Vereador apela ao “bom humor” em eleição na Câmara

 

Em campanha de pouca graça e muita ameaça – algumas concretizadas -, o vereador Adilson Amadeu (PTB) decidiu apelar para o bom humor e sugeriu ao cartunista Eklisleno a charge em que o prefeito Gilberto Kassab (DEM) caça votos em favor do candidato dele à presidência da Câmara Municipal de São Paulo, José Police Neto (PSDB). Com uma certa dose de sarcasmo, destacou galhos de planta que lembra o ex-colega de partido do Democrata, o governador-fugido do Distrito Federal José Roberto Arruda.

Em nota divulgada por sua assessoria, Amadeu justificou a brincadeira:

O disse-me-disse, as denúncias infundadas são mais desgastantes do que produtivas. Como diria o colega Police Neto, nesse cenário é impossível promover “um debate saudável ou construir qualquer aliança positiva”. Para tentar afastar o baixo astral, decidi colocar um pouco de humor nessa história.  De voto, todos precisamos, inclusive o prefeito Kassab que vem empreendendo  à sua maneira uma verdadeira caçada nessa reta final.  Por via das dúvidas tem até um galho de arruda por perto.

Fora das “quatro linhas”, Amadeu diz que o papel que os governistas estão fazendo de vítimas neste processo eleitoral para a presidência da Câmara Municipal de São Paulo é uma fábula, pois a disputa seria desigual. Enquanto a prefeitura estaria oferecendo cargos, secretarias e demais facilidades aos seus apoiadores, o Centrão não teria o que dar em troca para atrair o apoio dos partidos.

O bom humor que sobra ao vereador Adílson Amadeu para inspirar a charge faltou na “conversa” que ele teve com Marcelo Aguiar (PSC), há alguma semanas, quando em lugar dos pincéis foram usados os punhos.

Avalanche Tricolor: Meninos, eu vi, juro que vi

 

Grêmio 3 (5) x 1 (3) Goiás
Sulamericana – Avellaneda (ARG)

Menino, eu vi, eu juro que vi Vítor de braços abertos fazendo milagres em defesas impossíveis.

Meninos, eu vi, eu juro que vi Paulão despachando a bola para as arquibancadas sempre que o perigo esteve próximo.

Meninos, eu vi, eu juro que vi nossos alas correndo, aloprados, ao fundo do campo deixando tontos os marcadores adversários.

Meninos, eu vi, eu juro que vi Rochemback, Rafael Marques, Adílson e todos os nossos marcadores comendo a bola com a ponta da chuteira.

Meninos, eu vi, eu juro que vi Douglas com maestria entregar a bola aos seus companheiros como se a eles desse uma joia rara.

Meninos, eu vi, eu juro que vi Andre Lima atrapalhado colocando a bola para as redes e Jonas fazendo a única coisa que é capaz de fazer em campo: muitos gols.

Meninos, eu vi, eu juro que vi Renato gesticulando ao lado do campo, gritando frases inaudíveis na inútil tentativa de organizar o caos.

Mas eu vi muito mais do que isso, juro que vi, na noite e madrugada de futebol jogado na argentina Avellaneda, em estádio com emblemático nome Libertadores da América.

Estavam lá nas arquibancadas Lara, Arce, Ancheta, Airton, Calvet, Everaldo, Dinho, Gessi, Ronaldinho, Iura, André Catimba, Alcindo, Juarez, Tarciso … e tantos outros que se misturavam aos milhares de torcedores que empurravam os azuis à conquista de uma vaga na Libertadores.

O Grêmio foi grande, desta vez travestido de Independiente. Assim como o foi em tantos outros momentos mágicos do futebol mundial em que nossos espírito foi incorporado por times nem sempre com jogo qualificado, mas com desafios inacreditáveis

A primeira entrevista a gente nunca esquece

 

Carlos Magno Gibrail

… a gente e a autora, também.

Dilma Rousseff reafirmou ao “Washington Post” o que já tinha externado em sua primeira entrevista como presidente eleita, quando sinalizou uma mudança na política externa brasileira ao definir como “bárbara” a ameaça de um provável apedrejamento contra a iraniana Sakineh Mohammadi de acordo com as leis e tradições locais.

Mais uma vez, coube ao tradicional jornal americano o mérito de estampar tão importante indício, publicando a fala sobre o apedrejamento, e que, certamente, repercutirá internacionalmente assim como aconteceu ontem na imprensa nacional:

“Não sou presidente do Brasil, mas me sentiria desconfortável, como uma mulher eleita presidente, em não dizer nada contra o apedrejamento. Minha posição não vai mudar quando eu assumir. Não concordo com a posição brasileira. Não é a minha posição.”

“Não concordo com práticas que tenham características medievais contra as mulheres. Não há nuances. Não vou fazer nenhuma concessão nessa matéria”.

As mulheres são de Vênus e os homens de Marte?

Vejamos o que o presidente Lula disse sobre o mesmo tema:

“Se começassem a desobedecer às leis deles para atender aos pedidos dos presidentes, daqui a pouco haverá uma avacalhação”.

No momento em que a Suíça quebra a isonomia democrática, com o tratamento dado aos imigrantes após plebiscito nacional, e Holanda, Itália e Dinamarca se tornam precursoras de um fantasma que assombra a Europa, designado de fascismo suíço por Vladimir Safatle em seu artigo de ontem na Folha, é imprescindível que o Brasil se apresente de forma enérgica em defesa dos Direitos Humanos.

Carlos Magno Gibrail é doutor em marketing de moda e escreve às quartas-feiras no Blog do Mílton Jung

A década eleitoral

 

Por Antonio Augusto Mayer dos Santos

Brasil –

O Brasil realizou seis eleições nos últimos 10 anos. O custo operacional do voto, pago pelo contribuinte através de deus impostos, oscilou de R$ 4,91 (2000) a R$ 3,58 (2010). Em meados de 1997, a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) e a Associação de Juízes para a Democracia obtiveram mais de um milhão de assinaturas para que um projeto fosse apresentado ao Congresso Nacional.

A ideia era “fechar o cerco” contra os candidatos que negociavam votos ou até enganavam eleitores para vencer as eleições que disputavam. A legislação eleitoral não punia a disseminada “compra de votos” e, com dificuldade, reprimia o abuso de poder. Surgiu, então, o art. 41-A da Lei das Eleições, punindo com a perda do registro (ou do diploma) e multa de até R$ 53,2 mil, os candidatos que comprarem votos, e cassação e também a aplicação de multa, até R$ 106,4 mil, para aqueles que usassem a “máquina pública” nas campanhas.

Segundo o Tribunal Superior Eleitoral – erros judiciários e excessos de julgamento à parte –, 667 prefeitos, vices e vereadores foram cassados pela Justiça Eleitoral, até maio de 2009, com base na lei de iniciativa popular 9.840/99. Eles perderam seus mandatos em função da aplicação desses dois novos dispositivos da Lei Eleitoral. Apenas em 2008, segundo relatório do movimento, foram 238 prefeitos cassados. Entre 2007 e 2008, centenas de Vereadores foram cassados pela Justiça Eleitoral por haverem trocado de partido.

A regra da infidelidade partidária também cassou o Governador do Distrito Federal. Entre 2008 e 2009, três Governadores de Estado foram cassados e afastados pelo TSE de seus cargos. Com o advento da discutível Lei da “Ficha Limpa”, em 2010, dezenas de candidatos a vários cargos eletivos tiveram seus registros indeferidos. Outros concorreram, venceram mas “não levaram”. É dizer: foram votados mas não serão diplomados nem empossados.

Nesta década que finda, Lula exerceu dois mandatos presidenciais (2002-2010), Fernando Collor foi eleito Senador por Alagoas (2006) e Itamar Franco por Minas Gerais (2010). Houve uma redução das cadeiras nas Câmaras Municipais (2004). O país votou no referendo das armas e Dilma Roussef foi eleita a primeira Presidente do Brasil. Tiririca é o novel fenômeno eleitoral, após Enéas.

América –

Numa eleição discutível e até hoje revestida de suspeita, George W. Bush se reelegeu Presidente dos Estados Unidos em 2001. Perdeu nas urnas mas venceu no Colégio Eleitoral. Em janeiro de 2006, a médica Michelle Bachelet se elegeu presidente do Chile, a primeira do seu país. Entre 2000 e 2010, a Argentina teve sete Presidentes da República. Apenas Fernando de la Rúa, Eduardo Duhalde, Néstor e Cristina Kirchner foram eleitos pelo voto direito. Hugo Chavez preside a Venezuela a mais de uma década. Sua primeira eleição fora em 1999. No pleito do dia 4 de novembro de 2008, Barack Obama foi eleito o 44º Presidente dos Estados Unidos, o primeiro negro, vencendo seu adversário, John McCain, por uma diferença de 52% a 47% no total de votos.

Mundo –

Angela Merkel, uma ex-alemã oriental, é a Chanceler da Alemanha desde a eleição de 2005. Em 2009, após se reeleger, foi considerada pela revista Forbes como a mulher mais poderosa do mundo. Na Itália, sob acusações de corrupção e ligações com a Màfia, Silvio Berlusconi exerce o cargo de Primeiro Ministro pela segunda vez nesta década. Antes de se tornar presidente da França, eleito em 2007, Nicolas Sarkozy foi líder partidário e chefiou meia dezena de Ministérios. As eleições e a cidadania na China não avançaram nesta década. Qualquer cidadão pode perder o direito de votar caso seja acusado – basta ser investigado – de “ameaçar a segurança nacional”.

Antônio Augusto Mayer dos Santos é advogado especialista em direito eleitoral, professor e autor do livro “Reforma Política – inércia e controvérsias” (Editora Age); e escreve no Blog do Mílton Jung.

CBN SP estará no Parque do Povo, nesta terça-feira

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Distante, sim. Nunca afastado. Por isso, sei que nesta terça-feira, a Cátia Toffoletto mostrará aos ouvintes do CBN São Paulo a estrutura à disposição no Parque do Povo, área verde bem ao lado da Ponte Cidade Jardim e Marginal Pinheiros, na zona sul da capital. Este será o terceiro local visitado por ela na séria “Parques de São Paulo” que se iniciou semana passada.

Resultado de intensa luta do paulistano, o parque foi reintegrado à cidade em 2008, pois durante décadas esteve ocupado de forma ilegal por grupos particulares que exploravam a área. Ironicamente, sua recuperação ocorreu graças a iniciativa privada que para explorar a construção de prédio nas redondezas foi obrigada a investir na construção do Parque do Povo.

No quadro de imagens acima, além de fotografias feitas pela Cátia Toffoletto você verá imagens enviadas por ouvintes-internautas dos parques da Água Branca, da Luz e do Povo. A escolha do local visitado pela reportagem da CBN também tem a participação do público que envia suas sugestões para nós por e-mail ou as deixa registrada no blog.

Como estou de férias, sugiro que o seu material com nome do parque, histórias ou personagens interessantes seja enviado para fabíola.cidral@cbn.com.br.

Avalanche Tricolor: É muito bom ser pai desses meninos

    Grêmio 3 x 0 Botafogo
    Brasileiro – Olímpico Monumental

    Olímpico Monumental

    Os foguetes começaram a estourar logo cedo. Alguns ônibus já estavam estacionados perto de casa e torcedores improvisavam o local para o churrasco. Ouviam-se gritos à distância e camisas do Grêmio desfilavam na calçada diante da casa de minha infância e adolescência. Foi ali que meu coração foi forjado gremista e minha alma, imortal.

    O clima era de decisão como tantas que havia assistido em meu passado porto-alegrense, boa parte delas com o direito de me iludir com os ídolos e me enganar com as promessas de vitória. Às derrotas, havia meu pai suficientemente maduro e calejado para me consolar.

    Hoje não, o pai era eu. Quem havia motivado os meninos para viajar à Porto Alegre e torcer pelo Grêmio no Monumental, neste começo de férias, é quem teria de assumir a responsabilidade pelo feito (ou desfeito).

    Por que não levá-los à primeira partida no Olímpico em jogo menos complicado? Quem sabe um de campeonato Gaúcho, desses por onde comecei a saborear o gosto pelas conquistas? Fui escolher logo uma “final” de Brasileiro, com a difícil tarefa de vencer e esperar um resultado externo para saber se teríamos o direito de estar mais uma vez na Libertadores.

    E se nada desse certo? O resultado ruim, a frustração, o estádio lotado de tristeza, os meninos me olhando querendo entender tudo aquilo ? Será que encontrarei lugar para eles sentarem e assistirem à partida com segurança?

    Nessas horas, tudo ganha uma dimensāo muito maior do que deveria. Tinha a responsabilidade de transformar aqueles momentos em algo especial, mesmo que boa parte do espetáculo não dependesse apenas de mim.

    Os meninos foram se vestir para o jogo, e buscaram na mala camisas azuis, sem que eu pedisse – davam sinal de ansiedade, também.

    Lá fora, a música entoada pelos torcedores aumentava, ainda faltavam algumas horas para seguir ao estádio, apesar de minhas preocupações já terem percorrido toda a curta caminhada até o nosso destino.

    Churrasco em família encerrado, não dava mais para recuar. Era hora de sair para ver o Grêmio no Monumental. É bem diferente do que vê-lo em qualquer outro lugar, muito mais do que torcer por ele diante da televisāo como os acostumei.

    Saí de casa de mãos dadas com os dois, e havia ainda a companhia dos meus irmão e sobrinho, ambos neófitos nestas caminhadas até o estádio – torcem pelo Grêmio sem sofrimento, na maior parte das vezes de ouvido apenas.

    Em Familia

    Tantas dúvidas e apreensões não resistiram atė a esquina da Saldanha Marinho, rua que sempre marcou o início do meu passeio ao Olímpico. Os primeiros passos na companhia deles foram suficientes para perceber quanta bobagem desnecessária havia passado pela minha cabeça. Temer o quê, se estar ali com meus dois filhos – acrescido de mais dois caras muito legais em minha vida – era, sim, o mais importante. Maior do que qualquer outra coisa que o futebol pudesse me proporcionar.

    Entrar no Pórtico dos Campēoes com eles em meio a multidão entusiasmada de gremistas foi especial, estávamos quase correndo como se não suportássemos mais a ansiedade de entrar no estádio e encontrar nosso lugar para gritar e comemorar aqueles instantes juntos.

    Pouco antes de subirmos ao nosso espaço não-reservado, encontrei dois velhos conhecidos. Verardi, eterno supervisor do clube, e Pedrão, antigo segurança sempre presente ao lado do time. Foi ele quem me lembrou de frase-lamento que repeti várias vezes ao meu pai sempre que uma adversidade surgia no caminho do Grêmio: “estão nos roubando, pai!?”

    Desta vez ninguém me roubaria a alegria de estar com meus dois filhos no Monumental, independentemente da estratégia armada pelos técnicos e do jogo jogado pelos times.

    Quis o destino, porém, que a alegria fosse completa.

    Meu time e a minha torcida foram cúmplices da satisfação de cantar trechos do hino rio-grandense ao lado dos meninos, de aplaudir a escalação e a movimentação dos jogadores, de socar o ar na bola que explodia no travessão ou fora tirada do adversário com um elegante carrinho.

    Foram cúmplices na festa do gol, dos três gols, emocionantes gols marcados por nossos ídolos. Os de André, Jonas e Douglas. Os evitados por Vítor e Paulão. Os quase feitos por Clementino. Os que se tornaram possíveis graças a inteligência emocional de Renato.

    Meu prazer, nosso prazer, de estarmos pulando, abraçando um ao outro, rindo dos torcedores boca suja, vibrando com o resultado e pedindo sorvete para matar a sede me fez criança como eles. Como na época em que eu era eles. Em que eu era apenas um menino apaixonado pelo seu time.

    Hoje, sou o pai desses meninos. Meus meninos gremistas.

    Vibrar

    De submundo

     

    Por Maria Lucia Solla


    Ouça De Submundo na voz da autora

    dinheiro refrigerante
    entorpecente cigarro
    café anfetamina
    o último modelo do carro

    sexo cocaína
    agrotóxico maconha
    álcool açucar
    antidepressivo ansiolítico
    crack heroína
    extasy computador
    chiclete morfina

    remédio para emagrecer
    para dormir
    acordar transcender

    droga
    mais ou menos aceita
    época vai
    sociedade vem
    delas não escapa ninguém

    Ela vem, se instala, deixa um pouco disso leva um pouco daquilo, como a rede jogada no mar; como tudo na vida.

    O dinheiro, por exemplo, é droga, mas não se faz plebiscito para decidir sobre o futuro dele; para saber quem é contra e quem é a favor. Não se cria comissão especial para criminalizar ou descriminalizar o dinheiro e, mesmo assim, é a droga que mais mata! Mata-se por ele e morre-se por ele todo dia, a cada minuto.

    E é nessa falta de rumo, em meio ao que pode e o que não pode, que deixamos de reconhecer nossa verdade e criamos um submundo que possa viver por nós a face escura da vida. É nesse submundo que droga e crime florescem. Nós criamos, armamos e sustentamos o submundo, e gastamos o que sobrou blindando carros, trancando a casa, com medo do homem que nos lembra quem somos.

    o que te tira o sono
    não é o vasto mundo
    mas o código diverso
    do teu e do meu universo
    que povoa o submundo

    Nasce de nossa determinação sobre o que pode e o que não pode, a bandidagem. O proibido atrai, gera lucro atrelado ao risco, para o lerdo e para o corisco.

    Insistindo em controlar e manipular, em manter o dedo acusador apontado, para mudar o mundo do lado de fora, não chegaremos a lugar nenhum. O mundo externo é reflexo do mundo interno. É difícil de entender, mas é a realidade. O que vemos fora é a foto holográfica do que carregamos em nós.

    No início do século passado, o governo norte-americano proibiu o álcool através de uma emenda em sua constituição, a XVIII, o que atraiu e alimentou a Máfia. Quando percebeu a besteira que fez, desproibiu a proibição, arrancou o poder das garras do crime e sacramentou o fato na XXI emenda. Coisa de gente grande.

    Cada proibição determina o ouro da vez, e criam-se exércitos para proteger a decisão tomada, não para proteger o homem. Não custa lembrar que a maneira mais rápida e eficaz de perder é agarrar; tentar controlar.

    Pense nisso, ou não, e até a semana que vem.

    Maria Lucia Solla é terapeuta, professora de língua estrangeira e realiza curso de comunicação e expressão. Aos domingos, escreve no Blog do Mílton Jung

    It girls

     

    Por Dora Estevam

    Elas estão regularmente nas páginas de revistas de moda, nacionais e internacionais. São inspiração para jovens blogueiros/as que seguem os seus passos. São as “It Girls”, as garotas mais modernas e copiadas do mundo.

    De acordo com o Wikepedia: – “It Girl” é um termo utilizado para se referir às garotas cheias de atitude, que criam tendências, despertam o interesse das pessoas em relação às suas roupas, seu modo de vestir. Se comportam de um jeito irreverente e despertam a curiosidade das pessoas sobre o seu modo de vida.

    Atualmente, a musa de Karl Lagerfeld é Alexa Chung, modelo e fenômeno da cultura pop. Tudo o que ela faz chama atenção. Segundo a reportagem no The New York Times, na coluna Fashion & Style, ela se tornou a Kate Moss da nova geração.

    Houve um tempo em que todas as jovens queriam ser como a supermodalo britânica, gritavam Kate, kate, kate. Agora, elas dizem Alexa!

    Alexa Chung clicada por onde anda

    É a “It Girl” da América. Apesar de ela ser uma grande estrela na Inglaterra, sua estreia na televisão americana, da MTV, “It’s On With Alexa Chung, foi cancelada no ano passado após duas temporadas.

    Tudo que ela põe a mão ou usa vende milhões. Ajudou a J Crew a criar produtos que os investidores da empresa ficaram pasmos com os valores. Os produtos esgotaram-se rapidamente das prateleiras: vestidos, camisolas e bolsas.

    A multidão de mulheres na faixa dos 20 anos que a segue fica enlouquecida e não tira os olhos da moça. Cada olhar para a “It Girl” vale milhões. O que deu impulso na carreira da modelo foram as capas das edições britânicas da Vogue, Elle e Jarper’s Bazaar, tendo sido identificada, ano passado, como uma das 100 mulheres mais poderosas na Grã-Bretanha, pelo The Sunday Telegraph.
    Alexa Chung e conhecida na Inglaterra como modelo, apresentadora de moda e espetáculos de música. É, também, a namorada de Alex Turner, o vocalista da banda Arctic Monkeys.

    Seu estilo a diferenciou na televisão. As figurinistas da TV não encontravam roupas para a modelo-apresentadora, dai Alexa começou a usar suas próprias peças vintage, como shorts jeans Levi com cintura alta, botas Chanel, novas t-shirts e camisolas.

    “Ela marcha na batida de seu próprio tambor de moda”, diz Corim Nelson, produtor executivo da banda.

    Alexa tem um tipo Lolita, veste delicados vestidos e tem habilidade para combinar as peças. Tem personalidade fresca, não é agressiva. É a antítese do olhar das deusas guerreiras como Beyonce e Lady Gaga.

    Olivia Palermo no foco das lentes

    Uma concorrente de Chung é Olívia Palermo. Figura constante nos desfiles das semanas de moda, atrai todas as lentes, e todas as fotos fazem o maior sucesso. Virou queridinha das fashionistas. As blogueiras a amam.

    De acordo com a biografia da moça, Olívia é filha de um milionário do ramo imobiliário. Entretanto, ficou famosa com o programa The City, no qual a socialite mostra o seu dia-a-dia como relações públicas da Revista Elle.

    O estilo marcante do clássico misturado com romântico ganhou admiradores do mundo inteiro, com isso se tornou uma das “It Girls” mais famosa do mundo.

    Pelo Brasil, as I.G estão, também, nas capas das revistas. Elas costumam ser atrizes e modelos, muitas vezes as duas coisas: Débora Secco, Vanessa Camargo, Daniella Cicarelli e Gabriela Duarte. Tem, ainda, as garotas da alta sociedade: Natalie Klein, Luiza Setubal e Ana Paula Junqueira … numa lista muito grande.

    Ana Paula Junqueira, Gabriela Duarte e Natalie Klein

    Elas frequentam os salões de beleza mais badalados, e, atualmente, o mais conhecido e querido pelas Its Girls brasileiras é o salão do hair stylist Marcos Proença. Andam com roupas de marcas de luxo e mudam o cabelo conforme a tendência da moda, ditada pelo profissional.

    E também estão na mira das blogueiras que clicam cada passo delas.

    Então, vamos atrás delas ou fazemos nosso próprio caminho ?

    CBN SP estará no Parque da Luz, nesta sexta

     

    O Parque da Luz é o mais antigo da cidade de São Paulo e foi escolhido para ser o cenário da segunda reportagem da série “Parques da Cidade”, que se iniciou nesta semana no CBN SP. A Cátia Toffoletto estará, ao vivo, conversando com frequentadores, personagens e gestores para levar ao ouvinte-internauta o que o local oferece ao paulistano.

    Entregue em 1825 como Jardim Botânico transformou-se no primeiro espaço de lazer da cidade. Porém, o desinteresse do governo pela área fez com que passasse a ser usado como pasto de gado. Nos 212 anos de vida, o Parque da Luz teve longos períodos de degradação, tendo sido reintegrado ao cotidiano de São Paulo apenas após os anos de 1970. O parque tem sido visto como um museu aberto pelo número de obras de arte que estão em seu interior.

    A série “Parques da Cidade” se iniciou terça-feira quando Cátia Toffoletto visitou o parque da Água Branca, na zona oeste. Você pode acompanhar as entrevistas que foram ao ar no CBN SP na página especial no site da CBN, além disso pode colaborar enviando fotos de outros parques e praças da capital que irão compor o álbum digital do CBNSP, no Flickr

    Mande, também, para o e-mail milton@cbn.com.br sugestões de locais para serem visitados pela Cátia Toffoletto.

    Árvore vira lixeira na avenida

     

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    Por Devanir Amâncio
    ONG EducaSP

    As árvores recém-plantadas ao longo das calçadas da avenida Duque de Caxias, na região central de São Paulo, se transformaram em lixeiras.
     
    O plantio de árvores em locais de grande circulação, principalmente nas áreas centrais, requer planejamento, manutenção periódica e fiscalização da empresa contratada. E (por que não?) um pouco de criatividade: uma plaquinha educativa com o nome da espécie. É indispensável a instalação de protetores bem organizados e não gambiarras – com pedaços de pau e tela plástica – como as que foram feitas no entorno das árvores da movimentada avenida .
     
    Plantar e abandonar, além de ser um grande desrespeito para com o meio ambiente, por parte da Prefeitura, é desperdício de dinheiro público.