim nos tornamos, cada um, apenas mais um remador dentre bilhões a remar um barco que mira o desastre previsto.
É por isso que tiro o meu chapéu para poucos, como Einstein que mostrou a linguona para o mundo.

 

É isso.

 

Maria Lucia Solla é professora, realiza oficinas de Desenvolvimento do Pensamento Criativo e de Arte e Criação. Aos domingos escreve no Blog do Mílton Jung

Meus desfiles preferidos na São Paulo Fashion Week

 

Por Dora Estevam

 

A semana foi marcada com desfiles nos quais as estilistas apresentam toda a moda brasileira para o verão 2013. O evento que ocorrre em São Paulo, duas vezes por ano, reúne editores de moda, fashionistas, celebridades nacionais e internacionais, sempre no prédio da Fundação Bienal no Parque do Ibirapuera. Através dos desfiles as editoras desenvolvem as produções que você vai usar depois, de acordo com o seu biotipo. Vale dar uma espiada nas salas.

 

Abaixo o line up das marcas que participaram desta edição e também alguns vídeos para você usar como referência na próxima estação.

 

Quem desfilou

 

11SEG

 

16:30 Animale
17:45 Alexandre Herchcovitch
19:00 Tufi Duek
20:30 FH por Fause Haten
21:30 Triton

 

12TER

 

11:00 Paula Raia
15:30 Ellus
17:00 Movimento
18:30 Iódice
20:30 Ronaldo Fraga

 

13QUA

 

17:00 Água de Coco p/ Liana Thomaz
18:30 Uma Raquel Davidowicz
20:00 Adriana Degreas
21:30 Forum

 

14QUI

 

15:30 Neon
16:30 João Pimenta
17:30 Juliana Jabour
18:30 Jefferson Kulig
20:00 Osklen
21:30 Colcci

 

15SEX

 

11:30 Reinaldo Lourenço
15:30 R.Rosner
17:00 Gloria Coelho
18:30 Alexandre Herchcovitch MEN
20:00 Vitorino Campos
21:30 Lino Villaventura

 

16SAB

 

11:00 Cavalera
13:00 André Lima
15:30 Têca por Hêlo Rocha
17:00 Fernanda Yamamoto
18:30 Amapô
20:00 Samuel Cirnansck

 

De quem mais gostei

 

ANIMALE

 

 

COLCCI

 

 

JULIANA JABOUR

 

 


Dora Estevam é jornalista e escreve sobre moda e estilo de vida, no Blog do Mílton Jung